segunda-feira, 21 de setembro de 2026

BDM Riscala Matinal

*Rosa Riscala: Mercados apostam em avanço entre Trump e Xi*


A semana começa com os mercados em clima positivo, embalados pela expectativa com o encontro entre Trump e Xi Jinping, enquanto o petróleo recua pelo quarto pregão seguido, apesar da escalada no Oriente Médio. A melhora do fluxo por Ormuz e novas iniciativas diplomáticas ajudam a aliviar o Brent, enquanto ataques houthis mantêm a tensão sobre a infraestrutura saudita e Bab el-Mandeb. No Brasil, Lula abre amanhã a Assembleia Geral da ONU, enquanto o caso Master continua produzindo novos desdobramentos. Na agenda econômica, ata do Copom, IPCA-15, Relatório de Política Monetária e pesquisas eleitorais dividem as atenções com uma bateria de discursos do Fed e os PMIs nos Estados Unidos e na Europa.


ORMUZ DÁ ALÍVIO – O petróleo abriu em queda pelo quarto pregão seguido, apesar da escalada no Oriente Médio durante o fim de semana.


… No eletrônico, o Brent recuava 2,17%, para US$ 101,60, com o mercado acompanhando a melhora do fluxo pelo Estreito de Ormuz e os novos esforços diplomáticos para encerrar a guerra.


… Segundo o Centcom, o volume de petróleo, cargas e GNL que atravessou Ormuz nas últimas duas semanas atingiu o maior nível em seis meses, apesar dos ataques iranianos a embarcações.


… As forças americanas dizem ter protegido mais de 2 mil navios e auxiliado o transporte de mais de 1 bilhão de barris nos últimos dois meses.


… No fim de semana, os houthis lançaram um míssil balístico contra Riad, interceptado pela defesa saudita, e reivindicaram ataques com mísseis e drones contra instalações da Saudi Aramco em Yanbu, importante polo de exportação no Mar Vermelho.




… Yanbu é especialmente sensível porque recebe o oleoduto Leste-Oeste, que permite à Arábia Saudita escoar petróleo sem passar por Ormuz. O corredor, com capacidade para transportar cerca de 4 milhões de barris por dia, já havia sido danificado por ataques na semana passada.




… A pressão se estende a Bab el-Mandeb. Os houthis prometeram manter as ofensivas contra a Arábia Saudita até o fim do bloqueio às áreas do Iêmen sob seu controle e ameaçaram reagir contra outros países que se juntem a Riad.




… O grupo avançou neste mês pela costa ocidental do Iêmen até o estreito, passagem estratégica entre o Mar Vermelho e o Oceano Índico.




… Outro amortecedor vem da China, que acumulou cerca de 1,4 bilhão de barris em reservas estratégicas e reduziu suas importações de petróleo em 32% no segundo trimestre. Os estoques ajudaram a limitar a disparada dos preços durante os seis meses de guerra.




… Embora o mercado continue vulnerável a novas interrupções, especialmente diante dos ataques à infraestrutura saudita e da pressão simultânea sobre Ormuz e Bab el-Mandeb, a escalada militar convive com novas tentativas diplomáticas.




… Trump voltou a ameaçar o Irã neste domingo, mas disse estar aberto a encontrar o presidente Masoud Pezeshkian, que estará em Nova York junto com o chanceler Abbas Araghchi para a Assembleia Geral da ONU nesta semana.




… Amanhã, ele deve se reunir à margem da Assembleia com líderes dos países do Golfo para discutir os próximos passos na guerra e propostas para uma estratégia pós-conflito. Washington já trabalha no plano, que deve ser finalizado após as eleições de meio de mandato.




TRUMP RECEBE XI – O presidente também deve se encontrar nesta semana com Zelensky e com Xi Jinping, que será recebido em Washington, na quinta-feira, para uma agenda que vai da trégua comercial entre Estados Unidos e China a Taiwan, Irã e inteligência artificial.




… No comércio, os mercados estarão atentos à possível prorrogação da trégua tarifária que vence em 10 de novembro e a eventuais anúncios sobre agricultura e barreiras não tarifárias.




… O clima melhorou neste domingo, após Scott Bessent classificar como “muito proveitosa” a reunião com o vice-premiê chinês, He Lifeng, em Nova York. Os dois lados disseram que continuarão trabalhando em um acordo comercial.




… Bessent também propôs a criação de um mecanismo de notificação entre os dois países para incidentes de segurança nacional envolvendo inteligência artificial.




… A tecnologia terá lugar de destaque na visita. Os CEOs da OpenAI, Sam Altman, da Nvidia, Jensen Huang, da Qualcomm, Cristiano Amon, e o presidente do conselho da Apple, Tim Cook, estão entre os executivos esperados para o jantar de Estado com Trump e Xi.




… Às vésperas do encontro, Trump anunciou que pretende nomear um novo “czar” da inteligência artificial e criar uma “Força de IA”, defendendo que os Estados Unidos acelerem o desenvolvimento da tecnologia para preservar a liderança sobre a China.




LULA NA ONU – Outro encontro poderá ocorrer entre o presidente do Brasil e Trump, nos bastidores da Assembleia Geral, como no ano passado, quando surgiu a famosa “química” entre os dois. Lula abre o debate amanhã e será seguido pelo presidente americano.




… Lula chegou neste domingo a Nova York, para uma estadia curta, mas de peso também para a campanha eleitoral no Brasil. A poucos dias do primeiro turno, um dos principais eixos de seu discurso será a defesa da soberania nacional, que ganhou espaço na estratégia da reeleição.




… A expectativa é de que Lula defenda as instituições e o processo eleitoral e rejeite interferências externas, sem citar nominalmente Trump. O presidente deve adotar linguagem diplomática e evitar referências à crise no STF, considerada pelo governo um assunto interno.




… Lula pretende ainda criticar medidas e sanções comerciais unilaterais e defender a cooperação internacional no combate ao crime organizado transnacional, desde que respeitados o direito internacional e a integridade territorial dos países.




… A defesa do multilateralismo ganhou um novo capítulo neste domingo, quando Lula assinou com os líderes da União Europeia, Quênia e Canadá um manifesto que pede reformas nas instituições internacionais diante do aumento dos conflitos e da fragmentação geopolítica.




… O documento cita os riscos de gargalos marítimos globais, como o Estreito de Ormuz, para as cadeias de suprimentos, além dos desafios da inteligência artificial, choques financeiros e mudanças climáticas.




… A agenda de Lula inclui entrevista hoje à jornalista Christiane Amanpour, da CNN, e reuniões com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, e o senador democrata Bernie Sanders. Mais de 30 autoridades haviam solicitado encontros.




… Amanhã, antes do discurso na ONU, Lula se reúne com o secretário-geral da organização, António Guterres. O retorno ao Brasil está previsto para poucas horas depois do discurso. Ele não participará do jantar oferecido por Trump aos chefes de Estado.




MAIS POLÍTICA – Câmara e Senado não têm sessões deliberativas previstas nesta semana, às vésperas do primeiro turno. Depois de mais uma semana de crise, o STF não tem julgamentos relacionados ao caso Master. Mas o caso ganhou novos capítulos no fim de semana.




… Um vídeo mostrou Moraes e a mulher desembarcando de uma aeronave ligada a Vorcaro, após o ministro ter dito que “jamais” havia viajado em avião do banqueiro. O escritório de Viviane Barci confirmou o uso de serviços da empresa, mas disse que Vorcaro nunca esteve nos voos.




… Também aumentou a pressão sobre o procurador-geral da República, Paulo Gonet, após a divulgação de uma foto ao lado de Vorcaro em Londres. A oposição cobrou seu afastamento. Gonet afirma que a imagem é de 2024, quando não havia investigação contra o banqueiro.




… Outro vídeo, também de 2024, mostrou Vorcaro em uma festa do Master em Londres com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Andrei e Gonet são citados em mensagens nas quais o banqueiro pediu a Moraes que interviesse para tentar frear as investigações sobre o banco.




… Ainda neste domingo, Flávio Dino deu prazo de 90 dias para que a União, sob coordenação do Ministério da Fazenda, apresente uma avaliação do arcabouço da CVM e propostas para aprimorar a autarquia, diante das fragilidades na supervisão apontadas no caso Master.




… Faltando duas semanas para as eleições e depois das turbulência no STF, o calendário das pesquisas eleitorais prevê Quaest e BTG Nexus para hoje, AtlasIntel na quarta-feira e Datafolha e Real Time Big Data na quinta-feira.




MAIS AGENDA – A ata do Copom amanhã, terça-feira, e o IPCA-15 de setembro concentram as atenções na agenda econômica da semana, que traz ainda o Relatório de Política Monetária do BC e uma bateria de divulgações fiscais do governo.




… Na ata da reunião que reduziu a Selic em 0,25 ponto, para 13,75%, o mercado buscará pistas sobre os próximos passos do Copom, depois que o comunicado reconheceu uma desaceleração mais clara da atividade e melhora da inflação.




… Ainda amanhã, a Fazenda divulga às 10h30 o Boletim Macrofiscal, com novas projeções oficiais para atividade e inflação, além do resultado da arrecadação federal de agosto. A divulgação do boletim estava inicialmente prevista para a última sexta-feira e foi transferida para dia 22.




… Na quinta-feira, sai o Relatório de Política Monetária, acompanhado de entrevista coletiva do presidente do BC, Gabriel Galípolo, enquanto Fazenda e Planejamento apresentam o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do quarto bimestre.




… O documento deverá detalhar o espaço fiscal para o reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado na semana passada.




… As contas públicas ganharam mais atenção após o governo revisar suas projeções para a dívida. As estimativas enviadas ao Congresso junto com o PLOA de 2027 apontam a dívida bruta em 83,7% do PIB no fim deste ano, chegando a 89,6% em 2029 e 89,7% em 2030.




… Também na quinta-feira, reúne-se o Conselho Monetário Nacional. O IPCA-15 encerra a semana dos indicadores domésticos na sexta-feira.




… Hoje, como todas as segundas-feiras, o Banco Central divulga a Pesquisa Focus, às 8h25.




LÁ FORA – Nos Estados Unidos, a agenda de indicadores é mais leve, mas o mercado acompanhará uma bateria de discursos de dirigentes do Fed em busca de sinais sobre os próximos passos dos juros, depois da alta de 0,25 ponto da semana passada.




… Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis, já reforçou o tom duro neste domingo (leia abaixo).




… Hoje fala Austan Goolsbee. Amanhã será a vez de John Williams, Philip Jefferson e Thomas Barkin. Michael Barr participa de evento na quarta-feira, e Williams, Barkin, Beth Hammack e Anna Paulson estão entre os dirigentes com compromissos na quinta e na sexta-feira.




… Os PMIs preliminares de setembro serão conhecidos na quarta-feira nos Estados Unidos e na Europa. Para o PMI americano, a previsão é de 54 na indústria, 56 nos serviços e 56,3 no composto. Ainda na quarta, o DoE divulga os estoques semanais de petróleo.




… Na sexta-feira, sai a leitura final de setembro da confiança do consumidor da Universidade de Michigan, incluindo as expectativas de inflação.




ÁSIA HOJE –No Japão, os mercados permaneceram fechados hoje por feriado local; amanhã também não haverá pregões.




… Já na China, o PBoC manteve as principais taxas de juros inalteradas, segundo comunicado divulgado neste domingo, com a referência para empréstimos (LPR) de 1 ano em 3% ao ano e a LPR de 5 anos em 3,5% ao ano. Os juros seguem no mesmo nível desde maio de 2025.




ELEIÇÃO NA ALEMANHA – A apuração neste domingo revelou perdas expressivas para a CDU, do chanceler Friedrich Merz, nas eleições estaduais de Berlim e Mecklenburg-Pomerânia Ocidental, enquanto a AfD ampliou sua votação.




ENERGIA QUE MOVE – Chamou a atenção na sexta-feira nos negócios a capacidade que os juros futuros domésticos exibiram de resistir à pressão nas taxas dos Treasuries, com o yield da Note de dez anos rompendo de novo os 5%.




… Apesar de o rendimento do título do Tesouro americano ter voltado a superar este nível de estresse, por aqui, a curva do DI operou de lado, porque o trade eleitoral ainda parece estar blindando contra as ondas de piora externa.




… Pela manhã, o investidor mostrou algum desconforto, depois de a Datafolha mostrar estagnação de Flávio Bolsonaro, mesmo após a tensa sessão do STF. Mas já à tarde a esperança de vitória da oposição voltou a dominar.




… Faltando apenas duas semanas para a eleição presidencial, as próximas pesquisas eleitorais servirão de tira-teima sobre a competitividade da candidatura bolsonarista ou o eventual risco de uma estagnação nas intenções de voto.




… A notícia de que o Ministério Público junto ao TCU pediu a suspensão do reajuste de 15% do Bolsa Família, alegando que a medida fere a LRF, foi bem recebida pelo mercado, um dia depois do “pacote de bondades” de Lula.




… Descoladas do exterior, a taxa do DI para Jan/27 ficou estável, em 13,555%; Jan/28 fechou em 13,630% (de 13,617% ano ajuste); Jan/29, 13,840% (de 13,845%); Jan/31, 14,020% (de 14,061%); e Jan/33, 14,130% (14,185%).




… Além da politização do enredo nos negócios, os juros futuros esperam esta semana pelo teor da ata do Copom, neste momento em que o BC avalia o esfriamento gradual da atividade como sinal de eficácia da política monetária.




… O Bradesco divulgou relatório revisando para baixo a previsão para o PIB deste ano, de 1,9% para 1,7%, e de 2027, de 1,3% para 1,0%, já que os dados do terceiro trimestre continuam sinalizando moderação do ritmo.




… No câmbio, como aconteceu com o DI, chegou a haver algum mal-estar pela manhã de sexta-feira com a falta de novidades do Datafolha. Mas o cenário eleitoral indefinido não chegou a evoluir para uma reação mais negativa.




… O dólar à vista fechou em leve alta de 0,10%, a R$ 5,1442, nada demais para um dia em que o real poderia ter sofrido maiores efeitos colaterais do tombo do iene, depois de o BoJ ter deixado em aberto os seus próximos passos.




… Durante seminário realizado pelo FGV/Ibre e Estadão, o sócio-fundador da SPX Capital, Rogério Xavier, alertou que o Brasil se encontra em uma trajetória fiscal perigosa, com endividamento semelhante aos de países desenvolvidos.




… A amarga diferença é que o País não conta com a credibilidade das grandes economias globais.




… Xavier é contrário a propostas de cortar os juros “na marra” e usar reservas para controlar a taxa de câmbio.




… Segundo ele, apelar a estas medidas seria como um “beijo da morte”, causaria pânico entre investidores estrangeiros e detentores de ativos, provocando fuga de capitais e o surgimento de mercados paralelos de dólar.




PROMETEU MUITO E ENTREGOU POUCO – Foi praticamente um aperto dovish a decisão do BoJ de subir os juros em 25 pontos-base, a 1,25%, maior nível desde 1995, porque o placar veio rachado (7 a 2) e Kazuo Ueda frustrou.




… Apesar de o presidente do BC japonês ter reconhecido o risco de a inflação subjacente superar a meta de 2%, ele condicionou novos movimentos da política monetária à evolução da economia, dos preços e condições financeiras.




… Para quem esperava que ele pudesse vir muito mais agressivo, não deixou de ser uma decepção, descontada no iene, que só conseguiu reduzir parcialmente o mau humor com rumores de possível intervenção no câmbio.




… Ainda assim, o iene caiu forte (-0,50%), para 156,75 por dólar. Desde o estouro da guerra no Oriente Médio, no final de fevereiro, a inflação ganhou o atual contexto como o maior driver a ser administrado pelos grandes BCs.




… Em entrevista neste domingo à Fox News, o Fed boy Neel Kashkari advertiu que as pressões inflacionárias vão além dos preços do petróleo e que, mesmo excluindo energia e alimentos, a inflação continua rodando muito alta.




… O colega Jeff Schmid concorda que a pressão é disseminada entre bens e serviços, não apenas energia, e que os indicadores recentes apontam inflação acima de 3%, o que justifica o aperto promovido pelo Fed semana passada.




… Também no BCE, o vice-presidente, Boris Vujcic, disse que a precificação dos juros está sendo impulsionada principalmente pela alta de energia, porém, não seria aconselhável concentrar-se exclusivamente nesse fator.




… Outro integrante do Banco Central Europeu, Martins Kazaks afirmou que a taxa de juros de 2,75% representa um território restritivo, mas reconheceu que a instituição “pode ir além disso” se as perspectivas econômicas exigirem.




… O euro registrou alta de 0,10%, a US$ 1,1488, e a libra esterlina ganhou 0,28%, cotada a US$ 1,3396.




… De pouco adiantou o petróleo ter caído na sexta, porque continuou nos três dígitos e reforçou a convicção de que o Fed pode ter que se manter na direção atual para combater as pressões inflacionárias perigosamente altas.




… Na visão da Stifel Economics, serão necessários mais do que dois aumentos de juros para garantir o retorno à meta. Neste cenário mais restritivo, as taxas da Note de dez anos voltaram a superar 5%, a 5,005% (contra 4,929%).




CREO EN BRUJAS – As bolsas em Nova York monitoraram a retomada da trajetória de alta dos Treasuries e as preocupações com a política monetária japonesa, mas oscilaram em margem estreitas, sem cautela mais intensa.




… O triple witching, vencimento simultâneo de três tipos de contratos, pode ter justificado a postura moderada. O Dow Jones caiu 0,18% (51.682,64 pontos); S&P 500, +0,17% (7.650,50 pontos); e Nasdaq, +0,39% (26.522,55 pontos).




… Também o Ibovespa não operou no susto, apesar de ter assumido alguma dose defensiva antes das próximas pesquisas eleitorais e de olho no comportamento dos juros dos Treasuries e desdobramentos da guerra.




… O alívio do petróleo desvalorizou a Petrobras (ON -1,09%, a R$ 53,41; e PN -0,23%, a R$ 48,50) e contribuiu para que o Ibovespa caísse 0,41%, aos 185.229,17 pontos, com giro de R$ 26,8 bilhões turbinado pelo exercício de opções.




… Vale (-1,53%; R$ 73,37) também colaborou para manter a bolsa no vermelho. Segundo o Broadcast, os custos de frete entre os Brasil-China chegaram a cerca de US$ 42 por tonelada e respingam sobre os papéis da mineradora.




… A própria empresa avalia que cerca de 120 milhões de toneladas de minério podem ficar economicamente inviáveis nas condições atuais, segundo relatos do Citi, após reunião com o CEO da Vale, Gustavo Pimenta.




… Para o Itaú BBA, a Vale está bem protegida no curto prazo, mas a cobertura cai de forma relevante em 2028.




… Entre as blue chips financeiras, Santander unit caiu 3,47% (R$ 29,47), Bradesco PN recuou 0,88% (R$ 17,99) e Itaú PN devolveu 0,59% (R$ 42,33), ao passo que BB ON avançou 1,84% (R$ 23,20) e BTG unit ganhou 0,43% (R$ 61,40).




CIAS ABERTAS NO AFTER – PETROBRAS negou impacto socioambiental direto da exploração na Foz do Amazonas, após MPF pedir suspensão imediata da licença de perfuração até cumprimento de medidas em comunidades…




… Petrobras informou que recebeu R$ 448 milhões em subvenção à gasolina e acumula R$ 9,9 bilhões em repasses para combustíveis. Conselho também aprovou adesão à nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel…




… TCU julga na próxima quarta-feira, em sessão extraordinária e reservada, política de preços da Petrobras.




VIBRA fechou contrato de R$ 1,28 bilhão com a Inpasa Agroindustrial para fornecimento de etanol hidratado.




SABESP fará emissão de R$ 59,5 milhões em debêntures, com prazo de 1.778 dias e remuneração de 6,3% ao ano. Recursos financiarão projetos elegíveis ao Eco Invest Brasil.




ANEEL revisou a projeção de alta das contas de energia deste ano, de 8,6% para 9,4%.




TIM. Poste Italiane tornou-se controladora indireta da companhia após passar a deter cerca de 66,63% da Telecom Italia por meio de OPA.




PORTO pagará R$ 333,4 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,520657 por ação. Papéis ficam ex em 24/9 e pagamento será feito até abril de 2027.




FLEURY antecipou de 2/10 para 28/9 o pagamento de R$ 217,8 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,4007 por ação.




NATURA firmou parceria com a Aviva para abrir um spa da marca Ekos na Costa do Sauípe, na Bahia, com inauguração prevista para outubro. Será o segundo projeto da companhia no segmento de spas.




CYRELA. Invesco elevou participação para 5,01% das ações ON, equivalente a 19,2 milhões de papéis.




IGUATEMI. Fundos geridos pela Azvalor passaram a deter 18 milhões de units, equivalentes a 10,62% do capital.




TOTVS pagará R$ 85 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,15 por ação. Pagamento será em 8/10. Ex em 24/9.




POSITIVO fará emissão de R$ 120 milhões em notas comerciais, com prazo de dois anos e remuneração de DI + 1,35%. Recursos serão usados para refinanciar passivos.




MARCOPOLO. Goldman Sachs reduziu participação de 5,91% para 4,38% das ações PN.




PARANAPANEMA. João Carlos Correa de Vargas elevou participação para 27,84% do capital e tornou-se o maior investidor individual da companhia.

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