domingo, 9 de fevereiro de 2025

Donald Trump

 🇺🇸 *Trump em coletiva de imprensa*


*✓*  Assina proclamação que muda nome do golfo do México para golfo da América


*✓*  Estamos tentando acabar com guerra na ucrânia; estamos fazendo progressos


*✓*  Precisamos da Groelândia por causa da segura nacional e internacional


*✓*  Povo canadense estaria pagando metade dos impostos se fosse 51ª estado dos EUA


*✓*  Sem os EUA; Canadá praticamente não tem um país


*✓*  Reclama de déficit comercial dos EUA com México e Canadá: 'não vou deixar isso acontecer'


*✓*  _"Temos um déficit com o México de US$ 350 bilhões. Não vou deixar isso acontecer, tiram vantagem dos EUA "._


*✓*  Não quero que US Steel seja propriedade de país estrangeiro


*✓*  Nippon Steel está autorizada a investir na US Steel não comprar


*✓*  *Anunciarei tarifas recíprocas na terça ou na quarta-feira*


*✓*  *Países que estão tirando vantagem dos EUA serão alvos de tarifas recíprocas*


*✓*  *Anunciarei tarifas de 25% a importações de aço e alumínio amanhã*


*✓*  Seria erro deixar palestinos voltarem a gaza; não queremos volta do Hamas*


*✓*  Pense em Gaza como um local imobiliário, do qual os EUA serão donos


*✓*  Sem pressa; vamos desenvolver Gaza; traremos estabilidade ao Oriente Médio


*✓*  Outros países do Oriente Médio vão construir lugares para Palestinos morarem


*✓*  Tive conversa com Putin e espero ter muito mais à frente


*✓*  Imagino que vou me encontrar pessoalmente com Putin no momento apropriado


*✓*  *Estou comprometido em comprar e ser dono de Gaza*


*✓*  Podemos ter menos dívida do que achávamos por causa de fraudes no tesouro*


*✓*  *Não sei se Usaid ainda vai existir; departamento de estado pode ficar responsável*

BCB em leitura

 Leitura de Sábado: BC vê queda rápida da inflação de preços livres, apesar de câmbio e hiato


Por Cícero Cotrim


Brasília, 04/02/2025 - As projeções do Banco Central indicam uma queda rápida da inflação de preços livres, mais sensível à política monetária, apesar das preocupações com o hiato do produto positivo e o repasse cambial para os preços. Economistas divergem sobre as explicações para a diferença entre as estimativas da autarquia e do mercado. Mas concordam que os números ajudam a dar conta do gap entre projeções e expectativas de IPCA.


No seu cenário de referência, o BC estima um IPCA total de 5,2% este ano - com 5,2% tanto para os preços livres, quanto para os administrados. A projeção para os livres está 0,49 ponto porcentual abaixo da mediana do Focus, de 5,69%. A diferença é ainda maior nos 12 meses até o terceiro trimestre de 2026, horizonte relevante da política monetária, com uma alta de 3,8% para os preços livres nas projeções do BC, e de 4,68% nas estimativas do mercado.


Os preços livres, mais sensíveis à política, representam 75% do IPCA, contra 25% dos preços administrados, controlados pelo governo. Levando em conta esses pesos, a projeção de inflação total do BC em 2025 subiria de 5,2% para 5,57% usando a premissa de preços livres do mercado. A projeção para o horizonte relevante passaria de 4,0% para 4,66%.


O economista da Terra Investimentos Homero Guizzo avalia que a diferença entre as projeções do BC e do mercado para a evolução dos preços livres reside, provavelmente, em premissas distintas para o hiato do produto. Em dezembro, a autoridade monetária estimava um hiato positivo em 0,7% no fim de 2024, caindo a -0,6% apenas no segundo trimestre de 2026.


"O mercado trabalha com uma avaliação de que a ociosidade é menor do que a que o BC enxerga, e entende que o hiato é mais aberto do que aquilo que o BC tem dito", afirma Guizzo. "Essa diferença existe há vários trimestres, e pode ter a ver com uma explicação técnica, sobre a forma como o BC avalia o PIB potencial brasileiro."


Nas contas do economista, o hiato do produto estava positivo em cerca de 1,5% no fim do ano passado - mais do que o dobro estimado pela autoridade monetária. Mesmo com uma desaceleração razoável do crescimento econômico entre 2024 e 2025, de mais de 3,5% para cerca de 1,7%, Guizzo avalia que o hiato deve continuar em terreno positivo este ano e no próximo, com impactos sobre a inflação.


"Na nossa avaliação, o PIB vai ter de passar 2025 e 2026 crescendo abaixo do seu potencial para encontrarmos um esgotamento desse hiato positivo e observarmos alguma ociosidade na economia", diz o analista, que espera IPCA de 5,60% este ano, com altas de 6,1% para os preços livres e de 4,3% para os administrados, considerando elevação da taxa Selic a 15,50% no fim do ciclo.


O economista-chefe do Banco Bmg, Flávio Serrano, pondera que é difícil cravar a razão da diferença entre as estimativas do mercado e do BC para os preços livres. Como a autarquia não decompõe as suas projeções - apresentando números para os serviços, bens industriais e alimentação, por exemplo -, torna-se difícil estimar se o gap vem de uma atividade mais forte, de premissas diferentes para o câmbio ou de choques, ele explica.


"As projeções de preços livres do BC tendem a ficar um pouco abaixo das estimativas do mercado, esse é um processo normal", diz Serrano. "Nós não temos essa decomposição, mas já vimos o BC soltar estudos em que acertava mais do que o mercado. Ele tem a avaliação de riscos, tem o modelo, e tem a questão das hipóteses que são usadas."


Com premissas de desaceleração pouco mais forte da economia e de um dólar abaixo do Focus - em R$ 5,70, contra R$ 6,0 na mediana do mercado -, Serrano espera um IPCA de 5,20% este ano, desacelerando a 4,20% no terceiro trimestre de 2026. A projeção considera elevação da taxa Selic a um nível entre 14,75% e 15,25% no fim do ciclo, em meados deste ano.


Contato: cicero.cotrim@broadcast.com.br


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Ailton Braga

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