sábado, 28 de fevereiro de 2026

HALO Trade

  🇧🇷 *Recomendações*


•  PRIO rebaixada a neutra por Bradesco BBI; preço-alvo R$58,00


•  Copasa elevada a neutra por Banco do Brasil; preço-alvo R$32,30


•  Gerdau rebaixada a market perform por Itau BBA; preço-alvo R$24,00

HALO: o novo foco dos bancos estrangeiros

*O Brasil é terreno fértil para o HALO trade.*


O acrônimo HALO significa Heavy Assets, Low Obsolescence — ativos pesados e com baixa obsolescência. É uma estratégia que vem ganhando força em bancos internacionais, como Santander e Goldman Sachs, e reflete uma mudança de foco: sair de empresas altamente expostas à disrupção tecnológica e apostar em negócios com ativos físicos, duradouros e menos vulneráveis à inteligência artificial.


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Por que isso importa?


- Defensividade: setores menos sujeitos à rápida obsolescência tecnológica.  

- Tangibilidade: ativos físicos e essenciais tendem a preservar valor.  

- Regulação: empresas reguladas oferecem previsibilidade.  

- Resistência à IA: negócios menos expostos à substituição tecnológica.


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Brasil e empresas brasileiras


O Brasil é terreno fértil para o HALO trade. Empresas de energia elétrica, petróleo e gás, saneamento e mineração se encaixam perfeitamente nesse perfil. São negócios com ativos físicos robustos, serviços essenciais e alta barreira de entrada. Exemplos claros são Eletrobras e Engie no setor elétrico, Petrobras no petróleo, Sabesp no saneamento e Vale na mineração.


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Impacto para investidores


Para quem investe no Brasil, o HALO significa oportunidade de valorização em setores tradicionais, que podem ganhar protagonismo em tempos de disrupção acelerada. É uma forma de diversificar e proteger a carteira contra volatilidade global, equilibrando apostas em tecnologia com ativos físicos e regulados.


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Conclusão


O HALO mostra que, em um mundo cada vez mais digital, o físico volta a ser rei. Para o investidor brasileiro, olhar para energia, saneamento e mineração pode ser uma estratégia inteligente de longo prazo.  


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Ataque ao Irã

 *ATUALIZAÇÃO DE NOTÍCIAS - LIKUD BRASIL*


✅ *Trump diz que o ataque dos EUA ao Irã pode ou não levar a uma mudança de regime*

Questionado se um ataque militar dos EUA ao Irã levaria imediatamente a uma mudança de regime, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que não, antes de continuar: "Ninguém sabe. Pode ser que sim, pode ser que não."

"Seria ótimo se pudéssemos fazer isso sem armas, mas às vezes é necessário. Temos as melhores forças armadas do mundo. Não há nada que se compare. Eu adoraria não precisar usá-las. Mas às vezes é preciso", acrescentou.


✅ *A Itália insta seus cidadãos a deixarem o Irã, alegando instabilidade no sistema de segurança.*

O Ministério das Relações Exteriores da Itália recomendou na sexta-feira que seus cidadãos deixassem o Irã e aconselhou extrema cautela em todo o Oriente Médio, citando a persistente instabilidade de segurança.


✅ *A França aconselha seus cidadãos a não viajarem para Israel devido às tensões*

O Ministério das Relações Exteriores da França aconselhou, na sexta-feira, seus cidadãos a não viajarem para Israel, citando preocupações com a segurança em meio ao aumento das tensões regionais.


✅ *O ministro das Relações Exteriores de Omã e o vice-presidente Vance discutem o Irã em reunião em Washington*

O ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr Albusaidi, reuniu-se com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, em Washington, D.C., na sexta-feira, onde "compartilhou detalhes da negociação em andamento entre os Estados Unidos e o Irã e o progresso alcançado até o momento", disse ele em uma publicação no X.


✅ *Trump diz não estar satisfeito com o Irã; novas negociações são esperadas na sexta-feira*

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a repórteres que não está satisfeito com o Irã, mas que mais conversas deveriam ocorrer na sexta-feira. Quando questionado sobre a possibilidade de usar a força militar contra o Irã, Trump disse que não quer usá-la, mas que às vezes é necessário. Em declarações à imprensa antes de deixar a Casa Branca para uma viagem ao Texas, ele disse que quer fazer um acordo com o Irã e que o Irã não pode ter armas nucleares.

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✅ *Vídeo gravado com câmera escondida revela suposto plano ligado ao Irã para assassinar Trump*

Um vídeo gravado secretamente e divulgado recentemente, exibido em um tribunal do Brooklyn, mostra um suposto agente ligado ao Irã descrevendo um plano para assassinar Donald Trump em 2024. O agente que, segundo os promotores, tentou contratar dois homens para matar Trump por US$ 5.000 adiantados, demonstrou o plano colocando um cigarro eletrônico em um guardanapo para simbolizar seu "alvo", conforme mostra o vídeo da câmera escondida divulgado pelo New York Post.

Uma reportagem do The Wall Street Journal, com base em conversas com fontes e em relatos da mídia no Irã: o Irã recusou hoje, nas negociações, entregar seus estoques de urânio a outro país, recusou desmontar grandes instalações nucleares, recusou interromper o enriquecimento de urânio e não concorda em impor restrições temporárias ao seu programa nuclear.



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Juízo Final

 *Ordem do Juízo Final” transformará a região em chamas*


Hitler chamou isso de “Decreto Nero”. Em março de 1945, quando os Aliados já estavam em solo alemão a caminho de Berlim, ele assinou uma ordem para queimar todas as pontes, destruir toda a indústria local e deixar a terra arrasada.


Um debate acalorado ocorre nos andares superiores da Kirya e nos níveis inferiores do Pit. Ele diz respeito a saber se existe uma diretiva iraniana paralela, composta por três palavras: “Ordem do Juízo Final”. Se tal coisa existir, não se trata de destruir a infraestrutura iraniana, mas de uma ordem de “ir” para todo o eixo do mal: Hezbollah, Houthis, Hamas e milícias — para disparar tudo o que têm.


Se existir, a implicação não é mais existencial para Israel, já que o Hamas foi eliminado como exército, o Hezbollah foi reduzido em 90% e a Síria não recebe mais ordens de Teerã. Mas é uma dor de cabeça significativa para os militares, um desafio difícil para os sistemas de defesa e um prelúdio para uma operação militar em grande escala no Líbano.


Os defensores da visão dizem: “Esse é o jeito dos fundamentalistas — eles não sabem negociar, e, do ponto de vista deles, que toda a região vá pelos ares”. Os opositores afirmam: “Não há evidência disso e, de qualquer forma, é duvidoso o que exatamente um botão apertado em Teerã realmente desencadeia”.


Mas as ações de Israel na última semana derivam, talvez como resultado das lições de 7 de outubro, da suposição de que isso acontecerá. Esse é talvez um motivo para os ataques cada vez mais escalatórios aos redutos do Hezbollah, com ênfase no arsenal de foguetes.


E também devemos lembrar da ameaça Houthi. Como foi rapidamente esquecida a corrida noturna de milhões para os abrigos por causa de um único míssil. O medo dos fanáticos do Iêmen vai muito além desse incômodo, cujo maior dano até agora tem sido dizimar o turismo por muitos meses. O exército Houthi conta com quase um milhão de combatentes, e seus planos incluem uma incursão em território israelense. Isso não é uma ameaça imediata, é claro, e a distância é grande, mas já aprendemos que planos improváveis (neste caso, uma invasão pela Jordânia) não podem simplesmente ser descartados.


Há uma grande questão que tem acompanhado os líderes do partido nos últimos meses: por que Netanyahu insiste em aprovar uma lei de recrutamento tão odiada, por alguns meses, no máximo? A resposta, sempre em tom misterioso, é “questões de segurança”. Pelo que se sabe, não é apenas a possível guerra com o Irã, mas outra frente. Outra incursão em Gaza? Uma operação terrestre para restabelecer a zona de segurança no Líbano? Talvez um ataque aos Houthis? As possibilidades não faltam.


_A coluna completa: https://go.amitsegal.co.il/e003x6_


_Amit Segal_



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