terça-feira, 12 de novembro de 2024

Josué Leonel 1211

*Ata e fiscal movem juros e câmbio; pressão externa: Mercado Hoje*


Por Josue Leonel

(Bloomberg) -- Mercado reage à ata do Copom, após

comunicado visto como duro ao destacar preocupações com o fiscal

e elevar projeções de inflação. Documento deve testar as apostas

em nova aceleração da alta da Selic, para 0,75pp, e taxa perto

de 14% no final do aperto. Em meio ao ceticismo do investidor,

discussões sobre cortes de gastos seguem no radar. Haddad ainda

deve discutir medidas com Lula, mas afirma que atos já estão

sendo enviados à Casa Civil. Defesa deve ser incluída em cortes,

segundo jornais. 

Juros futuros ainda podem refletir leilão do Tesouro e

indicador de vendas no varejo. Pressão externa com efeito

continuado da eleição de Trump também tende a seguir pesando nos

ativos. Bitcoin chega a encostar em US$ 90.000, enquanto yields

e índice dólar sobem. Bolsas asiáticas caem com receios de

tarifas dos EUA e minério de ferro chegou a ceder para menos de

US$ 100 com incertezas sobre a China e fortalecimento do dólar.

Agenda externa destaca falas de dirigentes do Fed. No

corporativo, BTG aprova recompra de ações. BC inicia rolagem de

swaps.

*T

Às 7:31, este era o desempenho dos principais índices:

S&P 500 Futuro -0,3%

STOXX 600 -1,1%

FTSE 100 -1%

Nikkei 225 -0,4%

Shanghai SE Comp. -1,4%

MSCI EM -2%

Dollar Index +0,4%

Yield 10 anos +5,3bps a 4,3569%

Petróleo WTI +0,8% a US$ 68,56 barril

Futuro do minério em Singapura -0,2% a US$ 100,45

Bitcoin -0,5% a US$ 87532,5

*T

Internacional

Bitcoin encosta em US$ 90.000, yields e dólar em alta;

efeito Trump e Fed em foco

* Bitcoin chegou a ultrapassar os US$ 89.000 e a elevar o valor

geral do mercado de criptomoedas para acima do pico da era da

pandemia, com apostas dos traders em um boom do segmento sob o

governo do presidente eleito Donald Trump

** Bitcoin saltou cerca de 32% desde a eleição dos EUA em 5 de

novembro

* Já as bolsas europeias acompanham quedas das asiáticas

enquanto os investidores avaliam o impacto de possíveis

elevações de tarifas por Trump e a composição de seu gabinete

** Futuros de Nova York operam em leve baixa, com rali recente

visto como excessivo por alguns alguns investidores

* Rendimentos dos treasuries sobem no retorno do mercado de

títulos, após pausa nos negócios no Dia dos Veteranos, enquanto

o índice dólar avança pelo terceiro dia, ainda refletindo os

efeitos da eleição americana e à espera de eventuais

sinalizações do Fed

** Christopher Waller, Tom Barkin e Neel Kashkari estão entre

membros do Fed previstos para falar hoje; Tesouro americano

oferta títulos

* Minério de ferro chegou a cair abaixo de US$ 100 a tonelada na

mínima, no menor nível em mais de duas semanas, com esforços

frustrantes da China para apoiar o crescimento e aumento das

operações das mineradoras

* Petróleo sobe após dois dias de queda em meio às incertezas

sobre China, dólar forte e excesso de oferta


Para acompanhar

Ata do Copom, Tesouro e varejo em meio à pressão por fiscal

e Trump

* Banco Central divulga às 8:00 a ata da última reunião do

Copom, que na semana passada subiu a taxa Selic para 11,25% e

emitiu um comunicado duro, destacando preocupações com o fiscal

e aumento das projeções de inflação


Uma discussão detalhada sobre como as perspectivas de

inflação e juros dependem do câmbio poderia dar pistas sobre o

tamanho do aumento das taxas na reunião de dezembro, segundo a

Bloomberg Economics

* Tesouro oferta NTN-Bs e LFTs; na semana passada, em meio à

cautela no DI, Tesouro reduziu oferta de NTN-B e elevou de LFT

* IBGE divulga às 9:00 vendas no varejo de setembro, estimativa

de alta de 1,4%

* BC inicia rolagem de swaps janeiro com oferta de 15.000

contratos

* Balanços hoje: Porto, Ser Educacional, Ambipar, Banrisul, CSN,

CSN Mineração, Cury, Eneva, Grupo CVC, Hapvida, IRB Brasil,

Jalles Machado, Raizen, Simpar, SLC Agrícola, StoneCo

* Fundo Verde monta posição em Bitcoin antes da vitória de Trump


Outros destaques

Discussão sobre cortes deve incluir Defesa; atos sendo

feitos

* Reuniões com outros ministérios sobre corte de gastos já se

completaram, mas presidente pediu para incluir mais um

ministério na discussão, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando

Haddad

** Não vou adiantar qual, mas acho que podemos incluir mais uma

medida no plano; vamos aguardar na quarta-feira um

posicionamento desse ministério que o presidente pediu para

incluir, disse Haddad

** Atos já estão sendo feitos e encaminhados para Casa Civil

** Haddad terá reunião com presidente para encaminhamento do

plano para Congresso

** Houve ajustes e aperfeiçoamentos no plano mas não chamaria de

desidratação; processo de debate interno foi positivo e tornou

medidas mais palatáveis, disse

* Lula vai incluir Ministério da Defesa em discussão sobre corte

de gastos, informa o Globo, sem dizer como obteve a informação

** Em entrevista ao Globo em junho, a ministra do Planejamento,

Simone Tebet, disse que a revisão da previdência dos militares

era uma possibilidade

*** Há uma avaliação, entre fontes militares, que economia

envolvendo a previdência militar não teria impacto relevante,

mas haveria um simbolismo na medida, segundo o Valor

* NOTA: Mercado mostra ceticismo com efetividade das medidas

fiscais

* PT e outros partidos assinam manifesto contra cortes e pressão

do mercado por medidas: Estado

* Impacto da inflação no mínimo elevará gastos em R$ 13,3 bi em

2025: Globo

* Lula tem reuniões ao longo do dia com ministros como Luiz

Marinho, do Trabalho, Carlos Lupi, da Previdência, e Wellington

Dias, do Desenvolvimento e Assistêncial Social, Família e

Combate à Fome; presidente ainda comparecerá a eventos

* CPI das Bets será instalada no Senado: Agência Senado

* Plenário retoma análise sobre créditos de carbono: Agência

Senado


Empresas

BTG, Sabesp, GPS, Itaúsa, Localiza

* BTG Pactual: Receita banco investimentos 3T frustra

estimativas; ativos totais em linha com estimativas

** Banco aprova recompra de até R$ 2 bi em ações

* Sabesp: Ebitda ajustado 3T R$2,79 bi

* GPS Ebitda ajustado 3T supera estimativas

* Itaúsa: Lucro líquido 3T R$ 3,82 bi

* Itaúsa aumentará capital em R$ 7 bi com bonificação a

acionistas

* Localiza Ebitda 3T supera estimativas

* Vamos estima Capex Total de R$ 4,9 bi em 2024; R$ 5 bi em 2025

* Veja mais informações na Agenda do Dia

* Veja aqui como fechou o Mercado


Para entrar em contato com o repórter:

Josue Leonel em Sao Paulo, jleonel@bloomberg.net

Para entrar em contato com os editores responsáveis:

Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net

Patricia Xavier

 

Call Matinal ConfianceTec 1211

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

12/11/2024 

Julio Hegedus Netto,  economista.


MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE SEGUNDA-FEIRA (11)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa encerrou o pregão na segunda-feira (11), estável, em alta marginal de 0,03%, a 127.873 pontos. Volume negociado ficou em R$ 20,3 bi. Já o dólar encerrou em alta de 0,59%, a R$ 5,7695. Segue elevada a expectativa em torno do pacote fiscal.


MERCADO HOJE (12) - 5h40 (horário de Brasília):


Futuros de NY em ajuste, Europa em queda, o mesmo para as bolsas asiáticas.


EUA: 🇺🇸

Dow Jones Futuro, -0,14%

S&P 500 Futuro, -0,11%

Nasdaq Futuro, -0,08%


Ásia-Pacífico:

Shanghai SE (China), -1,39%

Nikkei (Japão), -0,40%

Hang Seng Index (Hong Kong), -2,84%

Kospi (Coreia do Sul), -1,94%

ASX 200 (Austrália), -0,13%.


Europa: 🇪🇺

FTSE 100 (Reino Unido), -0,65%

DAX (Alemanha), -1,04%

CAC 40 (França), -1,10%

FTSE MIB (Itália), -0,98%

STOXX 600, -0,96%.

 

Commodities:

Petróleo WTI, +0,26%, a US$ 68,22 o barril

Petróleo Brent, +0,25%, a US$ 72,01 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,26%, a 766,00 iuanes (US$ 105,81).


NO DIA (12):


Uma terça-feira em que os destaques serão a ata do Copom, as vendas no varejo e as negociações em torno do pacote fiscal.


Sobre isso, são várias informações desencontradas, mas envolvidos os ministérios sabemos que o que deve sofrer o maior corte será o da Previdência, seguido pelo do Desenvolvimento Social, Saúde, Educação e Defesa. 


Interessante que não se falam em mudanças estruturais, como a desvinculação das despesas obrigatórias e a necessidade de uma profunda reforma do Estado, acabando com os tantos penduricalhos dos servidores, em especial, no Judiciário e no mundo militar.


Em paralelo, são previstos mais dez balanços, incluindo a CSN, após o fechamento. A curva de juros aguarda pela ata do Copom (8h) com especial interesse pelas questões fiscais, depois que o comunicado alertou sobre a importância da "apresentação e execução de medidas estruturais" para a ancoragem das expectativas. 


Nesta toada, juro Selic para dezembro deve ser elevado em 0,75 pp, o mesmo  em janeiro de 25. Taxa Selic terminal deve ficar próxima a 13%.


Indicadores:

04h00. Alemanha/Destatis: CPI de outubro

07h00. Alemanha/ZEW: Índice de expectativas econômicas de dezembro  

08h00. Brasil: BCB divulga a ata do Copom

09h00. Brasil/IBGE: Vendas no varejo de setembro


Eventos:

09h00. Brasil: Diretor do BC Otavio Damaso palestra em evento da Febraban

12h00. EUA: Diretor do Fed Christopher Waller discursa  

12h15. EUA: Tom Barkin (Fed/Richmond) discursa    

14h00. Brasil: Diretor do BC Renato Dias Gomes palestra em evento da Febraban

16h00. EUA: Neel Kashkari (Fed/Minneapolis) discursa

19h00. EUA: Patrick Harker (Fed/Filadélfia) discursa  

19h30. EUA: Tom Barkin (Fed/Richmond) discursa  Opep divulga relatório mensal sobre o mercado de petróleo.


Balanços:

EUA/manhã: Home Depot  

Brasil/manhã: BTG Pactual, Porto Seguro

Brasil/noite: CSN, CSN Mineração, CVC, Eneva, Hapvida, IRB, Raízen, SLC Agrícola, Stone, Banrisul, Jalles Machado.

            

Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec 

 

Boa terça-feira e bons negócios!


PS. Em breve, um novo Call Matinal.

Guilherme Fiuza

 *Dez problemas para o mundo*


Guilherme Fiuza


A vitória de Trump significa um grave atentado contra a imprensa tradicional, que não pode nem mais mentir em paz


- 08 nov 2024 


A eleição de Donald Trump traz uma série de problemas para os Estados Unidos e para o mundo. Entenda quais são os mais graves:


1. Robert De Niro terá que cantar em outra freguesia. Conselho de amigo: vai apresentar seu stand up O Canastrão do Apocalipse em Caracas;


2. Jane Fonda terá que reciclar seu “presente de Deus” para outros fins (espera-se que menos contagiosos). Sugestão: vai ao shopping, vê se eles trocam pandemia por hecatombe nuclear e tenta melar a eleição na Coreia do Norte;


3. A vitória de Trump significa um grave atentado contra a imprensa tradicional, que não pode nem mais mentir em paz. A única solução democrática possível é criar uma lei obrigando todos os cidadões e cidadoas a acreditar em fake news de grife;


4. Segundo uma fonte, o novo ocupante da Casa Branca baixará um decreto determinando que todos os foguetes passem a andar de costas, o que poderá causar um engarrafamento sem precedentes no magma terrestre;


5. Como já era esperado, as mudanças climáticas acordaram no dia 6 de novembro muito mais intensas. Segundo especialistas, o problema só será enfrentado devidamente com a instalação de um gabinete na Casa Branca para Marina Silva e 300 funcionários;


6. A política mundial ficará mais triste sem as gargalhadas terapêuticas de Kalmalá.

 

7. A eleição de Trump coloca em sério risco o sonho americano dos picaretas estrangeiros de roubar honestamente e ir se abrigar nos EUA. A legalização da imigração é uma violência contra os delinquentes de bem;


8. A principal consequência gel-política do fatídico 5 de novembro é o fortalecimento da Internacional Fascista comandada por Elon Musk, cuja plataforma X foi flagrantemente utilizada por pessoas comuns para fiscalizar a votação em todo o território norte-americano — o que é um escândalo, porque todos sabem que o voto é secreto e ninguém tem nada que meter o bedelho nisso;


9. Joe Biden estava tão afiado que a Kalmalá ia convidá-lo para ser vice-porta-voz da Casa Branca. Uma pena tudo isso;


10. Mas, enquanto há vida, há esperança: o Partido Democrata tem que superar o choque e pedir ao Celso Amorim para defender a realização de uma nova eleição — com tecnologia brasileira e substituição da Kamala pelo Lula. Com certeza ele ganha.

XP Matinal 1211

 12-11  XP News


Bom dia,


🔴 Mercados em baixa às 6h15 de Brasília: S&P -0.10%, Dow Jones -0.08%, Nasdaq -0.06% e o índice europeu STOXX600 -0.84%. *O bitcoin disparou para níveis recordes, acima de US$ 89.000, na segunda-feira.*


🇺🇸 *INFLAÇÃO: Os operadores do mercado voltarão a atenção para as leituras do índice de preços ao consumidor e ao produtor programadas para o final da semana*. A divulgação dos dados desses indicadores de inflação ocorre após o Fed anunciar outro corte na taxa de juros, na semana passada.


*O Globo - Impacto da inflação no reajuste do salário mínimo elevará gasto público em R$ 13,3 bi em 2025, diz XP*

Correção da alta dos preços fará piso nacional chegar a R$ 1.524 no próximo ano, acima do que previa o governo. Na apresentação do Orçamento, em agosto, o governo considerava que o INPC nos 12 meses acumulados até novembro (data considerada para atualizar o mínimo) seria de 3,82%. Mas a XP estima agora que deve chegar a 4,9%.


*Estadão - Corte de gastos não pode ser só para fechar as contas, tem de ser estrutural, diz Caio Megale*

‘Não adianta ter benefícios, e não conseguir pagá-los; isso gera inflação lá na frente’, diz o economista-chefe da XP Investimentos, que espera do governo uma ‘nova dinâmica’.


*Folha - Haddad fala em ajustes no pacote de corte de gastos e nega desidratação*

"Teve ajustes. Teve aperfeiçoamentos incorporados, sim, mas eu não chamaria de desidratação. Pelo contrário, acho que tornam as medidas mais compreensíveis, mais palatáveis", afirmou o ministro da Fazenda.


*O Globo - Lula vai incluir Ministério da Defesa em discussão sobre corte de gastos*

A pasta, que reúne as três Forças Armadas do país, foi chamada para uma reunião com o Ministério da Fazenda, que deve ocorrer na quarta-feira.


*Valor - Emendas impositivas podem chegar a até R$ 50 bi em 2026*

Expansão seria de até 51% em dois anos, segundo a Instituição Fiscal Independente. O número não considera as emendas de comissão, que acrescentam mais R$ 11,5 bilhões à conta, mas não são de execução obrigatória.


*Estadão - Dívida pública em setembro chegou a R$ 8,928 trilhões, 78,3% do PIB, diz Banco Central*

Apesar de inferior aos 78,5% de agosto, a proporção em relação ao Produto Interno Bruto subiu quase quatro pontos porcentuais desde dezembro, quando estava em 74,42%. 


*Valor - Redução de jornada entra no radar*

Ministério do Trabalho aprova redução de jornada, mas defende que a proposta seja discutida em acordos e convenções coletivas. A PEC que visa eliminar a escala de trabalho 6x1 divide a opinião de especialistas.


*O Globo - Senado deve votar nesta terça regras para mercado de carbono no Brasil*

O projeto, se aprovado, volta para a Câmara. As principais divergências entre Câmara e Senado giram em torno do mercado voluntário de carbono dos estados e do repasse dos lucros com a venda de crédito de carbonos a comunidades indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária.


*Folha - PGR aciona STF e pede suspensão de leis que autorizam atuação das bets no país*

Segundo a Procuradoria, as lei não atendem "a requisitos mínimos de preservação de bens e valores da Constituição”. "Esse novo mercado surgiu sem critérios de proteção dos usuários do serviço e do mercado nacional, circunstância agravada pelo fato de os sites e operadores estarem, muitas vezes, sediados em outros países", afirmou a PGR.

Bankinter Portugal Matinal 1211

 Análise Bankinter Portugal


SESSÃO: Começa a realização de lucros pós-Trump. Nova Iorque consegiu subiur ONTEM milimetricamente, mas não a tecnologia, que caiu com alguma força perante a possibilidade de que as taxas de juros baixem menos do que o esperado nos EUA. E as tech são altamente sensíveis a isto. Influenciou também um assunto específico sobre uma empresa em particular: Monolithic Power Systems, a 10.ª do SOX, caiu -15% porque Nvidia cancelou algumas encomendas não confirmadas à empresa, mas parece provável que haja algum problema de qualidade e/ou especificações por trás do cancelamento. Em paralelo, Infineon publicou resultados e guidance fracos, mas os de Bayer são piores. Isso não ajudará hoje. 

 

O USD continua a apreciar-se, até 1,065/€, com o retrocesso correspondente do ouro (2.605$) pela sua clássica correlação inversa. As cryptos continuam a subir perante a expetativa de escassa regulamentação, baixa perseguição (empregues nos negócios mais sórdidos) e reduzidos impostos. A realização de lucros é mais visível na Ásia, com retrocessos apreciáveis: China -1,5%, Coreia -1,9%, Japão -0,4%. É uma orientação da magnitude da realização de lucros que enfrentamos hoje. Sem drama, mas não menos de -1%. 

 

O que poderíamos denominar de “espírito animal do mercado” desatado após a vitória de Trump começa a esgotar-se e provavelmente entra numa segunda fase de reflexão e arrefecimento, ao começar a visualizar-se que nem tudo será bom, porque menos descidas de taxas de juros afetarão negativamente as avaliações (bolsas e obrigações) de uma perspetiva de conjunto, mas particularmente mais a tecnologia. E se a Fed baixa menos, então o BCE terá de fazer o mesmo ou arriscar-se-á a que o euro se deprecie seriamente e a Europa comece a importar inflação de forma preocupante, já que as matérias-primas são avaliadas em USD e a Europa não é autossuficiente em energia (nem nas restantes matérias-primas), diferente dos EUA. Até que os cálculos se reconstruam com alguma fiabilidade – o que não será imediato – o lógico é que as bolsas e obrigações arrefeçam durante um tempo, iniciando agora mesmo, a 24h da publicação da inflação americana que muito provavelmente aumentará desde +2,4% até +2,6%, com a Subjacente estável em +3,3% (isso, senão aumentar também), como já aconteceu há uns dias com a europeia (+2,0% desde +1,7%). O fator “inflação próxima” – além da inflação que provavelmente será gerada pelo “Trump Deal” – será também outra razão para pensar em taxas de juros superiores às esperadas. 

 

Para terminar na frente espanhola, o governo quer subir impostos às Socimis, aos seguros de saúde privados, aos apartamentos turísticos, aos combustíveis e ao tabaco. Será incluído nos Orçamentos, que não são suscetíveis de serem aprovados pelo Congresso… embora também incluam as subvenções devido à DANA e essa contaminação de conceitos torna menos provável que avance. Como afirmou Churchill: “tentar reanimar uma economia com o aumento de impostos é como colocar um balde no chão, pôr os pés lá dentro e tentar levantá-lo ao puxar a pega”. Muito bem, hoje realização de lucros -1%, com elevação das yields das obrigações. Uma boa notícia para terminar: a primeira página do FT apoia a adequação da nossa nova Carteira Modelo de Defesa. 

 

S&P500 +0,1% Nq-100 -0,1% SOX -2,5% ES-50 +1,1% IBEX +0,4% VIX 15,0% Bund 2,33% T-Note 4,33% Spread 2A-10A USA=+3pb B10A: ESP 3,05% PT 2,83% FRA 3,08% ITA 3,60% Euribor 12m 2,528% (fut.12m 2,088%) USD 1,064 JPY 163,7 Ouro 2.605$ Brent 71,7$ WTI 67,9$ Bitcoin +2,1% (89.788$) Ether +1,6% (3.383$). 

 

FIM

BDM Matinal Riscala 1211

 Terça-feira, 12 de Novembro de 2024.

*NEGOCIAÇÕES DO PACOTE ESTÃO CONCLUÍDAS, DIZ HADDAD*

*Por Rosa Riscala e Mariana Ciscato*


… Passado o meio-feriado em NY, o mercado de Treasuries volta a funcionar, com a provável pressão dos yields, que seguem se ajustando ao Trump Trade junto com o dólar, enquanto Wall Street renova recordes. Sem indicadores relevantes lá fora hoje, o destaque é para o balanço da Home Depot, antes da abertura. Aqui, estão previstos mais dez resultados, incluindo CSN, após o fechamento. A curva de juros espera pela ata do Copom (8h) com especial interesse nas questões fiscais, depois que o comunicado alertou sobre a importância da “apresentação e execução de medidas estruturais” para a ancoragem das expectativas. Ontem à noite, Haddad falou com os jornalistas na saída de uma reunião com Lula sobre o pacote de contenção de gastos e, segundo o ministro, está tudo praticamente acertado.


… Haddad confirmou que as negociações com os ministérios que foram chamados a participar foram concluídas no final de semana. Isso significa que houve acordo com as áreas sociais, como Saúde, Educação, Desenvolvimento Social e Trabalho.


… O ministro disse, ainda, que Lula pediu a inclusão de mais um ministério para contribuir com o esforço fiscal, mas não revelou qual seria esse ministério. O Valor e a GloboNews citam a Defesa como alvo.


… Haddad informou que as propostas já estão com a Casa Civil para “os ajustes de redação” e que, nesta tarde, voltará a conversar com o presidente Lula para decidir o encaminhamento das medidas ao Congresso.


… Auxiliares de Lula dizem que pacote de gastos só deve ser enviado ao Legislativo depois da reunião do G20, que ocorrerá no Rio de Janeiro na semana que vem (dias 18 e 19), segundo fontes do Broadcast.


… Perguntado se o pacote virá desidratado, Haddad admitiu que houve ajustes para tornar as medidas mais palatáveis, mas considerou “benéfico” o resultado. O ministro não quis cravar a data do anúncio, que será decidida por Lula.


… Haddad não quis comentar sobre a atitude do PT, que assinou manifesto contra a pressão pelos cortes, junto com movimentos sociais e partidos de esquerda. Depois de receber críticas por isso, Gleisi Hoffmann disse que apoiará a decisão de Lula.


… Nesta 2ªF, foi só surgir a notícia de que Haddad estava no Planalto com Lula para o investidor devolver o pessimismo e recuperar algum ânimo. Somada à percepção de risco fiscal, a perspectiva das políticas de Trump para os emergentes tem pesado.


… E porque as condições do mercado externo se tornaram mais adversas é que o pacote é esperado com ansiedade ainda maior.


… Não que as medidas conseguirão zerar os efeitos de um dólar fortalecido e de juros mais elevados nos EUA, nem tampouco as ameaças de Trump de punir a China com taxas de importação, que podem inviabilizar a recuperação de sua economia.


… Mas se existe uma coisa que pode tornar o ambiente para os negócios menos difícil no Brasil é um pacote fiscal consistente e que possa desviar a trajetória da dívida pública de projeções explosivas. A expectativa é muito alta e esse também é um perigo.


… As especulações sobre o montante do pacote se mantêm em um mínimo de R$ 30 bilhões, mas só os cortes podem não ser suficientes, já que investidores esperam por medidas estruturais envolvendo o crescimento das despesas, que garantam o longo prazo.


… Se as medidas não convencerem, o mercado pode reagir muito mal, ampliando a pressão sobre o dólar e os juros.


… Até conhecer os cortes de gastos, o mercado trabalha com um Copom agressivo para compensar o fiscal expansionista.


… Enquanto o real acentuava a desvalorização, ontem, com o dólar a R$ 5,80 na máxima, na curva do DI, as chances de uma aceleração do ritmo de alta da Selic, para 75pbs, estavam em 100% para dezembro e mais de 70% para janeiro (abaixo).


ATA DO COPOM – A percepção do BC sobre a política fiscal, destacada na mensagem do Copom na reunião de novembro, estará na mira do mercado financeiro na ata da reunião, que será divulgada daqui a poucas horas.


… Segundo levantamento do Broadcast, a leitura dos economistas é de que houve uma mudança de tom em relação ao fiscal, já que o BC defendeu, no comunicado da semana passada, a execução de medidas estruturais para o orçamento.


… Os economistas do mercado também têm expectativas de mais detalhes sobre a atividade, cenário externo e nível do juro real neutro.


… Após o comunicado do Copom, o mercado calibrou suas expectativas para os encontros seguintes, prevendo, em sua maioria, um nível mais alto de Selic ao final do atual ciclo de aperto monetário.


… Houve elevação nas expectativas intermediárias para a reunião de janeiro (12% para 12,25%); março (12,13% para 12,50%) e para o nível da Selic no fim de 2025 (11,25% para 11,75%), na comparação com levantamento realizado antes da reunião.


… A mediana para a Selic no 2Tri/2026, atual horizonte relevante da política monetária, também subiu, passando de 10% para 10,50%.


… Diferente do mercado, entre os economistas é unânime a expectativa de nova alta de 50pbs no juro básico em dezembro.


MAIS AGENDA – O mercado de trabalho forte deve impulsionar as vendas no varejo restrito em setembro, que o IBGE divulga às 9h. A mediana em pesquisa Broadcast indica alta de 1,4%, após recuo de 0,3% em agosto.


… As estimativas do mercado para esta leitura, todas de crescimento, vão de 0,2% a 3%.


… Dois diretores do BC falam em evento da Febraban: Otavio Damaso (9h) e Renato Dias Gomes (14h).


BALANÇOS – Antes da abertura, tem BTG Pactual. Após o fechamento, além de CSN, vêm CSN Mineração, CVC, Eneva, Hapvida, IRB Re, Raízen, SLC Agrícola e Stone. Leia no Em tempo… os resultados de ontem à noite.


LÁ FORA – Opep divulga relatório mensal sobre o petróleo, sem horário. Nos EUA, falam quatro dirigentes do Fed: Christopher Waller (12h), Tom Barkin (12h15 e 19h30), Neel Kashkari (16h) e Patrick Harker (19h).


CHINA – Em apoio fiscal para reanimar o mercado imobiliário, o governo estuda proposta para que grandes cidades, como Xangai e Pequim, reduzam o imposto sobre escrituras na compra de casas de 3% para 1%.


VIVENDO PERIGOSAMENTE – Apesar da convicção de Lula de que “vai vencer” o mercado, que “fala bobagem todo dia”, um eventual decepção com o pacote fiscal ameaça colocar o governo em um confronto arriscado.


… Se o controle de gastos públicos pretendido for considerado insuficiente para enfrentar os desafios, o investidor ameaça levar o dólar rapidamente  R$ 6,00 e projetar um choque de 0,75pp na Selic em dezembro.


… “Vai ser difícil manter ritmo de 50 pontos-base de alta dos juros com um pacote de corte de gastos que deve trazer uma melhora apenas efêmera [dos prêmios de risco]”, disse o sócio fundador da Legacy, Pedro Jobim.


… Ainda em evento organizado pelo UBS em São Paulo, o chefe de pesquisa da Kapitalo Investimentos, Carlos Viana de Carvalho, afirmou que a tentação do BC de intervir no câmbio é crescente e desperta preocupação.


… “A gente sabe que o dólar fazer movimentos que geram sensação de crise é o que faz Brasília começar a se mexer. Já ouvimos argumentos pedindo intervenção. Vejo o atual Banco Central mais suscetível a essa pressão.”


… Apesar da combinação de cenário exterior adverso e dinâmica ruim do endividamento público no Brasil, o BC ainda não parece estar vendo um câmbio disfuncional, a ponto de precipitar qualquer atuação mais firme. 


… Como todo mundo, também o BC continua à espera do anúncio do pacote fiscal para ver onde tudo vai dar.


… Sem urgência, pelo menos por enquanto, para entrar com leilão à vista ou de linha, o BC só anunciou ontem à noite que iniciará hoje a rolagem integral dos contratos de swap cambial (US$ 15,75 bi) que vencem em janeiro.


… Em nota, o economista André Perfeito tem dúvidas se as pressões no dólar irão tão mais longe.


… “Os efeitos defasados do início do ciclo de alta dos juros no Brasil ainda irão ser sentidos e o câmbio, por mais que a tendência seja ainda de alta, não deve ter altas adicionais na margem na mesma velocidade”, acredita.


… Ele pondera que, embora um corte de gastos pelo governo seja “inescapável”, o mercado pode estar no pico do estresse, precificando Trump e a inflação mais elevada, mas que existe margem de melhora no humor.


… Ontem, o levantamento Focus voltou a mostrar desancoragem das expectativas para o IPCA deste ano (de 4,59% para 4,62%), do ano que vem (de 4,03% para 4,10%) e de 2026 (de 3,61% para 3,65%).


… Houve piora também na mediana para o câmbio/2024 (R$ 5,50 para R$ 5,55) e 2025 (R$ 5,43 para R$ 5,48).


… Ainda na agenda do dia, o déficit do setor público consolidado em setembro veio em R$ 7,3 bilhões, menor do que o esperado (R$ 8,2 bilhões). Mas não aliviou, porque continua em níveis bastante preocupantes.


… “O déficit primário de R$ 245,605 bilhões em 12 meses até setembro, o equivalente a 2,15% do PIB, indica que as contas públicas estão bem distantes da banda estabelecida pelo arcabouço fiscal”, segundo a Stonex.


… Apesar de tudo, os negócios domésticos resolveram descontar parte dos riscos nesta 2ªF. A expectativa de que o pacote fiscal está no jeito para sair despertou na reta final do pregão uma queda na percepção de risco.


… Exibindo algum alívio, os juros futuros e o dólar desaceleraram o ritmo de alta e o Ibov zerou as perdas.


… No fechamento, o DI para Janeiro de 2026 marcava 13,115% (de 13,060% na 6ªF); Jan/27 estava em 13,200% (de 13,090%); Jan/29, 12,975% (de 12,925%); Jan/31, 12,820% (de 12,760%); e Jan/33, 12,690% (de 12,620%).


… Em uma reviravolta depois de ter rompido R$ 5,80 na primeira metade dos negócios, quando chegou a R$ 5,8164, o dólar se afastou das máximas e fechou cotado a R$ 5,7695 no final do dia, em alta de 0,59%.


BENEFÍCIO DA DÚVIDA – Inclinado à esperança de que o pacote fiscal está para sair, depois da reunião fora da agenda de Lula e Haddad nesta 2ªF, também o Ibovespa testou alguma melhora, em clima de esperar para ver.


… Não chegou a subir efetivamente, mas também não caiu, optando pela estabilidade (+0,03%), aos 127.873,70 pontos. O volume financeiro piorou contra o pregão anterior, a R$ 20,3 bilhões, em dia de meio-feriado em NY.


… Vale foi novamente destaque de queda (-3,27%; R$ 58,65), operando abaixo de R$ 60 pela primeira vez desde setembro, diante da decepção com os estímulos chineses (o minério derreteu 2,87%) e o protecionismo de Trump.


… “O Brasil é a China. É a nossa maior corrente de comércio, responde por quase 60%. Se Trump tiver sucesso em bater na China, o Brasil terá um problemão”, disse André Bannwart (UBS), em fórum de investimentos em SP.


… Outras metálicas também foram mal. Na véspera de seu balanço, CSN recuou 3,91% (R$ 11,29). Usiminas caiu 2,56% (R$ 6,09) e Bradespar, acionista da Vale, cedeu 1,86% (R$ 19,00).


… Entre os bancos, faltou fôlego. Santander caiu 1,16%, para R$ 26,37, na mínima do dia. Bradesco ON registrou -0,42% (R$ 11,99) e PN, -0,37% (R$ 13,46). BB fechou estável (+0,08%), a R$ 26,01, e Itaú subiu só 0,11%, a R$ 35,12.


… Petrobras teve alta discreta, mas até que foi bem diante do tombo de 2,76% no Brent/jan (US$ 71,83), puxado pela alta do dólar. O papel ON da petroleira avançou 0,15% (R$ 39,14) e o PN ganhou 0,19% (R$ 36,25).


… A estabilidade do Ibov se sustentou na forte alta de Embraer (+3,46%), que renovou o preço recorde a R$ 55,65, após notícia do acordo para vender aviões à Suécia. Cogna saltou 8,82%, a R$ 1,48, e Yduqs, +5,87%, a R$ 10,83.


… Petrorecôncavo subiu 4,71%, a R$ 18,46, apoiada no balanço do 3Tri.


ROTINA DE RECORDES – A agenda Trump continua a fazer preço em NY. Numa sessão de liquidez reduzida pelo Dia dos Veteranos, as bolsas tiveram ganhos discretos. Ainda assim, alcançaram novos níveis históricos.


… Em alta pela 5ª sessão, o Dow Jones (+0,69%) fechou pela 1ª vez acima dos 44 mil pontos (44.293,69 pontos). O S&P 500 ganhou 0,10% (6.001,42). O Nasdaq ficou perto da estabilidade (+0,06%), aos 19.298,76 pontos.


… Tesla continuou dando saltos. Ontem, foi de 9%, com a perspectiva de que a empresa vai se beneficiar dos laços de Elon Musk com Trump.


… Desde a eleição do republicano, o S&P 500 subiu 4% e o Nasdaq avançou 5%, o que pode provocar alguma realização de lucro no curto prazo, segundo analistas.


… Um possível catalisador é o CPI de outubro, que sai amanhã e deve trazer números próximos aos de setembro.


… Mas a perspectiva é de alta para as ações, segundo Andrew Tyler, chefe de inteligência de mercado do JPMorgan.  “Os retornos do fim de 2024 devem ser maiores que os do fim de 2016 [quando Trump ganhou a 1ª eleição].”


… “A grande vantagem do S&P 500 é que as economias da China, UE, Reino Unido, Canadá e México estão mais fracas que em 2016”.


… Também em nota a clientes, Lisa Shalett, diretora de investimentos do Morgan Stanley WM, disse ver força nos mercados de ações, apesar de os índices estarem bem esticados.


… “A vitória decisiva dos republicanos acendeu o ‘espírito animal’ dos investidores”, disse.


… Outro que citou o ânimo comprador com a postura pró-corporações de Trump foi o estrategista veterano Ed Yardeni, que prevê o S&P 500 em 6.100 pontos no fim deste ano, 7.000 no fim de 2025 e 8.000 no fim de 2026.


… No câmbio, o índice DXY avançou 0,52% e voltou a superar a barreira dos 105,500 pontos (105,543), em mais um dia de alta sob o efeito do resultado da eleição americana.


… O euro caiu 0,60%, a US$ 1,0656. A libra cedeu 0,44%, a US$ 1,2865, e o iene recuou 0,72%, a 153,722/US$.


EM TEMPO… SABESP registrou lucro líquido ajustado de R$ 6,1 bilhões no 3TRI24, mais de sete vezes acima do 3TRI23; Ebitda ajustado somou R$ 10,5 bilhões, cerca de 3,5 vezes maior que o reportado um ano antes.


ITAÚSA teve lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no 3TRI24, alta anual de 13%; ROE sobre PL médio foi de 18,3%, alta de 0,8pp ante 3TRI23; ativo total aumentou 8,1%, para R$ 95,883 bilhões…


… Endividamento líquido caiu 45,6%, para R$ 939 milhões, no período.


LOCALIZA teve lucro líquido de R$ 812 milhões no 3TRI24, alta de 22,2% na comparação anual; Ebitda subiu 24,1%, para R$ 3,3 bilhões.


MOVIDA aprovou programa de recompra de até 23,278 milhões de ações, equivalente a 15% do total em circulação, por 18 meses.


CCR. Tráfego de veículos nas rodovias subiu 4,3% em outubro na comparação anual.


SÃO MARTINHO apurou lucro líquido de R$ 187,449 milhões no 2Tri24, queda anual de 55,2%; Ebitda somou R$ 943,108 milhões, alta de 44%.


3TENTOS registrou lucro líquido de R$ 318,4 milhões no 3TRI, alta de 46,1% na comparação anual; Ebitda ajustado somou R$ 342 milhões, salto de 194% em relação ao mesmo período de 2023.


GRUPO SBF, dono da Centauro, teve lucro líquido de R$ 133,7 milhões no 3TRI24, alta de 84% na base anual.


FERBASA ampliou lucro líquido em 38,9% no 3TRI24, para R$ 103,5 milhões.


EVEN teve prejuízo líquido de R$ 109,9 milhões no 3Tri24, revertendo lucro do 3Tri23; excluindo Melnick, prejuízo líquido foi de R$ 3,9 milhões no período.


LOJAS QUERO-QUERO reduziu prejuízo líquido em 69,7% no 3TRI24 s/ 3TRI23, para R$ 3,7 milhões.


TRACK & FIELD informou lucro de R$ 24,5 milhões no 3Tri24, queda anual de 9,9%. Ebitda subiu 9%, a R$ 45 mi.


PETROBRAS, GERDAU E SULBRÁS firmaram contratos de fornecimento de gás natural no âmbito do mercado livre; contratos vão atender a unidades produtivas da siderúrgica no Rio Grande do Sul.

Ailton Braga

  Hoje, 02/02/2026, saiu no Blog do IBRE da FGV, artigo meu em que faço análise da interação entre política fiscal e política monetária, a p...