PAPO DE ECONOMISTA
Foi uma semana pesada. Vamos a ela….
1) No front externo, continuamos acompanhando as “escaramuças” entre EUA e Irã no contencioso para desbloquear o ESTREITO DE ORMUZ.
2) Tenho comentado sobre isso. Trump optou por ataques cirúrgicos em Teerã, para desestabilizar o regime dos aiatolás, ataques aéreos, mas evitou invadir por terra, pelo desgaste político que isso poderia trazer. Problema político pois não possuem maioria folgada no Congresso.
3) Acabou como um “salto no escuro”, pois o regime da Guarda Revolucionária, a teocracia iraniana, continua na superfície. Continua respondendo aos ataques.
4) É por aqui, no Brasil, no entanto, que a situação continua “complexa”. AM, ministro do STF, divulgou um extenso relatório da PF com informações mais do que bombásticas sobre AM. Praticamente o condenou ao limbo.
Jhn031299@gmail.com
5) Só para não perder o “fio da meada”. Dentre os “pequenos delitos”, no mais incrível, a discussão sobre um contrato de “módicos” 133 milhões reais (!), entre M, o escritório da mulher e DV. O “preço” da coisa toda? Proteger o playboy banqueiro. Pode isso Arnaldo? Um ministro do STF atuando como advogado e consultor para um encrencado banqueiro? Proteção do que?
6) Ainda temos cartão de 300 mil reais para os “pobres” filhos do ministro, um learjet à disposição, convites diversos para festas em Londres. Conflitos de interesse, corrupção pesada ou desvio de finalidade? Vocês escolhem. Mas quem se importa?
7) Alguma coisa precisa ser feita. Em vez de sumariamente preso, afastado da função, acontece agora no dia 15 uma votação, esperamos aberta, em plenário do STF.
8) Alguém tem dúvida, dada a evolução dos acontecimentos, que acabaríamos caindo nesse esgoto?
9) E as nossas “ciosas” mídias, muitos veículos bancados pelos órgãos oficiais de governo, indo atrás das fontes de financiamento da porcaria do filme do Bolsonaro, “Dark Horses”. Tudo é relativo! Não é mesmo?
10) Velha tese de parte desta oportunista e preguiçosa imprensa: se todos roubam…
Pano rápido.
Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
sábado, 12 de setembro de 2026
Lavagem de toga suja
Lavação de toga suja
Na próxima terça, só há um programa: ver o STF revelando, ao vivo, quem combate e quem acoberta a corrupção.
Eugênio Esber para a Oeste:
Não marque nada para este 15 de setembro. É o dia em que o país viverá uma superterça de suspense e, se tudo correr bem, de enorme depuração. Depois de todas as hesitações e manobras protelatórias bem próprias de sua personalidade, o presidente do STF, Edson Fachin, finalmente convocou uma sessão plenária em que a Corte terá de decidir se autoriza a abertura de investigação contra um de seus mais poderosos ministros. Os indícios de crimes que pesam contra Alexandre de Moraes são gravíssimos, mas nada têm de novidade — arrastam-se desde o início do ano nas conversas de botequim e padaria, nos fóruns, nas rodas de cafezinho das empresas, nas redações e nas missas. Se Moraes sobreviveu até aqui no cargo e seguiu perseguindo e encarcerando vítimas dos atos do 8 de janeiro sob aplausos e bajulações de escolas de Direito como a da USP, é porque tem conexões profundas com o estamento oligárquico que lhe deu poderes extraordinários a partir de 2019. A grande notícia, porém, é que pela primeira vez, nestes sete anos, estará na condição de acusado, frente a seus próprios pares e sob os olhos da nação. O dia tão esperado chegou, e é nesta terça-feira.
Não será um parto indolor, a se considerar tudo o que aconteceu nestes nove meses de gestação da mais séria crise moral enfrentada pela, entre muitas aspas, “Nova República”.
Foi em dezembro de 2025 que o jornal O Globo publicou uma notícia-bomba sobre o contrato de R$ 129 milhões (na verdade, R$ 131 milhões) que o escritório jurídico da família de Moraes faturou para defender os interesses de Daniel Vorcaro, banqueiro que havia sido preso em novembro, quando se preparava para fugir do Brasil em seu jatinho particular.
Desde então, Moraes não deu uma única entrevista nem fez pronunciamento público para desfazer a informação de que enriqueceu colocando sua toga de ministro da Suprema Corte a serviço do financista que aplicou o maior desfalque no sistema financeiro nacional e na poupança de uma multidão de brasileiros. O silêncio de Moraes é uma gritante confissão de culpa. E a inação de Fachin, uma evidente admissão de tibieza.
O pedido para investigar Moraes parte de seu colega André Mendonça, relator do processo relativo ao escândalo da quebra do Banco Master no Supremo Tribunal Federal. A base é um relatório preparado pela Polícia Federal sobre a surpreendente e dócil subordinação de Alexandre de Moraes aos interesses de um banqueiro em apuros para fugir da aplicação da lei. Diálogos encontrados no telefone de Daniel Vorcaro indicam que ele contava com a assessoria de Moraes para ter acesso a informações sigilosas sobre diligências contra si e seu Banco Master que estavam em curso no Banco Central, na Polícia Federal, no Ministério Público e até no Judiciário. E o pior dos mundos: Vorcaro pediu orientação sobre quando deveria se mandar — sim, fugir — do Brasil. Isso tem nome. É obstrução da justiça.
Se a investigação for autorizada e Moraes sofrer uma quebra de sigilo telefônico, talvez a Polícia Federal consiga recuperar mensagens de visualização única que ele enviou a Vorcaro e então decifrar que papel o ministro desempenhava diante de missões comprometedoras que recebia do banqueiro. Por exemplo, quando Vorcaro perguntava a Moraes se ele conseguiria acionar Paulo Gonet, procurador-geral da República, Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, ou Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, para evitar o que chamava de “maldades” e “sacanagens” contra seu banco.
E aqui chegamos a alguns aspectos de puro nonsense da sessão plenária que selará o destino de Moraes, na terça-feira, 15. É que lá estará o procurador-geral da República, citado em contextos embaraçosos no mesmo relatório da Polícia Federal que fulmina Moraes. E Gonet, em decisão muito criticada por seus pares do Ministério Público, não se declarou impedido neste caso e emitiu parecer — contrário, claro — ao uso do relatório da PF para embasar a abertura de investigação.
Portanto, Moraes está enredado na mesma teia de relações promíscuas de Paulo Gonet e Andrei Rodrigues, como abordei no artigo da semana passada, “O conluio do uísque”.
O clima pode pesar ainda mais na sessão se, além de Gonet, estiver presente o próprio Alexandre de Moraes, pivô do caso que, nas palavras do jornal espanhol El País, é uma “bomba atômica”. O temperamento explosivo e afrontoso de Moraes não permite duvidar de que ele queira encarar os colegas julgadores ou, até mesmo, votar. Especialmente se Dias Toffoli, outro ministro enrolado na rede de negócios de Daniel Vorcaro, resolver deixar de lado a decisão de abster-se de votações que envolvem o caso Master e desejar tomar parte na sessão plenária. Se a confusão se estabelecer, o grito de “ordem no tribunal” terá de vir de Fachin, o presidente de voz sussurrante e mania de conciliação.
Fachin é, hoje, um homem acuado, dentro e fora do tribunal. Sabe que o STF terá de entregar a cabeça de Moraes se quiser restituir parte de sua imagem pública, ou o que resta dela após meses de desmoralização. Mas suas omissões e relutâncias criaram internamente um vácuo de autoridade que estimulou os baixos instintos de um trio guloso de poder – Gilmar Mendes, decano da Corte e caudilho das maquinações políticas; Alexandre de Moraes, perseguidor-geral da República saído do mesmo ninho tucano de Gilmar; e Flávio Dino, um político de toga com vaidade e ambição suficientes para almejar a Presidência da República como herdeiro do lulopetismo.
Os três estão unidos e mostrando os dentes para Fachin, a quem chamam de “Frachin” desde que o presidente do STF apareceu com a ideia de enquadrar os ministros em um Código de Ética, e assim reduzir a crítica externa que se avolumou por causa dos negócios de Toffoli e Moraes. A ideia é tão inócua quanto tratar tumor com band-aid, mas Fachin delegou à ministra Cármen Lúcia a tarefa de apresentar o tal código, e tudo ficou por isso mesmo. O melhor código que Cármen pode redigir, se estiver mesmo preocupada com ética, começa por lançar um voto favorável à abertura de investigação de Moraes na sessão da próxima terça-feira.
Mendonça, autor do pedido de investigação, precisará de mais quatro votos para obter maioria dentre os oito julgadores aptos, já que Moraes e Toffoli, por razões óbvias, devem ser impedidos de votar. Por enquanto, seu bloco de apoio, formado apenas por Luiz Fux e Nunes Marques, é insuficiente para contrastar a monolítica coesão de Gilmar e Dino e seu poder de influência sobre o ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula. O fiel da balança será mesmo Cármem Lúcia, eis que Fachin, como presidente, provavelmente se eximirá de votar.
Estou otimista. Moraes, que perdeu boa parte de seu poder ao ser retirado, por Fachin, da relatoria do Inquérito das Fake News (4.781), deve se tornar formalmente investigado a partir de terça-feira que vem, se nenhum cambalacho acontecer de última hora – pedido de vista de Gilmar ou Dino, por exemplo. Ou algum acordo de acomodação – e, neste campo, tudo, absolutamente tudo, pode acontecer. Até o absurdo de manter Moraes na Corte enquanto é investigado.
Fachin não pode ser “Frachin”. Não agora. Do contrário, as ruas vão rugir. Moraes, se permanecer vestindo toga, será o próximo presidente do STF daqui a um ano. Inaceitável.
Imagem 2 - O presidente do STF, Edson Fachin, convocou sessão plenária em que a Corte terá de decidir se autoriza a investigação contra um de seus mais poderosos ministros | Foto: Gustavo Moreno/STF
Imagem 3 - Moraes não se pronunciou publicamente para rebater a acusação de que teria colocado sua atuação no STF a serviço de Vorcaro | Foto:
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Imagem 4 - Mendonça precisará de mais quatro votos para obter maioria entre os oito julgadores aptos, com Moraes e Toffoli impedidos de votar | Foto: Reuters/Adriano Machado
Na próxima terça, só há um programa: ver o STF revelando, ao vivo, quem combate e quem acoberta a corrupção.
Eugênio Esber para a Oeste:
Não marque nada para este 15 de setembro. É o dia em que o país viverá uma superterça de suspense e, se tudo correr bem, de enorme depuração. Depois de todas as hesitações e manobras protelatórias bem próprias de sua personalidade, o presidente do STF, Edson Fachin, finalmente convocou uma sessão plenária em que a Corte terá de decidir se autoriza a abertura de investigação contra um de seus mais poderosos ministros. Os indícios de crimes que pesam contra Alexandre de Moraes são gravíssimos, mas nada têm de novidade — arrastam-se desde o início do ano nas conversas de botequim e padaria, nos fóruns, nas rodas de cafezinho das empresas, nas redações e nas missas. Se Moraes sobreviveu até aqui no cargo e seguiu perseguindo e encarcerando vítimas dos atos do 8 de janeiro sob aplausos e bajulações de escolas de Direito como a da USP, é porque tem conexões profundas com o estamento oligárquico que lhe deu poderes extraordinários a partir de 2019. A grande notícia, porém, é que pela primeira vez, nestes sete anos, estará na condição de acusado, frente a seus próprios pares e sob os olhos da nação. O dia tão esperado chegou, e é nesta terça-feira.
Não será um parto indolor, a se considerar tudo o que aconteceu nestes nove meses de gestação da mais séria crise moral enfrentada pela, entre muitas aspas, “Nova República”.
Foi em dezembro de 2025 que o jornal O Globo publicou uma notícia-bomba sobre o contrato de R$ 129 milhões (na verdade, R$ 131 milhões) que o escritório jurídico da família de Moraes faturou para defender os interesses de Daniel Vorcaro, banqueiro que havia sido preso em novembro, quando se preparava para fugir do Brasil em seu jatinho particular.
Desde então, Moraes não deu uma única entrevista nem fez pronunciamento público para desfazer a informação de que enriqueceu colocando sua toga de ministro da Suprema Corte a serviço do financista que aplicou o maior desfalque no sistema financeiro nacional e na poupança de uma multidão de brasileiros. O silêncio de Moraes é uma gritante confissão de culpa. E a inação de Fachin, uma evidente admissão de tibieza.
O pedido para investigar Moraes parte de seu colega André Mendonça, relator do processo relativo ao escândalo da quebra do Banco Master no Supremo Tribunal Federal. A base é um relatório preparado pela Polícia Federal sobre a surpreendente e dócil subordinação de Alexandre de Moraes aos interesses de um banqueiro em apuros para fugir da aplicação da lei. Diálogos encontrados no telefone de Daniel Vorcaro indicam que ele contava com a assessoria de Moraes para ter acesso a informações sigilosas sobre diligências contra si e seu Banco Master que estavam em curso no Banco Central, na Polícia Federal, no Ministério Público e até no Judiciário. E o pior dos mundos: Vorcaro pediu orientação sobre quando deveria se mandar — sim, fugir — do Brasil. Isso tem nome. É obstrução da justiça.
Se a investigação for autorizada e Moraes sofrer uma quebra de sigilo telefônico, talvez a Polícia Federal consiga recuperar mensagens de visualização única que ele enviou a Vorcaro e então decifrar que papel o ministro desempenhava diante de missões comprometedoras que recebia do banqueiro. Por exemplo, quando Vorcaro perguntava a Moraes se ele conseguiria acionar Paulo Gonet, procurador-geral da República, Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, ou Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, para evitar o que chamava de “maldades” e “sacanagens” contra seu banco.
E aqui chegamos a alguns aspectos de puro nonsense da sessão plenária que selará o destino de Moraes, na terça-feira, 15. É que lá estará o procurador-geral da República, citado em contextos embaraçosos no mesmo relatório da Polícia Federal que fulmina Moraes. E Gonet, em decisão muito criticada por seus pares do Ministério Público, não se declarou impedido neste caso e emitiu parecer — contrário, claro — ao uso do relatório da PF para embasar a abertura de investigação.
Portanto, Moraes está enredado na mesma teia de relações promíscuas de Paulo Gonet e Andrei Rodrigues, como abordei no artigo da semana passada, “O conluio do uísque”.
O clima pode pesar ainda mais na sessão se, além de Gonet, estiver presente o próprio Alexandre de Moraes, pivô do caso que, nas palavras do jornal espanhol El País, é uma “bomba atômica”. O temperamento explosivo e afrontoso de Moraes não permite duvidar de que ele queira encarar os colegas julgadores ou, até mesmo, votar. Especialmente se Dias Toffoli, outro ministro enrolado na rede de negócios de Daniel Vorcaro, resolver deixar de lado a decisão de abster-se de votações que envolvem o caso Master e desejar tomar parte na sessão plenária. Se a confusão se estabelecer, o grito de “ordem no tribunal” terá de vir de Fachin, o presidente de voz sussurrante e mania de conciliação.
Fachin é, hoje, um homem acuado, dentro e fora do tribunal. Sabe que o STF terá de entregar a cabeça de Moraes se quiser restituir parte de sua imagem pública, ou o que resta dela após meses de desmoralização. Mas suas omissões e relutâncias criaram internamente um vácuo de autoridade que estimulou os baixos instintos de um trio guloso de poder – Gilmar Mendes, decano da Corte e caudilho das maquinações políticas; Alexandre de Moraes, perseguidor-geral da República saído do mesmo ninho tucano de Gilmar; e Flávio Dino, um político de toga com vaidade e ambição suficientes para almejar a Presidência da República como herdeiro do lulopetismo.
Os três estão unidos e mostrando os dentes para Fachin, a quem chamam de “Frachin” desde que o presidente do STF apareceu com a ideia de enquadrar os ministros em um Código de Ética, e assim reduzir a crítica externa que se avolumou por causa dos negócios de Toffoli e Moraes. A ideia é tão inócua quanto tratar tumor com band-aid, mas Fachin delegou à ministra Cármen Lúcia a tarefa de apresentar o tal código, e tudo ficou por isso mesmo. O melhor código que Cármen pode redigir, se estiver mesmo preocupada com ética, começa por lançar um voto favorável à abertura de investigação de Moraes na sessão da próxima terça-feira.
Mendonça, autor do pedido de investigação, precisará de mais quatro votos para obter maioria dentre os oito julgadores aptos, já que Moraes e Toffoli, por razões óbvias, devem ser impedidos de votar. Por enquanto, seu bloco de apoio, formado apenas por Luiz Fux e Nunes Marques, é insuficiente para contrastar a monolítica coesão de Gilmar e Dino e seu poder de influência sobre o ministro Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula. O fiel da balança será mesmo Cármem Lúcia, eis que Fachin, como presidente, provavelmente se eximirá de votar.
Estou otimista. Moraes, que perdeu boa parte de seu poder ao ser retirado, por Fachin, da relatoria do Inquérito das Fake News (4.781), deve se tornar formalmente investigado a partir de terça-feira que vem, se nenhum cambalacho acontecer de última hora – pedido de vista de Gilmar ou Dino, por exemplo. Ou algum acordo de acomodação – e, neste campo, tudo, absolutamente tudo, pode acontecer. Até o absurdo de manter Moraes na Corte enquanto é investigado.
Fachin não pode ser “Frachin”. Não agora. Do contrário, as ruas vão rugir. Moraes, se permanecer vestindo toga, será o próximo presidente do STF daqui a um ano. Inaceitável.
Imagem 2 - O presidente do STF, Edson Fachin, convocou sessão plenária em que a Corte terá de decidir se autoriza a investigação contra um de seus mais poderosos ministros | Foto: Gustavo Moreno/STF
Imagem 3 - Moraes não se pronunciou publicamente para rebater a acusação de que teria colocado sua atuação no STF a serviço de Vorcaro | Foto:
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Imagem 4 - Mendonça precisará de mais quatro votos para obter maioria entre os oito julgadores aptos, com Moraes e Toffoli impedidos de votar | Foto: Reuters/Adriano Machado
Assinar:
Postagens (Atom)
Semana pesada
PAPO DE ECONOMISTA Foi uma semana pesada. Vamos a ela…. 1) No front externo, continuamos acompanhando as “escaramuças” entre EUA e Irã no co...
-
Brasil: Mais perto de juros menores... By Dan Kawa 12Nov25 Um IPCA (inflação) mais comportado e uma mensagem menos dura da Ata do Copom aj...
-
🇧🇷 *Tarcísio: mercado financeiro é muito ansioso, precisa ter calma* Broadcast: - O governador de São Paulo afirmou há pouco, no Annual M...
-
*Bom Dia Mercado* Sexta Feira, 31 de Outubro de 2.025. *Magníficas brilham no after hours* Aqui, hoje tem a Pnad Contínua e déficit primár...