quarta-feira, 17 de junho de 2026

Economia CIrcular e ESG

 Economia Circular e ESG: Transformando Sustentabilidade em Valor


Durante muito tempo, o modelo económico predominante seguiu a lógica “extrair, produzir, consumir e descartar”. Contudo, os desafios ambientais, sociais e económicos atuais exigem uma nova abordagem: a Economia Circular.

A Economia Circular é um modelo que visa eliminar desperdícios, manter produtos e materiais em uso pelo maior tempo possível e regenerar os sistemas naturais. Em vez de tratar resíduos como um problema, passa a encará-los como recursos com potencial de reutilização, reparação, remanufatura e reciclagem.

Neste contexto, os princípios ESG (Environmental, Social and Governance) desempenham um papel fundamental na estratégia das organizações.

🌱 E – Environmental (Ambiental)

A Economia Circular contribui para:
✅ Redução da extração de recursos naturais;
✅ Diminuição da geração de resíduos;
✅ Redução das emissões de gases de efeito estufa;
✅ Uso mais eficiente da energia e da água.

👥 S – Social (Social)

As práticas circulares promovem:
✅ Geração de empregos verdes;
✅ Desenvolvimento de competências para a sustentabilidade;
✅ Fortalecimento das comunidades locais;
✅ Consumo mais consciente e responsável.

⚖️ G – Governance (Governança)

Uma gestão alinhada à Economia Circular requer:
✅ Transparência nos processos;
✅ Gestão eficiente da cadeia de fornecimento;
✅ Conformidade legal e ambiental;
✅ Tomada de decisões baseada em riscos e oportunidades.

📈 Benefícios para as Organizações

Empresas que integram a Economia Circular às suas estratégias ESG tendem a:
✔️ Reduzir custos operacionais;
✔️ Aumentar a eficiência dos recursos;
✔️ Melhorar a reputação corporativa;
✔️ Atrair investidores e parceiros;
✔️ Fortalecer a competitividade no mercado.

A sustentabilidade deixou de ser apenas uma questão de responsabilidade social e tornou-se um fator estratégico para a continuidade dos negócios. Organizações que adotam os princípios da Economia Circular e do ESG não apenas reduzem impactos ambientais, mas também criam valor económico e social de longo prazo.

O futuro pertence às organizações que conseguem transformar resíduos em recursos, desafios em oportunidades e sustentabilidade em vantagem competitiva.

Silvia Gabas



A História sem fim

Os anos passam, vai noite, vem dia, e nada se altera no cenário político do país.
Por mais que se lute, denuncie, esclareça,
Lula continua no poder.
Assumiu a presidência em 2003, governou nos bastidores quando sua marionete Dilma chegou ao poder, manteve-se sob holofotes enquanto esteve condenado e preso, e retornou ao poder, depois de quatro anos de perseguição política e destruição moral daquele que é odiado pelos discípulos cegos desse homem que possui o dom da manipulação e mantém de joelhos milhões que o admiram, ainda que seja comprovadamente um corrupto mitômano, que levou o país ao retrocesso, ao analfabetismo funcional, ao endividamento publico do país e ao endividamento pessoal de seus habitantes, vaidoso, ego descomunal e que se prepara para gastar o dinheiro que o país não possui para manter-se e à sua "troupe" no poder uma vez mais.
Que talento ao engano é esse que mantém milhares de cidadãos supostamente esclarecidos a continuar a apoiar um malandro que se deu muito bem à base de muita lábia, de acordos espúrios, da alma entregue ao demônio em troca dos prazeres e poderes mundanos, entregando migalhas e promessas à massa, ao lúmpen, enquanto serve aos poderosos, rico sem jamais ter trabalhado, enganando uns e outros, enredando a todos que o veem como aquilo que nunca foi nem nunca será, farsa completa que é, pronto para todo tipo de acordo que engane a todos, enquanto se refestela no poder de onde pretende sair somente morto, para nosso total pesar?
E que povo é esse, pobre ou rico, inculto ou esclarecido que se deixam hipnotizar por essa figura que desde os tempos do Sindicato já enganava, em jogo duplo que demonstrava sua cingênita falta de caráter?
Outubro está próximo e a possibilidade de vê-lo no poder por mais quatro anos, destruindo o que resta do país com os votos de gente em que não me reconheço, me fazem crer que Lula é o reflexo de um povo sem o menor caráter.
É preciso reconhecer essa tragédia que é essa em que, por mais danos que esse meliante cause ao país, ainda há gente suficiente para mantê-lo à frente do maior posto de comando da nação, pobre nação.
É desgosto que não termina, que parece sem fim, maldição eterna que nos acompanhará até o fim dos tempos, como desgraça eterna.
E hoje lá estava ele novamente, em mais uma "performance" circense, graças ao "companheiro" Macron, pressionado a convidá-lo para o encontro do G7 na França, na tentativa, segundo ele, de convencer Trump de que ele está errado na aplicação das tarifas que serão impostas ao país e de que o reconhecimento do CV e do PCC como grupos terroristas são intromissões na "soberania nacional", o que causa imenso estramento naqueles que veem com bons olhos a ajuda externa para destruir grupos criminosos que já se infiltraram dentro do Sistema e caminha para dominá-lo.
Até agora, não conseguiu um simples olhar do americano sobre ele e espero que assim continue.
O retorno sem o encontro buscado será um balde de água fria na claque petista, que acredita que seu venerável guru é figura politica internacional de proa, e que a lábia que impõe aos seus aloprados discípulos possa enganar também aqueles lá fora que já sabem muito bem com quem lidam e não veem a hora - como nós mesmo - de se livrarem de vez dessa triste figura.
Triste figura que comprovou ser o personagem circense sempre à busca de olhares para seu ego incontrolável.
Vê-lo feito palhaço de circo na foto com os participantes dos paises do G7 - ele como uma especie de intruso deslocado e sem função - com seu chapéu ridículo de mafioso tupiniquim, batendo palminhas, erguendo os dedos das mãos em gestual de roqueiro desengonçado, acenando as mãos em frenesi ansioso, destoando totalmente de todos os demais que permaneciam eretos e quietos diante da câmera que os fotografou, minha súplica sincera era para que Trump o trate como o amigo de ditadores e defensor de narcotraficantes que é, sem os rapapés a que está acostumado por aqui, onde os idiotas sinceros e os espertos de toda a ordem ratificam sua sensação de que é uma espécie de Deus.
Não é.
A verdade virá de fora.

BDM Matinal Riscala

 *Rosa Riscala: Warsh enfrenta seu primeiro Fomc*


 … A Superquarta concentra as atenções dos investidores, com decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. O Fed anuncia sua decisão às 15h, seguida pela primeira coletiva de Kevin Warsh à frente da instituição, enquanto o Copom divulga o resultado da reunião às 18h30, em meio à expectativa de corte de 0,25 ponto porcentual na Selic e possível sinalização de uma pausa no ciclo de flexibilização. Ainda na agenda, saem o IBC-Br de abril e as vendas no varejo americano, enquanto o sigilo em torno do acordo entre Washington e Teerã levanta especulações sobre o preço que Trump pagou para encerrar a guerra e sair de uma armadilha que estava lhe custando inflação e impopularidade.


GUARDADO A SETE CHAVES – O mercado continua comprando a tese de que a guerra entre Estados Unidos e Irã caminha para o fim.


… Mas os detalhes do acordo permanecem cercados de sigilo. Nem parlamentares americanos, nem aliados europeus e, segundo relatos da imprensa internacional, nem mesmo Israel tiveram acesso ao memorando de entendimento que será assinado na sexta-feira, na Suíça.


… A falta de transparência alimenta especulações sobre o alcance das concessões feitas por Washington para viabilizar o acordo com o regime dos aiatolás. Aos poucos, porém, alguns trechos começam a vir à tona.


… Segundo a Bloomberg, o texto prevê autorização imediata para exportações de petróleo e derivados iranianos, acesso futuro a ativos congelados e um plano de desenvolvimento de pelo menos US$ 300 bilhões para estimular a recuperação econômica do país.


… Em troca, Teerã reafirmaria o compromisso de não desenvolver armas nucleares e de garantir a livre navegação pelo Estreito de Ormuz. O destino do estoque de urânio enriquecido, porém, continuaria em aberto e seria tratado apenas nas negociações da próxima etapa.


… As informações ajudam a explicar a forte queda do petróleo nos últimos pregões.


… O mercado já não precifica apenas a redução do risco geopolítico, mas também a possibilidade de aumento da oferta global caso as exportações iranianas sejam efetivamente retomadas. O Brent fechou abaixo de US$ 80 pela primeira vez desde março (leia abaixo).


… Ao que tudo indica, o principal ponto de tensão continua sendo o Líbano. O Irã, o Hezbollah e integrantes do Parlamento iraniano insistem que a retirada israelense do território faz parte do entendimento costurado por Washington.


… Israel, por sua vez, mantém a posição de que não pretende encerrar suas operações no sul do país. Trump elevou o tom contra o governo de Benjamin Netanyahu, afirmando que os ataques recentes prejudicaram as negociações e lançaram uma sombra sobre o acordo.


… A impressão crescente é que o mercado já trata a guerra como um problema em vias de solução. A questão agora é outra: entender se os termos que estão sendo negociados serão suficientes para sustentar a paz que investidores já começaram a precificar.


WARSH NO CENTRO DO JOGO – Kevin Warsh comanda hoje sua primeira reunião de política monetária à frente do Fed em um ambiente mais favorável do que o encontrado há apenas uma semana, quando o fim da guerra no Oriente Médio parecia distante.


… O acordo entre Estados Unidos e Irã e a forte queda do petróleo reduziram boa parte da pressão associada ao risco energético, oferecendo ao novo presidente – indicado por Trump – argumentos para evitar um discurso mais duro logo em sua estreia.


… A expectativa é de manutenção dos juros na faixa entre 3,50% e 3,75%, tornando a comunicação o principal foco dos investidores.


… Com a decisão amplamente precificada, as atenções se voltam para as projeções econômicas, o gráfico de pontos e, principalmente, para a entrevista de Kevin Warsh, às 15h30, meia hora depois de anunciado o resultado do Fomc.


… O desafio do Fed continua sendo equilibrar sinais contraditórios. A inflação ao consumidor veio mais comportada em maio, mas os preços ao produtor voltaram a surpreender para cima. Ao mesmo tempo, o payroll reforçou a resiliência do mercado de trabalho.


… Nesse contexto, parte dos analistas acredita que a queda recente do petróleo ajuda a reduzir os riscos inflacionários de curto prazo, enquanto outros avaliam que os efeitos da guerra e das tarifas ainda devem manter a inflação acima do desejado por mais tempo.


… O Goldman Sachs, por exemplo, adiou para 2027 sua previsão para os próximos cortes de juros.


… O consenso, porém, é que Warsh dificilmente fará movimentos bruscos logo na primeira reunião e que continuará prevalecendo a estratégia de “esperar para ver”, até ficar mais claro se o alívio geopolítico será suficiente para alterar a trajetória da política monetária.


VEM PAUSA? – Horas antes do veredito do BC para a Selic, o mercado receberá mais um teste para a desaceleração da atividade, com a divulgação do IBC-Br de abril (9h). A mediana das estimativas do Broadcast aponta alta de 0,60%, após a queda de 0,67% registrada em março.


… O indicador, considerado uma prévia do PIB, deve refletir a recuperação observada nos serviços e na produção industrial em abril, parcialmente compensada pelo desempenho mais fraco do varejo, que registrou queda de 1,5% no conceito restrito e de 0,7% no ampliado.


… Os números divulgados nesta terça-feira trouxeram sinais mais tranquilizadores, mas não afastaram a cautela.


… Enquanto o varejo recuou mais do que o esperado em abril e o IGP-10 registrou deflação de 0,30% em junho, os dados anteriores de serviços, indústria e mercado de trabalho continuam sugerindo uma economia mais resiliente do que o Banco Central gostaria de ver.


… A expectativa predominante para o Copom continua sendo de um corte de 0,25 ponto porcentual na Selic, hoje em 14,50% ao ano, com chances projetadas de 84%, contra 16% para manutenção. O maior suspense, porém, é para a sinalização futura no comunicado.


… Cresce entre economistas a avaliação de que o Copom poderá sinalizar uma pausa no ciclo de flexibilização monetária, diante da inflação ainda pressionada, da resistência da atividade e das incertezas fiscais – ampliadas com a proximidade das eleições presidenciais.


… A pesquisa CNT/MDA, que reforçou a percepção de continuidade do atual cenário político, reacendeu discussões sobre o quadro fiscal nos próximos anos. E assim como no Fed, a grande questão não é apenas a decisão desta quarta-feira, mas o que virá depois dela.


G7 ABRE CANAL DE NEGOCIAÇÃO – O presidente Lula aproveitou a cúpula do G7 para levar diretamente aos principais líderes da União Europeia as reclamações do Brasil contra as restrições impostas às exportações de carne e aço.


… Em reunião com Ursula von der Leyen e António Costa, ficou acertada a criação de um mecanismo bilateral entre representantes do Itamaraty e da Comissão Europeia para discutir os impasses comerciais com o bloco europeu.


… O governo tenta reverter a retirada do Brasil da lista de fornecedores de produtos de origem animal antes de setembro, quando a medida entra em vigor. A União Europeia cobra garantias adicionais sobre o uso de antimicrobianos na produção pecuária brasileira.


… No caso do aço, Brasília também busca flexibilizar as novas restrições comerciais anunciadas pela UE.


… Embora não tenha havido avanços concretos, diplomatas consideram relevante o fato de a discussão ter sido levada ao mais alto nível político da União Europeia, abrindo espaço para novas negociações nas próximas semanas.


CANADÁ –Anunciou novas sanções contra a Rússia, atingindo a chamada “frota fantasma”, em meio aos esforços dos aliados dos Estados Unidos para recolocar a guerra na Ucrânia entre as prioridades do G7, após o conflito no Oriente Médio dominar a agenda das últimas semanas.


CURTAS DA POLÍTICA – O governo retirou a urgência constitucional do projeto que acaba com a escala 6×1, destravando a pauta da Câmara, que deve votar propostas como a ampliação do limite de faturamento do MEI e a regulamentação da inteligência artificial.


COMBUSTÍVEIS NO TELHADO. O PLP dos combustíveis, criado para permitir redução de tributos em caso de disparada do petróleo, deve ser engavetado. Segundo Motta, a queda das cotações após o acordo entre Estados Unidos e Irã retirou a necessidade da medida.


ALCOLUMBRE. Convocou sessão conjunta do Congresso para amanhã, quinta-feira, para analisar pelo menos a metade dos 91 vetos de Lula.


CASO MASTER. O STF manteve a prisão do pai e do primo de Daniel Vorcaro em julgamento marcado por divergência entre André Mendonça e Gilmar Mendes, que comparou o caso à Lava Jato ao defender a flexibilização das medidas cautelares.


CIRO NOGUEIRA. Relatório da PF aponta movimentações suspeitas de R$ 20 milhões em um ano em empresa da qual o senador é sócio e relaciona repasses atribuídos ao esquema investigado no caso Daniel Vorcaro.


EDUARDO BOLSONARO. A Primeira Turma do STF condenou por unanimidade Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo relacionado à tentativa de golpe, por 4 anos e 2 meses. Torna-se “ficha suja” e impedido de disputar eleições por oito anos.


DURIGAN. O ministro da Fazenda participa das 10h às 15h, de audiência pública conjunta das Comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Finanças e Tributação para tratar das diretrizes das políticas fiscal e econômica do País.


MAIS AGENDA – A Superquarta concentra as atenções nas reuniões do Fed e Copom, com especial interesse na coletiva de Kevin Warsh e no comunicado do BC. Em ambos os casos, a expectativa é para a sinalização futura dos juros aqui e nos Estados Unidos.


… Pela manhã (9h), o mercado acompanha o IBC-Br de abril (9h), considerado uma prévia do PIB, e nos Estados Unidos, vendas no varejo de maio (9h30), além dos dados semanais de estoques de petróleo divulgados pelo Departamento de Energia.


… Na Europa, investidores também acompanham os números de inflação do Reino Unido e da zona do euro, além da continuidade da cúpula do G7, na França, que segue discutindo os desdobramentos do acordo entre Washington e Teerã e a reabertura do Estreito de Ormuz.


CHILE – Ontem à noite, o Banco Central manteve a taxa básica de juros em 4,5% ao ano em decisão unânime, justificando a decisão pelo conflito no Oriente Médio, com a alta do preço do petróleo afetando a inflação efetiva e as expectativas.


… Os dirigentes fizeram ponderações no comunicado, ressaltando que é necessário continuar observando o curso dos acontecimentos e avaliando seu impacto nas perspectivas inflacionárias, mesmo após o acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã.


ESTÁ LIBERADO – A permissão para o Irã voltar a vender seu petróleo imediatamente após a assinatura do acordo com os Estados Unidos derrubou a commodity ao menor preço desde o início da guerra, nesta terça-feira.


… A suposta autorização para comercializar óleo e combustíveis consta de documento obtido pelo Wall Street Journal com detalhes do acordo de cessar-fogo que será firmado entre os dois países na sexta-feira, na Suíça.


… O documento também traz medidas de afrouxamento de sanções nos setores bancário, de transporte e de seguros, considerados indispensáveis para facilitar as vendas da commodity.


… A notícia veio se somar ao otimismo do mercado com a previsão de reabertura total do Estreito de Ormuz. Tanto que alguns analistas passaram a cogitar uma normalização mais rápida do fluxo de petróleo no Golfo Pérsico.


… O Citi abandonou o cenário pessimista e passou a acreditar na normalização de Ormuz até o final de julho. O banco projeta o Brent em US$ 70 e o WTI em US$ 66 no quarto trimestre, em vez de US$ 90 e US$ 84 da previsão anterior.


… Já o Goldman Sachs espera agora que o preço médio do Brent fique em US$ 80 e do WTI em US$ 75 no quatro trimestre, ou US$ 10 por barril abaixo da estimativas anteriores, de US$ 90 e US$ 85, respectivamente.


… O Brent para agosto fechou em baixa de 5,06%, a US$ 78,96 por barril, na ICE. E o WTI para julho caiu 5,82%, US$ 76,05 por barril na Nymex.


ESPETO CORRIDO – As bolsas americanas seguiram caminhos diferentes, com investidores aproveitando o clima mais leve no Oriente Médio para fazer rodízio de setores, vendendo tecnologia e comprando bancos, indústria e varejo.


… O Dow Jones subiu 0,64%, renovando seu recorde de fechamento, aos 51.999,67 pontos. O S&P 500 caiu 0,57%, aos 7.511,35 pontos. E o Nasdaq recuou 1,15%, aos 26.376,34 pontos.


… A alta do Dow foi sustentada por JP Morgan (+3,68%), Visa (+2,87%), Home Depot (+2,20%), Goldman Sachs (+1,35%) e Caterpillar (+1,23%). Em contrapartida, Nvidia (-2,37%) e Microsoft (-1,48%) recuaram.


… Já o S&P e o Nasdaq tiveram como “vilões” a Intel (-8,45%), AMD (-7,30%) e Micron (-6,18%). Os papéis da SpaceX continuaram seu voo de cruzeiro e chegaram ao terceiro pregão de ganhos, com alta de 4,77%, a US$ 201,80.


ELEIÇÃO DE VOLTA AO RADAR – A queda expressiva do petróleo e o recuo nos rendimentos dos Treasuries não fizeram preço nos juros futuros.


… O mercado também não deu bola para o arrefecimento do varejo, nem para o IGP-10, que veio negativo. Os investidores preferiram se concentrar na nova rodada de pesquisas eleitorais, que mostraram aumento da vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro.


… A leitura da pesquisa CNT/MDA embute a continuidade da atual política econômica e, por tabela, um quadro fiscal mais delicado em 2027, o que explica a virada das taxas para cima na véspera do Copom.


… A Fitch também não disfarçou desconforto com o quadro fiscal ao manter o rating soberano brasileiro em “BB”, com perspectiva estável. A agência de classificação de risco observou que “perspectivas de reformas estruturais só ficarão mais claras após as eleições de outubro”.


… Apesar da alta moderada nos DIs, a curva seguiu precificando chance majoritária de corte de 0,25 pp da Selic no Copom desta quarta-feira.


… No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,255% (de 14,250% no ajuste anterior); Jan/28 a 14,420% (14,365%); Jan/29 a 14,405% (14,329%); Jan/31 a 14,285% (14,251%); e Jan/33 a 14,250% (14,240%).


SEM OPÇÃO – O dólar voltou a subir (+0,39%, a R$ 5,0867), afetado tanto pelo cenário externo, onde o novo tombo do petróleo prejudicou moedas de países exportadores, como pelo ambiente doméstico, com as eleições no foco.


… O risco fiscal retornou às planilhas do mercado após as novas pesquisas mostrarem maior chance de reeleição do presidente Lula, e, consequentemente, menor possibilidade de mudanças na política econômica em 2027.


… Lá fora, na véspera da decisão do Fed, o índice DXY registrou leve queda de 0,06%, para 99,571 pontos. O euro subiu 0,15%, a US$ 1,1608. E a libra esterlina registrou leve alta de 0,11%, a US$ 1,3423.


ME DÊ MOTIVO – A bolsa brasileira continuou sem clima para subir, penalizada pela queda do petróleo, pelo cenário eleitoral e pela cautela em relação aos juros na véspera das decisões do Copom e do Fed.


… O Ibovespa fechou em baixa de 0,45%, aos 169.648,47 pontos, com giro de R$ 27,5 bilhões. As ações da Petrobras (PN -1,33%, a R$ 38,54; e ON -0,96%, a R$ 43,32) foram novamente culpadas de puxar o índice para baixo.


… Vale teve leve alta (+0,34%, a R$ 81,44), apesar da baixa do minério de ferro (-0,85%). Os bancos ficaram de lado: Itaú PN (+0,12%; R$ 40,45), Bradesco PN (+0,06%; R$ 17,66), BB ON (+0,05%; R$ 19,40), Santander unit estável (R$ 27,09) e BTG unit (-0,35%; R$ 50,70).


… Braskem PNA (-9,23%; R$ 8,46) liderou as perdas do Ibovespa, após se tornar ré em processo envolvendo crimes ambientais em Alagoas, seguida por Magazine Luiza ON (-6,54%; R$ 5,00) e Usiminas PNA (-6,20%; R$ 10,13).


… Do lado positivo, MRV ON (+2,32%; R$ 5,30) ficou no topo, com RD Saúde ON (+2,20%; R$ 17,67) e Telefônica Brasil ON (+1,33%) na sequência.


CIAS ABERTAS NO AFTER – ANP aprovou pagamento de R$ 740 milhões à PETROBRAS de subsídio ao diesel, referente ao primeiro período do programa de subvenção do combustível, de 12 a 31 de março. (Reuters)


JALLES MACHADO registrou prejuízo líquido de R$ 50,9 milhões no quarto trimestre do ano-safra 2025/26, aumento de 498,8% frente ao prejuízo de R$ 8,5 milhões em igual período do ano-safra anterior.


… Ebitda ajustado caiu 46,6%, para R$ 283,0 milhões. Receita líquida diminuiu 25,4% na comparação anual, para R$ 487,8 milhões.


… Companhia projetou moagem de 7,8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2026/27, volume 10,2% superior ao registrado na safra 2025/26. Utilização da capacidade produtiva deve subir de 78,6% para 86,7%.


WEG. Conselho aprovou distribuição de R$ 438,1 milhões em juros sobre capital, equivalentes a R$ 0,08615 por ação. Pagamento será feito até 10/03/2027. Ações ficam ex-JCP no dia 22.


B3: Volume médio diário do mercado de ações foi de R$ 31,647 bilhões em maio, alta de 16,8% sobre maio de 2025, mas queda de 14,8% na comparação com abril deste ano.


PRIO abriu 4º poço do Campo de Wahoo e estabilizou produção em 10 mil barris de óleo por dia. A companhia concluiu a abertura de todos os poços previstos e limitará produção no campo a 40 mil barris por dia.


TELEFÔNICA BRASIL. Conselho aprovou a incorporação da subsidiária integral Fibrasil Infraestrutura e Fibra Ótica. Operação prevê a absorção do patrimônio líquido da Fibrasil, avaliado em R$ 812,6 milhões.


CURY. Conselho aprovou a sétima emissão de debêntures simples, no montante de R$ 500 milhões, dividida em duas séries, com vencimentos em 6 e 8 anos.


PAGUE MENOS. Conselho aprovou recompra de até 7 milhões de ações, equivalente a 2,31% das ações em circulação, pelo período de 6 meses. Operação visa atender plano de opções de compra de funcionários.


BRB negou que tenha definido data para divulgar balanço de 2025. Banco deu esclarecimento à CVM por causa de declaração da governadora do DF, Celina Leão, de que o resultado poderia sair em 15 dias.


… Banco também respondeu outro questionamento da CVM pelo mesmo motivo, mas devido à frase do presidente da instituição, Nelson Antônio de Souza, de que o balanço seria divulgado em julho, após um aporte de capital.


… Instituição reiterou que a divulgação das demonstrações financeiras segue condicionada à finalização de auditoria independente, à conclusão dos procedimentos internos e ao cumprimento das exigências regulatórias.

Bankinter Matinal Portugal

 Análise Bankinter Portugal 


NY -0,5% US tech -1,8% US Semis -5,7% UEM +0,4% España +0,6% VIX 16,4% Bund 2,93%. T-Note 4,44%. Spread 2A-10A USA=+38pb B10A: ESP 3,35% PT 3,29% ITA 3,63% FRA 3,65% Euribor 12m 2,76% USD 1,161 JPY 186,3/€. Ouro 4.331$. Brent 79,0$. WTI 76,1$. Bitcoin -1,1% (65.785$). Ether -1,1% (1.796$).


SESSÃO: O foco de hoje está na Fed (19 h). Quase com total probabilidade, irá manter taxas de juros em 3,50/3,75%, portanto, toda a atenção estará no diagrama de pontos, a revisão do quadro macro e a primeira conferência de imprensa de Kevin Warsh como governador da Fed. Caso acrescente alguma novidade, provavelmente será mais dovish (suave) do que o mercado desconta, podendo até voltar a colocar a possibilidade de alguma descida de taxas de juros este ano. Não esqueçamos que o petróleo está a abaixo dos 80 $.


Isto será o mais importante, mas não único. À primeira hora, conhecemos a inflação do Reino Unido, que surpreende positivamente ao manter-se em +2,8% em maio (a/a) face a +3,0% estimado. Durante a sessão teremos Vendas a Retalho nos EUA, que poderão melhorar ligeiramente em maio, e após o fecho de mercados, reunião do banco central do Brasil, que poderá baixar taxas de juros em -25 p.b. até 14,25%.


Em suma, a Fed poderá animar a última hora de Nova Iorque, numa sessão que será aparentemente de consolidação na Europa. Num contexto de menor risco geopolítico, preços do petróleo a moderarem-se, revisões em alta em EPSs e digestão, de momento, boa de SpaceX, que ontem voltou a subir +5%, o mercado deverá manter o bom tom.

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