terça-feira, 29 de outubro de 2024

Dá para acreditar? Este país é viavel?

Em duas canetadas, o STF anulou todos os processos da Lava Jato, comprovando corrupção, de dois meliantes absolutos, em folha corrida extensa, Renan Calheiros e José Dirceu. 

Atuou sorrateiramente num momento em que pesam desconfianças de "venda de sentença" em algumas comarcas jurídicas do pais, nas mais altas cortes no STJ de Mato Grosso.

Realmente! O clima entre as instâncias do Judiciário não é nada bom. Se um poder como este carece de credibilidade e vive cercado de suspeitas, como podem evoluir as instituições?

Num complicado exercício de retórica e reflexão, como deve evoluir um país, que consegue conviver tão serenamente, com tanta corrupção, tanta impunidade, tanto cinismo...? Dá para conviver com isso? 

Estudos acadêmicos diversos comprovam que a corrupção impacta no desenvolvimento de um País. 

Constata-se que sem credibilidade, fica complicado atrair empresas e negócios e o custo do país, acaba elevado. Não consegue atrair investimentos, só atraindo "negócios" para os "amigos do amigo", "amigos do chefe"...etc.  Corrupção descarada.

E isso, ao meu ver, se abate diretamente sobre o PT, se refletindo nos resultados eleitorais recentes. 

Fora o esforço sobre-humano de parte do "stablishment" em eleger Lula da Silva em 2022/23, sobre o argumento de ameaça à democracia, o que vamos observando, ano após ano, são derrotas acachapantes do PT e seus satélites. 

Apanharam em 2016, apanharam agora em 2024, e, percebam...o cenário que se tem para 2026 não é muito diferente. É bem preocupante. 

Fora o "eterno" Lula, já meio alquebrado, não existem boas lideranças entre os quadros da esquerda.

Acompanhando este governo, muito se observa que não aprendeu nada com seus erros do passado! 

São decisões errática e ultrapassadas, que muito nos remetem à 2016/17. 

Não aprenderam nada com os seus equívocos!

Impressionante!

Vamos monitorando...

BDM Matinal Riscala 2910

 Terça-feira, 29 de outubro de 2024.


EXPECTATIVA POR CORTES DE GASTOS MOBILIZA MERCADOS 

Por Rosa Riscala e Mariana Ciscato*


… O relatório Jolts com a abertura de vagas em setembro nos EUA é o primeiro indicador de emprego desta semana, que termina com o payroll na 6ªF, o último antes da reunião do Fomc de novembro. O dado será conhecido às 11h. Wall Street também se movimenta com a série de balanços das big techs, que estreia hoje com Alphabet, após o fechamento. Aqui, tem Santander antes da abertura. O investidor repercute também o relatório de produção e vendas da Petrobras, divulgado ontem à noite. Ainda no começo do dia, Campos Neto participa de evento da Lide, em Londres (6h). Entre os indicadores, saem as contas externas (8h30), com déficit menor em setembro. A expectativa pelas medidas de revisão de gastos segue mobilizando a atenção do mercado.


… Com as eleições municipais finalizadas, investidores aguardam o anúncio do governo, que pode ser fundamental para reduzir a pressão sobre o real e a curva de juros, comentou Lucas Queiroz, estrategista de renda fixa do Itaú BBA.


… A falta de um plano concreto para controle de gastos mantém a cautela nos mercados, com o dólar em R$ 5,70 (abaixo).


… “O dólar está oscilando ao redor de R$ 5,70, o que mostra que o mercado está rígido e não quer ficar vendido. Pelo contrário, qualquer tendência negativa faz o dólar ir para cima”, disse o economista-chefe da Equador Investimentos, Eduardo Velho.


… Segundo ele, o mercado espera, a qualquer momento, uma medida de contingenciamento de gastos que o governo ainda não aprovou, e o possível impacto para o dólar cair dependeria do tamanho desse corte.


… Pelo cenário externo, a pressão vem das pesquisas indicando as chances de Trump vencer a eleição americana, com o mercado especulando sobre o risco protecionista, que geraria maior inflação e alta do dólar, em detrimento de moedas emergentes.


… “O sinal [do governo Lula] é positivo, mas se aguarda agora a sua materialização, o que será fundamental para o desempenho dos ativos locais nas próximas semanas, daqui até o fim do ano”, disse Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.


… O diretor da consultoria Eurasia Group, Silvio Cascione, disse em entrevista ao Broadcast que o tamanho do esforço fiscal que o Brasil precisa fazer, do ponto de vista de controle de gastos, parece ser maior do que a disposição política do governo.


… Nesta 2ªF, o ministro Haddad esteve com o presidente Lula no Alvorada, enquanto a ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse que o momento é de “coragem” para cortar gastos em políticas públicas que são ineficientes.


… Ainda o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que o Brasil tem um “problema fiscal” e por isso precisará fazer um ajuste nas contas públicas. Segundo ele, a meta de recuperar o grau de investimento está “muito próxima” de ser atingida.


… Em reunião com investidores organizada pelo Deutsche Bank, em Londres, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a questão fiscal tem recebido cada vez mais atenção nos encontros internacionais dos quais participa.


… “Se quisermos ser capazes de diminuir os juros e de viver com juros menores, provavelmente precisaremos estar dispostos a sinalizar para o mercado medidas que serão interpretadas como um choque positivo”, repetiu ele.


… RCN, no entanto, voltou a dizer que, na sua opinião, os prêmios parecem incompatíveis com os fundamentos fiscais.


PETROBRAS – Na primeira reação ao relatório trimestral, o ADR fechou estável no after hours (+0,07%).


… Segundo o Broadcast, apesar de a produção no 3Tri ter caído de forma expressiva na base anualizada (-8,2%), para 2,129 milhões de barris por dia (bpd), a tendência é de alta no último trimestre, com menos paradas programadas.


… Além disso, a antecipação da entrada de novas plataformas na frota da companhia pode melhorar a performance.


… Apesar da pressão do governo para que a Petrobras aumente a produção de gás natural, o volume produzido (525 mil boe/d) permaneceu estável contra um ano antes e registrou leve alta, de 3,3%, em relação ao 2Tri deste ano.


… O volume de vendas de derivados no mercado interno caiu 2,7%, para 1,771 milhões de barris por dia (Mbpd).


MAIS AGENDA – O mercado prevê déficit de US$ 5 bilhões das transações correntes em setembro (8h30), após rombo de US$ 6,589 bilhões em agosto. As estimativas, todas negativas, variam de US$ 6,080 bilhões a US$ 3,70 bi.


… Para o Investimento Direto no País (IDP), a mediana em pesquisa Broadcast indica entrada líquida de US$ 5,80 bilhões, contra saldo positivo de US$ 6,104 bilhões em agosto. As expectativas vão de US$ 3,20 bilhões a US$ 6,70 bi.


… À tarde (15h), são esperados os dados semanais da balança comercial.


NOS EUA – Além do relatório Jolts, saem os estoques no atacado em setembro (9h30) e o índice de confiança do consumidor medido pelo Conference Board em outubro (11h), que deve melhorar para 99,3, contra 98,7.


À ESPERA DO NÚMERO MÁGICO – Travado pela falta de novidade sobre a agenda de corte de gastos prometida pelo governo, o mercado não relaxou a guarda: manteve o dólar engessado em R$ 5,70 e o DI preso a oscilações contidas.


… O risco fiscal é precificado nas expectativas e economistas ouvidos pelo Broadcast dizem que, sem um sinal de controle das despesas públicas, a tendência é que o impacto do ciclo de alta da Selic se esgote com facilidade.


… Segundo os profissionais, mesmo com juro maior, o Brasil corre o risco de continuar vendo as projeções de inflação desancoradas e falhando em convergir à meta, se o governo não der limite ao expansionismo das contas.


… No relatório Focus, a projeção suavizada do IPCA 12 meses à frente subiu de novo, de 4,01% para 4,04%. A mediana para 2024, que já estava no teto da meta (4,50%), rompeu este patamar, avançando para 4,55%.


… Para o ano que vem, a estimativa para a inflação foi ajustada marginalmente, de 3,99% para 4,00%. As projeções para a taxa Selic, no entanto, não foram alteradas. As medianas seguiram em 11,75% para 2024 e 11,25% para 2025.


… Menos pessimista do que a maior parte do mercado financeiro, o Citi ainda acredita que o cenário mais provável é de Selic terminal de 12%, em vez de 13% ou até mais, diante de “alguns sinais de fortalecimento da âncora fiscal”.


… Outro argumento do banco para apostar em um ciclo de aperto monetário mais curto, de 1,50pp, é a expectativa de que haja espaço para o real se apreciar, diante do aumento no diferencial de juro entre o Brasil e EUA.


… Esta percepção de alívio do dólar não é compartilhada pela maioria dos players, que neste momento projetam pressão dupla no câmbio (Trump trade + fiscal aqui) e pioram as projeções para o câmbio no levantamento Focus.


… A mediana para o dólar no final do ano subiu de R$ 5,42 para R$ 5,45. O Wells Frago espera bem mais: R$ 5,65.


… Já para o fim de 2025, a projeção do banco subiu de R$ 5,70 para R$ 6,30. No prazo ainda mais longo, para 2026, o Wells Fargo elevou a aposta para a moeda norte-americana de R$ 5,90 para R$ 6,50, citando os EUA e a China.


… O banco avalia que a economia robusta e resiliente dos EUA e o Fed mais cauteloso em seus cortes de juros, além da performance mais fraca da China, formam um cenário difícil para as moedas emergentes nos próximos dois anos.


… Ontem, o dólar fechou estável (+0,06%), a R$ 5,7088, em clima de esperar para ver o pacote de Haddad.


… Os juros futuros também preferiram não se arriscar na exposição aos riscos, mesmo porque as taxas dos Treasuries firmaram alta à tarde e o mercado não pôde ignorar a piora nas expectativas de inflação no Focus.


… Assim, o viés baixista da bandeira amarela da Aneel e da derrocada do petróleo foi neutralizado em boa parte.


… No fechamento, o DI para Janeiro de 2026 marcava 12,690% (de 12,695% no fechamento de 6ªF); Jan/27 pagava 12,820% (12,835%); Jan/29, 12,840% (12,835%); Jan/31, 12,800% (12,780%); e Jan/33, 12,720% (12,700%).


NÃO CHOROU O ÓLEO DERRAMADO – Foi uma surpresa muito positiva os papéis da Petrobras terem caído tão pouco, enquanto o petróleo sangrou 6%, após Israel poupar as instalações da commodity em ataque ao Irã.


… Essa demonstração de resistência da Petrobras (ON, -0,20%, a R$ 39,32; e PN, -0,17%, a R$ 36,09) contra o tombo do Brent para janeiro (-6,12%, a US$ 71,00) serviu de estímulo extra para o Ibovespa recobrar os 131 mil pontos. 


… Em primeiro plano, o impulso da bolsa foi puxado pelo rali do minério (+2,35%), em meio à esperança de que a China anuncie novos estímulos na semana que vem, o que embalou a Vale (+1,86%) para a máxima de R$ 62,88.


… CSN Mineração ganhou 1,85% (R$ 6,06). Entre as siderúrgicas, destaque para CSN (+2,20%; R$ 12,06) e Gerdau (+1,61%, R$ 18,28).


… Também o otimismo dos bancos, na contagem regressiva para a estreia da temporada dos balanços no setor, deu gás ao Ibovespa, que subiu 1,02%, aos 131.212,58 pontos, mas com volume bem fraco, de R$ 16,3 bilhões.


… Na véspera de seu resultado, Santander subiu 1,09% (R$ 28,87). Bradesco, que divulga seus números na 5ªF, teve alta de 1,68% (ON), a R$ 13,33. O papel PN subiu 1,81% (R$ 15,20). Itaú ganhou 1,22% (R$ 35,73).


… No pano de fundo, ainda a acomodação da curva do DI do estresse recente assegurou um pregão de ganhos para quase 80% da carteira teórica do Ibovespa, com apenas 20 ações tendo fechado no campo negativo nesta 2ªF.


… Azul liderou as altas com +13,99% (R$ 6,11), após anúncio de acordo com credores.


… JBS avançou 4,19% (R$ 36,07), quarta maior alta do Ibovespa. A aprovação pela SEC (CVM dos EUA) para registro de ofertas de troca de 13 séries de bonds antigos por novos animou os investidores.


… Para a Genial, as ofertas de troca representam um “passo estratégico” para otimizar a estrutura de dívida da JBS, aumentando a liquidez dos títulos, reduzindo restrições regulatórias e melhorando a percepção de crédito.


… JBS ganhou mais de R$ 3 bilhões em valor de mercado e alcançou R$ 80,07 bi, maior cifra desde agosto.


… Já na ponta negativa, seguindo o petróleo, Prio caiu 1,68%, a R$ 40,95. Brava Energia recuou 1,35% (R$ 16,80) e Petrorecôncavo perdeu 0,65% (R$ 16,85). Com realização de lucro, Hypera afundou 8,70%, a R$ 23,92.


OTIMISMO PRÉ-TURBILHÃO – O “Trump trade” novamente deu as cartas no mercado de Treasuries, mas a alta dos juros ontem não impediu o avanço das bolsas de ações.


… Motivados pela semana pesada em balanços de big techs, de onde se esperam bons números, e à espera de indicadores importantes que preparam o cenário para a próxima decisão do Fed, investidores saíram às compras.


… O fato de o ataque de Israel não ter atingido instalações de petróleo ou nucleares no Irã amenizou o sentimento de risco e operou a favor das ações em Wall Street.


… Cinco de sete magníficas divulgam balanços esses dias – começando pela Alphabet hoje – e o mercado vai estar atento ao guidance das big techs, especialmente aos gastos futuros em IA.


… O Dow Jones teve alta de 0,65%, aos 42.387,57 pontos. O S&P 500 ganhou 0,27% (5.823,52) e o Nasdaq avançou 0,26% (18.567,19). Ford subiu 2,71% antes da divulgação de seus resultados do 3Tri, depois do fechamento.


… Em meio a apostas de vitória de Trump, o juro da note-10 anos subiu a 4,273%, maior nível desde 10 de julho, de 4,242% na 6ªF. O retorno da note-2 anos avançou a 4,131% (de 4,112%).


… Segundo o Citi, investidores estão “uniformemente” esperando uma vitória de Trump e maioria republicana na Câmara, no que seria uma “varredura vermelha”.


… Mas o banco pondera que analistas políticos projetam uma corrida acirrada, perto de um empate, e duvidam do “controle vermelho” da Câmara.


… O Citi conclui que, até mesmo na noite do dia da eleição, em 5 de novembro, será improvável saber quem será o futuro presidente dos EUA. O suspense promete dominar a cena até os 45 minutos do segundo tempo.


… Praticamente estável, o dólar (DXY, +0,05%, a 104,316 pontos) operou ontem num cabo de guerra: caiu contra o euro (-0,20%, a US$ 1,0818) e a libra (-0,13%, a US$ 1,2977), mas avançou 0,60% sobre o iene, para 153,24/US$.


… Apesar de o governo japonês ter perdido, pela primeira vez em 15 anos, a maioria parlamentar na eleição do fim de semana, o primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, disse que permanecerá no cargo.


EM TEMPO… VALE comunicou ao mercado a emissão de R$ 6 bilhões em debêntures destinadas exclusivamente a investidores profissionais…


… A mineradora é assessorada na emissão por Itaú BBA, XP Investimentos, UBS Brasil, UBS BB, Bradesco BBI, BTC Pactual e Santander.


AZUL fará resgate antecipado das debêntures simples, não conversíveis, da 2ª emissão, no valor de R$ 134,4559 por título a ser resgatado.


OI. Conselho de Administração homologou aumento de capital de R$ 1,389 bilhão, mediante emissão de 264.091.364 novas ações ordinárias.


JBS negou ter fechado, até o momento, qualquer contrato ou compromisso vinculante para a aquisição da Oscar Mayer; informação surgiu após questionamento da CVM sobre notícias relatando o interesse da compra.


LIGHT informou que a High Court of Justice da Inglaterra e País de Gales sancionou o Scheme of Arrangement, aprovado em 18 de outubro, durante assembleia de credores (bondholders), no Reino Unido.


TENDA. O conselho de administração aprovou a celebração de contratos derivativos referenciados em até 3.032.100 ações de sua própria emissão, com prazo máximo de liquidação até 29 de abril de 2026…


… A operação ocorre em virtude do vencimento do contrato atual assinado com o Santander, aprovado em 4 de maio de 2023.


GRUPO MATEUS. Citi reduziu preço-alvo da ação de R$ 10,50 para R$ 10,00, mantendo recomendação de compra; redução refletiu revisão do banco sobre resultados da companhia projetados para este ano e para o próximo.

Que país é esse?

 https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2024/10/29/gilmar-mendes-anula-todas-as-condenacoes-de-dirceu-na-lava-jato.htm

Matinal ConfianceTec

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

29/10/2024 

Julio Hegedus Netto,  economista.


MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE SEGUNDA-FEIRA (28)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa encerrou o pregão na segunda-feira (28) em boa alta de 1,03%, a 131.212 pontos. Já o dólar encerrou estável,  0,06%, a R$ 5,71. Curva de juros segue pressionada na ponta longa.


Mercados hoje (29): Bolsas asiáticas fecharam, na sua maioria em alta; bolsas europeias em alta e  Índices Futuros de NY sem uma direção definida. Por lá, eleição presidencial segue como destaque para o fim de semana. Vantagem de Trump é apertada, mas vai se desenhando uma vitória.


RESUMO DOS MERCADOS (06h40)


S&P 500 Futuro, +0,05%

Dow Jones Futuro, -0,04%

Nasdaq, +0,14%

Londres (FTSE 100), +0,07%

Paris (CAC 10), +0,30%

Frankfurt (DAX), +0,27%

Stoxx600, +0,01%

Shangai, -1,08%

Japão (Nikkei 225), +0,77% 

Coreia do Sul (Kospi), +0,21%

Hang Seng, +0,49%

Austrália (ASX), +0,34%

Petróleo Brent, +0,45%, a US$ 71,74

Petróleo WTI, +0,75%, US$ 67,69

Minério de ferro em Dalian, -0,77%, a US$ 108,93.


NO DIA (29)


Dia de agenda esvavizada a não ser nos EUA, com a geração de empregos pelo relatório Jolts.


Por aqui, a regulamentação da reforma tributária volta a ser discutida com mais ênfase no Congresso. 


Na Câmara, temos a votação de destaques, no Senado, uma audiência pública sobre o tema. 


Repercute também a piora do cenário inflacionário. Já se fala em IPCA acima do teto da meta neste ano. Pela pesquisa Focus, passou de 4,50% para 4,55%, no ano que vem, passando de 3,90% para 4,00%. 


AGENDA DO DIA (29):


Indicadores:

04h00. Alemanha/GfK: índice de confiança do consumidor de novembro

08h00. FGV: Confiança da indústria de outubro

08h30. BCB: Conta corrente de setembro.

09h30. EUA/Deptº do Comércio: Estoques no Atacado preliminar de setembro

11h00. EUA/Deptº do Trabalho: Relatório de abertura de vagas (Jolts) de setembro

11h00. EUA/Conference Board: índice de confiança do consumidor de outubro

15h00. Secex: Balança comercial semanal


Eventos:

06h00 – Londres: Campos Neto participa de painel do LIDE Brazil Conference


Balanços: 🇺🇲🇧🇷

NY/manhã: McDonald's

NY/noite: American Micro Devices (AMD), Alphabet e Visa

Brasil/manhã: Santander.


Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec 

 

Boa terça-feira e bons negócios!


PS. Em breve, um novo Call Matinal.

Matinal Bankinter Portugal

 Análise Bankinter Portugal


SESSÃO: Depois das subidas muito tímidas de ontem (sempre é alguma coisa), hoje o mercado começa a ganhar ritmo, tanto com a macro como com os resultados empresariais. Nas últimas horas publicaram Santander e ON Semiconductors, que bateram expetativas, mas Ford baixa o guidance e, por isso, embora os seus resultados 3T cumpram, caiu -5% em aftermarket. Às 14h, JOLTS (Empregos Disponíveis: 7,935M vs 8,040M) e Confiança do Consumidor (99,3 vs 98,7) nos EUA. Na abertura americana teremos a publicação de McDonald’s (EPS 3,191$), PayPal (1,08$) e Pfizer (0,616$). Às 17h, ASMI (3,291$). E no fecho de Nova Iorque, Alphabet (1,99$), AMD (0,92$) e Visa (2,58$). Apenas as mais relevantes, porque publicam muitas mais. Por isso, os resultados decidem o tom de cada sessão esta semana e até que as eleições americanas desorientem tudo a partir de terça-feira. Serão dias para não decidir nada, exceto se quiser – de forma inteligente – elevar a perspetiva sobre o ruído de curto prazo e ir comprando bolsa cada vez que há debilidade, seja num valor/empresa bom(a), seja de forma genérica (índices). Mas concentremo-nos na bolsa americana, principalmente em tecnologia boa (Nvidia, TSMC, Amazon, Palo Alto…).  

 

Embora a sessão de HOJE dependa da qualidade dos resultados das empresas que publicam e dos seus guidances, o que nos fará esperar até ao fecho de Nova Iorque para termos uma opinião, parece provável que os JOLTS enfraqueçam um pouco e se situem abaixo dos 8M, o que seria bom; e que a Confiança do Consumidor melhore um pouco, de forma que a predisposição será de subir um pouco, principalmente depois da publicação de Santander e On Semi, apesar do guidance de Ford. 

 

O conceito FOMO, que agora até se usa em âmbito social, teve origem nos mercados financeiros. Isso é o que temos: Fear Of Missing Out. É mais arriscado ficar de fora do que continuar a investir e até subir um pouco. As eleições americanas acabarão por ser neutras para o mercado (embora mais para a frente o laxismo fiscal de ambos os candidatos prejudicarão as obrigações americanas), Israel escolheu a represália mais convencional contra o Irão e que menos prejudica o mercado, os resultados 3T serão decentes, embora não brilhantes, os bancos centrais continuarão a baixar taxas de juros (embora menos do que o esperado em 2025), a economia americana continuará a crescer confortavelmente e a europeia suficientemente, e a inflação aumentará nos próximos meses, sem causas nenhuma desordem grave. Tudo isso é muito bom, mas há que elevar a perspetiva, a temporal e a conceptual para poder apreciar a situação. 

 

Em suma, HOJE tenderá a subir um pouco (+0,2%/+0,4%), embora o tom não seja fiável até amanhã, quarta-feira, devido à importância da publicação de Alphabet, no fecho americano. 

 

S&P500 +0,3% Nq-100 0% SOX -0,02% ES-50 +0,5% IBEX +0,8% VIX 19,8% Bund 2,29% T-Note 4,27% Spread 2A-10A USA=+14pb B10A: ESP 2,98% PT 2,69% FRA 3,01% ITA 3,49% Euribor 12m 2,580% (fut.12m 2,108%) USD 1,081 JPY 165,5 Ouro 2.753$ Brent 71,3$ WTI 67,2$ Bitcoin +3,9% (71.125$) Ether +4,25% (2.617$). 

 

FIM

WELL FARGO: Cenário é de cautela

 Wells Fargo eleva projeção de dólar no começo de 2026 de R$ 5,90 para R$ 6,50


A economia robusta e resiliente dos EUA e o Fed mais cauteloso em seus cortes de juros, além da performance mais fraca da China, formam um cenário difícil para as moedas de mercados emergentes nos próximos dois anos, avalia o Wells Fargo ao revisar as projeções de câmbio, em especial aqueles com elevada volatilidade (high beta) e mais sensíveis ao mercado chinês. O banco elevou sua projeção de desvalorização do real no primeiro trimestre de 2026, de R$ 5,90 para R$ 6,50. No último relatório mensal do banco, a perspectiva era de que o câmbio brasileiro apreciasse até o fim deste ano e terminasse em R$ 5,40 por dólar. Agora, a perspectiva é de que a moeda americana encerre 2024 em R$ 5,65. Já para o fim de 2025, a projeção para o dólar subiu de R$ 5,70 para R$ 6,30. “Vemos o contraste entre a flexibilização mais lenta do Fed e a flexibilização mais rápida dos bancos centrais estrangeiros do G10 como a força motriz das nossas perspectivas para a força do dólar americano durante grande parte de 2025 e até 2026”, diz o banco

Matinal MZ

 *Bom dia ☕️*


*🌎Os índices futuros dos EUA operam sem direção única nesta terça-feira (29)*, enquanto investidores aguardam a divulgação de resultados corporativos, incluindo da Alphabet (BDR: GOGL34), controladora do Google, depois do fechamento do mercado.


Além disso, o mercado acompanhará de perto a publicação do relatório Jolts, que fornecerá dados sobre as vagas de emprego nos Estados Unidos. O Jolts é o primeiro de uma série de indicadores do mercado que serão divulgados nesta semana, e que devem insights sobre a força do mercado de trabalho americano.


*📊Veja o desempenho dos mercados futuros :*


*🇺🇸EUA*


• Dow Jones Futuro: -0,04%

• S&P 500 Futuro: +0,05%

• Nasdaq Futuro: +0,14%


🌏 Ásia-Pacífico


• Shanghai SE (China), -1,08%

• Nikkei (Japão): +0,77%

• Hang Seng Index (Hong Kong): +0,49%

• Kospi (Coreia do Sul): +0,21%

• ASX 200 (Austrália): +0,34%


🌍 Europa


• FTSE 100 (Reino Unido): +0,07%

• DAX (Alemanha): +0,27%

• CAC 40 (França): +0,30%

• FTSE MIB (Itália): +0,27%

• STOXX 600: +0,01%


🌍 Commodities


• 🛢️Petróleo WTI, +0,46%, a US$ 67,69 o barril

• 🛢️Petróleo Brent, +0,45%, a US$ 71,74 o barril

• 🧲Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,77%, a 777,50 iuanes (US$ 108,93)


🪙Bitcoin


• Bitcoin, +2,13%, a US$ 71.122,48


*📚MZ Investimentos*

*🗞️Jornal do Investidor*

Ailton Braga

  Hoje, 02/02/2026, saiu no Blog do IBRE da FGV, artigo meu em que faço análise da interação entre política fiscal e política monetária, a p...