*Rosa Riscala: Petróleo mantém mercado sob pressão*
… A melhora inesperada da inflação americana devolveu algum apetite por risco aos mercados, mas não foi suficiente para tirar a guerra do radar, que segue em alta tensão no Oriente Médio. Enquanto o petróleo continua pressionado – ampliou os ganhos no eletrônico – e dirigentes do Fed tentam conter o entusiasmo provocado pelo CPI, investidores acompanham hoje novos testes para os juros, com o PPI, o Livro Bege e mais um depoimento de Kevin Warsh. No Brasil, o foco se divide entre a desaceleração da atividade, com a pesquisa de Serviços, a expectativa pelo novo tarifaço americano e a preocupação fiscal após a aprovação de pauta-bomba no Senado.
PETRÓLEO AINDA SOB PRESSÃO –O presidente Donald Trump surpreendeu o mercado ao abandonar, apenas um dia depois, a proposta de cobrar uma taxa de 20% sobre as cargas transportadas pelo Estreito de Ormuz.
… Convencido por aliados do Golfo, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar, ele substituiu a medida pela promessa de acordos comerciais e investimentos nos Estados Unidos, reconhecendo, na prática, o elevado custo econômico e político da iniciativa.
… O recuo eliminou um novo fator de risco para o comércio marítimo internacional e levou o petróleo a devolver parte da forte alta registrada no início do dia. A mudança, porém, não representou alívio sobre o Irã. Ao contrário.
… Enquanto recuava na frente comercial, Washington endurecia a ofensiva militar, retomando o bloqueio à navegação iraniana, ampliando as sanções contra a rede de exportação de petróleo do país e lançando uma nova onda de ataques contra alvos ligados ao regime.
… Teerã respondeu com novos ataques a bases americanas no Bahrein e no Kuwait e voltou a afirmar que o Estreito de Ormuz permanecerá sob seu controle, enquanto Donald Trump voltava a fazer ameaças ao Irã em entrevista à noite na Fox News.
… O Brent, que havia fechado o pregão regular em US$ 84,73 (+1,72%), ampliava os ganhos no eletrônico, subindo para perto de US$ 86, com a promessa do presidente americano de atingir usinas de energia e pontes na próxima semana, a menos que Teerã volte a negociar.
… Também à noite, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, declarou que a retomada dos ataques dos Estados Unidos ao Irã “fecha a porta” para futuras negociações. “A infraestrutura civil está sendo danificada no Irã e nos países do Conselho do Golfo.”
… Com renovadas incertezas sobre a evolução da guerra, os mercados tendem a permanecer voláteis, após um dia de respiro com o CPI fraco.
CPI MUDA O JOGO – A inflação americana de junho surpreendeu positivamente e devolveu ao mercado a percepção de que o Federal Reserve pode esperar um pouco mais antes de voltar a elevar os juros.
… O índice cheio caiu 0,4%, contra expectativa de recuo de 0,1%, enquanto o núcleo ficou estável, contrariando as projeções de alta de 0,2%.
… A reação do investidor foi imediata: a probabilidade de alta dos juros em setembro caiu de 73% para 59,7%, segundo o CME, derrubando os rendimentos dos Treasuries, enfraquecendo o dólar e estimulando o apetite por risco (leia mais abaixo).
… Já hoje, no entanto, o mercado pode voltar a atenção aos alertas do Fed, que parece não ter se impressionado da mesma forma. Apesar da melhora das expectativas de curto prazo, ninguém abandonou o cenário de aperto monetário mais à frente.
… Para a Capital Economics, o CPI não altera o diagnóstico de que a inflação continuará pressionada pelos investimentos em inteligência artificial e pela recuperação da demanda. A consultoria mantém a avaliação de que a questão não é se, mas quando o Fed voltará a elevar os juros.
WARSH SOA HAWK – Enquanto Donald Trump comemorava o CPI e afirmava que a inflação continuará caindo mesmo com a guerra, o presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, procurou conter o entusiasmo do mercado.
… Em depoimento na Câmara, ele reafirmou que a prioridade número um do banco central continua sendo a estabilidade de preços e deixou claro que o CPI abaixo do esperado está longe de representar “missão cumprida”.
… Warsh disse estar “redobrando” o compromisso com a meta de inflação de 2% e ressaltou que “um único dado não encerra a discussão”.
… Acrescentou, ainda, que o Fed não tolerará uma inflação persistentemente elevada, que o mercado de trabalho continua resiliente, o que dá espaço para a autoridade monetária continuar concentrada no combate aos preços.
… Segundo ele, o banco central continuará tomando decisões com base nos dados, sem se deixar influenciar por pressões políticas.
… O presidente do Fed também sinalizou que pretende revisar a forma como a instituição comunica suas decisões e avalia a inflação, mas garantiu que eventuais mudanças não têm o objetivo de reduzir a transparência nem alterar a condução da política monetária.
… A cautela também predominou entre outros dirigentes do Fed.
… Austan Goolsbee afirmou que o CPI foi “surpreendentemente benigno”, mas ressaltou que o banco central precisará de uma sequência de indicadores favoráveis antes de concluir que a inflação voltou de forma sustentada para a meta.
… Já Michael Barr lembrou que a disseminação da inteligência artificial ainda traz incertezas importantes para a economia e o mercado de trabalho, reforçando a necessidade de decisões baseadas nos dados, e não em um único indicador.
NOVO TARIFAÇO – Aqui, o mercado entra nesta quarta-feira à espera da decisão final dos Estados Unidos sobre a investigação comercial contra o Brasil, que deve resultar na imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros.
… A previsão é de conclusão da investigação até esta quarta-feira (15), após as consultas públicas ocorridas na última semana.
… A expectativa, tanto do setor privado quanto do governo, é de recomendação do USTR de tarifa de 25% sobre os produtos importados brasileiros. Para alguns setores, pode haver modulação da sobretaxa para 20%, segundo apurou o Estadão.
… A tendência é de manutenção da lista de exceções, abrangendo produtos agropecuários, aeronaves e insumos industriais, conforme sugerido pelo USTR no relatório preliminar, com possibilidade de ampliação a produtos que podem afetar a inflação americana.
… De acordo com fontes, não houve novas reuniões bilaterais entre o USTR e o governo brasileiro ao longo desta semana. Autoridades americanas também não aceitaram receber representantes do setor privado nacional nos últimos dias.
… A nova tarifa, se aplicada sobre o Brasil, ocorre no âmbito da investigação comercial sob a Seção 301 da Lei de Comércio americana.
… Os Estados Unidos acusam o Brasil de adotar práticas ilegais em comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, como o PIX, tarifas preferenciais, proteção de propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais, como o desmatamento ilegal.
PAUTA-BOMBA – O Senado aprovou no início da noite em dois turnos a PEC que cria aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, que amplia despesas obrigatórias sem indicar fonte de financiamento. O texto segue para promulgação.
… Segundo estimativas do Ministério da Previdência, a medida terá impacto de R$ 27,9 bilhões em dez anos, podendo superar R$ 54 bilhões no horizonte de 80 anos. Além da aposentadoria especial, a proposta prevê a efetivação de agentes contratados após processo seletivo público.
… Derrotado no Congresso, o governo já sinalizou que poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
… Para o economista-chefe da Warren, Felipe Salto, a aprovação da PEC evidencia o avanço de uma agenda eleitoral com elevado custo, que evidencia o descaso com a responsabilidade fiscal. Para ele, não há qualquer espaço para acomodar mais essa despesa.
MP DO FRETE – Mais cedo, o Senado aprovou a medida provisória que reforça a fiscalização do piso mínimo do frete e amplia o controle sobre as operações de transporte rodoviário de cargas, em uma tentativa de encerrar a mobilização dos caminhoneiros iniciada nesta semana.
… Após a votação, o presidente da Abrava, Wallace Landim, o Chorão, pediu a desmobilização dos protestos e orientou a categoria a concentrar esforços na regulamentação das novas regras junto à ANTT. A expectativa é de normalização gradual das operações.
… Apesar do acordo, os reflexos da paralisação já chegaram ao Porto de Santos, onde seis navios tiveram as operações interrompidas e outro registrou atraso, enquanto a redução do fluxo de caminhões levou ao reforço das medidas de segurança no terminal.
… O Senado retirou do texto o dispositivo que fixava um piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros, e governistas afirmaram que Lula deverá vetar o trecho aprovado pela Câmara que anistia multas aplicadas pelos bloqueios de rodovias em 2022.
CURTAS DA POLÍTICA – Genial/Quaest divulga (7h) nova pesquisa de avaliação do governo Lula e de intenção de voto para a eleição presidencial.
DÍVIDAS RURAIS. Hugo Motta volta a se reunir com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, para tentar fechar uma MP de renegociação das dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos e pela guerra no Oriente Médio.
MCMV. O governo avalia ampliar a faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda de até R$ 21 mil e reduzir os juros do programa, em proposta apresentada pelas construtoras e ainda em análise pelo Ministério das Cidades.
TCU. O Tribunal de Contas da União analisa hoje auditoria sobre a política de conteúdo local no setor de petróleo e gás, além de acompanhar a carteira de investimentos da Petrobras e outros processos.
ETANOL. A alta do petróleo acabou favorecendo uma medida que meses atrás preocupava o governo pelo risco de pressionar a inflação.
… O MME estima que a elevação temporária da mistura obrigatória de etanol na gasolina para 32% reduzirá o preço do combustível em cerca de R$ 0,03 por litro e evitará a importação de aproximadamente 900 milhões de litros de gasolina por ano.
AGENDA – Depois de o CPI surpreender positivamente, o mercado volta suas atenções hoje para o PPI de junho nos Estados Unidos, às 9h30, em busca de novos sinais sobre a trajetória da inflação.
… Na sequência, às 11h, o presidente do Fed, Kevin Warsh, depõe no Comitê Bancário do Senado, e, às 15h, sai o Livro Bege do Fed.
… Ao longo do dia, investidores ainda acompanham discursos de dirigentes do banco central americano, como John Williams (9h45), Lisa Cook (14h) e Alberto Musalem (19h), além dos estoques semanais de petróleo do Departamento de Energia (DoE), às 11h30.
… No Brasil, o destaque é a Pesquisa Mensal de Serviços de maio, às 9h, com a mediana das estimativas apontando estabilidade (0,0%), após alta de 1,2% em abril – o que reforça a expectativa de desaceleração gradual da atividade.
… Estão ainda previstos o Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica, às 14h, e o fluxo cambial semanal do BC, às 14h30.
CHINA HOJE – O PIB cresceu 4,3% no segundo trimestre de 2026, na comparação com igual período do ano passado. O resultado veio levemente abaixo da previsão de 4,6% e desacelerou contra os 5% do trimestre anterior.
… A produção industrial teve alta anualizada de 5,3% em junho, acima de maio (4,5%) e da expectativa de 4,7%. As vendas no varejo avançaram 1%, contrariaram a aposta de queda de 0,2% e superaram desempenho de maio (-0,6%).
BALANÇOS – A temporada de resultados prossegue com os números da BlackRock e do Morgan Stanley, antes da abertura dos mercados em Nova York. Na Europa, o destaque é a ASML, referência global na fabricação de equipamentos para a indústria de semicondutores.
UM É POUCO – Está certo o novo presidente do Fed, Kevin Warsh, quando não diz que não se engana que a deflação do CPI de junho por si só signifique que a missão do BC americano contra as pressões inflacionárias está cumprida.
… Muita gente, dentro e fora do Fed, concorda com ele que ainda há muito o que fazer para que “tudo esteja bem”.
… Já na segunda-feira, Christopher Waller também havia dito que um resultado positivo do CPI seria relativizado pelo novo choque do petróleo, que já saltou em torno de 20% desde a queda abaixo de US$ 70 no início deste mês.
… O mercado não está ignorando todas estas advertências do Fed sobre embarcar num otimismo precipitado. Ainda assim, o investir quis curtir o CPI e, como especular é do jogo, reduziu as apostas em alta do juro no curto prazo.
… A chance de um aperto monetário em setembro ainda é majoritária, mas caiu de 73% para cerca de 60%, com as estimativas na ferramenta do CME migrando para a manutenção da taxa básica (40%, contra 27% anteriormente).
… Ainda tem muita água para rolar debaixo da ponte até o encontro do Fed em setembro, mas uma boa parte dos investidores esteve disposta ontem a incorporar a expectativa dovish, ainda que ela possa a vir se provar passageira.
… A taxa da Note-2 anos, mais sensível às decisões de política monetária, recuou a 4,185%, de 4,269% na véspera.
… Depois do CPI, o Goldman Sachs revisou em baixa a previsão para o núcleo do índice de preços dos gastos com consumo pessoal (PCE), para 0,18% em junho, contra a expectativa de 0,24% antes da divulgação do indicador.
… Aqui, os juros futuros foram no embalo do apetite por risco e queimaram prêmio com o CPI.
… Fecharam nas mínimas do dia os contratos para Jan/27, a 13,895%, de 13,947% na véspera ; Jan/28, a 13,855% (de 14,011%); e Jan/29, a 14,020% (de 14,195%). Jan/31 caiu a 14,215% (de 14,363%); e Jan/33, a 14,285% (14,402%).
… A surpresa do CPI enfraqueceu o dólar e devolveu o DXY (-0,31%) aos 100,919 pontos, enquanto as moedas rivais se fortaleceram: euro, +0,30%, a US$ 1,1426; libra esterlina, +0,30%, a US$ 1,3392, e iene cotado a 162,16 por dólar.
… Mas de todas as 33 divisas mais líquidas acompanhadas pelo Valor, o real teve a melhor performance, derrubando o dólar abaixo de R$ 5,10. Em primeiro plano, foi a inflação americana que ditou o ritmo do câmbio doméstico.
… Mas não foi só isso. O petróleo em torno de US$ 85 melhora nossos termos de troca, já que o Brasil é exportador da commodity. Outro fator favorável ao real é a perspectiva de fluxo para a bolsa com um corte da Selic no radar.
… Na sexta-feira do IPCA, os investidores estrangeiros colocaram R$ 1,5 bilhão na B3.
SAIU DA MODA, MAS NÃO SAIU DE CENA – Três meses atrás, o Ibovespa namorava a marca inédita dos 200 mil pontos e faltou muito pouco à época para chegar neste pico. De lá para cá, a euforia com a bolsa brasileira baixou.
… Dificilmente, diz o Citi, o índice à vista vai alcançar os 200 mil este ano, diante da reversão de tendência do capital estrangeiro, agora mais de olho nos Estados Unidos e nos emergentes expostos à IA, como Taiwan e Coreia do Sul.
… Mas o banco reconhece que a bolsa está barata e observa que, ao mesmo tempo em que o mundo vive o frenesi da IA, convive simultaneamente com o temor de que a bolha de tecnologia estoure, e é aí que o Brasil pode faturar.
… Segundo o Citi, a bolsa brasileira pode funcionar para os estrangeiros como uma espécie de hedge de IA. “Se os investidores querem reverter o trade de IA e investir na velha economia, o Brasil fica na moda novamente.”
… De seu lado, o ASA acredita que é o trade eleitoral que pode fazer a diferença e projetar o Ibov aos 300 mil pontos em um prazo entre 12 e 18 meses após as eleições, caso um governo fiscalmente responsável assuma o poder.
… Ontem, na esteira do clima externo mais positivo, o Ibovespa fechou em alta de 0,51%, aos 176.641,10 pontos, com giro de R$ 21,9 bilhões. Vale subiu forte (+1,59%; R$ 74,01), acompanhando o minério de ferro (+1,81%).
… Os papéis da Petrobras testaram uma acomodação, mesmo com o petróleo em alta. PN ficou estável em R$ 40,66, e ON teve leve baixa de 0,50% (R$ 45,48). Entre os bancos, Itaú PN subiu 0,25% (R$ 43,63) e BB, +1,73% (R$ 20,59).
… Já na ponta oposta, Bradesco PN recuou 0,75% (R$ 18,63) e Santander unit perdeu 0,11% (R$ 27,34).
… Em Wall Street, o alívio do CPI garantiu entusiasmo ao Nasdaq, que avançou 0,90%, para 26.107,01 pontos.
… Já a frustração com a prévia operacional da IBM afundou a ação em quase 25%, limitou os ganhos do S&P 500 (+0,38%, a 7.543,59 pontos) e zerou a recuperação do Dow Jones (+0,02%), que fechou o dia aos 52.508,27 pontos.
CIAS ABERTAS NO AFTER – VALE elegeu Wilfred Theodoor Bruijn como presidente interino do conselho de administração. Ele permanecerá no cargo até a eleição do novo presidente, em assembleia marcada para 22/07.
PETROBRAS. GQG Partners passou a deter participação equivalente a 4,99% das ações ordinárias da companhia, por meio de ADRs, após alienação no mercado secundário.
ENERGISA SUL-SUDESTE teve reajuste tarifário médio de 9,63% aprovado pela Aneel.
TAESA ratificou, em AGE, a aquisição de cinco transmissoras da Energisa por R$ 1,545 bilhão, ainda sujeita às aprovações da Aneel e do Cade.
CEMIG. UBS reduziu de 10,17% para 0,03% a posição em derivativos referenciados em ações preferenciais.
ÂNIMA acertou compra da FMU por R$ 410 milhões. Pagamento será de R$ 240 milhões no fechamento da operação e até R$ 170 milhões, corrigidos pelo CDI, até dez/29, com parcela variável atrelada a desempenho da instituição.
EVEN lançou dois projetos no segundo trimestre, com VGV potencial de R$ 280,5 milhões, queda de 59,5% na comparação anual, enquanto as vendas líquidas recuaram 64,7%, para R$ 156 milhões.
MELNICK registrou queda de 67,6% no VGV de lançamentos e de 66,7% nas vendas líquidas no segundo trimestre.
HELBOR. Caixa Asset passou a deter 5,26% das ações da companhia.
OI informou que divulgará as demonstrações financeiras apenas após a conclusão da auditoria independente conduzida pela PwC.
AMBIPAR pediu suspensão da recuperação judicial nos Estados Unidos em favor de avançar com o “Chapter 15”, modalidade legal que poderá estender aos EUA os efeitos do plano de recuperação reconhecido no Brasil…
… Segundo fontes do Broadcast, o Opportunity contestou o pedido.
NEOGRID teve aprovado pela CVM o cancelamento do registro de companhia aberta. A empresa convocará AGE para deliberar sobre o resgate compulsório das ações remanescentes.
CAMIL registrou lucro de R$ 28 milhões no primeiro trimestre fiscal de 2026, queda de 57,6% na comparação anual, enquanto a receita líquida recuou 0,7%, para R$ 2,6 bilhões.
ROMI lucrou R$ 13,9 milhões no segundo trimestre, queda de 15% na comparação anual, apesar de a receita líquida ter crescido 5,9%, para R$ 334,8 milhões.
HYUNDAI. Funcionários iniciaram greve rotativa de três dias por reajuste salarial e preocupações com o avanço da automação e o uso de robôs humanoides nas fábricas, segundo o Jornal do Carro/Estadão.