Sexta-feira, 24 de Julho de 2026.
*PETRÓLEO MUDA O JOGO*
Por Rosa Riscala e Mariana Ciscato*
Crescem as apostas em alta pelo Fed e BCE em setembro, enquanto aqui investidores acreditam que o corte da Selic em agosto pode ser o último
… A guerra entre Estados Unidos e Irã entrou em uma nova fase e ameaça simultaneamente as duas principais rotas de exportação de petróleo do Oriente Médio, o que levou o Brent a US$ 100, resgatou o risco de inflação e mudou as expectativas para os juros. Lá fora, crescem as apostas em alta pelo Fed e BCE em setembro, enquanto aqui investidores acreditam que o corte da Selic em agosto pode ser o último. Nesse ambiente, é grande a expectativa pela participação de Galípolo hoje na Expert XP. O mercado também deve reagir à nova tarifa americana e à resposta do governo, que decidiu acionar a Lei da Reciprocidade. O dia tem ainda Relatório Bimestral de Receitas e Despesas e Datafolha.
CHEGOU A US$ 100 – O salto de mais de 6% do petróleo Brent nesta quinta-feira reflete o temor de um colapso das principais rotas marítimas de exportação do Oriente Médio. Aos riscos já existentes no Estreito de Ormuz somaram-se os ataques dos houthis no Mar Vermelho.
… Isso coloca também o Estreito de Bab el-Mandeb sob ameaça e amplia o receio de interrupções mais amplas no abastecimento global.
… Os Estados Unidos confirmaram a 13ª noite consecutiva de ataques contra o Irã, após Trump ter afirmado mais cedo que avaliava uma ofensiva superior à operação “Epic Fury”, caso os houthis do Iêmen continuassem atacando embarcações no Golfo.
… A escalada ganhou novos contornos após o grupo atacar dois petroleiros sauditas com drones e mísseis, alegando que as embarcações haviam violado o bloqueio marítimo imposto ao país, enquanto o Irã reforçou a ação com mísseis, drones e integrantes da Guarda Revolucionária.
… Antes da guerra, cerca de 25% de todo o petróleo transportado por via marítima passava pelo Estreito de Ormuz, enquanto Bab el-Mandeb respondia por outros 5%. A ameaça simultânea às duas passagens elevou o prêmio de risco incorporado aos preços do petróleo.
… Analistas avaliam que um bloqueio efetivo de Bab el-Mandeb obrigaria parte das exportações sauditas a contornar o Cabo da Boa Esperança, acrescentando semanas ao transporte e elevando significativamente os custos logísticos.
… Ao mesmo tempo, os Estados Unidos anunciaram o envio de mais tropas, equipes médicas e armamentos ao Oriente Médio, ampliando sua capacidade militar na região e reforçando a percepção de que o conflito pode se prolongar.
JUROS REAGEM – Junto com os preços do petróleo, cresceram os receios com o cenário inflacionário global e, consequentemente, também as apostas de aperto monetário. Nos Estados Unidos, o CME Group já mostrava mais de 80% de probabilidade de alta pelo Fed em setembro.
… Para a reunião do Fomc da próxima semana, a principal aposta continua sendo de manutenção, mas a mensagem pode vir mais dura.
… Em palestra na Expert XP, a ex-secretária do Tesouro dos Estados Unidos Janet Yellen afirmou que o Federal Reserve parece estar pronto para elevar os juros caso a alta do petróleo continue alimentando a inflação.
… Segundo ela, os dirigentes estão “muito dispostos” a aumentar as taxas se as pressões inflacionárias continuarem se intensificando.
… Na Zona do Euro, o BCE manteve a taxa básica em 2,25%, como esperado, mas o discurso da presidente Christine Lagarde foi interpretado pelo mercado como mais hawkish. Na coletiva, ela revelou que alguns dirigentes defenderam uma alta já na reunião desta quinta-feira.
… Para o economista sênior para a Europa do Barclays, Mariano Cena, o comentário reforçou a expectativa de um aumento de 25 pontos-base em setembro, caso a escalada no Oriente Médio continue pressionando os mercados de energia e a inflação nos países do bloco.
… No Brasil, o movimento também se refletiu na curva de juros, com as taxas futuras acelerando a alta ao longo do pregão, em linha com a piora do cenário externo e a disparada do petróleo acima de US$ 100 por barril.
… O mercado deixou de precificar novos cortes da Selic depois da reunião de agosto.
… A curva de DIs ainda aponta cerca de 68% de probabilidade de redução de 0,25 ponto porcentual da Selic no próximo Copom, contra 32% de manutenção. Para setembro, porém, a expectativa de novos cortes foi praticamente eliminada (leia mais abaixo).
GALÍPOLO – O agravamento da guerra no Oriente Médio e a disparada do petróleo aumentam a expectativa pela participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, na Expert XP. Sua fala está prevista para começar às 11h25 e o BDM Online vai acompanhar.
… Também será importante monitorar as duas reuniões trimestrais de economistas do Rio com diretores do BC, às 9h30 e às 11h.
… Antes de Galípolo, quem fala no evento da XP é o ministro da Fazenda, Dario Durigan, às 10h30, e certamente ele deverá abordar a nova tarifa adicional entre 10% e 12,5%, confirmada no início da noite pelo USTR para 60 parceiros comerciais, inclusive o Brasil.
GOVERNO JÁ RESPONDEU – O Brasil ficou no grupo de países sujeitos à alíquota máxima (12,5%), que, para grande parte das exportações, será cumulativa com os 25% anunciados na semana passada, elevando a taxação para 37,5%.
… A reação de Brasília foi imediata.
… Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência classificou a medida como “completamente arbitrária e injustificada” e anunciou que iniciará imediatamente os trâmites para acionar a Lei da Reciprocidade, além de recorrer à OMC.
… O governo também rebateu a justificativa americana, afirmando que o Brasil é reconhecido internacionalmente pelo combate ao trabalho forçado e lembrando que ratificou todos os principais instrumentos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre o tema.
… O ministro Dario Durigan reforçou o tom adotado pelo Planalto: “Rechaçamos com todas as forças mais essa tarifa injustificada.” Segundo ele, a nova medida parece ser “um mero expediente” para substituir as tarifas anteriores derrubadas pela Suprema Corte dos Estados Unidos.
… Em entrevista ontem à noite à BandNews, Durigan garantiu que o governo continuará ao lado do empresariado, ampliando linhas de crédito à exportação, incentivando a diversificação de mercados e mantendo abertas as negociações diplomáticas com Washington.
… Também o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, endureceu o discurso ao classificar a nova tarifa como “indevida, ilegítima e ilegal”, baseada em fatos “que não são reais”.
… Segundo ele, o Brasil contestará a medida por todos os meios disponíveis e não abrirá mão da possibilidade de acionar a Lei da Reciprocidade.
… “O governo não pode renunciar à possibilidade de usar esse instrumento, porque seria abrir mão de um direito que protege a economia e os interesses do País”, afirmou, acrescentando que o Brasil possui compromisso histórico no combate ao trabalho forçado.
… Entre as entidades empresariais, porém, prevaleceu o apelo por cautela.
… A CNI defendeu que o processo siga critérios técnicos. A Amcham alertou para o risco de escalada comercial, enquanto a Abimaq se posicionou contra medidas de reciprocidade e projetou queda de até 11% nas exportações de máquinas e equipamentos para os Estados Unidos.
… Uma lista com 471 produtos isentos inclui café, petróleo, gás, fertilizantes, madeira, alguns alimentos (entre eles, as carnes), medicamentos e insumos estratégicos.
… Ainda em painel da Expert XP, Janet Yellen afirmou que as tarifas impostas por Donald Trump ao Brasil refletem “suas próprias visões pessoais de longa data”, e não uma política econômica respaldada por economistas.
… Segundo ela, as medidas são arbitrárias, prejudicam relações comerciais construídas ao longo de décadas, elevam custos para as famílias americanas e reforçam a percepção de que os Estados Unidos se tornaram um parceiro comercial menos confiável.
BRASIL SOBERANO – O programa lançado pelo governo para apoiar empresas afetadas pelo tarifaço americano foi bem recebido pelos setores mais atingidos, mas entidades empresariais defenderam medidas adicionais para preservar a competitividade das exportações brasileiras.
… Entre as principais reivindicações estão a ampliação do Reintegra, maior proteção contra importações consideradas desleais e flexibilização das regras de acesso aos financiamentos. Para a CNI, os juros elevados e o IOF continuam ampliando o chamado Custo Brasil.
COMBUSTÍVEIS – Ainda ontem à noite, a Fazenda prorrogou por mais 30 dias o subsídio de R$ 0,44 à gasolina para evitar que a disparada do petróleo chegue imediatamente ao consumidor. A medida, vigente desde 25 de maio, expiraria neste sábado, 25.
… Mas o mercado já alerta que o diesel também pode exigir um esforço maior.
… Com o Brent perto de US$ 100 e os crack spreads disparando, Adriano Pires afirmou que o governo provavelmente terá de elevar a subvenção de R$ 1,12 por litro para evitar risco de desabastecimento. Hoje, a defasagem do diesel já supera R$ 2 por litro.
MAIS AGENDA – Além da expectativa com Galípolo, o mercado acompanha o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, que será divulgado em entrevista do ministro do Planejamento, Bruno Moretti, e da secretária de Política Econômica da Fazenda, Débora Freire, às 15h.
… No exterior, estão previstos os PMIs preliminares de julho nos Estados Unidos (10h45) e, mais cedo, na Europa e no Reino Unido, indicadores importantes para avaliar o ritmo da atividade global. Ainda a agenda americana inclui vendas de moradias novas (11h).
… O Banco Central da Rússia anuncia decisão de política monetária às 7h.
… Entre os balanços corporativos, os destaques ficam para Volkswagen, na Alemanha, e American Express, em Nova York.
INTEL – A ação fechou o after hours em alta de 4,37%, depois de chegar a subir mais de 8% com a divulgação do balanço do segundo trimestre, que superou as expectativas de Wall Street tanto no lucro ajustado quanto na receita.
… Além disso, a fabricante de chips apresentou projeções para o terceiro trimestre acima das estimativas do mercado.
… Apesar do prejuízo líquido de US$ 11 bilhões, a Intel registrou crescimento de 25% na receita, impulsionado pelos negócios de data centers, inteligência artificial e computadores pessoais.
JAPÃO HOJE – A leitura preliminar do PMI de serviços caiu de 52,2 pontos em junho para 51,9 pontos em julho, mas permaneceu acima do patamar de 50 pontos, indicativo de expansão da atividade econômica do setor.
… O PMI industrial recuou de leve, de 54,8 para 54,7 pontos. Já o PMI composto subiu de 52,8 pontos para 53,1.
CURTAS DA POLÍTICA – Datafolha divulga hoje nova rodada de pesquisas sobre a corrida presidencial e avaliação do governo Lula.
DESIDRATANDO. A dois dias da convenção que oficializará sua candidatura à Presidência, Flávio Bolsonaro tenta conter a crise em sua campanha, renovando o pedido de desculpas à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em um apelo pela união da direita.
… O gesto ocorre em meio ao enfraquecimento de sua candidatura, que chega à reta final das negociações sem conseguir fechar alianças importantes com PP, União Brasil ou Republicanos, enquanto lideranças do Centrão já avaliam que sua competitividade eleitoral diminuiu.
VELOZ E FURIOSO – Assustados pela força e rapidez do petróleo em romper a barreira dos US$ 100, os juros futuros foram os ativos domésticos que pior repercutiram a escalada, anulando a esperança de corte da Selic em setembro.
… É verdade que, até lá, ainda tem muito jogo para ser jogado. Mas o retrato do momento é desafiador para o Copom (e para todos os grandes BCs), porque a sede de vingança na guerra não tem medido consequências.
… Há três semanas, o petróleo estava abaixo de US$ 70; agora, pulou para os três dígitos, abalando o sentimento.
… A queda da taxa Selic projetada pelo mercado para agosto ainda está preservada. Mas o que estão dizendo nas mesas é que pode ser a última, enterrando as chances de o ciclo se estender, caso o petróleo não pare mais de subir.
… O investidor ainda tem fresco na memória o prognóstico lançado esta semana pelo Goldman Sachs de que a cotação da commodity pode atingir US$ 120 com os bloqueios no fluxo, e teme que a profecia se concretize.
… Neste cenário em que o petróleo ainda pode cruzar barreiras desconhecidas, traders eliminaram da curva a esperança de a Selic cair abaixo de 14% e os juros futuros “abriram” forte ontem, para as máximas em um mês.
… No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,045% (de 13,950% no ajuste anterior); Jan/29 saltava para 14,675% (de 14,490% na véspera); Jan/31 disparava a 14,850% (de 14,645%); e Jan/33, 14,880% (de 14,705%).
… A participação de Galípolo esta manhã no evento da XP coincide justamente com este pico de estresse, que pode cobrar uma dose extra de conservadorismo da política monetária global para enfrentar as pressões inflacionárias.
… Neste contexto de explosão dos preços do petróleo, que reforça a exigência de um aperto do Fed em setembro, a taxa da Note de dez anos chegou a operar momentaneamente acima de 4,7% pela primeira vez em um ano e meio.
… Fechou colada nesta marca, a 4,699% (de 4,660% no pregão anterior). A de 2 anos subiu a 4,349% (de 4,306%), enquanto o dólar avançou para a máxima em três semanas, resgatando a sua função clássica de hedge na crise.
… O índice DXY subiu 0,32%, a 101,444 pontos, e o vigor do dólar acabou deixando em segundo plano o impacto sobre o euro do tom hawkish assumido por Lagarde, após o BCE ter mantido os juros estáveis, como se esperava.
… Ela apontou a perspectiva de inflação acima da meta até pelo menos a metade de 2027 e revelou que alguns dirigentes defenderam alta do juro já na reunião de ontem, embora a opção por manutenção tenha sido unânime.
… Na avaliação do ING, o BCE praticamente contratou um aperto em setembro. O Barclays concorda que o encontro desta quinta reforçou a leitura de que vem 25 pontos-base por aí, se a inflação não mostrar alívio convincente.
… Seria de se imaginar que o euro subisse com a conversa de que o BCE está com a bala na agulha para elevar o juro. Mas como o petróleo dominou a cena e puxou o dólar, a moeda europeia fechou em queda de 0,27%, a US$ 1,1378.
… Já enfraquecido, o iene ficou ainda mais fraco, perdeu 0,43%, a 163,80 por dólar, e tocou as mínimas em 40 anos. Mas o BC japonês manteve apenas as advertências verbais habituais, de adotar “medidas decisivas” se preciso.
… De seu lado, a libra esterlina, já afetada pelos ruídos fiscais no Reino Unido, recuou mais 0,43%, para US$ 1,3318.
PERDEU A POSE – O rali do petróleo foi tanto, que desta vez nem o câmbio doméstico manteve o sangue-frio, mesmo porque, se o Fed ficar mais agressivo, pode deixar o carry trade um pouco menos vantajoso para o Brasil.
… O dólar à vista interrompeu três dias consecutivos de queda e se reaproximou de R$ 5,10. Fechou em alta de 0,64%, cotado a R$ 5,0839, assumindo status de ativo defensivo, diante do petróleo na espiral de nervosismo.
… O Brent nas alturas viabilizou o quinto pregão consecutivo de ganhos para as ações da Petrobras (ON, +1,32%, a R$ 48,53; e PN, +1,03%, a R$ 42,02), mas não conseguiu impedir que o Ibovespa caísse e perdesse os 177 mil pontos.
… O índice à vista fechou em queda de 0,46%, 176.723,62 pontos, mesmo com os papéis da Vale também ampliando o otimismo (+0,73%; R$ 75,65), ainda no rescaldo do relatório positivo de produção e vendas do segundo trimestre.
… Os bancos assumiram o risk-off e roubaram o fôlego da bolsa. Itaú perdeu 0,79%, a R$ 42,56; Bradesco PN recuou 1,32% (R$ 18,72); Bradesco ON caiu 1,15% (R$ 16,33); BB ON, -0,76% (R$ 20,93); e Santander unit, -1,19% (R$ 26,63).
… A alta dos juros futuros prejudicou papéis cíclicos, como MRV (-4,58%), Assaí (-4,40%) e Azzas 2154 (-4,27%).
… Já os papéis da Rumo dispararam 2,35% e lideraram os ganhos do Ibovespa, depois de o Itaú BBA ter divulgado relatório a respeito do interesse do Grupo México pela participação da Cosan na empresa.
… Em Wall Street, não bastasse o petróleo ter subido feito louco, o investidor teve ainda que lidar com o desconforto dos altos investimentos em inteligência artificial, o que abriu um onda de vendas nas bolsas americanas ontem.
… O medo de que as gigantes de tecnologia estejam gastando demais em projetos de IA provocou derrocada nas ações de duas magníficas, no day after dos balanços: Alphabet afundou 7,13% e Tesla registrou queda livre de 14,5%.
… O índice eletrônico Nasdaq foi o que mais sentiu a pressão. Fechou em baixa firme de 2,15%, aos 25.137,69 pontos. O S&P 500 caiu 1,21%, para 7.408,30 pontos, e o Dow Jones perdeu 0,97%, aos 51.711,65 pontos.
CIAS ABERTAS NO AFTER – PICPAY recebeu aprovação final do BC para concluir a aquisição da seguradora digital Kovr, por R$ 675 milhões.
SAMARCO produziu 3,9 milhões de toneladas de pelotas e finos de minério de ferro no segundo trimestre, estável ante um ano antes. As vendas recuaram 1% na mesma comparação, para 3,9 milhões de toneladas.
CSN CIMENTOS. A italiana Cementir surgiu como candidata à compra de ativos da companhia, em parceria com a Votorantim Cimentos, segundo a coluna de Lauro Jardim/O Globo.
ISA ENERGIA levantou R$ 1,198 bilhão em oferta subsequente de ações, com a venda integral do lote adicional, segundo fontes da Broadcast.
ENEVA recebeu R$ 340 milhões da Vale pelo encerramento antecipado do contrato de fornecimento de GNL para as operações da mineradora em São Luís (MA).
CELESC aprovou R$ 40 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,97772 por ação ordinária e R$ 1,075492 por ação preferencial. A base acionária será 31/07…
… Subsidiária Celesc Geração iniciará processo para vender as participações nas SPEs Xavantina Energética e Garça Branca Energética.
AXIA convocou AGE para 28/08 para deliberar sobre a incorporação das subsidiárias Juno, Tijoá, Retiro Baixo e SPE Nova Era Janapu.
MOVIDA. Goldman Sachs passou a deter posição em derivativos equivalente a 5,10% das ações da companhia.
BRASILAGRO aprovou emissão de até R$ 200 milhões em CPR junto ao Banco do Brasil, além de revisar sua política de hedge.
ALLOS atualizou para R$ 0,29194 por ação o valor da segunda parcela dos dividendos intermediários, com pagamento em 04/08.
DAYCOVAL captou R$ 2,5 bilhões em letras financeiras, em operação que recebeu demanda de R$ 6,1 bilhões.