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Mostrando postagens de janeiro 2, 2025

Expectativas atendidas

 Difícil se ter clareza sobre os objetivos e metas. Mas há de perseverar. Sempre.  🌎 Bolsa da Argentina brilha em 2024; Ibovespa amarga pior resultado desde 2015 📉📈 O S&P hashtag # Merval , principal índice da Bolsa de Valores da Argentina, foi o grande destaque global em 2024, com uma valorização de 174,46% em pesos argentinos e 114,91% em dólares! 🤑💹 Já o hashtag # Ibovespa , principal índice da Bolsa brasileira, teve queda de 29,92% em dólares, registrando seu pior desempenho desde 2015. 😔💸 📊 Destaques do levantamento da Elos Ayta : ✔️ S&P hashtag # Merval (Argentina): +114,91% em dólares ✔️ hashtag # Nasdaq (EUA): +28,64% 🚀 ✔️ hashtag # Ibovespa (Brasil): -29,92% em dólares 🔻 O resultado argentino reflete o otimismo do mercado com o governo de Javier Milei, que implementou políticas ultraliberais para reduzir os gastos públicos e aumentar as reservas de dólares. 🇦🇷💰 Enquanto isso, o mercado brasileiro enfrentou desconfiança em relação à conduç...

Confiance Tec

 🔹ConfianceTec. Economista Julio Hegedus. Abrindo os trabalhos no primeiro dia útil do ano pensando como deveremos atravessar este difícil período. No BCB, assume o leme Gabriel Galípolo, mas o cenário enfrentado terá q ser marcado pela dureza nas decisões, até porque a depreciação da moeda nacional passou de 24% em 2024. Ou seja, repasses a vista. Diante disso, não restará ao BCB outra saída a não ser atuar com a devida prudência. Duas elevações de taxa Selic já parecem definidas, nas reuniões do Copom em fins de janeiro (28 e 29) e meados de março (18 e 19). Iremos a 14,25%, mas muitos consideram haver espaço para 15%. É no front fiscal, no entanto, que o cenário se mostra ainda mais desafiante. Como fechar o ano com saldo primário dentro do intervalo de zero até DÉFICIT de 0,25 pp do PIB? E a governança? Este me parece o ponto mais delicado. Uma reforma ministerial se avizinha e o governo segue muito pressionado pelas diversas intervenções do presidente Lula, guiado pelo PT. Ag...

Várias contribuições

 

Livros

  " O livro de Marshall B. Reinsdorf e Louise Sheiner oferecem, em The Measure of Economies: Measuring Productivity in an Age of Technological Change, uma análise pertinente e necessária ao panorama económico contemporâneo. Este trabalho, publicado em 2024, desafia os métodos tradicionais de medição do PIB, argumentando que as práticas do século XX são inadequadas para avaliar a produtividade no contexto do século XXI, marcado pela transformação tecnológica. Com capítulos assinados por peritos em economia, a obra não se limita a apresentar os problemas inerentes às práticas actuais, mas propõe alternativas inovadoras que abrangem áreas como a economia digital, os cuidados de saúde e o ambiente. A estrutura é equilibrada, alternando entre a crítica aos métodos estabelecidos e as propostas de solução, o que proporciona uma leitura informativa e dinâmica. Um dos pontos fortes deste livro é a sua capacidade de abordar questões complexas de forma acessível, sem sacrificar a profundidad...

Benito Salomão

 

FMI: FERTILIDADE ABAIXO DA MÉDIA

  Mais da metade dos países e áreas do mundo, representando dois terços da população global, agora têm taxas de fertilidade abaixo do nível de reposição de 2,1 filhos por mulher. O que isso significa para as gerações futuras? Explore nosso artigo visual que mergulha no declínio global da fertilidade e seu impacto econômico. https://lnkd.in/emGfjMxY

NEWS 0201

 NEWS - 02.01 Agora é com ele: Galípolo assume o BC com desafios amplificados / Novo presidente do Banco Central (BC) agrada em ‘test drive’, mas terá que lidar com orçamento apertado e avanço da agenda de inovação financeira, em meio a disparada no câmbio e questionamentos sobre independência do governo- O Globo 2/1 Thaís Barcellos Ajudar a reverter o pessimismo com a economia, administrar a política de juros, domar o dólar e a inflação — que segundo as estimativas atuais do mercado deverá estourar a meta também este ano —, além de se provar independente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, são os maiores desafios de Gabriel Galípolo à frente do Banco Central (BC). Mas não são os únicos. Com o orçamento do BC cada vez mais apertado, o novo presidente do órgão tem a missão de dar continuidade à grande marca de seu antecessor, Roberto Campos Neto: a agenda de inovação financeira. Também estão pendentes o regramento para as criptomoedas e um aperto na fiscalização de instituições...