terça-feira, 7 de julho de 2026

A eliminação do Brasil foi merecida

 LEONARDO ATTUCH

A eliminação do Brasil foi merecida
6/ 7/ 2026
A eliminação do Brasil diante da Noruega foi merecida. E há dois culpados centrais por esta derrota: a CBF e Carlo Ancelotti.
A CBF, em primeiro lugar, por ter naturalizado uma ideia absurda: a de que o país mais tradicional do futebol mundial não teria um brasileiro capaz de comandar sua própria seleção. É ridículo que o Brasil, pentacampeão mundial, celeiro de jogadores, técnicos, escolas, ideias e paixões futebolísticas, tenha se colocado na posição subalterna de buscar fora aquilo que deveria ser capaz de produzir dentro de casa.
Se fosse mesmo necessário escolher um estrangeiro — e não era — que fosse Abel Ferreira, do Palmeiras. Abel vive o futebol brasileiro há anos, conhece nossos jogadores, entende o calendário, a pressão, a cultura, os vícios e as virtudes do nosso futebol. Além disso, coleciona títulos. Seria uma escolha muito mais lógica do que apostar em um técnico consagrado na Europa, mas distante da realidade brasileira.
Ancelotti errou ao longo de toda a Copa. Errou nas escalações, nas leituras de jogo e nas substituições. Insistiu em atacantes pouco efetivos, como Raphinha na primeira fase e depois Rayan, duas peças inexpressivas quando o Brasil precisava de protagonismo. Endrick, que deveria ter sido usado mais cedo, só entrou no segundo tempo contra a Noruega, quando o jogo já estava travado e o Brasil precisava desesperadamente de soluções.
Outro erro crasso foi escolher Bruno Guimarães para bater o pênalti. Bruno vinha sendo o melhor jogador do Brasil na Copa, mas foi colocado na fogueira. Caminhou para a bola com o pânico escancarado nos olhos. Um técnico experiente deveria ter percebido isso. Pênalti em jogo eliminatório não é apenas técnica: é cabeça, hierarquia e responsabilidade.
E aí vem outra contradição: se Neymar foi convocado e tinha condições de jogar no segundo tempo, poderia ter começado jogando. Até porque Neymar é o principal batedor de pênaltis do Brasil. Em uma partida decidida nos detalhes, deixar seu jogador mais decisivo no banco foi mais uma demonstração da confusão de Ancelotti.
Também é escandaloso que um técnico receba R$ 5 milhões por mês, tenha contrato renovado até 2030 independentemente dos resultados e ainda faça propaganda para uma cervejaria, a Ambev. A seleção brasileira não pode ser tratada como plataforma de marketing nem como brinquedo de cartolas.
Por fim, é hora de acabar com a soberba. O “créu” como resposta à remada viking norueguesa foi outra cena ridícula. Além de desrespeitar o adversário, associa o Brasil ao deboche barato e ao sexismo. A Noruega respondeu em campo. Com seriedade, organização e Haaland.
O Brasil perdeu porque mereceu perder. E só voltará a vencer quando recuperar o respeito por si mesmo, por sua história e também pelos adversários.

MALU GASPAR



O que a “vida de merda” de Malu Gaspar revela sobre Vorcaro
Malu Gaspar: honestidade que um crápula como Daniel Vorcaro jamais entenderia.
Paulo Polzonoff para a Gazeta do Povo:
O banqueiro Daniel Vorcaro mandou vasculhar a vida da jornalista Malu Gaspar. Canalha! Mas não encontrou nada. Nem multa de trânsito! Aí, acostumado que estava a comprar políticos e autoridades, ele cogitou a possibilidade de pagar à jornalista uma bolada. A ideia foi rechaçada de pronto pelo publicitário Thiago Miranda, cúmplice de Vorcaro na tramoia. “O problema é que ela não liga para dinheiro. Vive uma vida de merda. Jornalista esquerdista”, escreve o sujeitinho.
Curiosa e interessante a conclusão a que chega o publicitário. Se a Malu Gaspar não liga para dinheiro, logo ela vive “uma vida de merda”. Meu Deus! Que gente baixa. Caída. Gente que se acha capaz de comprar todo mundo porque, no fundo, já se vendeu também. O “vida de merda”, aliás, ecoa para além do palavrão vulgar. Tem toda uma concepção filosófica nesse diagnóstico. Thiago Miranda e Daniel Vorcaro partem de um pressuposto comum: o de que uma vida honesta e que não aspira ao luxo cafona dessa gentalha se traduz numa vida infeliz. Que patifaria!
Multas de trânsito
Ao ler a nauseante troca de mensagens, porém, fico me perguntando quantos colegas jornalistas sobreviveriam a uma devassa em suas vidas. Ainda mais sendo famosona e tratando de grandes escândalos envolvendo políticos e autoridades de grossíssimo calibre, como é o caso da Malu Gaspar. De repente, um nome me vem à mente. Esse mesmo. Não sei por quê. Coitado. Depois penso em outros nomes. Em histórias que a gente ouve por aí. Penso em gente, jornalistas ou não, que se vende por muito menos. Muito pouco. Quase nada. Mas se vende.
Penso também nos pecadilhos que temos todos e que, a depender do contexto, se transformam em erros imperdoáveis. Nas multas de trânsito. Naquela vez, lá em 1995, em que tomei uma decisão errada. Ou 2002, que seja. Em palavras ditas e escritas. No que fui e no que sou. No que ainda pretendo ser, se Deus permitir que eu me torne. E aí me dou conta de que essa é uma das artimanhas mais eficientes do inimigo: o juízo eterno, impermeável ao perdão e à redenção. Como se um mal menor cometido há trocentos anos impedisse uma pessoa de mudar. De fazer o bem. De perseguir a verdade. Hoje e agora.

Call Matinal 0707



Call Matinal 07/07/2026
Julio Hegedus Netto, economista

MERCADOS EM GERAL

FECHAMENTO (0607)
MERCADOS
Na segunda-feira (06), o Ibovespa fechou em baixa de 0,93%, aos 172.447,58 pontos, após oscilar entre 171.621,70 e 174.057,47. Volume somou R$ 17,2 bilhões. Já o dólar à vista fechou em queda de 0,71%, a R$ 5,1320.

PRINCIPAIS MERCADOS
Os índices futuros dos EUA operam mistos nesta terça-feira (07), enquanto os investidores acompanham uma nova rodada de volatilidade no setor de tecnologia. O movimento foi desencadeado pela reação negativa do mercado aos resultados da Samsung, que, apesar de registrar números robustos, acabou frustrando expectativas ainda mais elevadas.

MERCADOS 5h30

Índices
Comentários

EUA
Dow Jones Futuro: +0,26%
S&P 500 Futuro: -0,15%
Nasdaq Futuro: -0,88%

Ásia-Pacífico
Shanghai SE (China), -1,26%
Nikkei (Japão): -2,12%
Hang Seng Index (Hong Kong): -0,51%
Nifty 50 (Índia): +0,06%
ASX 200 (Austrália): -0,31%

Europa
STOXX 600: +0,18%
DAX (Alemanha): -0,17%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,58%
CAC 40 (França): +0,68%
FTSE MIB (Itália): +0,45%

Commodities
Petróleo WTI, +0,83%, a US$ 69,12 o barril
Petróleo Brent, +0,94%, a US$ 72,69 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,47%, a 735,50 iuanes (US$ 108,22)
Bitcoin, -1,16%, a US$ 63.015,52



Dia 0706

No Oriente Médio, as negociações entre EUA e Irã continuam avançando, entre uma estocada ou outra de grupos terroristas, Irã e Israel. Mesmo assim, em paralelo, a OPEP+ normaliza sua oferta de petróleo, o que coloca os preços dos barris Brent e WTI em patamares mais próximos da “normalidade”. Na agenda mais fraca do dia, a expectativa se desloca para a ata do Fed, amanhã, quarta-feira, e para o IPCA de junho, na sexta, principal teste para as apostas de novo corte da Selic em agosto. Um evento importante foi o Hamas anunciar a dissolução do órgão que administrava a Faixa de Gaza desde 2007, abrindo caminho para um comitê tecnocrático.

Por fim, em estudo recente, o Banco Mundial revisou sua leitura sobre a economia chinesa:
1) o crescimento da China provavelmente desacelerará ainda mais para 4,3% em 2027, à medida que o reequilíbrio econômico em direção ao consumo permanecer gradual. Previsão de crescimento da China diminuirá para 4,4% em 2026
2) Riscos para perspectivas globalmente equilibradas: Os riscos do fornecimento global de energia persistem apesar do recente declínio da incerteza e da queda nos preços do petróleo

Agenda

Terça-feira, 07/07
8h00 - IGP-DI de junho, divulgado pela FGV
10h30 - Anfavea apresenta os resultados do primeiro semestre e revisa as projeções para 2026
11h00 - Tesouro realiza seu leilão de NTN-Bs com vencimentos em 2031, 2037 e 2050, além de LFTs para 2032
Estados Unidos: balança comercial de maio (9h30), com expectativa de déficit de US$ 77,5 bilhões
Zona do Euro: produção industrial da Alemanha
Reino Unido: Relatório de Estabilidade Financeira do BoE, seguido de entrevista do presidente Andrew Bailey.

O melhor cabo eleitoral do LULA

 *O melhor cabo eleitoral de Lula*


O Estado de S. Paulo.

06 de jul. de 2026

Ao pedir ao governo dos EUA que espere passar as eleições para impor um novo tarifaço ao Brasil, Flávio Bolsonaro dá de bandeja ao petista o discurso de defesa da pátria


Opresidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem do que se queixar. Seu principal adversário na disputa eleitoral, o senador Flávio Bolsonaro, não para de dar tiros no próprio pé. O mais recente foi um documento de 86 páginas que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro enviou ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para implorar ao governo americano que suspenda um novo tarifaço contra o Brasil até a definição das eleições, em outubro.


O senador argumentou que a imposição de tarifas fortaleceria as chances eleitorais de Lula, como aconteceu há um ano, quando os Estados Unidos impuseram um tarifaço. O raciocínio é simples: como a família Bolsonaro trabalhou incessantemente para persuadir o governo americano a punir o Brasil em razão da prisão do ex-presidente, qualquer medida tomada por Washington contra o País é automaticamente vista como resultado dessa influência.


Está claro, portanto, que o único objetivo de Flávio com sua carta não é tentar dissuadir o governo americano a desistir das tarifas, e sim evitar que Lula fature politicamente com esse novo ataque ao Brasil.


Trata-se de algo assombroso mesmo para alguém como Flávio, tão subserviente ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Poucos dias antes, o senador já havia oferecido a Trump a possibilidade de palpitar abertamente no processo de transição de governo no Brasil caso seja eleito, um evidente absurdo.


Agora, no momento em que o governo brasileiro envia sua defesa contra a ameaça de outro tarifaço dos Estados Unidos, Flávio dobra a aposta e trabalha com afinco para atrapalhar o Brasil em nome de seus projetos políticos.


Flávio Bolsonaro parece muito mal assessorado. Compreende-se a apreensão do senador com os danos eleitorais causados pela imposição de tarifas americanas contra o Brasil, porque não é possível dissociá-las de seu sobrenome. Mas a iniciativa de pedir ao governo americano que espere as eleições para castigar o Brasil mostra que o senador não tem a menor consideração pelo país que pretende governar e que a única razão de sua candidatura é derrotar Lula.


Por tabela, Flávio convidou Trump explicitamente a interferir na eleição brasileira ao vincular a imposição de tarifas ao calendário eleitoral, o que é um verdadeiro atentado à democracia do País. Em troca, o senador ofereceu aos americanos uma “busca agressiva” de acordos comerciais, o que passaria pelo abandono do Mercosul. Prometeu também rever a carga tributária sobre cartões de crédito, dominados por empresas americanas, e zerar as tarifas sobre o etanol americano. É o pacote completo da subserviência.


De bate-pronto, Lula fez bom uso do presentão recebido. “É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos”, publicou o perfil do presidente no X. Para Lula, trata-se de “mais uma atitude de traidores da Pátria”.


Já ficou claro, a esta altura, que Flávio Bolsonaro e a coordenação de sua campanha não sabem o que fazer para reduzir o desgaste causado pela decisão dos Estados Unidos de punir o Brasil com tarifas. Ainda que a atitude americana provavelmente nada tenha a ver com os pleitos dos lobistas bolsonaristas nos Estados Unidos – e é mesmo difícil acreditar que Trump tenha resolvido fazer algo dessa magnitude só porque um Bolsonaro lhe pediu –, será praticamente impossível dissociar o tarifaço dos Bolsonaros. Afinal, é inesquecível o efusivo agradecimento do ex-deputado Eduardo Bolsonaro a Trump depois que os Estados Unidos impuseram uma tarifa de 50% aos produtos brasileiros, há um ano.


O efeito disso tudo não é apenas o desgaste de Flávio, de resto um candidato fraquíssimo, que não tem a apresentar nada além de seu sobrenome. É a injeção de oxigênio na campanha de Lula a poucos meses da eleição. Se a ideia dos Bolsonaros é ajudar a reeleger Lula para manter vivo o inimigo que justifica sua existência política, está funcionando. •

Modelo Piovesan de Convergência dos Paradoxos (MPCP)

📊 *MPCP – Brasil 2031: Os Quatro Cenários para a Dívida Pública* 


O Modelo Piovesan de Convergência dos Paradoxos (MPCP) analisa a dívida pública como parte de um sistema integrado envolvendo economia, geopolítica, juros, inflação, câmbio e confiança.


Cenário 1 – Continuidade das tendências fiscais atuais


Hipótese: manutenção da orientação fiscal atual, sem mudanças estruturais relevantes.


Resultado estimado:


• 2026: 81%


• 2027: 83%


• 2028: 85%


• 2029: 88%


• 2030: 91%


• 2031: 93%–95%


---


Cenário 2 – Escalada envolvendo Taiwan


Além do cenário anterior:


• dólar mais forte;


• inflação importada;


• juros elevados por mais tempo;


• maior custo da dívida.


Resultado estimado em 2031:


98%–101% do PIB.


---


Cenário 3 – Correção severa da IA


Uma desaceleração global provocada por uma forte correção dos investimentos em Inteligência Artificial reduziria o crescimento mundial.


Resultado estimado:


96%–98% do PIB.


---


Cenário 4 – Convergência dos três fatores


Continuidade das tendências fiscais + Taiwan + forte desaceleração global.


Resultado estimado:


102%–105% do PIB.


---


O ponto mais importante não é atingir determinado percentual da dívida.


O verdadeiro risco ocorre quando:


• os juros aumentam;


• o câmbio perde estabilidade;


• a inflação retorna;


• investidores exigem prêmios maiores;


• o custo da dívida cresce mais rapidamente que o PIB.


Esse é o verdadeiro ponto de inflexão do MPCP.


Ao mesmo tempo, o Brasil possui enormes vantagens competitivas em alimentos, energia, petróleo, minerais críticos e bioeconomia. A forma como essas oportunidades serão aproveitadas poderá alterar significativamente qualquer uma dessas trajetórias.


Adley Piovesan

Economista | Desenvolvedor do Modelo Piovesan de Convergência dos Paradoxos (MPCP)

BDM Matinal Riscala

 *Rosa Riscala: Agenda fraca transfere o foco para o Fed e o IPCA*


… As negociações entre Estados Unidos e Irã continuam avançando entre declarações contraditórias. Trump continua produzindo manchetes. Mas a influência da geopolítica sobre os mercados já não parece a mesma. Com a oferta global de petróleo se recompondo e os preços próximos aos níveis anteriores à guerra, investidores voltam a concentrar a atenção naquilo que realmente deve definir o comportamento dos ativos nas próximas semanas: inflação, juros e atividade econômica. Na agenda mais fraca do dia, a expectativa se desloca para a ata do Fed, amanhã, quarta-feira, e para o IPCA de junho, na sexta, principal teste para as apostas de novo corte da Selic em agosto.


PETRÓLEO PERDE PROTAGONISMO – Ontem à noite, dois navios mercantes foram atingidos no Estreito de Ormuz e o governo Trump atribuiu os ataques ao Irã. O risco à navegação pressionava o petróleo nas primeiras horas.


… Mas nos últimos dias a commodity tem ficado em segundo plano, diante do acordo provisório de paz.


… O petróleo voltou a recuar nesta segunda-feira com a decisão da Opep+ de elevar a produção pelo quinto mês seguido, somada à recuperação gradual do fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz.


… Reforçando a percepção de que a geopolítica deixou de ser o principal fator de formação dos preços, o Brent/setembro fechou em baixa de 0,18%, a US$ 71,99, enquanto o WTI/agosto caiu 0,20%, a US$ 68,55, ambos permanecendo próximos aos níveis anteriores à guerra.


… O movimento ganhou ainda mais força depois que a Arábia Saudita promoveu um corte expressivo nos preços oficiais de venda para a Ásia, sinalizando um ambiente de maior oferta e competição entre os grandes exportadores.


… Na mesma direção, o petróleo russo do tipo Urals voltou aos níveis pré-guerra.


… No campo diplomático, o presidente Donald Trump afirmou que as negociações com o Irã seguem “muito bem”, embora tenha advertido que os Estados Unidos “terminarão o trabalho” caso um acordo não seja alcançado.


… Foi importante também o Hamas anunciar a dissolução do órgão que administrava a Faixa de Gaza desde 2007, abrindo caminho para um comitê tecnocrático. As novas manchetes, porém, tiveram impacto limitado sobre os preços.


… Os investidores continuam atentos à evolução da oferta global de petróleo e em seus efeitos sobre a inflação e a política monetária.


CÚPULA DA OTAN – Depois de meses discutindo guerras, a Otan começa nesta terça-feira a discutir a conta.


… Reunidos em Ancara, os líderes da aliança militar terão de mostrar como pretendem financiar o maior esforço de defesa desde o fim da Guerra Fria, em resposta às cobranças de Donald Trump e ao novo ambiente de segurança na Europa.


… Na véspera da cúpula, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, pediu que os 32 países apresentem planos “claros, concretos e críveis” para cumprir a nova meta de destinar 5% do PIB à defesa.


… O desafio vai além da estratégia militar: envolve o espaço fiscal dos governos e a capacidade de financiar esse aumento de gastos sem comprometer as contas públicas. A dimensão da mudança já aparece na Alemanha.


… Segundo o Financial Times, o governo pretende emitir mais de 800 bilhões de euros em dívida até 2030 para reforçar o orçamento militar e ampliar o apoio à Ucrânia, rompendo com décadas de austeridade.


… Nesta segunda, o presidente americano – que participará da cúpula – voltou a aumentar a pressão sobre os aliados, ao trocar novas críticas públicas com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.


AS AVENTURAS DE DONALD TRUMP – Donald Trump elevou mais um degrau na mistura entre política e futebol.


… O presidente americano confirmou nesta segunda-feira que telefonou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir a revisão da suspensão do atacante Folarin Balogun e admitiu que considerou injusto o cartão vermelho aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus.


… “Pedi uma revisão porque não achei que tivesse sido falta”, afirmou ele.


… A revelação veio acompanhada de uma reportagem do The New York Times, segundo a qual a Casa Branca coordenou uma ofensiva jurídica para tentar reverter a punição, mobilizando advogados, integrantes do governo e até a força-tarefa criada para a Copa do Mundo.


… Segundo o jornal, o material encaminhado à Fifa incluía acusações, sem evidências, de que Claus teria envolvimento com manipulação de resultados no futebol brasileiro — alegações rejeitadas pela CBF, pela Federação Paulista e pela própria Fifa.


… Apesar de Infantino confirmar que conversou com Trump, o dirigente afirmou que a decisão cabe exclusivamente aos órgãos judiciais independentes da entidade. Ainda assim, a Fifa autorizou Balogun a enfrentar a Bélgica mesmo após a expulsão!!!


+ UM CAPÍTULO – E depois de pedir à Fifa a revisão de um cartão vermelho, Trump anunciou que também não pretende devolver os sinos de abertura da NYSE e da Nasdaq, usados por ele em uma cerimônia na Casa Branca.


… “Gostei dos sinos e não vou devolver”, disse o presidente, antes de voltar a criticar os investidores vendidos (“short sellers”), que, segundo ele, são os únicos que não estão ganhando dinheiro com a alta das bolsas.


USTR – A audiência pública promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos terminou nesta segunda sem mudanças na investigação sobre as práticas comerciais brasileiras, mas deixou uma impressão positiva entre os representantes do setor privado.


… Em vez de um embate político, os debates tiveram caráter predominantemente técnico, concentrando-se nos impactos que uma eventual sobretaxa de 25% teria sobre empresas, cadeias produtivas e consumidores americanos.


… Nas apresentações, entidades como CNI, Amcham, Cecafé, Abics e Unica convergiram para um mesmo argumento: a maioria das exportações brasileiras para os Estados Unidos é formada por insumos industriais e matérias-primas que abastecem a própria economia americana.


… Assim, tarifas adicionais elevariam custos para empresas locais, reduziriam sua competitividade e poderiam deslocar fornecedores brasileiros em favor de concorrentes asiáticos, especialmente a China.


… A tese também foi reforçada por grandes empresas americanas. Em manifestações encaminhadas ao USTR, companhias como Coca-Cola, Tesla e eBay defenderam a manutenção de isenções ou a adoção de exceções para produtos brasileiros.


… Para elas, as tarifas adicionais prejudicariam cadeias de suprimentos, elevariam custos e reduziriam a competitividade dos Estados Unidos.


… O café ganhou destaque nas discussões. Representantes do setor defenderam a inclusão do café solúvel entre os produtos isentos das tarifas, argumentando que o Brasil é fornecedor insubstituível para a indústria americana de bebidas.


… Na avaliação dos participantes, o clima da audiência foi mais construtivo do que o observado em 2025, com questionamentos mais técnicos por parte do USTR e maior disposição para compreender o funcionamento das cadeias produtivas entre os dois países.


… Nesta terça-feira, os trabalhos continuam a partir das 11h, com novos painéis, entre eles o do senador Flávio Bolsonaro, além da audiência sobre trabalho forçado, que pode resultar em uma tarifa adicional de 12,5%.


VALE NO AFTER – Sem susto com a renúncia imediata de Daniel Stieler como presidente do conselho de administração, anunciada após o fechamento e precificada no pregão regular, o ADR teve alta moderada de 0,30%.


CURTAS DA POLÍTICA – O Itamaraty afirmou, em ofício enviado à Câmara dos Deputados, que a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas pode trazer riscos à soberania brasileira.


… Esses riscos incluiriam eventual aplicação de medidas extraterritoriais e, no limite, até o uso da força militar. O governo brasileiro sustenta que a medida não favorece a cooperação bilateral no combate ao crime organizado e pode produzir impactos econômicos e diplomáticos.


FLÁVIO BOLSONARO. O Partido Liberal marcou para 25 de julho, em São Paulo, a convenção nacional que oficializará a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. O evento será realizado no Mercado Pago Hall, na Arena Pacaembu.


… A escolha da capital paulista é considerada estratégica por concentrar o maior colégio eleitoral do País e pelo palanque de Tarcísio de Freitas.


PEC DO BC. A proposta de emenda à Constituição que amplia a autonomia administrativa, financeira e orçamentária do Banco Central ficou fora da pauta do Senado nesta semana e, sem previsão de votação, deve permanecer travada pelo menos até o fim das eleições.


PETRÓLEO. O Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) criticou a possibilidade de o governo manter o Imposto de Exportação sobre o petróleo bruto mesmo após a perda de eficácia da MP que criou a cobrança.


… A entidade avalia que a medida amplia a insegurança jurídica, tem caráter arrecadatório e pode comprometer investimentos no setor.


AGRO. O governo criou um grupo de trabalho para monitorar os possíveis impactos de um “Super El Niño” sobre a safra 2026/27. A preocupação envolve eventuais efeitos sobre a produção agrícola, a inflação dos alimentos e a necessidade de reforçar instrumentos como o seguro rural.


AGENDA – A terça-feira traz um calendário mais fraco de indicadores, enquanto os mercados se preparam para os eventos que realmente podem definir a trajetória dos juros nos próximos dias, aqui e nos Estados Unidos.


… No exterior, os investidores aguardam a ata da última reunião do Fed amanhã, quarta-feira, e a ata do BCE, na quinta. No Brasil, o principal driver da semana é o IPCA de junho, na sexta-feira, dado que pode consolidar ou não as apostas em novo corte da Selic em agosto.


… Ontem, o Focus interrompeu a sequência de deterioração das expectativas de inflação, contribuindo para o fechamento da curva de juros, embora o mercado permaneça dividido sobre a intensidade do ciclo de flexibilização monetária.


… Hoje, o destaque do dia é o IGP-DI de junho, divulgado pela FGV às 8h, com mediana de -0,60%, após alta de 0,87% em maio.


… Às 10h30, a Anfavea apresenta os resultados do primeiro semestre e revisa as projeções para 2026 e, às 11h, o Tesouro realiza seu leilão de NTN-Bs com vencimentos em 2031, 2037 e 2050, além de LFTs para 2032.


… A operação será acompanhada de perto pelo mercado após as declarações do secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, sobre a possibilidade de novas atuações no mercado de títulos públicos.


… Parte dos investidores espera que o Tesouro repita a estratégia de ofertar volumes reduzidos de NTN-Bs, evitando pressionar a curva de juros.


… De madrugada, lá fora, saem a produção industrial da Alemanha e o Relatório de Estabilidade Financeira do BoE, seguido de entrevista do presidente Andrew Bailey. Já os Estados Unidos divulgam a balança comercial de maio (9h30), com expectativa de déficit de US$ 77,5 bilhões.


… Em Wall Street, investidores seguem acompanhando o início da temporada de balanços do setor de tecnologia, depois que a Foxconn divulgou vendas acima das expectativas, reforçando a percepção de que a demanda por inteligência artificial permanece robusta.


PORTA DO FLUXO – Ostentando ontem a melhor performance entre todas as moedas mais importantes do mundo, o real não apenas se afastou dos R$ 5,20, como voltou à faixa de R$ 5,13, com entrada de dólares pelo canal comercial.


… Apesar de o petróleo ter caído, o que, em teoria, poderia ter levado o investidor a apostar contra a divisa doméstica, a soja deu um salto de mais de 4% e o Brasil exportou volume recorde de carne no primeiro semestre.


… O noticiário otimista sobre o fluxo das commodities embalou o câmbio, que conseguiu se blindar das tensões do tarifaço impostas pelo início da audiência pública em Washington sobre as políticas e práticas comerciais do Brasil.  


… O dólar à vista fechou em queda de 0,71%, a R$ 5,1320, distanciando-se da tendência global, onde a moeda americana se mantém próxima da estabilidade, à espera de um quadro mais concreto sobre os passos do Fed.


… O dirigente do BC americano Christopher Waller destacou que o sucessor de Powell, Kevin Warsh, sempre teve compromisso com a meta de inflação e que não imagina que ele bote pressão por juros baixos só para acatar Trump.


… Apesar disso, uma pausa do Fed em julho continua precificada como aposta principal e ampla no CME, e um corte em setembro não está descartado, especialmente depois do payroll fraco e da reversão do choque do petróleo.


… Amanhã, tem a ata e, semana que vem, o CPI e a participação de Warsh na apresentação do Relatório Semestral de Política Monetária do Fed ao Congresso entram como gatilhos importantes para calibrar as apostas para os juros.


… Por enquanto, apesar da expectativa dovish, o índice DXY ainda resiste a embarcar em uma onda de queda. Por mais um pregão, fechou estável ontem, aos 100,853 pontos, com alta marginal de 0,03% do euro, a US$ 1,1442.


… A libra subiu 0,31%, para US$ 1,3391, e o iene caiu a 162,09 por dólar, ainda sem uma intervenção do BoJ. Se o Japão não atuar, o Société Générale projeta que a moeda japonesa se deprecie ainda mais, ao nível de 165/US$.


… Diante da percepção de menor urgência do Fed em aumentar os juros em julho, as taxas dos Treasuries vão operando o potencial alívio: o retorno da Note de dois anos caiu a 4,112% (de 4,172% antes do feriado).


A EQUAÇÃO DO CARRY TRADE – Combinada à perspectiva de que o Fed possa pegar mais leve, cresce também a chance de corte da Selic pelo Copom. Mas mesmo que a Selic caia, ainda deve permanecer em nível bem elevado.


… Dentro deste contexto de diferencial ainda vantajoso nas taxas, o câmbio tende a se manter comportado.


… A queda do dólar abaixo de R$ 5,15 ontem somou-se à baixa dos yields dos Treasuries e do petróleo para garantir recuo moderado dos juros futuros, em meio à acomodação das expectativas inflacionárias de curto prazo no Focus.


… Às vésperas do IPCA de junho, o boletim semanal trouxe a primeira redução em 16 semanas na mediana das apostas para a inflação deste ano, de 5,33% para 5,30%. Para 2027, a estimativa foi ajustada de 4,17% para 4,18%.


… Para 2028, segue em 3,70% e para 2029, em 3,50%. A previsão para a Selic foi mantida em 14% (2026) e em 12% (2027). Também a projeção para o PIB deste ano não mudou (1,99%). Para 2027, oscilou de 1,68% para 1,69%.


… Desde que Lula não anuncie mais estímulos antes da eleição de outubro e as expectativas de inflação se estabilizem, a Capital Economics avalia que o Copom possa promover mais um ou dois cortes da Selic este ano.  


… Na sexta-feira, o IPCA servirá como tira-teima dos sinais de que os preços estariam perdendo fôlego.


… No fechamento ontem, o DI para Janeiro de 2027 marcou 13,985% (de 13,998% no ajuste anterior); Jan/28, 14,030% (de 14,095%); Jan/29, 14,180% (de 14,260%); Jan/31, 14,290% (de 14,406%); e Jan/33, 14,320% (14,436%).


BOLA DA VEZ – O interesse renovado pelo boom da inteligência artificial foi apontado ontem como o catalisador da rotação de carteiras para o setor de tecnologia, roubando o apetite pelo Ibovespa e transferindo para Nova York.


… Ainda a cautela sobre o tarifaço justificou a menor disposição de risco por aqui, que levou o índice à vista da bolsa doméstica a devolver praticamente todo o ganho dos dois pregões anteriores e voltar ao nível dos 172 mil pontos.


… O Ibovespa fechou em baixa firme de 0,93%, aos 172.447,58 pontos, com giro fraco, de apenas R$ 17,2 bilhões. Em parte, o fluxo reduzido de capital estrangeiro se deve às férias e, em outra medida, expõe o menor apelo pelo Brasil.


… As ações da Petrobras (ON, -1,27%, a R$ 41,85; e PN, -1,25%, a R$ 37,77) recuaram bem mais do que o petróleo (-0,20%), assim como a Vale (-1,33%; R$ 77,79) chamou vendas expressivas, apesar da leve alta de 0,14% do minério.


… O investidor antecipou a saída de Daniel Stieler do comando do conselho de administração, confirmada depois do fechamento dos negócios. Havia uma expectativa de que o executivo deixasse o cargo na AGE do final do mês.


… As blue chips financeiras caíram em bloco: BB ON perdeu 1,05%, cotado a R$ 19,77; Santander unit, -0,89% (mínima de R$ 26,71); BTG unit, -0,82% (R$ 55,38); Itaú PN, -0,42% (R$ 42,56); e Bradesco PN, -0,28% (R$ 17,92).


… Atraído pelas promessas positivas das fabricantes de chips e semicondutores americanas, o capital externo voou para os EUA: S&P 500 ganhou 0,72%, a 7.537,43 pontos, e o Nasdaq engatou alta de 1,12%, a 26.121,16 pontos.


… Mesmo o Dow Jones, que concentra uma quantidade menor de papéis ligados à inteligência artificial, renovou sua máxima histórica, fechando acima dos 53 mil pontos. O índice registrou valorização de 0,29%, aos 53.055,91 pontos.


CIAS ABERTAS NO AFTER – PETROBRAS recebeu R$ 2,7 bilhões em novas parcelas do programa de subsídio ao diesel. Com isso, os repasses acumulados chegam a R$ 4,7 bilhões.


SANTANDER emitiu letras financeiras subordinadas no valor de R$ 1,386 bilhão para compor o capital Nível II.


NUBANK. Banco Central autorizou a Nu Pagamentos a operar no mercado de câmbio…


… Moody’s reafirmou o rating Ba1 da Nu Holdings, com perspectiva estável.


ENGIE. Conselho aprovou a 17ª emissão de debêntures, no valor de R$ 700 milhões. Recursos serão destinados à recomposição de capital de giro e ao plano de negócios.


ENEL. Equatorial e Iberdrola negociam a compra de ativos da Enel no Brasil, segundo o Pipeline/Valor Econômico.


TIM anunciou entrada no mercado de streaming com plataforma TIM Play, com planos entre R$ 9,90 e R$ 89,90 mensais.


MOURA DUBEUX pagará em 14/07 a terceira e a quarta parcelas da distribuição de R$ 100 milhões em dividendos, equivalentes a R$ 1,18367 por ação…


… Lançamentos somaram VGV de R$ 1,012 bilhão no segundo trimestre, queda de 45,7% na comparação anual. A geração de caixa foi de R$ 28,2 milhões.


GAFISA. Redwood passou a deter 26,30% do capital social.


RD SAÚDE. UBS BB reduziu o preço-alvo das ações de R$ 30 para R$ 26 e manteve recomendação de compra.


ONCOCLÍNICAS. Geribá Participações reduziu participação para 4,96% do capital, contra 5,88% anteriormente.


ENJOEI recebeu prazo até 11/08 para reenquadrar a cotação das ações acima de R$ 1 e avalia grupamento de ações.


PRINER. Receita bruta somou R$ 515 milhões no segundo trimestre, alta de 30,6% na comparação anual. Novos contratos totalizaram R$ 966,4 milhões.


LATAM incorporou 13 aeronaves no primeiro semestre e prevê receber mais 28 até o fim do ano. Companhia estima encerrar 2026 com frota de 410 aeronaves.


GOL recebeu o primeiro Airbus A330 para iniciar a operação da rota Rio de Janeiro-Nova York e ampliar a oferta de voos de longo curso.


CVC vendeu o grupo de marinas D-Marin para a InfraVia, em operação que avaliou o ativo entre 1 bilhão e 1,5 bilhão de euros, segundo o Financial Times.

Bankinter Portugal Matinal

 Análise Bankinter Portugal 


Nova Iorque +0,7% EUA tech +1,3% EUA Semis +2,2% UE -0,2% Espanha -0,8% VIX +15,57%. Bund 2,94%. T-Note 4,47%. Spread 2A-10A USA=+35,9pb B10A: ESP 3,44% PT 3,33% ITA 3,72% FRA 3,74%. Euribor 12m 2,69% (fut.12m 2,80%). USD 1,144. JPY 185,5. Ouro 4.165,52$. Brent 72,85$. WTI 69,37$. Bitcoin +1,75% (63.014$). Ether +0,91% (1.768$).


:: SESSÃO. As bolsas asiáticas avaliam com quedas, particularmente a Coreia, após a publicação dos resultados preliminares de Samsung. Embora os resultados batam ligeiramente expetativas, não conseguiram impressionar o mercado. Vendas: 171.000MKRW (+129% a/a) vs. 169.235MKRW esp., como em EBIT: 89.400MKRW (+1.812% a/ a) vs. 84.197MKRW esp. As ações no mercado da Coreia estão a receber os resultados com quedas de -7,6%, o que poderá exercer pressão sobre o setor tecnológico durante a sessão.


A segunda referência será a incorporação de SpaceX no índice Nasdaq-100, com uma ponderação próxima a 0,8%. Este movimento poderá propiciar compras do valor, principalmente por parte dos fundos indexados, e acrescentar algum dinamismo ao mercado.


Além disso, começa a Cimeira da NATO, em Ankara. O foco estará na reunião Trump-Zelenski amanhã, mas ao longo dos dois dias esperam-se anúncios de novos avanços em termos de despesa em defesa (no contexto do aumento para o nível de 5% do PIB exigido aos países membros).


Em relação à macro, às 7 h, conhecemos a Produção Industrial na Alemanha, que saiu melhor do que o esperado (0% vs. -0,3% esp. e -0,5% ant.).


Para a sessão de hoje, o razoável seria um tom mais débil, pelos resultados de Samsung, o que impactará principalmente a tecnologia. Não obstante, não descartamos que a sessão vá de menos a mais, como aconteceu ontem: as bolsas avaliaram com um tom misto: Europa cedia (-0,2%), mas os EUA subiram (+0,7%) após terem estado fechados na sexta-feira pelo feriado do Dia da Independência. O movimento esteve liderado pela tecnologia e, particularmente, pelos semicondutores (+2,2%).


FIM

A eliminação do Brasil foi merecida

  LEONARDO ATTUCH A eliminação do Brasil foi merecida 6/ 7/ 2026 A eliminação do Brasil diante da Noruega foi merecida. E há dois culpados c...