terça-feira, 14 de abril de 2026

Bankinter Portugal Matinal

 Análise Bankinter Portugal 


NY +1,1% US tech +1,1% US Semis +1,7% UEM -0,3% España -1% VIX 19,1% Bund 3,09%. T-Note 4,29%. Spread 2A-10A USA=+51pb B10A: ESP 3,54% PT 3,50% ITA 3,88% FRA 3,71% Euribor 12m 2,71% (fut.12m 2,98%). USD 1,176 JPY 187,5/€. Ouro 4.742 $. Brent 98$. WTI 98$. Bitcoin -0,3% (73.196$). Ether -0,1% (2.254$). 


SESSÃO: Marcada por uma combinação de referências macro relevantes e, principalmente, pelo avanço da temporada de resultados, que se consolida como o principal catalisador do mercado a curto prazo. Embora a geopolítica continue a gerar volatilidade imediata, a sua capacidade de condicionar a direção do mercado é menor enquanto o canal de negociação se mantiver aberto. 


As duas referências macro do dia servirão para avaliar o impacto do recente aumento energético sobre inflação e crescimento. Por um lado, os Preços Industriais nos EUA (13:30 h) deverão mostrar um aumento significativo. Por outro, o FMI publicará o seu World Economic Outlook (14 h), onde se esperam revisões um pouco menos favoráveis de janeiro, tanto em crescimento como em inflação. No conjunto, a leitura será de um contexto um pouco mais exigente – com maior pressão inflacionista e ligeiros ajustes em baixa na atividade – mas sem evidências de uma mudança de ciclo.


Continua o fluxo de resultados empresariais, com protagonismo para o setor bancário nos EUA, e o luxo na Europa, num momento em que o mercado precisa de validar que o sólido crescimento esperado de lucros se mantém apesar do contexto mais incerto. As previsões atuais (+14,1% nos EUA e +4,2% na Europa) continuam consistentes com um cenário de expansão moderada, e qualquer confirmação nesta linha reforçará a ideia de que os fundamentos empresariais podem continuar a atuar como apoio das avaliações. Além dos resultados, será especialmente relevante o tom das guias e comentários das empresas, em particular em relação às margens, impacto de custos energéticos e visibilidade da procura.


CONCLUSÃO: O protagonismo do mercado desloca-se para os resultados empresariais, enquanto a geopolítica fica como fonte de volatilidade tática sem capacidade, por agora, de alterar o cenário de fundo. A macro pode gerar algum ruído, mas o ciclo continua expansivo. Se os resultados confirmarem o bom tom esperado e as guias acompanharem, deverão continuar a atuar como apoio para as bolsas. Mantemos a visão da geopolítica como um “choque” e não como uma mudança de ciclo, especialmente enquanto a negociação continuar. Neste contexto, continuamos a aproveitar episódios de correção para assumir posições seletivas a preços mais atrativos.

BDM MATINAL RISCALA

 *Rosa Riscala: Trump acena com acordo enquanto PPI testa juros*


… Dados da balança chinesa abrem o dia dos mercados globais, que aguardam também o início da temporada de balanços do 1TRI nos Estados Unidos, com os resultados dos grandes bancos, antes da abertura de Nova York. Na agenda dos indicadores, destaque para a inflação do PPI americano e o volume de serviços no Brasil, enquanto as reuniões do FMI começam a render noticiário. No pano de fundo, a geopolítica se mantém como principal driver dos negócios, com o encontro entre representantes de Israel e do Líbano, em Washington, e as negociações entre Estados Unidos e Irã para uma segunda rodada de conversas e nova tentativa de encerrar a guerra no Oriente Médio.


A BOLA ESTÁ COM ELES – O mercado segue refém da geopolítica, com novas tentativas de negociação entre Estados Unidos e Irã dando o start para uma onda de otimismo, que fez os investidores esquecerem do bloqueio anunciado por Donald Trump no fim de semana.


… Após o fracasso da rodada em Islamabad, Washington e Teerã discutem a possibilidade de um segundo encontro presencial antes do fim do cessar-fogo de 15 dias, anunciado em 7 de abril, com locais como Genebra, Turquia e até o próprio Paquistão novamente na mesa.


… Apesar da disposição para retomar o diálogo, o avanço concreto segue limitado.


… O principal entrave está justamente no núcleo da negociação: o programa nuclear iraniano.


… Segundo relatos da imprensa americana, os Estados Unidos exigem a suspensão total do enriquecimento de urânio por até 20 anos e a retirada do material já produzido, enquanto o Irã aceita uma pausa de cinco anos, com manutenção do estoque dentro do país.


… A divergência expõe o tamanho da distância entre as partes e ajuda a explicar por que, apesar do discurso mais construtivo, não houve avanço concreto nas negociações do fim de semana.


… O vice-presidente JD Vance afirmou que houve “muitos progressos”, mas deixou claro que “a bola está com Teerã”, reforçando que os Estados Unidos não abrirão mão da exigência central de impedir o Irã de desenvolver capacidade nuclear.


… Na prática, o impasse permanece: enquanto Washington exige o fim do enriquecimento de urânio e mecanismos rigorosos de verificação, o regime iraniano resiste às condições, classificadas como excessivas, embora mantenha aberta a porta para novas conversas.


… Ao mesmo tempo, a pressão segue elevada no campo operacional, com os Estados Unidos mantendo o bloqueio naval no Estreito de Ormuz, em uma estratégia clara de aumentar o custo para Teerã e forçar concessões — movimento que mantém o risco energético no radar.


… Ainda assim, o mercado passou a ler o conflito com algum grau de acomodação. Declarações de Trump de que foi procurado pelo Irã e de que há interesse em um acordo ajudaram a reverter o mau humor inicial, reduzindo a aversão ao risco ao longo da sessão.


… A percepção dominante entre investidores é de que, apesar da escalada retórica e dos movimentos no terreno, o conflito pode permanecer contido e de curta duração, o que limita, por ora, uma alta mais sustentada nos preços de energia e seus efeitos inflacionários.


… Esse alívio se refletiu diretamente nos ativos, com o petróleo novamente abaixo de US$ 100, recuperação das bolsas, queda do dólar — que aqui furou os R$ 5,00 — e recuo dos juros futuros, em linha com a melhora do apetite por risco global (leia abaixo).


… Em paralelo, o outro eixo de tensão no Oriente Médio também avança, com representantes de Líbano e Israel se reunindo hoje em Washington para negociações diretas inéditas em décadas. O encontro, no entanto, já nasce fragilizado.


… Um alto dirigente do Hezbollah afirmou que o grupo não reconhecerá qualquer acordo que venha dessas negociações, enquanto o governo de Benjamin Netanyahu reforçou que não há previsão de cessar-fogo, mantendo o foco no desarmamento do grupo.


… O quadro, portanto, segue de altíssima incerteza: há tentativa de construção diplomática, mas sem convergência nos pontos centrais, enquanto os movimentos no terreno continuam, mantendo o risco de escalada e sustentando a geopolítica como principal driver dos mercados.


… O sinal mais importante vem de Trump, que demonstra claramente o seu desejo de encerrar o conflito, em meio à crescente pressão doméstica pelos custos da guerra, em um cenário que pode ganhar peso no horizonte político americano.


… Muitas das declarações contraditórias do presidente americano, que confundem a avaliação do cenário, vêm exatamente da necessidade de não admitir uma derrota — o que ajuda a explicar sua insistência em atribuir ao Irã o maior interesse em resolver o impasse.


PLDO NA MESA – O governo deve confirmar amanhã, quarta-feira, o envio do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 ao Congresso, com a fixação da meta de superávit primário em 0,5% do PIB, segundo apuração do Valor.


… O número já havia sido sinalizado anteriormente pela equipe econômica e deve ser mantido como forma de reforçar o compromisso com a trajetória de ajuste fiscal, especialmente em um horizonte que já começa a tangenciar o ciclo eleitoral.


… Internamente, a avaliação é de que a meta é ambiciosa, mas factível, diante do aumento estrutural da arrecadação observado nos últimos anos, além de medidas como o corte linear de benefícios tributários e a expectativa de receitas adicionais com leilões de petróleo.


… O PLDO também deve confirmar as metas indicativas para os anos seguintes — superávit de 1% do PIB em 2028 e de 1,25% em 2029 — além de trazer uma nova referência para 2030, com possibilidade de aceleração no ritmo de consolidação fiscal.


… Na leitura do mercado, a manutenção das metas sinalizadas tende a ser bem recebida do ponto de vista de credibilidade, embora a execução siga como principal ponto de atenção, sobretudo diante do histórico recente de frustração de resultados e da sensibilidade política do tema.


ESCALA 6×1 – Também amanhã (quarta), o governo deve enviar ao Congresso o projeto de lei que prevê o fim da jornada de trabalho 6×1.


… A ideia é sincronizar o envio com um grande ato das centrais sindicais em Brasília, usando a proposta como instrumento de mobilização e reforço de apoio junto à base trabalhista, em um movimento com claro timing político.


… Interlocutores do presidente Lula indicam que o envio depende apenas de alinhamento final com o presidente da Câmara, Hugo Motta.


… Nos bastidores, há divergência sobre o instrumento ideal: enquanto Motta defende uma PEC, que já colocou para andar, o governo prefere projeto de lei, que permite maior controle sobre o texto, inclusive com possibilidade de veto.


… A proposta deve enfrentar resistência no Congresso, tanto pelo impacto potencial sobre o mercado de trabalho quanto pelo ambiente político mais sensível, mas reforça a estratégia do Planalto de avançar em pautas de apelo popular.


ENDIVIDAMENTO – Ainda na pauta eleitoral, o Ministério da Fazenda deve anunciar, na volta da viagem do presidente Lula à Europa, um novo pacote de medidas voltado à redução dos elevados níveis de endividamento.


… Segundo o ministro interino Dario Durigan, o programa está em fase final de elaboração e deve ser apresentado ao presidente após os compromissos no exterior, com expectativa de anúncio na sequência.


… Lula embarca quinta-feira, dia 16, para compromissos em Barcelona e Hannover, onde se encontrará com empresários e executivos europeus, além de agenda em Lisboa, ampliando o diálogo econômico internacional. A volta está prevista para o dia 21.


… Durigan viajou ontem à noite para a reunião do FMI nos Estados Unidos, e deve se encontrar com Lula em Barcelona e na Alemanha.


INSS – Lula decidiu demitir Gilberto Waller do cargo de presidente do INSS para tentar virar a página do escândalo das fraudes em descontos dos aposentados, segundo reportagem do Estadão. Ana Cristina Viana Silveira, servidora de carreira, foi nomeada sua substituta.


… O governo quer se dedicar agora à fila da Previdência, que superou a marca de 2,7 milhões de pessoas em março.


MAIS AGENDA – A leitura da balança comercial da China movimenta as commodities.


… Divulgados ao primeiro minuto desta terça-feira por Pequim, os dados surpreenderam as previsões.


… As exportações tiveram alta anualizada de 2,5% em março, bem abaixo da estimativa de 10,1%. As importações dispararam 27,8% e superaram de longe a expectativa de 8%.


… O superávit comercial teve queda significativa para US$ 51,13 bilhões, abaixo da aposta de US$ 108,2 bilhões.


… Também com divulgação nas primeiras horas do dia, o relatório mensal da Agência Internacional de Energia (AIE) entra no radar, especialmente em meio ao pano de fundo geopolítico mais tenso e às discussões sobre oferta global.


… Nos Estados Unidos, os dados de inflação ao produtor (PPI) de março saem às 9h30, e a expectativa é de aceleração tanto no índice cheio quanto no núcleo, em um teste importante para a trajetória de desinflação, em meio às pressões da alta do petróleo.


… Ainda na agenda americana, o dia é carregado de eventos nos bastidores das reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional, com a divulgação dos relatórios de perspectivas para a economia global (10h) e de estabilidade financeira (11h15).


… Além disso, aguarda-se uma série de participações de dirigentes do Fed ao longo do dia, incluindo Austan Goolsbee (13h15), Michael Barr (13h45), Thomas Barkin e Susan Collins (14h). A presidente do BCE, Christine Lagarde, fala às 18h.


BALANÇOS – A agenda ainda ganha peso com o início da temporada do 1TRI nos Estados Unidos, com os resultados de JPMorgan Chase, Wells Fargo, Citigroup e da BlackRock, todos antes da abertura.


NO BRASIL – O destaque fica para a Pesquisa de Serviços de fevereiro (9h), com expectativa de alta de 0,5% (mediana do Broadcast), após +0,3% em janeiro, sustentada pela resiliência do mercado de trabalho. Na comparação anual, a mediana aponta desaceleração para 1,6%.


… Às 11h, o mercado acompanha mais uma pesquisa de intenção de voto para presidente, da CNT/MDA. Na quarta, sai nova Genial/Quaest, e, na quinta-feira, recorte do Datafolha em Pernambuco e levantamento do Instituto Paraná com eleitores de São Paulo.


FAZ PARTE DO MEU SHOW – Trump mantém a pose e diz que é o Irã que quer negociar. Ao mercado, pouco importa de quem exatamente está partindo a iniciativa para a diplomacia, desde que a guerra caminhe para um desfecho.


… Os negócios operaram em dois tempos: começaram o dia estressados pelo bloqueio americano aos navios vindos de portos iranianos e melhoraram no meio da tarde com os sinais de que o diálogo ainda estaria valendo.


… O petróleo ainda emplacou alta firme, mas fechou abaixo da barreira psicológica dos US$ 100, o dólar furou os R$ 5 pela primeira vez em dois anos e o Ibovespa renovou o recorde duplo e está a 2 mil pontos dos 200 mil pontos.


… Esta marca só era projetada para o final do ano, mas a bolsa está com todo o jeito de que quer antecipar o target.


… O ímpeto comprador vem sendo bancado, em grande medida, pelos investidores estrangeiros, que não param de colocar dinheiro na B3. O forte apetite gringo se refletiu novamente ontem no giro forte do Ibovespa, de R$ 33,8 bi.


… As conquistas do índice à vista viraram rotina: faz dez sessões consecutivas que opera no azul, faz quatro pregões seguidos que fecha em níveis inéditos e ontem foi a décima sétima vez este ano em que marcou máxima histórica.


… Após pico em 198.173,39 pontos, o Ibovespa fechou em alta de 0,34%, aos 198.000,71 pontos, embalado pela esperança renovada de que ainda pode sair um acordo de paz antes de vencer o cessar-fogo temporário.


… Petrobras (ON +1,78%, a R$ 54,96, e PN +1,53%, a R$ 49,78) operou contagiada pela menor percepção de risco e pelo petróleo, que desacelerou com a chance de novas conversas com o Irã, mas ainda fechou sob pressão.


… O Brent para junho disparou 4,36%, mas se afastou das máximas, para fechar abaixo de US$ 100 (US$ 99,36). Vale subiu 2,07% e fechou na melhor cotação do dia (R$ 87,36), em linha com os ganhos do minério de ferro (+1,26%).


… As blue chips das commodities tiveram desempenho melhor do que os bancos, que roubaram parte do fôlego da bolsa. Bradesco PN subiu 0,73% (R$ 20,59), mas Itaú PN caiu 0,52%, a R$ 45,83, e Santander unit, -0,28%; R$ 32,03.


… O mesmo dinheiro estrangeiro que continua entrando com força na B3 e que aproxima o Ibovespa dos 200 mil pontos também explica o dólar agora abaixo de R$ 5, depois de ter completado ontem quatro pregões em queda.


… Em questão de poucas horas, o câmbio deixou de lado o pessimismo com o fracasso das negociações em Islamabad e passou a apostar no sucesso do diálogo, com o dólar voltando à menor cotação desde março de 2024.


… Caiu 0,29%, a R$ 4,9970. Se der tudo certo, pode ir a R$ 4,97 hoje, disse um profissional ao Broadcast.


… O alívio responde à questão geopolítica e ao carry trade, que segue muito vantajoso, porque, mesmo já em ciclo de queda, a Selic ainda continua muito elevada e deve cair devagar, especialmente depois da surpresa com o IPCA.  


TETO SOB PERIGO – A nova deterioração da rodada de projeções do boletim Focus só confirmou nesta segunda-feira o risco cada vez mais evidente de que a inflação oficial estoure o limite da banda de tolerância este ano, de 4,5%.


… Com o mercado surpreendido pelo susto com o IPCA de março (0,88%), a projeção da inflação de 2026 saltou de 4,36% a 4,71% e rompeu o teto da meta. A previsão para 2027 subiu pela terceira semana seguida: 3,91%, de 3,85%.


… A piora nas estimativas estava no script, diante da onda recente de revisões em alta nas apostas para a inflação.


… A curva de juros ainda precifica alguma chance (12%) de o Copom relaxar a Selic em meio ponto na reunião do final do mês, mas os traders estão amplamente posicionados (88%) mesmo é para o corte menor, de 0,25 ponto.


… Foi por esta razão que os juros futuros curtos mantiveram ontem o viés de alta, enquanto os intermediários e longos reproduziram o alívio com os relatos de que os canais de negociação com o governo do Irã seguem abertos.


… No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,100% (de 14,060% no ajuste anterior); Jan/28, 13,515% (contra 13,529%); Jan/29, 13,315% (de 13,368%); Jan/31, 13,350% (de 13,427%); e Jan/33, 13,440% (de 13,506%).


… Na torcida pelo novo encontro presencial das comitivas americanas e iranianas, as taxas dos Treasuries baixaram a guarda: a da Note de dois anos recuou a 3,773% (de 3,803%) e a de dez anos caiu para 4,290% (contra 4,320%).


… O Fed boy Austan Goolsbee disse que o impacto da ofensiva militar na economia ainda pode ser limitado, se a guerra acabar rápido. Já uma escalada prolongada do petróleo, disse, começaria a espalhar a pressão inflacionária.


… Confiando que ainda dá tempo de Trump e o Irã se entenderem, o índice DXY caiu 0,29%, a 98,366 pontos. O euro subiu 0,32%, a US$ 1,1761, a libra avançou 0,33%, a US$ 1,3504, e o iene fechou estável, cotado a 159,37 por dólar.


… A perspectiva de uma nova rodada de negociações da comitiva americana com Teerã, possivelmente na quinta-feira, induziu o S&P 500 a zerar as perdas acumuladas desde o início da guerra e extravasar uma dose de otimismo.


… Fechou em alta de 1,02%, aos 6.886,24 pontos, invertendo as perdas do início do dia, assim como fizeram o Dow Jones, que subiu 0,63%, aos 48.218,25 pontos, e o Nasdaq, que avançou 1,23%, para os 23.183,74 pontos.


CIAS ABERTAS NO AFTER – PETROBRAS mantém negociações com o fundo Mubadala para recomprar a refinaria de Mataripe (Bahia), segundo a Reuters, mas considera o preço pedido elevado, como apurou o Broadcast…


… A estatal aprovou investimento superior a R$ 60 bilhões no projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP) e retomará as obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-III), em Três Lagoas (MS), com aporte de cerca de US$ 1 bilhão.


PRIO. BlackRock passou a deter 7,52% das ações ordinárias, sem participação relevante anterior.


AURA MINERALS aprovou construção do projeto Era Dorada, na Guatemala, e elevou o capex de 2026 para US$ 386 milhões–US$ 463 milhões.


RUMO propôs excluir do estatuto o limite de 20% ao direito de voto por acionista; tema será deliberado em AGE no dia 28 de abril.


SANEPAR terá reajuste tarifário anual de 2,499%, a partir de 17 de maio, conforme homologação da Agepar.


MBRF iniciou emissão de até R$ 1,5 bilhão em CRAs, em quatro séries, com prazo máximo de 30 anos.


MINERVA aprovou a 21ª emissão de debêntures, no valor de R$ 1,5 bilhão, com recursos destinados à gestão de passivos e capital.


ONCOCLÍNICAS. Fleury e Porto desistiram das tratativas para uma possível aquisição da companhia…


… O Fundo Josephina III reduziu participação na Oncoclínicas para 14,78%, enquanto a Centaurus Brazil diminuiu exposição para 5,55% do capital.


FLEURY aprovou a incorporação da Saha Infusões e alteração estatutária para proteção à dispersão acionária.


GPA elegeu André Luiz Coelho Diniz para a presidência do conselho de administração; Eleazar de Carvalho Filho será o vice.


CYRELA. VGV de lançamentos somou R$ 2,428 bilhões no 1TRI26 (-50% a/a); vendas líquidas atingiram R$ 2,942 bilhões (-3%).


EVEN registrou vendas líquidas de R$ 252 milhões no 1TRI26 (+2,4%), sem lançamentos no período.


MITRE registrou vendas líquidas de R$ 329 milhões no 1TRI26 (+1,3%), com VGV de lançamentos de R$ 916,8 milhões, quase o triplo do valor lançado no mesmo trimestre do ano passado.


SEQUOIA pretende realizar grupamento de ações para reenquadrar a cotação ao patamar mínimo exigido pela B3.


UNITED AIRLINES teria apresentado a autoridades americanas uma proposta de fusão com a American Airlines, segundo fontes da Reuters.

Pesquisa Quaest

 *Pesquisa Quaest mediu o grau de moderação de Lula, Flávio Bolsonaro e Caiado*



A pesquisa que a Quaest divulga amanhã medindo a temperatura da corrida pela presidência da República e o índice de aprovação de Lula terá também uma bateria de perguntas sobre o "grau de moderação" dos três principais candidatos à presidente. 


*Sobre Lula, a pergunta será se o entrevistado acha que Lula é mais moderado do que o PT ou se o PT é mais moderado do que o presidente.


*Sobre Flávio Bolsonaro, se ele é mais moderado do "que sua família" ou se sua família é mais moderada do que ele.


*Sobre Ronaldo Caiado, se o ex-governador é o mais moderado entre todos os candidatos ou se não é o mais moderado.


​​​​​​​A Quaest entrou em campo na sexta-feira e ontem para medir as intenções de voto à Presidência da República. Serão entrevistados 2.004 brasileiros presencialmente e o resultado será divulgado amanhã. A pesquisa foi encomendada pelo banco Genial  a um custo de R$ 466 mil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.



https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/04/pesquisa-quaest-mediu-o-grau-de-moderacao-de-lula-flavio-bolsonaro-e-caiado.ghtml?utm_source=aplicativoOGlobo&utm_medium=aplicativo&utm_campaign=compartilhar

Bankinter Portugal Matinal

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