*Bom Dia Mercado*
Quarta Feira,15 de Abril de 2.026.
*Sinal político alivia tensão e sustenta ativos*
… O mercado começa o dia ainda sob o efeito da mudança de tom na geopolítica, com o alívio recente sustentado pela sinalização de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã, após Trump afirmar que um novo encontro pode ocorrer nos próximos dias, no Paquistão. Nesse ambiente mais otimista, dois grandes bancos divulgam balanços hoje em Nova York, BofA e Morgan Stanley, antes da abertura, e as conversas iniciais entre Líbano e Israel também foram vistas como positivas. Na agenda, o Livro Bege do Fed é destaque, sem força para alterar a expectativa de juros, enquanto, no Brasil, saem a pesquisa Genial/Quaest, o IGP-10 de abril e as vendas no varejo de fevereiro.
GUERRA E NEGOCIAÇÃO – Estados Unidos e Irã articulam uma nova rodada de negociações nos próximos dias, possivelmente no Paquistão, em uma tentativa de avançar antes do vencimento do cessar-fogo anunciado no início de abril.
… Apesar do fracasso das conversas iniciais no fim de semana, interlocutores indicam que ambos os lados seguem dispostos a manter o canal diplomático aberto, com o próprio Donald Trump afirmando que o conflito estaria “próximo do fim”.
… O esforço por diálogo, no entanto, convive com a manutenção do bloqueio naval americano no Estreito de Ormuz, principal rota de escoamento de energia do Golfo, por onde passa cerca de um quinto da oferta global de petróleo e gás natural liquefeito.
… A medida amplia a pressão econômica sobre Teerã e evidencia a contradição central do momento: ao mesmo tempo em que busca negociar, Washington endurece sua estratégia de contenção.
… Do lado iraniano, há sinais de cautela para não comprometer uma eventual retomada das conversas, incluindo a possibilidade de reduzir temporariamente embarques pelo estreito.
… Ainda assim, o cenário segue frágil, com riscos relevantes para o fornecimento global de energia e danos já observados na infraestrutura da região, o que mantém elevada a incerteza sobre a duração e os desdobramentos do conflito.
OUTRAS FRENTES – Em paralelo às tratativas entre Estados Unidos e Irã, Israel e Líbano deram início a um novo canal diplomático, após um encontro histórico em Washington, que marcou a primeira reunião direta entre os dois países desde 1993.
… As partes concordaram em avançar para negociações formais de cessar-fogo, em um processo descrito como “construtivo”.
… O diálogo ocorre em meio à continuidade dos confrontos na região e à atuação do Hezbollah, aliado do Irã, que não participa das negociações e resiste a qualquer processo de desarmamento — o que impõe limitações concretas a um eventual acordo.
… A ausência do grupo e a manutenção das tensões na fronteira reforçam a avaliação de que o avanço diplomático tende a ser gradual e de difícil implementação. Autoridades americanas reconhecem que se trata de um processo longo, sem solução imediata, e sujeito a retrocessos.
… Ainda assim, a abertura de canais de diálogo sugere uma tentativa mais ampla de contenção do conflito no Oriente Médio.
TARIFAS – O tema volta ao radar nos Estados Unidos, com o secretário do Tesouro, Scott Bessent, sinalizando que as tarifas podem retornar aos níveis anteriores até julho, dentro de uma estratégia definida como de “redução de riscos”, e não de ruptura completa com a China.
… A indicação reforça o aumento das incertezas no cenário global, somando-se às tensões geopolíticas em curso e mantendo o ambiente internacional sensível a novos desdobramentos.
… Ao mesmo tempo, o governo americano mantém tarifas de 10% com base na seção 122, após o presidente optar por não elevar a alíquota neste momento, enquanto prepara o lançamento de um sistema de reembolso para importadores.
… A decisão da Suprema Corte considerou ilegais cerca de US$ 166 bilhões em tarifas cobradas anteriormente.
ESCALA 6×1 – O governo enviou ontem ao Congresso, em regime de urgência, o projeto que prevê o fim da escala 6×1, com a substituição pelo modelo 5×2 e redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte de salários.
… A proposta é tratada no Planalto como uma das principais vitrines sociais da gestão e chega com forte apelo popular no cenário eleitoral.
… O movimento ocorre após semanas de ruídos entre Executivo e Câmara sobre o envio e o formato da proposta e foi precedido por uma tentativa de alinhamento com o presidente da Casa, Hugo Motta.
… O governo sustenta que a crise está superada, mas a tramitação segue indefinida, já que há uma PEC em andamento sobre o tema, cujo cronograma deve continuar normalmente, o que abre espaço para sobreposição de iniciativas e disputa sobre o protagonismo.
… Nos bastidores, o envio do projeto também é interpretado como uma forma de pressionar o Congresso por uma tramitação mais célere, uma vez que o regime de urgência constitucional obriga a análise em até 45 dias em cada Casa, sob risco de travamento da pauta.
… Ao mesmo tempo, o governo busca capitalizar politicamente uma pauta histórica ligada à trajetória sindical do presidente.
… Apesar do apelo social, a proposta enfrenta resistência de setores do empresariado, que apontam riscos de aumento de custos, impacto sobre a produtividade e dificuldades de adaptação em segmentos intensivos em mão de obra, como comércio e serviços.
… A discussão, portanto, tende a se consolidar como um dos principais focos de tensão entre governo, Congresso e setor produtivo.
DETALHES DA PROPOSTA – No Estadão, os principais pontos indicam que a jornada semanal passará de 44 para 40 horas, com manutenção das oito horas diárias e garantia de dois dias consecutivos de descanso, consolidando o modelo 5×2.
… O texto também veda qualquer redução salarial, inclusive proporcional, e amplia a regra para diferentes regimes de trabalho, incluindo categorias com jornadas especiais.
… Segundo o governo, a medida alcança um contingente expressivo de trabalhadores, com cerca de 37 milhões de pessoas atualmente acima da jornada de 40 horas semanais, além de aproximadamente 14 milhões inseridos na escala 6×1.
… O Planalto também associa a proposta ao aumento de afastamentos por doenças psicossociais ligadas ao trabalho, reforçando o argumento de que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida e a produtividade.
NO RADAR INSTITUCIONAL – O pedido de indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes e do procurador-geral, Paulo Gonet, pela CPI do Crime Organizado, irritou integrantes do Supremo Tribunal Federal e gerou reações.
… Gilmar defendeu apuração por abuso de autoridade, enquanto Toffoli levantou a possibilidade de cassar parlamentares. A inclusão dos nomes dos ministros no relatório final da comissão foi vista na Corte como um movimento para deslegitimar o tribunal, com motivações eleitorais.
… O relator, senador Alessandro Vieira (MDB), usou argumentos do caso Master para apontar supostos crimes de responsabilidade dos ministros.
… Em sessão na CPI, ele elevou o tom do embate entre Congresso e Judiciário, afirmando que os magistrados “não são donos do País”.
… O governo articulou uma ofensiva para derrubar o relatório e trocou dois senadores – Sergio Moro (União) e Marcos do Val (Podemos) – para conseguir maioria na comissão, que não teve votos suficientes para aprovar o relatório final. Foram seis votos contra e quatro a favor.
FACHIN – O presidente do STF, Edson Fachin, reagiu com dureza e classificou como “indevida” a inclusão dos ministros no relatório.
… Em nota, afirmou que desvios de finalidade em CPIs enfraquecem os pilares democráticos e ressaltou que a atuação do Legislativo deve ocorrer com responsabilidade e pertinência, em respeito à independência entre os Poderes.
MESSIAS – No Senado, o relator da indicação de Jorge Messias ao STF, senador Weverton Rocha, apresentou parecer favorável ao nome do atual AGU, destacando sua qualificação técnica e trajetória no serviço público. A leitura do parecer está prevista para esta quarta-feira na CCJ.
AUTONOMIA DO BC – A tensão entre os Poderes também respingou em outras pautas, como a autonomia do Banco Central, que sofreu novo revés com o adiamento da leitura do parecer na CCJ.
… Sem acordo com o governo e em meio ao desgaste político ampliado pelo caso Master, o relator Plínio Valério confirmou que não apresentará o texto nesta quarta-feira, interrompendo o avanço de uma das prioridades da autoridade monetária.
CRÉDITO EM FOCO – O governo trabalha em um novo programa de refinanciamento de dívidas de pessoas físicas, com juros de até 1,99% ao mês, abaixo da média de cerca de 6,8% ao mês no crédito pessoal.
… A iniciativa deve abranger dívidas como cartão de crédito, cheque especial e empréstimos, com potencial de repactuar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões de um estoque estimado entre R$ 70 bilhões e R$ 100 bilhões.
… A proposta prevê o uso do Fundo de Garantia de Operações (FGO), com aporte entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões, além da possibilidade de descontos de até 90% para devedores de menor renda.
… Ainda há divergências entre governo e bancos sobre os critérios de elegibilidade, especialmente em relação ao nível de inadimplência.
SUBVENÇÃO DO DIESEL – Estados terão até dia 22 para aderir à subvenção de R$ 1,20/litro de diesel para importadores, informou a Fazenda.
MAIS AGENDA – A quarta-feira traz como destaque o Livro Bege do Fed (15h), em meio a uma série de falas de dirigentes de bancos centrais nos eventos paralelos às reuniões de Primavera do FMI e do Banco Mundial, que seguem ao longo do dia.
… Antes disso, nos Estados Unidos, saem o índice Empire State (9h30), a confiança das construtoras – NAHB (11h) e os estoques de petróleo (11h30), além de participações de nomes como Michael Barr, Michelle Bowman e Christine Lagarde em eventos internacionais.
… Na China, à noite, destaque para o PIB do 1º trimestre, além da produção industrial e das vendas no varejo de março.
… No Brasil, o foco recai sobre a atividade e inflação, com a divulgação do IGP-10 de abril (8h), cuja mediana no Broadcast aponta alta de 1,38%, após recuo em março, e das vendas do varejo de fevereiro pelo IBGE (9h), com expectativa de crescimento de 0,9% na margem.
… A leitura vem após a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) mostrar avanço mais fraco que o esperado, de apenas 0,1% entre janeiro e fevereiro.
… Ainda na agenda doméstica, o Banco Central divulga o fluxo cambial semanal (14h30), enquanto o diretor de Política Monetária, Nilton David, participa de evento do JPMorgan em Washington (16h), também no contexto das reuniões do FMI.
ELEIÇÃO – No campo político, a Genial/Quaest divulga nova pesquisa de avaliação do governo e intenção de voto, após a CNT/MDA mostrar Lula com 39,2% das intenções no primeiro turno, contra 30,2% de Flávio Bolsonaro, em cenário ainda marcado por elevada rejeição.
… Em eventual segundo turno, o presidente aparece com 44,9%, ante 40,2% do senador.
… No pano de fundo eleitoral, cresce a possibilidade de entrada de novos nomes na disputa de 2026, com o ex-ministro Ciro Gomes admitindo avaliar convite de Aécio Neves e do PSDB para concorrer à Presidência.
BDM LIVE – O Bom Dia Mercado realizará nesta quinta-feira, 16, uma entrevista ao vivo com Alfredo Menezes, sócio fundador da Armor Capital e ex-tesoureiro do Bradesco, com transmissão pelo canal do BDM no YouTube, a partir das 10h.
… Alfredo Menezes irá analisar O Impacto da Guerra nos Mercados e todo o vaivém decorrente das ameaças de Trump no Estreito de Ormuz.
… Anote em sua agenda: amanhã, às 10h, e inscreva-se para acompanhar: https://novidade.bomdiamercado.com.br/bdm-live-16-04
… A live será conduzida por Téo Takar, editor-chefe do BDM Online, com a participação dos jornalistas Márcio Anaya e Rosa Riscala.
QUANDO UM NÃO QUER, DOIS NÃO BRIGAM – Os relatos de que os Estados Unidos e o Irã estão combinando para entre hoje e amanhã uma segunda rodada de negociações renovaram o ânimo nos mercados globais.
… O petróleo furou US$ 95, o dólar voltou a rodar abaixo de R$ 5 e pouco mais de mil pontos separam o Ibovespa da marca simbólica dos 200 mil pontos. A bolsa já flertou ontem com este topo, em 199.354,81 pontos no pico intraday.
… O índice à vista renovou também nesta terça-feira o recorde de todos os tempos para um fechamento, aos 198.657,33 pontos, com ganho moderado de 0,33% só porque Petrobras tombou junto com o alívio do petróleo.
… Rápido no rali, o Ibovespa escalou quase 10.500 pontos nos últimos cinco pregões, com todo o jeito de estar sendo turbinado pelo fluxo estrangeiro. O volume de negócios continuou expressivo ontem, em R$ 32,6 bilhões.
… A B3 informou que entrou mais uma fortuna em capital externo na última sexta-feira (dia 10): R$ 2,4 bilhões. O saldo positivo acumulado em abril chega a R$ 14 bilhões e, no ano, já está perto de alcançar os R$ 70 bilhões.
… Pesquisa mensal do BofA veiculada pelo Valor mostra que 10% das gestoras da América Latina acreditam que o Ibovespa não só vai romper a barreira de 200 mil pontos, como poderá ultrapassar 220 mil pontos até o fim do ano.
… No levantamento de março, nenhuma casa projetava essa pontuação em 2026. Na sondagem, feita com 30 casas que têm US$ 72 bilhões sob gestão, 73% avaliam que o Ibovespa deve fechar o ano acima de 190 mil pontos.
… A bolsa vai provando que recordes existem para serem quebrados. Ontem, valeu o destaque para a nova alta das ações da Vale (+1,08%; R$ 88,30), ignorando o minério de ferro, que operou praticamente estável (-0,07%).
… Com exceção do BTG (-0,86%; R$ 63,25), os principais bancos também brilharam: BB avançou 2,55% (R$ 25,38), Itaú PN ganhou 1,53% (R$ 46,53), Bradesco PN subiu 0,92% (R$ 20,78) e Santander, +0,12% (R$ 32,07).
… A valorização do Ibovespa foi amortecida pela queda forte da Petrobras (ON -4,44%, a R$ 52,52, e PN -3,82%, a R$ 47,88), que liderou as baixas do Ibovespa, em linha com o petróleo, reproduzindo os esforços diplomáticos da guerra.
… O Brent para junho caiu 4,59%, a US$ 94,79, e o WTI para maio desabou 7,87%, para perto de US$ 90 (US$ 91,28).
… Diante do potencial efeito desinflacionário do petróleo (se sair um acordo de paz), os juros futuros devolveram prêmios de risco, especialmente na ponta curta e no miolo da curva. Mas o alívio não abalou a cautela com o Copom.
… O placar das apostas continua bem mais inclinado para um corte de 25 pontos-base de corte do juro na reunião de daqui a duas semanas (75%) do que para uma redução de 50 pontos-base (16%), segundo informação do Broadcast.
… No fechamento, o DI para Janeiro de 2027 caiu para 13,990% (de 14,086% no ajuste anterior); Jan/28, a 13,385% (contra 13,511% na véspera); Jan/29, 13,210% (13,307%); Jan/31, 13,300% (13,340%); e Jan/33, 13,420% (13,424%).
… Depois do susto com o IPCA alto de março, mais uma casa (4Intelligence) revisou para cima a projeção para a Selic no fim do ano, de 12,50% para 13,50%. Mas a consultoria baixou a previsão para o câmbio, de R$ 5,50 para R$ 5,40.
O REAL ESTÁ CARO? – Apesar do fluxo de capital estrangeiro favorável tanto para renda fixa como para a variável, analistas da Warren ouvidos pelo Valor consideram que a moeda brasileira pode estar perto do limite de valorização.
… Ainda que o movimento de depreciação do dólar seja global, a dinâmica do mercado aqui chama a atenção, diante do desvio da divisa do Brasil em relação ao modelo da casa (R$ 5,09) para o comportamento do câmbio.
… Estrategistas indicam uma possível dinâmica de overshooting, com a moeda se apreciando além do esperado.
… Ontem, apesar do clima de maior apetite por risco, o dólar no mercado doméstico já oscilou em menor intensidade do que em escala mundial. Fechou estável (-0,06%), a R$ 4,9938, mas ainda na mínima em dois anos.
… O mercado começa a ficar de olho se o câmbio dá sinais de esgotamento ou se o real ainda vai voar mais alto.
… O Tesouro Nacional, que está há mais de uma década sem emitir no mercado europeu, informou nesta terça-feira, em nota, que iniciou conversas com investidores para uma possível emissão de títulos denominados em euros.
… Lá fora, em dia de queda firme do petróleo, também o PPI americano de março (+0,5%) abaixo do esperado pelos analistas (+1,2%) ajudou a afastar as preocupações com pressões inflacionárias decorrentes da ofensiva militar.
… O Fed boy Austan Goolsbee disse que, até agora, as expectativas de inflação ainda estão ancoradas.
… No clima de que agora vai dar tudo certo com o Irã, o índice DXY do dólar recuou 0,25%, a 98,124 pontos. O euro subiu 0,32%, a US$ 1,1794, apesar de Lagarde não ter carregado no conservadorismo em evento do FMI.
… Ela reconheceu que ainda é cedo para considerar o salto do petróleo como superado, mas disse que o BCE se antecipou e já estava “bem posicionado” para o choque, porque havia montado cenários com o pico dos preços.
… Segundo Lagarde, historicamente, os choques energéticos são temporários na Europa, mas “continuamos abertos a todas as opções”. A libra avançou 0,47%, a US$ 1,3565, e o iene registrou valorização para 158,86 por dólar.
… De olho no diálogo entre Teerã e Washington, as taxas dos Treasuries caíram, mas o alívio nas tensões ainda não sensibiliza o mercado a antecipar um corte do Fed. As apostas continuam concentradas na segunda metade de 2027.
… O juro da Note de 2 anos recuou a 3,747% (de 3,773% na véspera) e o de 10 anos, a 4,250%, contra 4,290%.
… Indicado para comandar o Fed, Kevin Warsh será submetido terça-feira que vem (dia 21) a audiência no Comitê do Senado. Ele terá menos de um mês para ser confirmado no cargo antes do fim do mandato de Powell (15 de maio).
… A esperança de desfecho da guerra levou o S&P 500 a subir 1,18%, aos 6.967,38 pontos, e flertar com o recorde histórico de fechamento (6.978,60 pontos). O Nasdaq subiu pelo décimo dia seguido: +1,96%, a 23.639,08 pontos.
… O Dow Jones ganhou 0,66%, a 48.535,99 pontos, enquanto o índice VIX do medo vai voltando ao nível pré-guerra.
CIAS ABERTAS NO AFTER – PETROBRAS adotará voto múltiplo na eleição do conselho de administração, após solicitação de acionistas com mais de 5% das ações ON.
VIBRA concluiu a venda de 49,9% da Evolua Etanol para a Copersucar, que passa a deter 100% do ativo.
BRAVA ENERGIA negou ao Broadcast a venda de ativos e afirmou manter gestão ativa do portfólio, avaliando permanentemente possíveis parcerias, investimentos e desinvestimentos…
… O posicionamento veio após notícias de que a empresa estaria trabalhando, com assessoria do Bradesco, na venda de participações em campos terrestres e marítimos, como a bacia Potiguar e áreas offshore (Atlanta e Papa Terra).
AUREN ENERGIA aprovou incorporação reversa e reorganização societária para simplificação da estrutura e concentração de ativos.
AXIA ENERGIA informou indicação da União para o conselho fiscal, com Daniel Sarapu (titular) e Regis Dudeno (suplente).
ENERGISA. A Aneel adiou a decisão sobre reajustes da Energisa MS, Neoenergia Coelba e a revisão tarifária da Energisa Sul-Sudeste.
TIM. Conselho de administração aprovou participação no leilão da faixa de 700 MHz da Anatel, que acontece este mês, com investimento estimado em R$ 2 bilhões.
ASSAÍ contestando críticas de relatório da consultoria Institutional Shareholder Services (ISS) sobre sua política de remuneração e práticas de governança.
CASAS BAHIA aprovou aumento de capital de R$ 93,6 milhões via conversão de debêntures.
VIVARA. Citi cortou preço-alvo de R$ 36 para R$ 35 e reiterou recomendação de compra.
RD SAÚDE cancelou AGE hoje que discutiria plano de ações restritas e reforma estatutária; AGO foi mantida.
STONE aprovou R$ 3,08 bilhões em dividendos extraordinários após venda da Linx para a Totvs. O valor corresponde a US$ 2,53 por ação da companhia, que será pago em 4 de maio para acionistas registrados até o dia 24 de abril.
PLANO&PLANO. Lançamentos somaram R$ 833,6 milhões no 1TRI26 (-2,6% a/a), enquanto as vendas líquidas atingiram R$ 796 milhões (+3,4%).
PRINER concluiu aquisição de 100% da G-Maia, reforçando estratégia de expansão.
ROMI teve lucro de R$ 2,36 milhões no 1TRI (-76,6% a/a).
SEQUOIA adiou divulgação dos resultados de 2025 de 30 de abril para 15 de maio.
AZUL informou caixa de R$ 2,83 bilhões e contas a receber de R$ 1,78 bilhão em fevereiro, em relatório produzido no contexto das exigências do processo voluntário de Chapter 11.
POSITIVO. Clube de Investimento Padova elevou participação para 5,25% das ações ON.
WESTWING. WNT Capital aumentou participação para 13% do capital.
ÂNIMA. Oregon Capital passou a deter 5% das ações ordinárias.