Mercados
Uma semana pesada, por aqui com PIB do segundo trimestre e Orçamento de 2027, nos EUA, fechando a semana com payroll na sexta. Nos mercados, os futuros de brent e WTI operam em alta de mais de 2%, depois dos ataques dos EUA à lançadores de foguete na ilha de Larak. Viveremos de estocadas, de idas e vindas, já que a Guarda Revolucionária continua no poder, renovando seus ayatolás. Nada mudará à médio prazo. Na agenda em geral, a semana deve gravitar em torno das principais discussões ligadas pelo mesmo problema: até onde os bancos centrais podem reagir à dinâmica da atividade sem perder o controle sobre a inflação? No Brasil, o PIB do segundo trimestre mostrará na terça-feira perda de dinamismo, dado o aperto de crédito em vigor. Ainda temos o envio ao Congresso do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, que provavelmente apresentará uma transição para contas públicas menos desequilibradas, mas ainda não deve estabilizar a dívida. Nos Estados Unidos, o relatório de emprego de agosto encerrará a semana depois de Kevin Warsh reforçar, em Jackson Hole, que o Fed terá “trabalho a fazer” se a inflação não estiver retornando à meta de 2% de maneira clara e suficientemente rápida.
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