sexta-feira, 4 de setembro de 2026

“Equilíbrio entre razão e emoção eleva desempenho”, de Suzana Liskauskas, reflexões do Prof. Diego Marconatto, da Fundação Dom Cabral.

 


Gostei muito do que li hoje no Valor Econômico, no artigo “Equilíbrio entre razão e emoção eleva desempenho”, de Suzana Liskauskas, trazendo reflexões do Prof. Diego Marconatto, da Fundação Dom Cabral.

Uma frase, em particular, sintetiza muito do que acredito sobre liderança e tomada de decisão:
“A intuição não foi abolida pela era digital. Digamos que ela foi enriquecida pelos dados.”

Em um ambiente empresarial cada vez mais orientado por dados, IA e velocidade, é tentador acreditar que boas decisões são resultado apenas de mais informação e maior capacidade analítica. O artigo nos lembra que dados estruturam a decisão, mas não substituem experiência, julgamento e intuição.

Outra reflexão importante é que a vantagem competitiva está justamente na forma como os líderes utilizam os dados, combinando razão e emoção para tomar decisões mais assertivas.

Talvez esse seja um dos grandes desafios da liderança contemporânea: não escolher entre razão e emoção, entre dados e intuição, mas desenvolver a capacidade de integrá-los.

Porque tecnologia pode ampliar nossa inteligência. Mas discernimento continua sendo uma responsabilidade humana.

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