sexta-feira, 7 de agosto de 2026

BDM Matinal Riscala

 *Rosa Riscala: Petróleo rouba a cena do payroll*


Só uma deterioração forte do emprego desviaria o foco do Fed dos riscos inflacionários


… Depois de apenas dois dias de alívio, a guerra entre Estados Unidos e Irã volta a comandar os mercados, recolocando o petróleo, a inflação e os juros no centro das atenções. A piora das tensões no Oriente Médio elevou as dúvidas sobre um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz e reforçou apostas de que o Fed pode elevar os juros em setembro. Nesse ambiente, o payroll hoje perde parte do protagonismo, já que só uma deterioração forte do emprego desviaria o foco do BC dos riscos inflacionários. No Brasil, o day after do Copom confirmou as expectativas de novo corte, enquanto a Petrobras divulgou um balanço acima das expectativas, impulsionado justamente pelo petróleo mais caro.


GEOPOLÍTICA VOLTA A PESAR – O otimismo com um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz deu lugar a uma nova rodada de tensão no Oriente Médio, recolocando o petróleo e a geopolítica no centro das atenções dos mercados.


… Ao longo da quinta-feira, aumentou o pessimismo sobre uma solução entre Estados Unidos e Irã após relatos de ataques dos houthis contra alvos sauditas no Mar Vermelho, explosões na ilha iraniana de Qeshm e um esboço do acordo entre Irã e Omã que não convenceu.


… O texto prevê restrições à navegação de embarcações dos Estados Unidos, Israel e países considerados “hostis” pelo Estreito, além da cobrança de pedágios. O avanço das hostilidades levou o Brent a fechar em alta de 3,83%, a US$ 82,49 o barril.


… No pregão eletrônico, o petróleo ampliava os ganhos, com o Brent em torno de US$ 83 o barril e o WTI a US$ 78.


… Segundo a agência Tasnim, as explosões em Qeshm ocorreram após disparos contra “alvos inimigos” na entrada de Ormuz.


… Ao mesmo tempo, o presidente do Parlamento iraniano e principal negociador do país, Mohammad Bagher Ghalibaf, acusou Washington de promover um “teatro diplomático” e exigiu que os Estados Unidos “cumpram seus compromissos”.


… Também pesaram as informações de que Washington rejeita os termos propostos por Teerã e Omã para a reabertura da principal rota marítima do petróleo, insistindo que Ormuz permaneça uma via internacional livre de restrições e taxas.


… Em meio ao aumento das incertezas, Donald Trump afirmou que acredita que a guerra terminará “em breve” e disse participar diretamente das negociações sobre Ormuz, embora tenha voltado a admitir a possibilidade de novos ataques ao Irã.


… Para analistas do ING, continuam existindo divergências profundas entre Estados Unidos e Irã sobre o controle do Estreito de Ormuz e a questão nuclear, o que mantém elevado o risco de um novo fracasso das negociações.


… Enquanto isso, o tráfego de navios permanece reduzido, ameaçando o fluxo global e sustentando o prêmio de risco do petróleo.


PAYROLL PERDE STATUS – O relatório oficial de emprego dos Estados Unidos será divulgado hoje, às 9h30, em um momento em que o mercado em Nova York voltou a concentrar todas as atenções nos riscos inflacionários, ampliados pela volatilidade do petróleo.


… Desde a reunião da semana passada, quando o Fomc registrou três votos dissidentes favoráveis à alta dos juros, dirigentes do Federal Reserve vêm reforçando que a prioridade continua sendo levar a inflação de volta à meta de 2%.


… Ontem, reportagem do Financial Times teve impacto sobre os negócios ao revelar que o presidente do Fed, Kevin Warsh, está preparado para defender uma alta dos juros em setembro caso os próximos indicadores de preços confirmem esse cenário.


… Nesse contexto, o payroll tende a ser relativizado pelos investidores. Apenas uma deterioração mais acentuada do emprego teria potencial para reduzir de forma significativa as apostas de aperto monetário em setembro, que voltaram a crescer.


… Um mercado de trabalho que permaneça resiliente dificilmente mudará a percepção de que a principal variável para a decisão do Fed voltou a ser a inflação, especialmente após a piora das tensões no Oriente Médio e a pressão do petróleo.


… A mediana do Projeções Broadcast aponta para a criação de 80 mil vagas em julho, após 57 mil em junho, com estimativas entre 63 mil e 130 mil. A taxa de desemprego deve permanecer em 4,2%, enquanto o salário médio por hora deve desacelerar para alta de 0,3% no mês.


… Os indicadores antecedentes trouxeram sinais mistos: o relatório Jolts e o ADP sugeriram alguma moderação na demanda por mão de obra, enquanto os pedidos semanais de auxílio-desemprego seguem próximos das mínimas históricas.


… A aversão ao risco do pregão desta quinta-feira, que contagiou os mercados domésticos, teve tudo a ver com o cenário externo (leia abaixo).


O DAY AFTER DO COPOM – As chances renovadas de uma alta dos juros americanos em setembro pressionaram os juros dos Treasuries, em um movimento reproduzido pela curva dos DIs, um dia depois de o Copom deixar em aberto as próximas decisões.


… Ainda que alguns trechos do comunicado tenham vindo mais conservadores, o fato de o BC permanecer dependente dos dados, colocando na mesa todas as opções – inclusive uma pausa no ciclo de calibração da Selic – não foi o que puxou os juros.


… O mercado não teve a facilidade de um forward guidance, mas acredita que o Copom possa dar mais um corte em setembro. Não só a curva de juros fechou o day after do Copom precificando essa aposta, como essa também é a expectativa da maioria dos economistas.


… Segundo levantamento realizado pelo Broadcast, de 48 casas consultadas, 34 esperam uma nova queda de 25 pontos em setembro, para 13,75%. Outras 13 instituições estimam manutenção da taxa em 14% e uma (Integral Group) vê espaço para um corte 50 pontos.


… As medianas para o nível da Selic caíram de 14% para 13,75% para as reuniões de setembro, novembro e dezembro, na comparação com levantamento realizado semana passada, de acordo com o consenso da última pesquisa Focus.


… A atenção dos investidores se volta agora para a ata do Copom, que será divulgada na terça-feira.


… Economistas esperam que o documento detalhe a avaliação sobre o mercado de trabalho, a transmissão da política monetária para a atividade e o comportamento das expectativas de inflação, depois de um comunicado deliberadamente sucinto.


O LUCRO DA PETROBRAS – Divulgado após o fechamento, o balanço da estatal superou com folga as expectativas do mercado.


… A Petrobras registrou lucro líquido de US$ 10,4 bilhões no segundo trimestre, uma alta de 120,3% em relação a um ano antes. O Ebitda ajustado também veio acima do esperado, em US$ 18,6 bilhões, e a receita de vendas alcançou US$ 33,6 bilhões.


… Em reais, lucro de R$ 52,4 bilhões; Ebitda de R$ 93,8 bilhões; e receita de R$ 169,5 bilhões – todos entre os maiores resultados da história da companhia. A Petrobras ainda anunciou a distribuição de R$ 17,4 bilhões em dividendos, ou R$ 1,348/ação. Ex em 24/8.


… No after hours de Nova York, os ADRs subiram 1,4% (ON) e 1,09% (PN), refletindo um resultado impulsionado pela combinação entre aumento da produção, maior utilização das refinarias e preços elevados do petróleo ao longo de praticamente todo o trimestre.


… Depois de a guerra entre Estados Unidos e Irã sustentar um Brent elevado entre abril e junho, o desempenho da estatal no terceiro trimestre dependerá, em grande parte, da evolução do conflito e, especialmente, do comportamento do petróleo.


… A teleconferência da Petrobras para analistas e investidores acontecerá pela manhã, a partir das 11h45.


BRASKEM – Ainda no after hours, destaque para a forte alta da petroquímica (7,30%), após a decisão da Camex de prorrogar por até cinco anos o direito antidumping sobre importações de resina PVC-S da China.


BALANÇO HOJE – Aqui, só Porto divulga resultados hoje, antes da abertura do mercado.


MAIS AGENDA – FGV divulga o IGP-DI de julho, às 8h, com expectativa de queda de 0,98% (Broadcast), após recuo de 0,79% em junho.


… A deflação deve refletir, principalmente, a continuidade da queda dos preços no atacado, ainda favorecidos pelo recuo das commodities, especialmente agrícolas, e dos combustíveis.


… Às 11h30, o BC realiza leilão de até 50 mil contratos de swap cambial (US$ 2,5 bilhões), iniciando a rolagem dos contratos de setembro.


… No exterior, a Alemanha divulga de madrugada a produção industrial de junho, e, nos Estados Unidos, o presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, participa de evento às 11h, enquanto o Fed publica os dados de crédito ao consumidor de junho, às 16h.


CHINA HOJE – As exportações registraram alta anualizada de 23,9% em julho, desacelerando o ritmo contra junho (27%), mas o resultado superou a expectativa dos analistas do mercado financeiro de um crescimento 22,9%…


… As importações também perderam fôlego, de 36% para 27,5%, porém vieram acima do consenso de 27,1%. O superávit comercial de US$ 112,5 bilhões ficou abaixo de junho (US$ 125,6 bi), mas acima da projeção de US$ 100 bi.


CURTAS DA POLÍTICA – A crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos pode ganhar um novo capítulo.


… Segundo o Estadão, diplomatas americanos alertaram empresários brasileiros de que Washington poderá ampliar as retaliações caso o governo brasileiro continue sem conceder o agrément ao indicado por Donald Trump para a embaixada em Brasília, Daniel Perez.


… Entre as possibilidades discutidas estariam novas restrições de vistos e até a retomada de sanções contra autoridades brasileiras.


LULA. Segundo a Folha, o presidente aprovou as diretrizes de seu plano de governo para um eventual quarto mandato, retirando propostas como reestatizações e tarifa zero no transporte público e reforçando o compromisso com responsabilidade fiscal e controle da inflação.


FLÁVIO. Também já prepara propostas de corte de gastos, incluindo PECs e projetos de lei, para serem discutidos em uma eventual transição de governo, informou a ex-presidente da Caixa Daniella Marques, que participou com ele do podcast Market Makers.


VALE TUDO – Não teve nada a ver com o Copom a pressão observada ontem nos juros futuros domésticos, mesmo porque o BC sinalizou que todas as opções estão em aberto para setembro, até mesmo um novo corte da taxa Selic.


… O que pegou na curva foi o fantasma da inflação com o novo rali de quase 4% do petróleo, sem perspectiva de um desfecho rápido para a guerra, o que também puxou as taxas dos Treasuries e pôs na conta um Fed hawkish.


… Acima de US$ 80, o barril aprofundou a repercussão à notícia de que Kevin Warsh estaria preparado para um potencial aperto monetário na próxima reunião, em setembro, se as próximas leituras da inflação assustarem.


… Mesmo os dirigentes do Fed que votaram junto com Warsh pela manutenção do juro na reunião mais recente não descartam agir de forma mais conservadora caso as pressões inflacionárias se mostrem mais persistentes.


… Apesar de não ter direito a voto este ano pelo sistema de rodízio do Fed, Alberto Musalem declarou publicamente ontem, durante evento, a sua preferência por uma “restrição significativa” para conter a inflação “elevada demais”.


… Para ele, o juro no nível atual é incompatível com o cumprimento da meta de inflação de 2% e um BC que tolera os preços acima do alvo, com a promessa de ganhos de produtividade, corre o risco de desancorar as expectativas.


… Além do petróleo, Musalem alertou para o risco de o El Niño se transformar em um novo choque de oferta.


… Na defensiva, o juro da Note de 2 anos subiu para 4,241% (de 4,177%) e o de 10 anos, a 4,663% (de 4,612%).


… Aqui, o DI para Janeiro de 2027 marcou 13,770% (de 13,755% no ajuste anterior); Jan/28, 13,865% (contra 13,793% na véspera); Jan/29, 14,120% (de 14,009%); Jan/31, 14,330% (de 14,193%); e Jan/33, 14,430% (de 14,292%).


… O efeito em cascata da guerra, que puxa o petróleo e que puxa o medo da inflação, chegou ontem também ao câmbio no exterior, com o índice DXY em alta de 0,25%, embora ainda abaixo da linha dos 100 pontos (99,930).


… O euro caiu 0,26%, a US$ 1,1521, a libra ficou estável (-0,08%), a US$ 1,3455, e o iene recuou a 158,46 por dólar. A BBG informou que a Alemanha cogita nomear Joachim Nagel ao BCE se Lagarde sair antes do final de seu mandato.


… Imune à valorização do dólar em escala global, por aqui, a moeda americana fechou em baixa de 0,41%, a R$ 5,1073, porque o real faturou a disparada do petróleo e não se abalou pela possibilidade de o Fed virar hawkish.


… Fora um ou outro pico de estresse, o câmbio doméstico se mantém comportado, ainda confiando que o fluxo não deve parar de vir para o Brasil nem se a Selic cair, se o juro do Fed subir e se o fiscal não se resolver com um Lula 4.


NÃO ORNOU – Tem dias em que o mercado combina reações inusitadas, como ontem, quando o petróleo escalou, mas o Ibovespa queimou quase 2.200 pontos, e o balanço do Bradesco veio dentro do script, mas o papel caiu.


… A bolsa parece ter respondido ao cenário mais amplo de incômodo com o risco de descontrole da inflação global.


… Diante da piora no apetite por risco, Petrobras teve alta tímida (PN, +0,48%, a R$ 42,13; e ON, +0,34%, a R$ 47,31). Não se empolgou nem com a força do petróleo e tampouco com a previsão de que o balanço viria forte à noite.


… Bradesco ignorou o resultado trimestral em linha com o esperado e afundou 1,94% (PN), a R$ 17,70. Os bancos recuaram em bloco: BB, -3,66% (R$ 20,28); Itaú PN, -1,3% (mínima de R$ 41,83); e Santander unit, -0,71% (R$ 29,27).


… Também “do contra”, Vale recuou 1,66%, a R$ 75,39, apesar da alta firme de 2,57% do minério de ferro. O mau humor roubou os 176 mil pontos do Ibovespa, que caiu 1,23%, a 175.546,36 pontos, com giro de R$ 19,3 bilhões.


… Os desafios do ambiente externo (petróleo, Fed e expectativa pelo payroll) vieram a calhar para o Dow Jones interromper a sequência de cinco altas e abandonar seu pico histórico, para recuar 0,85%, aos 53.885,10 pontos.


… Ainda o S&P 500, que continua flertando com seus recordes, caiu de leve (-0,18%), a 7.709,96 pontos, enquanto o Nasdaq fechou estável (-0,06%), aos 26.348,35 pontos, apesar das incertezas sobre os retornos dos gastos em IA.


CIAS ABERTAS NO AFTER – RENNER teve lucro líquido de R$ 404,6 milhões no segundo trimestre, em linha com as projeções do Broadcast…


… O Ebitda de varejo ficou 22% acima do previsto, em R$ 791,2 milhões, e a receita de R$ 3,6 bilhões veio em linha.


ALPARGATAS teve lucro líquido de R$ 169,7 milhões no segundo trimestre, alta de 95% ante um ano antes. A receita cresceu 11,3%, para R$ 1,2 bilhão, e o Ebitda avançou 54%, para R$ 269 milhões.


GRENDENE teve lucro líquido de R$ 89,4 milhões no segundo trimestre, queda de 37,7% ante um ano antes. A receita recuou 0,4%, para R$ 552,8 milhões, e o Ebitda ajustado caiu 27,4%, para R$ 40,7 milhões.


AZZAS negou à CVM que as projeções divulgadas para a Cris Barros, marca de moda feminina de luxo que integra o portfólio do grupo, tenham sido elaboradas, revisadas ou aprovadas pela companhia…


… Segundo a reportagem do Valor, a Azzas planeja encerrar o ano com faturamento próximo de R$ 300 milhões, crescimento de 20% ante 2025, margem de lucro operacional de 28,5% e retorno sobre o capital investido de 44%.


ALLOS teve lucro líquido de R$ 294 milhões no segundo trimestre, 66% acima das projeções do Broadcast…


… O Ebitda ajustado de R$ 525 milhões ficou 5,6% acima do esperado, enquanto a receita líquida de R$ 723 milhões superou as estimativas em 5,2%.


MAGAZINE LUIZA reverteu lucro e registrou prejuízo ajustado de R$ 50,4 milhões no segundo trimestre. A receita caiu 2,6%, para R$ 8,8 bilhões, e o Ebitda ajustado recuou 2,5%, para R$ 708,8 milhões.


ASSAÍ teve lucro líquido recorrente de R$ 344 milhões no segundo trimestre, 111% acima das projeções do Broadcast. O Ebitda de R$ 1 bilhão e a receita de R$ 19,175 bilhões vieram em linha…


… Conselho elegeu Rafael Sachete da Silva como diretor de Relações com Investidores, acumulando a função com a vice-presidência de Finanças. Belmiro Gomes permanece como CEO.


CVC. Fernando Antonio Kulnig Cinelli renunciou ao conselho de administração, e o substituto ainda não foi escolhido.


HYPERA teve lucro líquido de operações continuadas de R$ 490 milhões no segundo trimestre, alta de 15% ante um ano antes. A receita cresceu 8,5%, para R$ 2,336 bilhões, e o Ebitda avançou 4,1%, para R$ 754,9 milhões.


FLEURY teve lucro líquido de R$ 221,9 milhões no segundo trimestre, alta de 45,7% ante um ano antes. A receita cresceu 14,4%, para R$ 2,3 bilhões, e o Ebitda avançou 15,2%, para R$ 612,9 milhões…


… A companhia distribuirá R$ 217,8 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,4007 por ação, com pagamento em 02/10. Os papéis ficam ex-JCP em 12/08.


PAGUE MENOS aprovou a nona emissão de debêntures, no valor de R$ 350 milhões, para resgatar antecipadamente títulos da sexta emissão.


OUROFINO teve lucro líquido ajustado de R$ 15,9 milhões no segundo trimestre, queda de 33,3% contra um ano antes. A receita cresceu 30,7%, para R$ 338,7 milhões, e o Ebitda ajustado avançou 22,1%, para R$ 60,8 milhões.


BRB. O ministro Fux (STF) marcou para o próximo dia 13 uma nova audiência de conciliação para discutir o acordo entre a União, o governo do Distrito Federal (DF) e o banco, que busca viabilizar um socorro de até R$ 6,6 bilhões…


… O ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou inércia da União e afirmou que a liberação do empréstimo depende da apresentação de um plano de negócios pelo banco e pelo governo do DF.


UBS. Daniel Barros assumirá comando do banco no Brasil, substituindo Daniel Bassan, que irá para o Santander.


BR PARTNERS teve lucro líquido de R$ 35,1 milhões no segundo trimestre, queda de 22,4% ante um ano antes. A receita recuou 6,6%, para R$ 130,1 milhões.


LOCALIZA teve lucro líquido de R$ 1 bilhão no segundo trimestre, alta de 30,6% ante um ano antes. A receita cresceu 24,5%, para R$ 12,3 bilhões, e o Ebitda avançou 14%, para R$ 3,7 bilhões.


EZTEC teve lucro líquido de R$ 110,4 milhões no segundo trimestre, queda de 21,1% ante um ano antes, enquanto a receita recuou 16,1%, para R$ 376,7 milhões…


… A companhia distribuirá R$ 26,2 milhões em dividendos intermediários, equivalentes a R$ 0,09456 por ação, com pagamento em 28/08. Os papéis ficam ex em 14/08.


MRV. A Resia celebrou acordos para vender o empreendimento Memorial e cinco terrenos nos Estados Unidos por US$ 170 milhões. As operações reduzirão o endividamento em US$ 141 milhões.


PETRORECONCAVO teve lucro líquido de R$ 202,7 milhões no segundo trimestre, queda de 15% ante um ano antes. O Ebitda cresceu 6%, para R$ 396,1 milhões, e a receita ficou estável em R$ 807,9 milhões…


… Conselho aprovou R$ 100 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,340736 por ação, com pagamento em 27/08. Os papéis ficam ex-proventos em 18/08…


… A companhia informou que a produção média recuou 1,4% em julho ante junho, para 23,7 mil barris de óleo equivalente por dia….


… A empresa também comunicou ter fechado contrato para vender à BRAVA ao menos 50% da produção líquida de petróleo do Ativo Potiguar entre outubro de 2026 e dezembro de 2030.


REFIT. ANP deve julgar nesta sexta-feira a retirada da autorização de operação da refinaria.


ENERGISA teve lucro líquido ajustado recorrente de R$ 88 milhões no segundo trimestre, queda de 80% ante um ano antes. A receita cresceu 4%, para R$ 7,2 bilhões, e o Ebitda ajustado recorrente avançou 1%, para R$ 1,9 bilhão…


… Conselho aprovou R$ 251,5 milhões em dividendos, equivalentes a R$ 0,50 por unit e R$ 0,10 por ação ON ou PN, com pagamento em 24/08. Os papéis ficam ex-dividendos em 12/08.


ALUPAR teve lucro líquido regulatório de R$ 159 milhões no segundo trimestre, queda de 14,6% ante um ano antes. A receita regulatória cresceu 10,3%, para R$ 946,1 milhões, e o Ebitda regulatório avançou 6,5%, a R$ 724,7 milhões.


COPEL concluiu a venda de sua participação de 23,03% na Dona Francisca Energética à Gerdau por R$ 150,7 milhões.


NEOENERGIA BRASÍLIA investirá R$ 3,1 bilhões na expansão, modernização e digitalização da rede elétrica do Distrito Federal até 2030.


LOG aprovou R$ 13,9 milhões em dividendos intermediários, equivalentes a R$ 0,159436 por ação, com pagamento em 01/10. Os papéis ficam ex-dividendos em 19/08.


TUPY reverteu lucro e registrou prejuízo líquido de R$ 10 milhões no segundo trimestre. A receita caiu 5,8%, para R$ 2,47 bilhões, e o Ebitda ajustado recuou 26%, para R$ 156 milhões.


VITTIA informou que o Comitê de Auditoria está temporariamente fora das regras do Novo Mercado após a renúncia de um conselheiro independente e que indicará um substituto em até 90 dias.

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