domingo, 20 de outubro de 2024

Resumo semanal

 📊 Resumo da Semana 


A incerteza fiscal foi assunto dominante nas mesas de operações ao longo desta semana e penalizou os ativos domésticos, levando o dólar a testar os R$ 5,70 e os juros futuros a encostar nos 13%. As declarações dos ministros Fernando Haddad e Simone Tebet sobre uma série de projetos para conter as despesas do governo, e que serão enviados ao Congresso ainda neste ano, não foram suficientes para reverter o mau humor. Investidores cobram uma fala assertiva do presidente Lula apoiando o corte de gastos. No exterior, a China concentrou as atenções ao fazer novos anúncios de estímulos econômicos, na tentativa de alcançar sua meta de crescimento de 5% neste ano. Os dados do 3TRI24 mostraram alta de 4,6% do PIB. Embora ligeiramente melhor que o esperado, o número indica tendência de desaceleração do país. Nos EUA, ao contrário, a economia segue a todo vapor, como mostraram os dados divulgados nesta semana, afastando o receio de uma recessão, mas aumentando a dúvida sobre qual será a atitude do Fed em novembro. Bom fim de semana! (Téo Takar)


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Por que as nações fracassam

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Por que as Nações Fracassam - 


do meu amigo Lambert


"Você sabia que não existe um único país onde a alta confiança social coexista com alta desigualdade de renda? Esse "espaço vazio" no mundo conta uma lição importante - especialmente para o Brasil.


A interação entre instituições, desigualdade econômica e confiança social molda a base da prosperidade de uma nação. Instituições fortes promovem justiça e oportunidade, o que pode reduzir a desigualdade e construir confiança entre os cidadãos. Por outro lado, a alta desigualdade frequentemente corrói a confiança social, enfraquece as instituições e prejudica o crescimento econômico.


Estudos científicos destacam que sociedades com grande desigualdade de renda tendem a ter níveis mais baixos de confiança interpessoal. A desigualdade pode gerar ressentimento e criar barreiras entre diferentes grupos econômicos. Sem confiança, a cooperação diminui, as transações se tornam mais custosas e as instituições enfrentam dificuldades para funcionar de forma eficaz. 


Esse nexo causal se auto-reforça. Baixa confiança social também é um fator que reduz os incentivos para adoção de políticas públicas e reformas institucionais que beneficiem a todos. Como a maioria é percebida como confiável, pequenas redes de vínculo pessoal ou com interesses diretos têm maior chance de receberem prioridade na alocação de recursos. Incentivam, assim, políticas e instituições particularistas, que beneficiam poucos aos custos de muitos. 


O gráfico mostra vividamente essa realidade. O Brasil está no canto inferior direito, marcado tanto pela baixa confiança social (apenas 6,5% da população acredita que a maioria das pessoas é confiável) quanto pela alta desigualdade de renda (com um coeficiente de Gini acima de 0,50). Isso coloca o Brasil ao lado de países como Zimbábue e África do Sul. O gritante "vazio" no canto superior direito enfatiza que nenhum país mantém alta confiança em meio à alta desigualdade.


Essa correlação levanta questões críticas: como o Brasil pode romper esse ciclo de desigualdade e desconfiança? Instituições fortes que estabelecem regras do jogo claras, previsíveis e que pensam no conjunto da população podem aumentar a confiança social e assim serão parte decisiva do processo. Junto delas, políticas inclusivas e reduzir a desigualdade em suas múltiplas dimensões."

No que acredita o liberal?

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 No que acredita o liberal?


"O que explicaria a resiliência da filosofia da liberdade, depois de tantas vezes ter sua morte anunciada? Pois sua simplicidade e elegância, não prometer um mundo novo, não alimentar o valor de missionários e salvadores, pela tolerância a outros pontos de vista, são 'fraquezas políticas', de acordo com os inimigos da liberdade. O apelo político dos inimigos da liberdade é enorme, mas existe em cada ser humano uma lâmpada apagada que pode se acender. Não sabemos como acendê-la, mas, depois de acesa, nunca mais se apaga - o que provoca estupefação nos inimigos da liberdade. (...) alguém conhece algum amigo da liberdade cuja lâmpada se apagou? Não existe. Esta é a força capital da filosofia da liberdade."


"Odemiro Fonseca, que foi presidente do Instituto Liberal entre 1993 e 1997 e figurava entre seus conselheiros nos últimos anos, acaba de partir. Deixo registrada minha homenagem.


Formado pela Escola de Administração e Economia – AESP da FGV e pós-graduado pela Wharton School (EUA), tendo sido membro do Wharton Executive Board entre 1993 e 2014, Odemiro trabalhou por 18 anos no mercado financeiro e na área de consultoria e construiu uma longeva atuação empresarial nos setores de alimentação e construção civil. Além do Instituto Liberal, que assumiu para dar sequência à iniciativa criada por Donald Stewart Jr., com a realização de colóquios e coquetéis, também é membro fundador e gestor do Instituto Millenium.


Entre as realizações pelas quais nosso instituto sempre será grato, constam a organização da reunião da Sociedade Mont Pèlerin no Brasil em 1993 e a redação de livros como "Por Agaso e Por Sagacidade" e "A Sociedade dos Peregrinos".


"O que explicaria a resiliência da filosofia da liberdade, depois de tantas vezes ter sua morte anunciada? Pois sua simplicidade e elegância, não prometer um mundo novo, não alimentar o valor de missionários e salvadores, pela tolerância a outros pontos de vista, são 'fraquezas políticas', de acordo com os inimigos da liberdade. O apelo político dos inimigos da liberdade é enorme, mas existe em cada ser humano uma lâmpada apagada que pode se acender. Não sabemos como acendê-la, mas, depois de acesa, nunca mais se apaga - o que provoca estupefação nos inimigos da liberdade. (...) alguém conhece algum amigo da liberdade cuja lâmpada se apagou? Não existe. Esta é a força capital da filosofia da liberdade." (Odemiro Fonseca, "Instituto Liberal - Quatro décadas em defesa da liberdade", Editora Armada, p. 124)

sábado, 19 de outubro de 2024

Um balanço

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sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Eita!

 Os inquéritos do fim-do-mundo começaram para criminalizar as denúncias de corrupção, no STF, levantadas pela Lava-Jato.


Nunca foi pelo "gópi".


Os aloprados dos quartéis foram oportunos para encaixar a narrativa da "defesa da democracia" que, na verdade, foi uma grande operação, "com o STF e tudo", para blindar corruptos nos tres poderes.


Antes de tudo, era preciso acabar com a Lava-Jato e perseguir todos que dela participaram para intimidar e inibir qualquer futuro combate aos corruptos de alto coturno.


A perseguição aos "golpistas" bolsonaristas e a censura às redes sociais fecham este ciclo de reação do establishment politico.


Parabéns aos envolvidos, eleitores e eleitos, em especial os idiotas de direita que ficaram clamando por intervenção das Foças Armadas. 


Nunca idiotas foram tâo úteis.


https://youtu.be/D63srt6ZBYw?si=ZNxGadfiEp22dOum

Mérito sempre!

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China estimula mercado de ações

 China: PBoC incentiva empréstimos para recompras de ações, em tentativa de estabilizar bolsas


Pequim, 18/10/2024 - O Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) emitiu diretrizes para que bancos estatais concedam empréstimos para recompras de ações por empresas e grandes acionistas, como parte de esforços para estabilizar as bolsas chinesas, que perderam força nos últimos anos.


Os empréstimos, que só poderão ser concedidos por 21 instituições financeiras designadas, terão taxa de juro máxima de 2,25%, segundo comunicado do PBoC. Fonte: Associated Press.


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