*Rosa Riscala: Correção no petróleo, foco em Copom e balanços*
A temporada de balanços acelera com Itaú e Gerdau, após o fechamento, e o primeiro resultado da SpaceX desde o IPO, que coloca à prova o entusiasmo com a inteligência artificial
… Depois de a forte queda do petróleo aliviar, ao menos temporariamente, os temores de uma nova escalada militar no Oriente Médio, a commodity corrige parte do tombo com os sinais contraditórios sobre as negociações para reabrir o Estreito de Ormuz. Aqui, as atenções se voltam para a reunião do Copom, que começa hoje e deve confirmar amanhã mais um corte da Selic. A dúvida não é a decisão desta semana, mas o que o BC sinalizará para setembro. Antes disso, investidores acompanham a produção industrial de junho no Brasil e o relatório Jolts nos Estados Unidos, enquanto a temporada de balanços acelera com Itaú e Gerdau, após o fechamento, e o primeiro resultado da SpaceX desde o IPO, que colocará à prova o entusiasmo do mercado com a inteligência artificial.
UM DIA DE CADA VEZ – Depois de semanas reagindo a cada ameaça de escalada militar, investidores passaram a interpretar as declarações de Trump menos como verdade e mais como um indicativo das intenções da Casa Branca no curtíssimo prazo.
… Se o presidente dos Estados Unidos fala em negociação, a leitura é de que um novo ataque dificilmente ocorrerá nas próximas horas.
… Isso ontem foi suficiente para provocar uma liquidação de quase 5% no petróleo e devolver parte do apetite por risco aos mercados globais. No fechamento do pregão regular, o Brent era negociado a US$ 83,77 (-4,73%) e o WTI a US$ 80,34 (-5,11%).
… O movimento ocorreu mesmo sem uma mudança concreta no conflito.
… Depois de suspender os ataques planejados para o fim de semana, Trump voltou a falar grosso, como quem está no controle, dizendo que é a “última chance” para um acordo com Teerã. Chegou a prometer que o Estreito de Ormuz poderá ser reaberto já nesta terça-feira.
… Segundo ele, a primeira etapa das negociações prevê justamente a normalização da navegação pela principal rota de exportação de petróleo do mundo, antes do avanço para um entendimento sobre o programa nuclear iraniano.
… O problema é que praticamente ninguém confirmou essa versão.
… O governo iraniano voltou a negar negociações diretas com Washington e afirmou que os contatos com Omã se limitam à discussão de uma rota temporária para garantir a navegação em Ormuz. Até mesmo autoridades americanas minimizaram as declarações de Trump.
… Fontes do governo de Donald Trump admitiram que não existe uma nova rodada de negociações marcada, mas apenas conversas indiretas, por meio dos enviados Steve Witkoff e Jared Kushner (o genro do presidente), com mediação de países da região.
… Os fatos no front da guerra também continuam recomendando cautela.
… O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz e por Bab el-Mandeb segue muito abaixo do normal, segundo dados da MarineTraffic, enquanto seis superpetroleiros sauditas desviaram a rota para o sul da África após novas ameaças dos Houthis contra embarcações do país.
… Ao mesmo tempo, Teerã manteve o tom agressivo e voltou a alertar para o risco de ampliação do conflito.
… Ainda assim, para os mercados, bastou a percepção de que o risco de uma nova escalada militar diminuiu no curtíssimo prazo.
… A guerra continua longe de uma solução, mas os investidores parecem ter deixado de negociar o desfecho do conflito para negociar apenas a probabilidade do próximo ataque. E, por ora, Trump deu ao mercado um motivo para acreditar que esse ataque pode esperar mais um dia.
O CONSENSO DO COPOM – Diretores do Banco Central reúnem-se hoje na primeira sessão do Copom para a Análise de Conjuntura antes da decisão sobre a Selic, que será divulgada amanhã, quarta-feira, minutos após as 18h30. Não deve haver surpresa com o resultado.
… A expectativa amplamente majoritária é de corte de 0,25 ponto porcentual, levando a Selic para 14% ao ano. O suspense é o que virá depois.
… O consenso do mercado mudou nas últimas semanas. Se até pouco tempo a percepção era de que agosto marcaria o último corte do ciclo, a sequência de indicadores mais benignos passou a sustentar a avaliação de que setembro continua em aberto.
… A combinação de inflação mais comportada, sinais de moderação da atividade e queda do petróleo levou diversas instituições a revisarem as projeções, embora nenhuma espere que o Banco Central antecipe seus próximos passos.
… HSBC, XP, Santander e Itaú convergem na avaliação de que o Copom evitará qualquer guidance, mantendo a dependência dos dados.
… A expectativa é de um comunicado neutro, que reconheça a melhora recente da inflação e a desaceleração da atividade econômica, mas mantenha o balanço de riscos ainda assimétrico e preserve a flexibilidade para decidir reunião a reunião.
… O Santander e o Bank of America já projetam mais um corte de 0,25 ponto em setembro, levando a Selic a 13,75%, enquanto o Boletim Focus desta semana também passou a incorporar esse cenário pela primeira vez desde março.
… Para o HSBC, o cenário-base ainda é de uma pausa prolongada após agosto, embora o banco admita extensão do ciclo caso a inflação continue surpreendendo para baixo. A XP também considera que esse corte pode ser o último, mas não descarta reduções adicionais.
… A principal ressalva continuam sendo as expectativas de inflação. Mesmo com a melhora dos índices correntes, economistas seguem alertando que as projeções para os próximos anos permanecem acima da meta.
… A Bradesco Asset, por exemplo, reduziu sua projeção para o IPCA de 2026, mas continua vendo riscos relevantes ligados ao El Niño, aos preços de energia e ao comportamento dos alimentos.
… Já o Citi permanece entre as poucas instituições que ainda acreditam na manutenção da Selic em 14,25%, argumentando que a desancoragem das expectativas, a expansão fiscal às vésperas das eleições e a resiliência da atividade ainda recomendam cautela.
… Em suma, a decisão desta quarta-feira parece praticamente contratada. O que o mercado tentará decifrar será a redação do comunicado: se o Copom apenas deixará a porta aberta para setembro ou se começará a preparar o terreno para uma pausa ou para um novo corte.
BDM LIVE – O economista-chefe do Bmg, Flávio Serrano, fala hoje (10h) sobre a mensagem esperada para o comunicado do Copom, em entrevista a Rosa Riscala e Téo Takar. Confira: https://tinyurl.com/mtur5tbx.
AGENDA – Antes do Copom, o mercado confere o ritmo da desaceleração da economia com a produção industrial de junho no Brasil, enquanto nos Estados Unidos o relatório Jolts abre a sequência de indicadores do emprego, que culmina com o payroll, na sexta-feira.
… Em pesquisa Broadcast, a mediana das estimativas da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) de junho, às 9h, aponta queda de 0,6% na produção, após recuo de 0,2% em maio, refletindo principalmente a acomodação da indústria extrativa e do processamento de petróleo.
… Na comparação com junho do ano passado, porém, a expectativa é de aceleração, com alta de 3,0%, ante avanço de 0,2% no mês anterior.
… Mais cedo (5h), a Fipe divulga o IPC de julho, com a mediana das projeções apontando para alta de 0,03%, após avanço de 0,18% em junho, com desaceleração puxada principalmente pela queda dos preços dos alimentos e da gasolina.
… Às 11h, o Tesouro Nacional realiza leilão de NTN-B com vencimentos em 2031, 2037 e 2050, além de LFT para 2032.
… Nos Estados Unidos, o Departamento do Comércio divulga às 9h30 a balança comercial de junho, com expectativa de redução do déficit para US$ 72,4 bilhões, ante US$ 77,6 bilhões em maio. Já o relatório Jolts será conhecido às 11h.
… A mediana aponta para 7,40 milhões de vagas abertas em junho, abaixo dos 7,59 milhões postos registrados em maio.
SPACEX – Após a forte reação aos balanços de Microsoft e Amazon, a temporada de balanços entra em um novo teste para a inteligência artificial. A SpaceX divulga hoje, após o fechamento, seu primeiro balanço após o IPO.
… Desde a badalada oferta, a SpaceX acumula queda de cerca de 20% e de mais de 50% em relação à máxima.
… Os números da companhia poderão influenciar o humor do setor de tecnologia, especialmente diante das dúvidas sobre o retorno dos pesados investimentos em IA. Também após o fechamento, sai o balanço de AMD.
… Representantes das big techs terão reunião hoje com a Casa Branca, segundo o The Information.
… Ainda nesta terça, antes da abertura dos mercados, divulgam resultados HSBC, Lufthansa, BP, Whirlpool, Caterpillar e McDonald’s.
AFTER HOURS – Palantir deu show (+14,97%) depois de o lucro por ação ajustado saltar 156%, para US$ 0,41, superando de longe a projeção de US$ 0,3, e a receita com o governo americano dobrar para US$ 809 milhões.
… A empresa afirmou que a demanda por seu software de IA impulsionou a receita pelo 12º trimestre consecutivo.
ITAÚ – Aqui, a grande expectativa da temporada de balanços é o resultado do Itaú Unibanco, divulgado hoje após o fechamento.
… O mercado espera lucro de R$ 12,5 bilhões no segundo trimestre, alta de cerca de 8% em relação ao mesmo período do ano passado, mantendo o banco como o mais rentável entre os grandes do setor.
… Além do lucro, os investidores estarão atentos ao crescimento da carteira de crédito, à qualidade dos ativos, como inadimplência e provisões (PDD), ao desempenho das receitas com tarifas e às sinalizações da administração para o segundo semestre.
MAIS BALANÇOS – A temporada do segundo trimestre acelera também na B3, com resultados de Gerdau, Gerdau Metalúrgica, GPA, Iguatemi, Prio, RD Saúde, C&A e Tenda, todos após o fechamento.
… Entre eles, Gerdau deve registrar um dos melhores desempenhos do trimestre, com expectativa de lucro de R$ 1,48 bilhão (+71% no ano), sustentada pela resiliência das operações na América do Norte e pela melhora das margens na América do Sul.
… Confira abaixo no Cias Abertas os balanços de BB Seguridade, BradSaúde e Marcopolo, divulgados ontem à noite.
CURTAS DA POLÍTICA – Depois de recuperar terreno na pesquisa BTG/Nexus, que mostrou empate técnico entre Flávio Bolsonaro (45%) e Lula (46%), nesta segunda-feira, o senador sofreu novo revés no esforço para ampliar sua base de apoio.
… O Republicanos, que ficou de consultar seus diretórios estaduais sobre a participação de Tereza Cristina como vice na chapa, informou ao PL que a maioria de seus diretórios estaduais prefere manter a neutralidade.
… Hoje, Flávio participa da primeira sabatina da campanha eleitoral, promovida por O Antagonista e G4 Hub, a partir das 11h.
LULA. Já o presidente abre nesta terça-feira a série de entrevistas dos presidenciáveis promovida pela GloboNews e pelo G1, às 14h.
… No campo diplomático, uma nova sequência de ataques de Javier Milei a Lula complicou a tentativa de normalização das relações entre Brasil e Argentina – um tema que é tratado com cuidado pelo Planalto, em meio à exploração eleitoral do bolsonarismo.
MAIS PESQUISAS. Os institutos Genial/Quaest e Meio/Ideia divulgam amanhã novas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial, com perguntas sobre o tarifaço dos Estados Unidos, a relação dos candidatos com Trump e as críticas de Flávio às urnas eletrônicas.
CONGRESSO. Retoma os trabalhos nesta semana, mas as votações só devem ganhar ritmo a partir do dia 10, por causa do calendário eleitoral.
… Entre as prioridades estão projetos ligados ao agronegócio, a PEC da Segurança Pública e propostas econômicas como o PLP dos Combustíveis e a política de minerais críticos. O governo também pretende avançar com a PEC do fim da jornada 6×1.
VÁLVULA DE ESCAPE – Sustentável ou não, o afastamento do petróleo da marca dos US$ 90 provocou queima dos prêmios de risco nos juros futuros, aqui e lá fora, na medida em que desarma a pressão sobre o canal inflacionário.
… Na véspera da decisão do Copom, ainda a novidade do boletim Focus de queda na projeção da Selic do ano, de 13,75% para 14%, animou as apostas de que o corte de juro esperado para amanhã possa não ser o último do ciclo.
… Vai depender de muita coisa: 1) de uma solução diplomática na guerra que garanta queda para valer do petróleo e esvazie as expectativas de inflação; 2) de uma postura dovish do Fed (que Warsh já deu a impressão que pode ter)…
… E mais importante que tudo, de um cenário fiscalmente responsável, no contexto eleitoral ainda indefinido.
… Entre os traders, a aposta de que o Copom cortará o juro também em setembro ainda continua majoritária (60%), mas segue bem próxima da precificação de uma pausa (40%), porque todo mundo quer ler antes o comunicado.
… Não que o mercado esteja confiando que o documento passará algum recado. Mesmo assim, espera por ele.
… Além do ajuste na Selic, o Focus trouxe ontem a perspectiva de alívio na inflação deste ano, de 5,12% para 5,03%, enquanto as estimativas para o IPCA de 2027 e de 2028 permaneceram em 4,22% e 3,80%, respectivamente.
… Encorajada pelas surpresas baixistas das últimas leituras da inflação, a Bradesco Asset reduziu a projeção do IPCA de 2026 de 5,4% para 5,1%, mas observou que os núcleos rodam em nível incompatível com a convergência à meta.
… Apesar dos riscos à volta, o alívio do petróleo nesta segunda-feira viabilizou queda consistente na curva do DI.
… No fechamento, o DI para Janeiro de 2027 marcava 13,805% (de 13,795% no ajuste anterior); Jan/28, 13,810% (contra 13,860% na véspera); Jan/29, 13,980% (14,096%); Jan/31, 14,190% (14,382%); e Jan/33, 14,355% (14,573%).
… Lá fora, depois do salto recente, a taxa da Note de dez anos voltou a operar abaixo de 4,70%, em 4,252%, contra 4,707% na última sexta-feira, enquanto a de dois anos caiu para 4,252% (de 4,267%), na cola do tombo do petróleo.
… Ninguém vai comprar tão fácil a perspectiva de uma solução rápida da guerra, marcada por tantas reviravoltas.
… Mas os Treasuries aproveitaram ontem para realizar lucro, depois de a credibilidade do Fed ter sido colocada à prova na semana passada pela percepção de que Kevin Wash pode ser mais tolerante com as pressões inflacionárias.
… Destoando dos três dissidentes da última reunião de política monetária, John Williams (presidente do Fed de Nova York) disse que a sua previsão é que a inflação caia na segunda metade deste ano e “ainda mais no próximo ano”.
… Ele garante que, se este prognóstico não se concretizar, o Fed não hesitará em responder com alta dos juros.
… O que preocupa o mercado é o medo de o BC americano se atrasar e não reagir tão rápido a eventuais choques.
ARIGATÔ – Quanto mais tempo o Fed demorar para apertar a política monetária, tanto melhor para o Japão, que tem apelado às intervenções cambiais para conter a fragilidade do iene, desencadeada pelo diferencial dos juros.
… Depois da recente atuação dupla do governo de Tóquio e de Trump, a moeda japonesa continuou subindo ontem (+0,28%), para 156,92 por dólar, mas o mercado mantém o debate sobre a eficácia das investidas no câmbio.
… Para a consultoria britânica Oxford Economics, o efeito das intervenções durará mais que em ofensivas anteriores, mas ainda será insuficiente para reverter a tendência fraca do iene, que deve voltar a 160 por dólar no fim do ano.
… Análise do Valor também pontua que, historicamente, as atuações no câmbio raramente conseguiram mudar uma tendência determinada por fundamentos. No máximo, reduziram a volatilidade e movimentos especulativos.
… Na visão da Capital Economics, a capacidade do Tesouro americano de influenciar o iene é mais simbólica do que efetivamente prática, já que as reservas dos Estados Unidos são limitadas para bancar uma intervenção prolongada.
… Cálculos na BBG indicam que, na sexta, o Japão teria gasto 5,33 trilhões de ienes (US$ 34 bilhões) para intervir.
… Ontem, o euro recuou 0,16%, a US$ 1,1510, a libra caiu 0,36%, a US$ 1,3432, e o DXY ficou estável (-0,02%), a 99,897 pontos. Por aqui, o dólar subiu 0,33%, a R$ 5,0870, com o real enfraquecido pela liquidação do petróleo.
… Mas considerando que o barril derreteu e que o Copom vai cortar a Selic amanhã e, eventualmente, pode até deixar contratado um novo corte em setembro, dá para dizer que a moeda brasileira se segurou muito bem ontem.
SAIU BARATO – Por ter forte peso individual dos papéis diretamente ligados às commodities, o Ibovespa já antecipava um dia desafiador, com o petróleo e minério de ferro (-2,85%) no alvo de um forte movimento vendedor.
… Vale (-2,15%; R$ 74,64) e Petrobras não resistiram (ON, -0,86%, a R$ 48,62; e PN, -0,85%, a R$ 43,05), e o índice à vista passou boa parte do pregão no vermelho, mas reagiu na reta final e fechou estável, aos 178.000,24 pontos.
… Chamou atenção o volume financeiro de apenas R$ 15,9 bilhões, ainda mais baixo do que as médias recentes.
… O contraponto para a bolsa zerar as perdas veio dos bancos e das ações mais dependentes ao ciclo econômico. O recuo dos juros futuros animou Hapvida (+5,59%), C&A (+3,60%), Vivara (+2,98%) e Magazine Luiza (+2,58%).
… No setor financeiro, em véspera de balanço, Itaú PN avançou 0,70% (R$ 43,17). Bradesco PN ganhou 0,65% (R$ 18,55) e Santander unit ampliou a alta (+1,08%, a R$ 28,93), mesmo depois do rali recente provocado pela OPA.
… CSN liderou as perdas do índice à vista e despencou 6,82%, para R$ 4,51, após o corte de rating pela Fitch.
… A B3 divulgou ontem a primeira prévia do Ibovespa, que irá vigorar entre setembro e dezembro, com a entrada das ações da Tenda e saída de Petrorecôncavo. A bolsa vai divulgar mais duas prévias este mês, nos dias 17 e 31.
… Em Nova York, rolou ontem uma dose de euforia com o tombo do petróleo e com as big techs. Meta (+6,02%), Microsoft (+4,93%), Alphabet (+4,88%) e Amazon (+4,58%) puxaram os ganhos, em meio à temporada de balanços.
… O Dow Jones renovou seu recorde histórico acima dos 53 mil pontos e subiu 1,32%, para 53.178,41 pontos. O S&P 500 registrou valorização de 1,48%, para 7.600,50 pontos, enquanto o Nasdaq avançou 2,13%, a 25.913,90 pontos.
CIAS ABERTAS NO AFTER – BB SEGURIDADE teve lucro líquido de R$ 2,151 bilhões no segundo trimestre, em linha com as projeções do Broadcast…
… Conselho aprovou R$ 3,850 bilhões em dividendos intercalares, equivalentes a R$ 1,983285 por ação, com pagamento em 03/09. As ações ficam ex-direito em 07/08.
BRADSAÚDE teve lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no segundo trimestre, alta de 24,8% ante um ano antes. A receita cresceu 10,8%, para R$ 13,8 bilhões, e o ROAE ficou em 25,8%.
SANTANDER. Brookfield negocia a compra da torre do banco no Complexo JK por cerca de R$ 2,3 bilhões, segundo o Metro Quadrado.
CSN CIMENTOS. Huaxin, consórcio formado por Votorantim e Cementir e Polimix seguem na disputa pela companhia, segundo o Valor Econômico. A proposta da Huaxin seria de R$ 12 bilhões.
ISA ENERGIA teve lucro líquido regulatório de R$ 174 milhões no segundo trimestre, queda de 32% ante um ano antes. A receita regulatória cresceu 20,9%, a R$ 1,2 bilhão, e o Ebitda regulatório avançou 22,5%, a R$ 967 milhões.
ENEL. Área técnica da Aneel rejeitou as alegações finais da companhia e manteve a recomendação de caducidade da concessão em São Paulo.
COGNA. Vasta aprovou a incorporação pela Somos e o resgate compulsório das ações dos minoritários, como parte da reorganização societária.
MOVIDA aprovou a 28ª emissão de debêntures, no valor de R$ 1,140 bilhão, para gestão de passivos e pré-pagamento de dívida.
PAGUE MENOS teve lucro líquido de R$ 71,1 milhões no segundo trimestre, alta de 41,6% ante um ano antes. A receita cresceu 8%, para R$ 3,99 bilhões, e o Ebitda ajustado avançou 11,7%, para R$ 409,3 milhões.
ODONTOPREV teve lucro líquido de R$ 115,7 milhões no segundo trimestre, queda de 20,8% ante um ano antes. A receita líquida cresceu 5,6%, para R$ 635,3 milhões.
VALID concluiu a aquisição do grupo HST Card Technology por R$ 73 milhões, a serem pagos ao longo de três anos.
MARCOPOLO teve lucro líquido de R$ 272,4 milhões no segundo trimestre, queda de 14,7% ante um ano antes. A receita cresceu 3%, para R$ 2,37 bilhões, enquanto o Ebitda recuou 15%, para R$ 338,6 milhões.
TEGMA aprovou a distribuição de R$ 75,2 milhões em dividendos e JCP, equivalentes a R$ 1,14 por ação, com pagamento em 18/08.
RUMO. Debenturistas aprovaram fiança bancária complementar de R$ 87,5 milhões do Banco ABC para a segunda série da 18ª emissão de debêntures.
MOTIVA. Grupo Soares Penido, Votorantim e Itaúsa manifestaram intenção de renovar o acordo de acionistas.
PARANAPANEMA homologou aumento de capital de R$ 5,9 milhões, com a emissão de 9,6 milhões de ações, e reduziu a dívida em R$ 5,8 milhões.
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