segunda-feira, 29 de junho de 2026

O mensageiro, Gustavo Franco



 “O Mensageiro” – Gustavo Franco


O ponto central do artigo é simples: os juros altos não são a causa do problema fiscal brasileiro; são a consequência dele. Segundo Gustavo Franco, o Banco Central funciona apenas como um “mensageiro” que traduz para a economia os riscos criados pelo excesso de gastos públicos e pelo crescimento da dívida do governo.

A lógica é semelhante à de uma família ou empresa muito endividada. Quando alguém já deve muito dinheiro e continua gastando mais do que arrecada, os credores passam a exigir juros maiores para emprestar. Com o governo acontece o mesmo. Como o setor público brasileiro possui uma dívida próxima de 80% do PIB (cerca de R$ 10 trilhões), qualquer sinal de descontrole fiscal aumenta a percepção de risco e eleva os juros exigidos pelo mercado.

O autor destaca que muitos políticos preferem culpar o Banco Central pela Selic elevada porque isso evita discutir a verdadeira origem do problema. Afinal, é mais fácil atacar quem anuncia a notícia do que reconhecer que programas sem financiamento, aumento de despesas permanentes e emendas parlamentares sem contrapartida acabam pressionando a dívida pública e, consequentemente, os juros.

Outro ponto importante é que a taxa paga pelo governo serve de referência para toda a economia. Se o Tesouro precisa oferecer juros muito altos para financiar sua dívida, empresas, famílias e investidores também enfrentarão custos maiores de crédito. Por isso, os juros da dívida pública acabam influenciando financiamentos imobiliários, empréstimos empresariais, cartões de crédito e praticamente todas as demais taxas da economia.


A tese de Gustavo Franco é que o Banco Central não cria juros altos por vontade própria. Ele apenas reage aos fundamentos da economia. Se o governo gasta mais do que arrecada e a dívida cresce continuamente, os juros sobem como mecanismo de compensação do risco. Em outras palavras: não existe solução monetária para um problema fiscal. Enquanto o Brasil não resolver suas contas públicas, continuará convivendo com juros estruturalmente elevados, crescimento menor e menor capacidade de investimento produtivo.

Bankinter Portugal Matinal

 Análise Bankinter Portugal 


Nova Iorque -0,05% EUA tech -1,1% EUA Semis -5,3% UE -0,7% Espanha -0,5% VIX 18,4% Bund 2,85%. T-Note 4,38%. Spread 2A-10A EUA =+27pb O10A: ESP 3,34% PT 3,24% ITA 3,58% FRA 3,63% Euribor 12m 2,764% (futuro 12m 2,765%) USD 1,139 JPY 184,3/€ 161,8/$. Ouro 4.058$. Brent 72,0$. WTI 69,6$. Bitcoin -0,5% (60.039$). Ether +0,6% (1.582$).



:: SESSÃO. Aspeto de subida e menos suave do que seria desejável: talvez ca. +0,5% Europa e +1% EUA. Esta semana, banqueiros centrais em Sintra, inflação europeia começará a retroceder e o emprego americano oferecerá mais do mesmo. Ataques e contra-ataques entre os EUA e o Irão, este fim de semana, para terminar o assunto de seguida e retomar a conversações que provavelmente não chegarão a ser um acordo. Mas o petróleo ca.70$/b e isso, que é bom, é o que importa ao mercado. Tecnologia um pouco débil devido a uma realização de lucros em Micron depois do seu forte aumento na quinta-feira (-6,7% vs. +15,7%) e ON Semiconductor -23% pela compra de uma empresa. As obrigações quase não se movem, com yield muito estável. O Japão publica um bom número: Vendas a Retalho de maio +5,3% vs. +3,2% esperado vs. +2,8% abril (revisto em alta desde +2,1% preliminar). SpaceX entra hoje no Russell 1000, e a 7 de julho no Nasdaq-100. Hoje entra Alphabet no DJI-30 e sai Verizon. 


Como o emprego americano (quinta-feira) será provavelmente continuísta e indiferente para o mercado, o mais importante será comprovar se a inflação europeia começa a suavizar-se (+3,0/+3,1% desde +3,2%, na quarta-feira) e se, como consequência, os bancos centrais, reunidos em Sintra pelo BCE, de segunda a quarta-feira, suavizam ou não a sua abordagem sobre a inflação e, por extensão, sobre as suas taxas diretoras. Particularmente Lagarde (quarta-feira, 14 h; junto a Bailey do BoE e Warsh da Fed), depois do BCE subir +25 p.b., até 2,25%/2,40% (Depósito/Crédito), a 11 de junho, apenas 48 horas antes dos EUA e do Irão assinarem um Memorando de Entendimento e o petróleo começar a retroceder até níveis quase pré-guerra. É cedo para uma mudança de abordagem, porque a sua decisão de 11 de junho compromete muito, mas este é o assunto que realmente poderá “dar jogo”. Com o petróleo quase normalizado, embora surjam aumentos erráticos, os principais bancos centrais (Fed, BCE e BoE; o BoJ está noutro ciclo de política monetária) suavizarão, pouco a pouco, a sua perceção sobre a inflação e, por extensão, voltarão a adotar uma atitude mais dovish/suave sobre taxas de juros. Poderão insinuar algo assim esta semana, embora sem se comprometer. Mas talvez isso seja esperar demasiado…


:: CONCLUSÃO. Nestas circunstâncias, o adiamento de OpenAI da sua OPV antes do ambíguo resultado da saída à bolsa de SpaceX parece melhor do que se precipitar. E se o mercado decidir ir mais devagar, seria mais tranquilizador do que inquietante para o verão. O “mal” é que hoje irá querer subir novamente. Para esta semana, a probabilidade de subida parece superior à de estancamento. Já veremos se é bom…


FIM

domingo, 28 de junho de 2026

Gilmar Mendes e o amor

 O AMOR E O GILMAR MENDES


Se tem um negócio que eu não entendo é o amor. O amor é um sentimento sublime porém inexplicável, misterioso e cheio de veredas insondáveis. Entendo, por exemplo, o amor de Virginia Fonseca pelo Vini Jr. Vini, pode não ser exatamente um Apolo, mas é um craque da bola, é jovem, saudável, viril, charmoso, rico e tem um torso apolíneo capaz de enlouquecer até o padre Fábio de Mello. Até aqui tudo bem.

Agora, me aparece o ministro Gilmarginal MenTes de mãos dadas com uma namorada nova em folha (de São Paulo). Gilmar Mentes tem uma namorada! 

Existe alguém no Universo (em desencanto) capaz de chamar o Gilmarginal de “meu bem” ou “meu docinho”! É inacreditável! Como alguém nesse mundo pode acreditar que Gilmarginal é um “bem”, um “docinho”? São os caprichos do Amor! As tramas de Cupido! As emboscadas do Eros insaciável!

Gilmarginal ama a "moça” e Ivo viu a uva. O que me surpreende é que Gilmar Mentes sempre foi apaixonado por si mesmo e, o que é pior, sempre foi correspondido. Mas agora sabemos que existe alguém que chama Gilmarginal de “meu amor “ (fora o Alexandre de Imoraes e o Fodias PTofolli). Existe alguém no Brasil que ama Gilmar Mentes! E isso me comove e me sufoca de esperança. 

O que essa criatura viu no ministro é o que me intriga. Conflito de interesses é que não é! 

Gilmar é um cara pobre, de origem humilde. Miserável, aliás, mais miserável do que pobre. Mal e mal sobrevive com os vencimentos pífios de ministro decano do STF. No miserê, arrasta sua toga esfarrapada pelos corredores do tribunal cheia de penduricalhos. Vive de favores, dos amigos generosos e compadecidos com a sua situação mas, ínclito e incorruptível, é incapaz de trocar uma sentença por uma côdea de pão velho ou uma gamela de sopa fria, sobra do jantar. 

Só pode ser o sexo. Se Gilmarginal fo@#$%ˆ*&der com a namorada como fo$#@%de com a Justiça (que é cega), não tem pra ninguém. Não precisa de garrafada nem de "tadala”. Ele deve ser um sátiro na alcova e nu, totalmente pelado, sem a toga, deve ser irresistível, não tem mulher que resista a um Gilmarginal Mentes desnudo e ensandecido por uma noite de troca de fluidos corporais. 

Só tem um problema: Gilmarginal Mentes tem cara de sapo e, por mais que a namorada o beije, ele não vai virar um príncipe. Afinal, ele é republicano.


Texto de Marcelo Madureira, ator e humorista.

Ótimo artigo

 "... a Nova Matriz Econômica, experimento heterodoxo por excelência, fez exatamente o que o programa do PT volta a propor: expandir gastos, relativizar as restrições fiscais, tratar juros elevados como causa do problema — e não sua consequência — e apostar que o crescimento resolverá os desequilíbrios das contas públicas. O resultado observado em 2015-16 foi catastrófico: inflação de dois dígitos, deterioração fiscal e a maior recessão brasileira desde a década de 1930. Não deixou como herança nem um ciclo duradouro de crescimento, nem um aumento permanente do investimento. Os benefícios foram passageiros; os custos, infelizmente, duradouros." [25/06/2026]




sábado, 27 de junho de 2026

Notas sobre a Copa do Mundo

São várias histórias q merecem registro. 

1) Uma delas é do argentino Eduardo Baccacece, técnico do Equador, na sua vibração pelo bom grupo da seleção. Q eles consigam ir longe. Merecem.


2) E q grande barato a seleção da Belgica. Jogou o fino contra a Nova Zelandia. NÃO INTERESSA SE FOI ATAQUE CONTRA DEFESA. Jogaram muito....Lukaku, De Bruine, Drossard, Salamalaque...e vamos vendo os craques desfilarem. 5x1 foi pouco. Conheço este lindo país e mto me impressiona o estreito equilíbrio de um país q é uma babel de influências. Muita imigração. Pode ser um caldeirão de diversidades e riquezas, mas se transformar numa panela de pressão de tensões sociais. Mas Bruxelas, Brugges, Ghent, são um mergulho na história da Europa. Lindas cidades.

3) Outro grande barato foi o Irã. Mereciam ter ido adiante. O time era bom. Lutaram, lutaram e lutaram. No jogo contra o Egito foi gol legítmo. O pé do cara estava na mesma linha. Injustiça. Eu achei uma sacanagem o q Trump fez. O time de futebol vive num dilema, representa a nação persa e não a Guarda Revolucionária e seus fanáticos aiatolás. 

4) Gostei mto de Cabo Verde, mas encarando a Argentina no mata-mata? Seria engraçado se passarem...


5) O tal do "loco" Bielsa avacalhou a seleção uruguaia. ESTA É A VERDADE. E o Muslera foi a cereja do bolo. O grupo era mto bom. E o reserva do goleiro titular, também, mto bom. Mas é claro q é mto cômodo culpar o goleiro. Se o grupo estava mto instável,  mta pertubação interna, isso acabou sobrando para o goleiro. NÃO ACREDITO Q ELE SEJA O ÚNICO CULPADO. Bielsa na sua ranzise destruiu o ambiente da seleção. Não era bem quisto pelo elenco. Reclamavam do excesso de carga. 

6) No rol dos favoritos, só vejo a França e a Holanda despontando. A Argentina tem q torcer para q o Messi esteja iluminado. Espanha, Brasil, Portugal, correndo bem por fora.

7)  Ah ia esquecendo o Japão. Podem aprontar, em especial, contra o BRASIL. Aí seria o fim da picada.

Fernando Cavalcante

 NINGUÉM OPINA MELHOR DO QUE OS DESANIMADOS


Estava, na semana passada, citando a frase acima para convencer uma amiga que duvidava de minhas declarações sobre a política brasileira e mundial.


Não estou gostando de quase nada. E isso me faz mais lúcido.


Internacionalmente, Trump confirmou meus temores expressos no texto "Ah, se Trump fosse um Churchill!". Ele não tem a grandeza de aceitar perder as eleições para fazer o que é certo, mas impopular.


Já que, contra todas as expectativas, o extermínio das lideranças do Irã não fez cair o regime, Trump deveria ter partido para a invasão conjunta americano-israelense, ou (possivelmente a melhor opção) ter aberto o caminho com bombas para os curdos marcharem até Teerã. Eles estavam loucos para fazer isso, só faltaram implorar aos americanos uma ajuda na campanha. Netanyahu fez tudo para convencer Trump a tentar isso.


Mas seria uma campanha custosa e demorada, e Trump está de olho nas pesquisas eleitorais sobre o desempenho dos republicanos nas mid-term elections (novembro). Estas indicam que o povo americano, provando ser tão egoísta e imbecil quanto o brasileiro, deseja que a guerra acabe já. Não dá a mínima para o fato de um regime terrorista sanguinário ter bombas atômicas. Querem mesmo é comprar barato gasolina e blusinhas da Shein.


Lembrei de um pop dos anos 90 sobre uma dondoquinha mimada, muito semelhante a minha namorada da época: "O mundo vai acabar/ mas ela só quer dançar, dançar, dançar!" Ou, para ser mais pernóstico, o dito de Salviano, impressionado de ver o povo romano preocupado apenas com os prazeres, pouco antes de os bárbaros destruírem para sempre o Império: "Roma moritur, et ridet". Roma ri enquanto morre.


Pois é.


Trump seguiu a opinião da torcida americana, e deixará os aiatolás prosseguirem no poder. Escravizando, torturando e assassinando seu infeliz povo,  enriquecendo urânio até dominarem totalmente o processamento da energia atômica, e se tornando tão invulneráveis e eternos como a família psicopata que governa a Coréia do Norte.


No Brasil, não estamos num nível tão catastrófico. Pelo menos não há massacres. Mas encontramo-nos, claramente, numa cleptocacia autoritária. E dificílima de sair.


Houve no Brasil um caso raríssimo nos anais da História: um "coup d'Etat" da corte judicial suprema. Só me lembro de situações parecidas com os decênviros romanos, após a publicação da Lei das XII tábuas, ou com a "Fronda" francesa, visto que o Parlamento, então, era basicamente um órgão judicial.


Supremos magistrados, metidos em uma "vendetta" política contra o então chefe do Executivo, decidiram que a única saída era retirar da cadeia um ex-presidente superpopular cuja criminalidade fora reconhecida em todas as instâncias judiciais (até por ELES mesmos). E, a pretexto de tecnicismos formais, libertaram-no, devolveram-lhe os direitos políticos e assim, ajudados pela imprensa, numa das mais bem-sucedidas campanhas de difamação da história, garantiram-lhe uma volta triunfal ao poder (ainda que por 1,7% dos votos de vantagem, a menor da história brasileira). Atos patéticos de vandalismo de um grupo de pobretões, depois, apresentados como uma perigosa tentativa de golpe da Extrema Direita, forneceram o pretexto perfeito para censura e perseguições que duram até hoje.


Felizmente, as maiores democracias do mundo têm acordado para a verdade, e negado extradição aos perseguidos da ditadura mista (Judiciário plus Executivo) disfarçada que existe atualmente no Brasil.


Mas, ainda assim, acho pouco provável que a oposição tenha sua revanche em breve.


A Direita escolheu Bolsonaro como seu líder, e a Esquerda, que já tinha escolhido Lula, vingou-se da prisão deste encarcerando aquele. É pau por cacete, murro por soco, chute por pontapé.


A espetacular vantagem da Esquerda, entretanto, é que o STF a apóia. E, atualmente, o STF interpreta a constituição não como é, mas como lhe convém. E o TSE é seu "puxadinho".


Enquanto não tivermos um Congresso altivo, com vergonha na cara (não adianta termos só um presidente da república assim) continuaremos escravos de Gilmar, Moraes et caterva.


Então, votarei no Flávio sem esperança nenhuma, só para não votar em branco. Sabendo-o desde já manietado. Concorre porque o STF tolera, vencerá se o STF quiser, e governará enquanto o STF permitir.


Talvez seja até bom, de certa forma, Lula vencer agora. Sabem por quê? Estamos à beira de uma crise fiscal terrível, quase no estilo "Dilma 2.0". Se naquela ocasião Aécio tivesse vencido, o PT teria gritado que a culpa era toda "da Direita". Mas Dilma "fez o diabo" para se reeleger, gastando horrores, ganhou, e isso foi seu suicídio político.


Pois bem, hoje estamos em um déficit fiscal semelhante, e a China nunca mais crescerá 10% ao ano, fazendo assim o Brasil crescer 5%, como acontecia na época em que os imbecis pensavam que Lula era competente. A salvação, atualmente, seria privatizar forte. Lula jamais fará isso. E está, também, "fazendo o diabo" para se reeleger, como no caso do fim da escala 6 x 1. Ou seja, suicidando-se, também.


Então, estou com a estóica calma dos que antevêem a tempestade inevitável.


Vão por mim, amiguinhos. Poupem seu dinheiro, vendam (ou, pelo menos, mantenham) seus imóveis e não adquiram outros agora.


2027 será terrível.


Nós, os desanimados, enxergamos longe com nossa frieza.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Call Matinal 2606

 CALL MATINAL 

26/06/2026 

Julio Hegedus Netto, economista


MERCADOS EM GERAL

FECHAMENTO (2506)

MERCADOS 

Na quinta-feira (25), o Ibovespa fechou em alta de 0,87%, aos 171.990,20 pontos, após oscilar entre 170.507,92 e 173.277,09.  Já o volume negociado somou R$ 22,0 bilhões. O dólar/BRL recuou 0,32% (a 5,1788), moedas de peso semelhante como o Rublo Russo (+1,29%), Peso Chileno (+0,27%), Won Coreano (+0,18%) e Dólar de Taiwan (+0,18%) registram valorização do dólar frente a elas. Esse descolamento sugeriu uma força compradora pontual no Real, podendo abrir espaço para correção técnica no dólar futuro para reajustar a arbitragem.


PRINCIPAIS MERCADOS

No exterior, a queda dos preços das commodities nos últimos dias tem ajudado a ancorar as taxas de juros no mundo. Assim, as taxas das treasuries mostram mais um dia em tendencia de baixa, pressionando também o DXY para queda. No mercado de ações, futuros americanos recuam, em um movimento de realização. 

MERCADOS 5H30

Índices Comentários

EUA Dow Jones Futuro: -0,15%

S&P 500 Futuro: -0,55%

Nasdaq Futuro: -1,25% nos EUA, S&P 500 recua 0,6% e Nasdaq cai 1,4%.

ÁSIA-PACÍFICO

S&P/ASX    +0,18%   8.764,20

Nikkei     -4,09%  69.408,00

KOSPI      -5,81%   8.411,21

Shanghai   -2,26%   4.027,26

Hang Seng  -1,73%  22.678,50 Na Ásia, Nikkei encerrou a sessão em baixa de 4,1%; e Shanghai caiu 2,3%.

EUROPA

STOXX 600: -0,62%

DAX (Alemanha): -0,80%

FTSE 100 (Reino Unido): -0,47%

CAC 40 (França): -0,40%

FTSE MIB (Itália): -1,18% Na Europa, EuroStoxx tem queda de 0,6%

COMMODITIES

Petróleo WTI, -3,48%, a US$ 69,42 o barril

Petróleo Brent, -3,56%, a US$ 72,58 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,81%, a 748,00 iuanes (US$ 109,94)

Bitcoin, +1,54%, a US$ 60.119,83 Commodities seguem derretendo, derrubando os futuros dos treasuries. 


NO DIA, 2606

O fim da Guerra do Oriente Médio derruba a cotação do barril de petróleo e abre espaço para uma leitura mais dovish por parte dos bancos centrais, na condução das suas políticas monetárias. Foi  isso a acontecer no Brasil, onde o BCB recuperou a flexibilidade da política monetária. Sinalizou que mais queda do juro é possível, assim como uma pausa, mas sem assumir compromisso. Depois do ruído com o comunicado do Copom, e que não foi resolvido pela ata, o RPM e a entrevista de Galípolo reorganizaram a leitura do mercado, que voltou a inclinar suas apostas para novo corte da Selic em agosto. O IPCA-15 reforçou esse ambiente, ao mostrar uma composição mais benigna da inflação. A melhora só não foi maior, porque o primeiro incidente em Ormuz desde o acordo entre EUA-Irã interrompeu a queda do petróleo. Na agenda de hoje, Pnad, contas externas e sentimento do consumidor americano.

Agenda 22 a 26 de junho


Sexta-feira (26):

 08h30– Brasil: BC – Nota do setor externo (mai)

09h00 – Brasil: IBGE – Pnad Contínua (mai)

09h30 – Brasil: BC – Pesquisa Firmus

11h00 – EUA: Univ. Michigan – Índice de sentimento do consumidor (final de jun)

14h00 – EUA: Baker Hughes – Poços e plataformas em operação

14h30 – Brasil: Tesouro – Relatório Mensal da Dívida Pública (mai)

Debates...

Eu ja "dobrei o cabo da boa esperança", o que me permite um olhar mais livre e menos preocupado com as patrulhas, em relação ao qu...