sexta-feira, 26 de junho de 2026

Call Matinal 2606

 CALL MATINAL 

26/06/2026 

Julio Hegedus Netto, economista


MERCADOS EM GERAL

FECHAMENTO (2506)

MERCADOS 

Na quinta-feira (25), o Ibovespa fechou em alta de 0,87%, aos 171.990,20 pontos, após oscilar entre 170.507,92 e 173.277,09.  Já o volume negociado somou R$ 22,0 bilhões. O dólar/BRL recuou 0,32% (a 5,1788), moedas de peso semelhante como o Rublo Russo (+1,29%), Peso Chileno (+0,27%), Won Coreano (+0,18%) e Dólar de Taiwan (+0,18%) registram valorização do dólar frente a elas. Esse descolamento sugeriu uma força compradora pontual no Real, podendo abrir espaço para correção técnica no dólar futuro para reajustar a arbitragem.


PRINCIPAIS MERCADOS

No exterior, a queda dos preços das commodities nos últimos dias tem ajudado a ancorar as taxas de juros no mundo. Assim, as taxas das treasuries mostram mais um dia em tendencia de baixa, pressionando também o DXY para queda. No mercado de ações, futuros americanos recuam, em um movimento de realização. 

MERCADOS 5H30

Índices Comentários

EUA Dow Jones Futuro: -0,15%

S&P 500 Futuro: -0,55%

Nasdaq Futuro: -1,25% nos EUA, S&P 500 recua 0,6% e Nasdaq cai 1,4%.

ÁSIA-PACÍFICO

S&P/ASX    +0,18%   8.764,20

Nikkei     -4,09%  69.408,00

KOSPI      -5,81%   8.411,21

Shanghai   -2,26%   4.027,26

Hang Seng  -1,73%  22.678,50 Na Ásia, Nikkei encerrou a sessão em baixa de 4,1%; e Shanghai caiu 2,3%.

EUROPA

STOXX 600: -0,62%

DAX (Alemanha): -0,80%

FTSE 100 (Reino Unido): -0,47%

CAC 40 (França): -0,40%

FTSE MIB (Itália): -1,18% Na Europa, EuroStoxx tem queda de 0,6%

COMMODITIES

Petróleo WTI, -3,48%, a US$ 69,42 o barril

Petróleo Brent, -3,56%, a US$ 72,58 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,81%, a 748,00 iuanes (US$ 109,94)

Bitcoin, +1,54%, a US$ 60.119,83 Commodities seguem derretendo, derrubando os futuros dos treasuries. 


NO DIA, 2606

O fim da Guerra do Oriente Médio derruba a cotação do barril de petróleo e abre espaço para uma leitura mais dovish por parte dos bancos centrais, na condução das suas políticas monetárias. Foi  isso a acontecer no Brasil, onde o BCB recuperou a flexibilidade da política monetária. Sinalizou que mais queda do juro é possível, assim como uma pausa, mas sem assumir compromisso. Depois do ruído com o comunicado do Copom, e que não foi resolvido pela ata, o RPM e a entrevista de Galípolo reorganizaram a leitura do mercado, que voltou a inclinar suas apostas para novo corte da Selic em agosto. O IPCA-15 reforçou esse ambiente, ao mostrar uma composição mais benigna da inflação. A melhora só não foi maior, porque o primeiro incidente em Ormuz desde o acordo entre EUA-Irã interrompeu a queda do petróleo. Na agenda de hoje, Pnad, contas externas e sentimento do consumidor americano.

Agenda 22 a 26 de junho


Sexta-feira (26):

 08h30– Brasil: BC – Nota do setor externo (mai)

09h00 – Brasil: IBGE – Pnad Contínua (mai)

09h30 – Brasil: BC – Pesquisa Firmus

11h00 – EUA: Univ. Michigan – Índice de sentimento do consumidor (final de jun)

14h00 – EUA: Baker Hughes – Poços e plataformas em operação

14h30 – Brasil: Tesouro – Relatório Mensal da Dívida Pública (mai)

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