*Rosa Riscala: O dovish virou hawkish e o hawkish virou dovish*
… O feriado de Juneteenth fecha Nova York hoje, reduzindo a liquidez nos pregões domésticos. Na agenda esvaziada, investidores seguem monitorando o petróleo, o tráfego marítimo em Ormuz e a implementação do acordo entre Estados Unidos e Irã. Mas o principal assunto continua sendo a surpreendente inversão de leituras provocada pelas decisões de política monetária desta semana. Enquanto o Fed entregou um pacote considerado hawkish e viu crescer as apostas de aumento do juro, o Copom reduziu a Selic e acabou acusado de complacência com a inflação, especialmente após o comunicado antecipar o horizonte relevante de 1TRI/28 para viabilizar a possibilidade de novos cortes.
VIROU PISO? – Embora parte do mercado já defendesse a manutenção da Selic em junho, o corte de 0,25 ponto não foi uma surpresa, porque o BC não teria preparado o mercado para uma pausa agora. Mas, junto com o corte, a sinalização de pausa em agosto era consenso.
… Em vez da pausa, porém, o comunicado inovou e deixou em aberto a chance de prosseguir com as quedas, recorrendo ao horizonte relevante do 1TRI/28 – que só estará vigente na próxima reunião – para contornar a alta da inflação do 4TRI/27, de 3,5% para 3,7%.
… O trecho mais polêmico aponta que projeções abaixo de 3% seriam possíveis no horizonte relevante da próxima reunião, argumentando que trajetórias alternativas levariam a inflação à meta no 1TRI/28 e seriam compatíveis com uma suavização dos impactos sobre a atividade.
… A leitura predominante foi de que o Copom alongou antecipadamente o horizonte relevante para preservar espaço para novos cortes da Selic. E assim, enquanto os ruídos proliferavam, a curva de juros ganhou inclinação, com alta de até 20 pontos nos contratos longos (abaixo).
… O Copom abriu uma discussão que passou a questionar a própria condução da política monetária, inclusive pela mensagem contraditória. Boa parte dos economistas apontou a incoerência entre o diagnóstico e a prescrição desenhada no comunicado.
… O texto reconheceu atividade econômica forte, inflação acima da meta, expectativas desancoradas, acrescentou mais um risco de alta ao balanço inflacionário e, ainda assim, deixou aberta a possibilidade de continuidade do ciclo de flexibilização monetária.
… Para Luis Otavio Leal, da G5 Partners, a impressão é de que o BC buscou uma justificativa para reduzir a Selic quando o próprio cenário descrito pelo comunicado apontava para cautela maior. A opinião dele é compartilhada por muitos outros economistas.
… Em entrevista ao Broadcast, o economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, classificou o texto como “desastroso”. Para ele, alongar o horizonte relevante poderia ser defensável diante das incertezas, mas não acompanhado de um novo corte de juros.
… O debate ganhou dimensão ainda maior após a interpretação de que o BC estaria tratando a meta de inflação de 3% mais como um piso do que como um centro, como comentou Solange Srour, diretora de macroeconomia para o Brasil do UBS Global Wealth Management.
… Caso essa percepção se consolide, alerta a economista, as expectativas podem deixar de se ancorar no centro da meta.
… Houve também quem defendesse uma leitura menos dramática. O ex-diretor do BC Luiz Fernando Figueiredo avaliou que o Copom apenas acomodou o horizonte diante das incertezas e não sinalizou mudança de mandato ou abandono do compromisso com a meta.
… Mas, mesmo aqueles que esperam novos cortes, avaliam que a comunicação foi confusa e exigirá esclarecimentos adicionais.
… O BC terá duas oportunidades na próxima semana para acalmar as especulações.
… Na terça-feira, a própria ata do Copom deve detalhar os cenários alternativos utilizados e explicar por que o comitê optou por estender o horizonte relevante. Na quinta, Galípolo e Paulo Picchetti darão entrevista ao vivo para a apresentação do Relatório de Política Monetária.
… O que está em jogo é a credibilidade do BC, conquistada com uma política monetária técnica, por vezes mais conservadora do que o mercado esperava. O risco é que o ruídos alimentem dúvidas sobre a independência da autoridade monetária em meio ao calendário eleitoral.
ACORDO À PROVA – No pano de fundo, os mercados globais continuam a reagir ao acordo entre Estados Unidos e Irã, mas a euforia inicial deu lugar a uma fase mais pragmática: a implementação dos compromissos assumidos por Washington e Teerã.
… Com o memorando já em vigor, navios voltaram a cruzar o Estreito de Ormuz e o petróleo encerrou o dia próximo da estabilidade (abaixo).
… Segundo o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, o período de 60 dias para negociar um acordo definitivo começou nesta quinta-feira.
… Ele afirmou que o Irã vem cumprindo os compromissos assumidos até agora e que cerca de 12,5 milhões de barris de petróleo já atravessaram Ormuz desde a assinatura do memorando, reforçando que não haverá acordo final caso a hidrovia volte a ser fechada.
… O Irã também procurou transmitir uma mensagem de normalização, com a confirmação do líder supremo, Mojtaba Khamenei, de ter autorizado pessoalmente a assinatura do memorando, embora tenha admitido resistência inicial à iniciativa.
… Ao mesmo tempo, Teerã deixou claro que não considera o entendimento uma mudança de posição estratégica em relação aos Estados Unidos e afirmou que futuras negociações não significam a aceitação das posições americanas.
… Apesar da reabertura, o retorno à normalidade está longe de ser imediato. O governo iraniano informou que os navios continuarão sujeitos a horários e rotas previamente autorizados pelas autoridades locais, enquanto as operações de desminagem seguem em andamento.
… Bancos e consultorias alertam que a retomada plena dos fluxos de energia pode levar meses e que os mercados podem estar excessivamente otimistas em relação à velocidade desse processo. As dúvidas também aumentam do lado político.
… Nos Estados Unidos, o acordo passou a enfrentar críticas de republicanos e da própria imprensa americana, que questionam o volume de concessões oferecidas ao Irã antes da definição de compromissos mais rigorosos para o programa nuclear do país.
… Reportagens do New York Times, Washington Post, Financial Times e Fox News destacaram preocupações com o alívio de sanções, a liberação gradual de recursos financeiros e a ausência de definições concretas sobre o futuro da infraestrutura nuclear iraniana.
… Em Israel, as resistências também permanecem.
… Autoridades do governo Netanyahu seguem defendendo a manutenção da liberdade de ação militar contra o Irã e continuam negociando com Washington a permanência de tropas israelenses no sul do Líbano, apesar da previsão de cessar-fogo em todas as frentes.
… Para o holandês ING, o mercado não deve confundir a reabertura de Ormuz com o desaparecimento dos riscos geopolíticos. Segundo o banco, o memorando representa apenas o início das negociações e não um acordo definitivo.
… Em outras palavras: o risco diminuiu, mas ainda não desapareceu.
CADA UM POR SI –A reação do Palácio do Planalto à operação da Polícia Federal contra Jaques Wagner deixou claro que o governo pretende evitar que o escândalo do Banco Master atinja Lula em pleno ano eleitoral.
… Embora o presidente tenha telefonado para prestar solidariedade ao aliado histórico, auxiliares fizeram questão de ressaltar que a permanência de Wagner na liderança do governo no Senado dependerá do andamento das investigações.
… Amigo de Lula há quatro décadas, Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero.
… A Polícia Federal suspeita que ele tenha recebido um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões e pagamentos de R$ 3,5 milhões por meio de empresa ligada a familiares para defender interesses do Banco Master no Congresso. O senador nega irregularidades.
… Em entrevistas ao longo do dia todo, afirmou nunca ter recebido recursos do Banco Master, disse que sua relação com Daniel Vorcaro é “praticamente zero” e sustentou que o imóvel citado na investigação jamais integrou seu patrimônio.
… Wagner também afirmou que permanecerá na liderança do governo e manteve a candidatura à reeleição para o Senado.
… Nos bastidores, porém, a avaliação é diferente. Integrantes do governo relataram desconforto com a estratégia adotada pelo senador de citar o apoio de Lula como demonstração de força política.
… O presidente de fato prestou solidariedade ao aliado, mas espera que Wagner faça sua própria defesa pública e esclareça as acusações. O receio no Planalto é que a operação transfira parte do desgaste político do caso para Lula.
… Até agora, o escândalo atingia principalmente a oposição por causa da ligação entre Vorcaro e Flávio Bolsonaro. Nos bastidores, aliados do senador festejaram a operação que ajuda a dividir o custo político do escândalo do Master com o PT.
CURTAS DA POLÍTICA –Pesquisa Times Brasil/CNBC mostrou Lula com 45% das intenções de voto contra 40% de Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno. Em um cenário contra Ronaldo Caiado, o petista aparece com 45%, ante 39% do governador de Goiás.
… No primeiro turno, Lula tem 38%, Flávio Bolsonaro 30%, enquanto Caiado registra 4%.
AGRO. Hugo Motta indicou que deve manter o deputado Afonso Hamm (PP-RS) na relatoria do projeto de renegociação das dívidas rurais, apesar da pressão da bancada do agronegócio por uma mudança.
… O governo tenta frear a proposta por considerá-la uma potencial “pauta-bomba” fiscal, enquanto a Frente Parlamentar da Agropecuária trabalha para acelerar a votação antes do lançamento do próximo Plano Safra, em 1º de julho.
TARIFAS. Integrantes do governo passaram a demonstrar pessimismo em relação à possibilidade de reverter a recomendação dos Estados Unidos de impor tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
… Segundo auxiliares de Lula, as negociações avançam lentamente e Washington ainda não sinalizou quais concessões poderiam abrir caminho para um acordo. Apesar disso, o Planalto pretende usar o tema para reforçar o discurso de defesa da soberania nacional.
AGENDA FRACA – A sexta-feira tem poucos eventos relevantes e deve ser marcada por liquidez reduzida, com os mercados fechados nos Estados Unidos pelo feriado de Juneteenth e na China pelo Festival do Barco do Dragão.
… No Brasil, a agenda de indicadores está vazia. O BC realiza leilões de rolagem de swaps cambiais e operações compromissadas.
… No exterior, os destaques ficam para os preços ao produtor da Alemanha e as vendas no varejo do Reino Unido – ambos de madrugada – e a decisão de juros do Banco da Rússia, que será anunciada às 7h30 (de Brasília).
O TIRO SAIU PELA CULATRA – O comunicado confuso do Copom e a falta de uma sinalização clara dos próximos passos fizeram a curva de juros inclinar no day after da decisão. Taxas curtas caíram, enquanto as longas dispararam.
… A mensagem foi interpretada pelo mercado como dovish, com o BC deixando uma “fresta” aberta para novos cortes da Selic, contrariando a expectativa dos agentes, de que viesse um recado claro de pausa no afrouxamento.
… “As taxas subiram pela leitura de que o Copom está cometendo um erro e terá de corrigir isso mais adiante”, comentou operador ao Broadcast.
… No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,235% (de 14,302% no ajuste anterior); Jan/28 a 14,700% (14,562%); Jan/29 a 14,765% (14,594%); Jan/31 a 14,690% (14,486%); Jan/33 a 14,605% (14,423%).
SAIU EM DISPARADA – A postura dura do Fed na quarta-feira continuou reverberando no câmbio ontem, se somando às decisões dos BCs inglês (BoE) e suíço (SNB) de manterem as respectivas taxas, fortalecendo o dólar globalmente.
… Na contramão do resto do mundo, o Copom cortou juros e ainda passou uma mensagem dovish, mesmo com inflação alta e expectativas desancoradas, o que gerou desconfiança e levou o real a sofrer mais que os pares.
… O dólar avançou 1,32%, para R$ 5,1752. Lá fora, o índice DXY ganhou 0,73%, aos 100,824 pontos. O euro caiu 0,38%, para US$ 1,1460. A libra perdeu 0,69%, a US$ 1,3204. O franco suíço recuou 0,61%, a US$ 1,2430. E o dólar subiu 0,52%, a 161,39 ienes.
ANDOU COMO CARANGUEJO – A bolsa brasileira não conseguiu acompanhar o clima positivo de Wall Street após a assinatura do acordo entre Estados Unidos e Irã. O ruído provocado pela decisão do Copom tirou o apetite por risco doméstico.
… Após uma sessão de poucas oscilações, o Ibovespa fechou em leve queda de 0,10%, aos 168.277,55 pontos, com giro de apenas R$ 25,9 bilhões. As blue chips tiveram desempenho tímido.
… Vale subiu apenas 0,20% (R$ 79,94), descolada do minério de ferro (-1,13%). Já Petrobras (PN +0,73%, a R$ 38,85; e ON +0,14%, a R$ 43,13) refletiu um petróleo quase estável.
… Os principais bancos não definiram tendência: Santander unit caiu 1,33% (R$ 26,72), junto com Itaú PN (-0,76%; R$ 40,49) e Bradesco PN (-0,46%; R$ 17,47). Já BTG unit subiu 0,91% (R$ 50,85), seguido por BB (+0,62%; R$ 19,53).
… Braskem PNA desabou 10,27% (R$ 7,51) e liderou as perdas do índice, após a Bloomberg noticiar que a empresa estaria com dificuldades para obter apoio para a proposta de recuperação extrajudicial.
… Na sequência, ficaram CSN (-7,99%; R$ 5,18) e RD Saúde (-5,48%; R$ 16,55). Na outra ponta, Weg (+4,59%; R$ 45,81) liderou as altas, acompanhada por Copel ON (+3,36%; R$ 14,78) e Suzano ON (+3,20%; R$ 43,58).
PARTIU PRAIA – Wall Street respirou aliviada com a assinatura do acordo entre Estados Unidos e Irã, deixou o recado hawkish do Fed em segundo plano e ainda comemorou a gasolina mais barata na véspera do feriadão de Juneteenth.
… Em dia de vencimento triplo de contratos de derivativos, o Dow Jones subiu 0,14%, para 51.564,70 pontos. O S&P 500 ganhou 1,08%, aos 7.500,58 pontos. E o Nasdaq avançou 1,91%, aos 26.517,93 pontos.
… As ações de tecnologia voltaram a brilhar, após a forte correção na quarta-feira, provocada pela disparada dos rendimentos dos Treasuries, devido à sinalização do Fed de que os juros ainda podem subir neste ano.
… Intel (+10,64%) puxou a fila das maiores altas, após Donald Trump afirmar que a companhia havia fechado um acordo com a Apple (+0,70%).
… Por sua vez, o presidente da fabricante do iPhone, Tim Cook, disse que a empresa terá que aumentar os preços para compensar o aumento dos custos de chips de memória.
… Na esteira da Intel vieram Sandisk (+11,54%), Super Micro Computer (+10,37%), Micron (+8,70%), AMD (+4,86%) e ARM (+4,91%). Na contramão ficaram IBM (-5,05%), JP Morgan (-2,47%) e Chevron (-2,22%).
PAZ DE CRIANÇA DORMINDO – Depois de passar semanas na montanha russa, disparando 10% em um dia e caindo 5% no outro, o petróleo teve uma quinta-feira tranquila. Chegou a recuar 2% pela manhã, mas fechou quase estável.
… O mercado mostrou alívio com a assinatura do acordo entre Estados Unidos e Irã, o fim do bloqueio naval aos portos iranianos e o relato de JD Vance de que petroleiros com mais de 12 milhões de barris cruzaram Ormuz ontem.
… “Os iranianos, pela segunda noite consecutiva, não atiraram em nenhum navio no Estreito de Ormuz”, disse o vice-presidente americano.
… Apesar do clima positivo, a possibilidade de os iranianos estabelecerem um pedágio permanente para os navios, após o período acordado de 60 dias sem cobrança, gera apreensão nos investidores.
… Questionado, JD Vance deixou o tema em aberto, dizendo apenas as negociações finais definirão os termos da passagem. Em sua rede social, Trump comemorou o acordo e ressaltou que o petróleo “está fluindo”.
… O Brent para agosto subiu 0,38%, a US$ 79,85 por barril na ICE, enquanto o WTI para julho caiu 0,25%, a US$ 76,60 por barril na Nymex.
CIAS ABERTAS NO AFTER – Conselho da B3 aprovou distribuição de juros sobre capital próprio de R$ 1,1 bilhão, equivalentes a R$ 0,208 por ação. O pagamento será feito em 07/7. Ações ficam ex-JCP no dia 25/6.
… Companhia também reconheceu formalmente a renúncia do atual diretor-presidente, Gilson Finkelsztain, com efeito a partir de 30/6. Em 06/7, ocorrerá a posse de Christian George Egan ao cargo.
JBS pagará na próxima segunda-feira (22) dividendos aos detentores de BDRs na B3, pelo valor líquido R$ 4,27635785 por BDR. Pagamento refere-se aos dividendos anunciados em 25 de março, no montante de US$ 1,00 por ação.
BANRISUL concluiu renegociação com governo do Rio Grande do Sul e vai desembolsar R$ 1,264 bilhão pelo serviço de processamento da folha de pagamento do Estado durante 5 anos. O valor é equivalente a R$ 70 por CPF por mês.
EMBRAER. Conselho aprovou distribuição de R$ 200 milhões em juros sobre capital, equivalentes a R$ 0,280964 por ação. Pagamento será em 24/05/2027. Ações ficam ex-JCP em 24/06.
LOJAS RENNER. Conselho aprovou distribuição de R$ 220,4 milhões em juros sobre capital, equivalentes a R$ 0,2292 por ação. Pagamento será em 14/07. Ação fica ex-JCP em 24/06.
CEMIG distribuirá R$ 630,5 milhões em juros sobre capital, equivalentes a R$ 0,220405 por ação. Pagamento será em duas parcelas iguais, a primeira até 30/6, e a segunda, até 30/12/27. Ações ficam ex-JCP em 24/6.
COPASA distribuirá R$ 142,5 milhões em juros sobre capital, ou R$ 0,3758 por ação. Pagamento será em 17/8. Ações ficam ex-JCP em 24/6.
NEOENERGIA. Conselho aprovou distribuição de R$ 262 milhões em juros sobre capital. Valor por ação não foi informado. Pagamento será feito até 31/12. Ações ficam ex-JCP hoje (19).
ONCOCLÍNICAS deve protocolar pedido de recuperação extrajudicial em duas semanas, segundo apurou o Valor. A empresa está em negociações avançadas com seus credores sobre a dívida de cerca de R$ 4 bilhões.
… Segundo fontes ouvidas pela reportagem, as negociações com os credores financeiros preveem um abatimento (“haircut”) de 40% a 50%.
SANEPAR. Conselho elegeu Ozires Kloster para cargo de diretor financeiro e RI, em substituição a Abel Demetrio, após fim de mandato. Os demais membros da diretoria foram reconduzidos aos cargos.
… Conselho também autorizou a execução do projeto do Sistema de Abastecimento Integrado do Norte do Paraná (Sainp), sob a modalidade de locação de ativos (built to suit).
AURA MINERALS. Conselho aprova recompra de até US$ 200 milhões em ações e BDRs pelo período de um ano.