Call Matinal
19/06/2026
Julio
Hegedus Netto, economista
MERCADOS EM GERAL
FECHAMENTO (1806)
MERCADOS
Na quinta-feira (18), o Ibovespa encerrou praticamente estável, com queda
de 0,10%, a 168.277,55 pontos, após o BCB
reduzir a Selic para 14,25% e deixar em aberto os próximos movimentos da
política monetária. O mercado também acompanhou a alta de 1,32% do dólar à
vista, que fechou a R$ 5,1752.
PRINCIPAIS MERCADOS
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MERCADOS 5h30 |
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Índices |
Comentários |
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EUA |
Dow Jones Futuro: -0,07% S&P 500 Futuro: -0,21% Nasdaq Futuro: -0,28% |
Bolsas operando em queda, diante das indefinições do acordo de paz no
Oriente Médio. |
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Ásia-Pacífico |
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Shanghai SE (China), fechado por feriado Nikkei (Japão): +0,28% Hang Seng Index (Hong Kong): fechado por
feriado Nifty 50 (Índia): -0,90% ASX 200 (Austrália): -0,92%n |
Ações asiáticas fecharam mistas, mas
repercute decisão do Fed. |
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Europa |
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STOXX 600: +0,17% DAX (Alemanha): +0,55% FTSE 100 (Reino Unido): +0,08% CAC 40 (França): +0,29% FTSE MIB (Itália): +0,80% |
Bolsas europeias em alta mesmo diante das indefinições do acordo de paz
no Oriente Médio. |
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Commodities |
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Petróleo WTI, +2,02%, a US$ 78,15 o barril Petróleo Brent, -0,25%, a US$ 79,65 o barril Bitcoin, -0,36%, a US$ 62.578,21 |
Petróleo instável diante da indefinição do
acordo de Paz no Oriente Médio. |
NO DIA, 1906
Tudo reverteu nesta quinta-feira, com a assinatura do
acordo de Paz na Suíça adiada, depois que a Guarda Revolucionária resolveu
apoiar as escaramuças do Hezbollah no Líbano. Acordo frágil, pouco consistente,
porque os próceres do regime dos aiatolás, uma teocracia de loucos e fanáticos,
ainda continuam por aí ditando normas, e Israel, o maior ameaçado, não pretende
baixar a guarda. Uma teocracia “medieval”, inquisitora, que massacra as mulheres,
persegue os gays e as minorias. Esta teocracia, inclusive, que é apoiada pelo governo
do Brasil, do PT, como sempre, na contramão da história. No Brasil, o corte de
juro em 0,25 pp, a 14,25%, levantou o debate sobre até aonde vai a
independência da autoridade monetária contra os apupos e críticas deste mesmo
PT à taxa ainda elevada. Pergunta que não quer calar…se a situação fiscal não
se equaciona, se um programa consistente de ajuste não é levado adiante, como
pensar em juro baixo? Mesmo num contexto de inadimplência e recuperação judicial
estourando?
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