sábado, 27 de setembro de 2014

Stuhlberger

Após destacar, por meses, que o mercado estava "votando e não investindo", o Fundo Verde, um dos maiores hedge funds do mundo, destacou a "virada nas eleições" após o "black swan", com a morte do candidato Eduardo Campos (PSB) em um trágico acidente aéreo e a entrada de Marina Silva na disputa.

Se antes o gestor do fundo, Stuhlberger, apontava que Dilma Rousseff (PT) deveria vencer as eleições, mesmo em um páreo mais difícil, enquanto o mercado apontava que não é essa era a justificativa para o mau desempenho do fundo, este foi o "momento da virada". 

Em carta comentando o desempenho do fundo em agosto, mês em que o fundo rendeu 1,76% negativo, Stuhlberger estava vendo uma chance de oposição vença, através de Marina Silva. "Vemos uma possibilidade de 70% de Marina ganhar as eleições e, com isso, herdar um quadro econômico e social muito complicado e sem uma ampla base no Congresso que lhe garanta governabilidade". 

Schwartsman

Não importa quem vai ganhar as eleições presidenciais de 2014: "o próximo ano, 2015, será muito difícil devido aos ajustes que devem ser feitos para que a economia brasileira volte a crescer". Esta é a avaliação do economista Alexandre Schwartsman, que destaca: "a perspectiva ruim não é algo temporário". 

Deus te ouça Maílson, Deus te ouça

Maílson da Nóbrega acha que a vitória de Marina Silva nas eleições de outubro seria "o cenário mais favorável para o País". Ele chegou a sugerir o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda da candidata. Maílson defende que a eleição de Marina levaria ao "retorno da gestão macroeconômica responsável". Ao afirmar que "tudo indica que o ciclo do PT no poder está chegando ao fim".
Ele argumentou que, na democracia, dificilmente um grupo fica no poder por um longo período. "O PT sairá do poder por processo natural de desgastes. Se não sair agora, sairá em 2018", disse, acrescentando que o eleitor do tucano Aécio Neves tende a apoiar Marina Silva no segundo turno.

Situação patética.

Por uma hora, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, assinou atos como chefe do Executivo, substituindo constitucionalmente a presidente Dilma Rousseff, em viagem aos Estados Unidos para a 69ª Assembleia Geral da ONU; ele acumulou os cargos até o início da noite de quarta-feira 23, quando o avião de Dilma entrou no território nacional; ele foi o 5º presidente do Supremo a assumir a Presidência da República. Realmente...

Estratégia errada

Uma PESQUISA de uma agência de propaganda paulista que acompanha a eleição com lupa, nos últimos dez dias, afirmou que os ataques sofridos por Marina Silva no horário eleitoral  foram desferidos mais pela campanha de Aécio Neves do que por Dilma Rousseff. Em números, 60% das bordoadas que Marina toma foram dadas por Aécio e o resto por Dilma. Com isto, só Dilma se fortaleceu. Chegaremos ao segundo turno com Marina desgastada, Dilma fortalecida e Aécio fora...Além disto, o arco de alianças do PSDB não deve desembarcar em peso na campanha da Marina, havendo até quadros que devem votar na Dilma. É o velho racha da oposição dando sua inestimável contribuição para a manutenção do PT no poder. 

Quadro definido em primeiro turno

Especialistas das pesquisas eleitorais, apontam o quadro eleitoral já definido. Seria Dilma Rousseff em torno de 38% a 40% das intenções de votoseguida por Marina Silva (PSB), com 30%. Aécio pode até reagir um pouco mas não deve alterar este quadro. Marina pode manter o recente movimento de queda lenta e consistente, diminuindo a distância em relação a Aécio Neves (PSDB), que havia subido de 15% para 19% e manteve o mesmo patamar nas últimas pesquisas, mas isso não deve ameaçar a ida da ex-ministra ao segundo turno. No segundo turno aguardemos como deve se comportar o PSDB no apoio "velado" a Marina e o tempo de TV e rádio, igual para ambas as candidatas. 

PREVI

A Previ prepara uma limpeza na sua carteira de renda variável. A princípio, deve atingir empresas como a Kepler Weber.

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