Call Matinal
15/06/2026
Julio
Hegedus Netto, economista
MERCADOS EM GERAL
FECHAMENTO (1106)
MERCADOS
Na sexta-feira (12), o Ibovespa fechou em queda de 0,21%, a 171.132 pts. No
mercado cambial, o dólar à vista fechou em baixa de 0,77%, a R$ 5,06.
PRINCIPAIS MERCADOS
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MERCADOS 5h30 |
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Índices |
Comentários |
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EUA |
Dow Jones Futuro: +0,84% S&P 500 Futuro: +1,19% Nasdaq Futuro: +2,04% |
Bolsas operando em alta com o acordo de Paz. |
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Ásia-Pacífico |
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Shanghai SE (China), +1,61% Nikkei (Japão): +4,99% Hang Seng Index (Hong Kong): +0,50% Nifty 50 (Índia): +1,18% ASX 200 (Austrália): +1,25% |
Bolsas asiáticas em forte recuperação,
diante da definição da guerra do Oriente Médio. |
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Europa |
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STOXX 600: +0,81% DAX (Alemanha): +1,42% FTSE 100 (Reino Unido):
+0,30% CAC 40 (França): +1,12% FTSE MIB (Itália): +0,84% |
Bolsas europeias em alta diante das definições de acordo de Paz entre
EUA e Irã. |
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Commodities |
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Petróleo WTI, -4,88%, a US$ 80,74 o barril Petróleo
Brent, -4,39%, a US$ 83,50 o barril Minério de ferro negociado na bolsa de
Dalian, +0,72%, a 771,50 iuanes (US$ 113,93) Bitcoin, +2,99%, a US$ 65.659,70 |
Petróleo em queda forte, diante do acordo de
Paz e a reabertura do Estreito de Ormuz. |
NO DIA, 1506
EUA e Irã fecharam acordo de paz com encerramento imediato e permanente
das operações militares em todas as frentes, incluindo o Líbano. Trump
autorizou a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio naval
americano. A cerimônia de assinatura será na sexta-feira, dia 19, na Suíça.
Petróleo despenca mais de 5%. Bolsas disparam. Ormuz será reaberto na
sexta-feira, 19 de junho, na Suíça. Numa frase lapidar de um observador destes
conflitos no Oriente Médio, joga-se uma pá de cal, “o Irã nunca ganhou uma
guerra, mas nunca perdeu uma negociação.” Em verdade, segundo amigos, “não foi
um acordo, foi um memorando de
entendimentos. Segundo os vazamentos, o
estreito vai abrir imediatamente, mas
depois dos 60 dias vão estruturar a "autoridade de Ormuz", que vai
cobrar pedágios. Boa parte do dinheiro do Irã descongelada. 20 bi pra
começar. O resto em 60 dias. E mais 300
bi pra reconstruir o que a guerra destruiu. Urânio enriquecido fica no
Irã, pelo menos por enquanto. Israel,
teoricamente, sai do Líbano. Daqui a
pouco, novas estocadas, novos atentados e vamos em frente. Se não tirar os
aiatolás do poder nada muda. Não adianta destruir infra, se o poder segue
preservado. Trump já disse que não tem nada com isso. Belo desfecho. Tudo teatro.
Nesta semana temos a “super quarta”, com reuniões do FOMC e do Copom. Nos EUA, é
a primeira reunião do novo presidente do Fed. Mercados de ativos devem receber com alívio as novas discussões sobre
inflação, juros e crescimento global – até aqui, influenciadas pela guerra. A
semana também será marcada pela cúpula do G7, na França, com a participação dos
presidentes Trump e Lula, e pelos primeiros testes para a implementação da paz
entre Washington e Teerã.
Agenda macro 15 a 19
de junho
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Segunda-feira, 15 de
junho |
08h25 – Brasil: BC – Boletim Focus 09h30 – EUA: Empire State
(junho) 10h15 – EUA: Produção industrial
(maio) França – Cúpula do G7:
participação de Lula |
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Terça-feira, 16 de
junho |
00h00 – Japão: BoJ – Decisão de juros 09h00 – IBGE: Vendas no varejo (abril) 09h15 – EUA: ADP (junho) |
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Quarta-feira, 17 de
junho |
09h00 – BC: IBC-Br (abril) 09h30 – EUA: Vendas no varejo (maio) 11h30 – EUA: Estoques de petróleo 15h00 – EUA: Fed – Decisão de juros 15h30 – EUA: Coletiva de Kevin Warsh 18h30 – Brasil: Copom – Decisão da Selic |
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Quinta-feira, 18 de
junho |
08h00 – Reino Unido: BoE – Decisão de juros |
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Sexta-feira, 19 de
junho |
Suíça: Assinatura formal do acordo EUA-Irã |
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Boa semana para todos!
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