*Ordem do Juízo Final” transformará a região em chamas*
Hitler chamou isso de “Decreto Nero”. Em março de 1945, quando os Aliados já estavam em solo alemão a caminho de Berlim, ele assinou uma ordem para queimar todas as pontes, destruir toda a indústria local e deixar a terra arrasada.
Um debate acalorado ocorre nos andares superiores da Kirya e nos níveis inferiores do Pit. Ele diz respeito a saber se existe uma diretiva iraniana paralela, composta por três palavras: “Ordem do Juízo Final”. Se tal coisa existir, não se trata de destruir a infraestrutura iraniana, mas de uma ordem de “ir” para todo o eixo do mal: Hezbollah, Houthis, Hamas e milícias — para disparar tudo o que têm.
Se existir, a implicação não é mais existencial para Israel, já que o Hamas foi eliminado como exército, o Hezbollah foi reduzido em 90% e a Síria não recebe mais ordens de Teerã. Mas é uma dor de cabeça significativa para os militares, um desafio difícil para os sistemas de defesa e um prelúdio para uma operação militar em grande escala no Líbano.
Os defensores da visão dizem: “Esse é o jeito dos fundamentalistas — eles não sabem negociar, e, do ponto de vista deles, que toda a região vá pelos ares”. Os opositores afirmam: “Não há evidência disso e, de qualquer forma, é duvidoso o que exatamente um botão apertado em Teerã realmente desencadeia”.
Mas as ações de Israel na última semana derivam, talvez como resultado das lições de 7 de outubro, da suposição de que isso acontecerá. Esse é talvez um motivo para os ataques cada vez mais escalatórios aos redutos do Hezbollah, com ênfase no arsenal de foguetes.
E também devemos lembrar da ameaça Houthi. Como foi rapidamente esquecida a corrida noturna de milhões para os abrigos por causa de um único míssil. O medo dos fanáticos do Iêmen vai muito além desse incômodo, cujo maior dano até agora tem sido dizimar o turismo por muitos meses. O exército Houthi conta com quase um milhão de combatentes, e seus planos incluem uma incursão em território israelense. Isso não é uma ameaça imediata, é claro, e a distância é grande, mas já aprendemos que planos improváveis (neste caso, uma invasão pela Jordânia) não podem simplesmente ser descartados.
Há uma grande questão que tem acompanhado os líderes do partido nos últimos meses: por que Netanyahu insiste em aprovar uma lei de recrutamento tão odiada, por alguns meses, no máximo? A resposta, sempre em tom misterioso, é “questões de segurança”. Pelo que se sabe, não é apenas a possível guerra com o Irã, mas outra frente. Outra incursão em Gaza? Uma operação terrestre para restabelecer a zona de segurança no Líbano? Talvez um ataque aos Houthis? As possibilidades não faltam.
_A coluna completa: https://go.amitsegal.co.il/e003x6_
_Amit Segal_
Grupo de Noticias Likud Brasil: https://bit.ly/walikudbr
*Faça parte do Likud Brasil e nos ajude a combater o antissemitismo.*
Cadastre-se grátis:
bit.ly/likudcad
Nenhum comentário:
Postar um comentário