*Rosa Riscala: Oriente Médio entre bombas e negociações*
… Após os Estados Unidos voltarem a atacar o Irã, ontem à noite, o mercado inicia a quinta-feira tentando responder à pergunta que realmente importa: a escalada militar abre caminho para um conflito mais amplo ou representa apenas uma nova tentativa de pressionar Teerã a negociar? Enquanto Trump diz que foi procurado pelos iranianos para um acordo, sem apresentar detalhes ou confirmação do outro lado, os investidores acompanham os desdobramentos em Ormuz. Em um dia de agenda fraca, com destaque apenas para a ata do BCE, o noticiário do Oriente Médio continua comandando os negócios. No Brasil, o feriado de 9 de Julho em SP tende a reduzir a liquidez, embora a B3 funcione normalmente.
A GUERRA ENTRA EM NOVA FASE – Depois de um dia inteiro de ameaças, os Estados Unidos voltaram a bombardear o Irã, ontem à noite, desta vez com o objetivo declarado de reduzir sua capacidade de ameaçar a navegação no Estreito de Ormuz.
… A confirmação dos ataques, após o fechamento, recoloca o petróleo e a geopolítica no centro das atenções do investidor nesta quinta-feira.
… Foi o segundo dia consecutivo de ofensivas contra alvos iranianos, após Washington acusar Teerã de atacar navios mercantes e tripulações civis que transitavam pela rota.
… Em comunicado, o Centcom afirmou que a operação foi ordenada para proteger a liberdade de navegação em uma via marítima considerada vital para o comércio global de petróleo.
… A mídia iraniana relatou explosões em Bandar Abbas, Sirik, Konarak e Chabahar, onde uma torre de controle de tráfego marítimo e um armazém comercial teriam sido atingidos. Segundo testemunhos locais, houve também queda de energia em partes de Chabahar.
… Os ataques confirmaram as ameaças feitas por Donald Trump ao longo do dia.
… Na cúpula da Otan, em Ancara, o presidente disse que os Estados Unidos provavelmente voltariam a atacar o Irã ainda na quarta-feira e chegou a afirmar que uma nova operação poderia ser “uma das grandes”. Trump declarou que o cessar-fogo estava “acabado”.
… Minimizou as chances de um acordo duradouro e afirmou que Washington poderia retomar o bloqueio a portos iranianos, tomar a Ilha de Kharg e atingir infraestrutura de energia, dessalinização e abastecimento de água, embora tenha descartado o envio de tropas terrestres.
… À noite, durante os bombardeios, publicou vídeos na sua rede Truth Social atribuídos a danos na infraestrutura iraniana e avisou que, se Teerã voltar a atacar navios, a resposta americana “será muito pior”.
… Um porta-voz do Comitê de Segurança Nacional do Parlamento afirmou que uma nova ofensiva americana poderá levar Teerã a considerar a saída do Tratado de Não Proliferação Nuclear e até uma mudança em sua doutrina nuclear.
… Antes mesmo dos ataques, autoridades iranianas prometeram retaliar, dizendo que o país poderia fechar completamente o Estreito de Ormuz e dobrar as investidas contra alvos inimigos, caso fosse novamente atingido pelos Estados Unidos.
… O chanceler Seyed Abbas Araghchi disse que o Irã não responderia “vulgaridade com vulgaridade”, mas com ação, enquanto o vice-ministro das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, afirmou que Trump “entende melhor a linguagem da força”.
… A escalada deixou o memorando de entendimento de Islamabad à beira do colapso.
… O Paquistão, mediador das negociações, expressou “profunda preocupação” e pediu que as partes cumpram os seus compromissos, afirmando que não há alternativa ao diálogo e à diplomacia.
… As conversas entre Estados Unidos e Irã estão suspensas durante o funeral do aiatolá Ali Khamenei, e pouco avanço havia sido feito nos temas centrais da negociação: a gestão de Ormuz, a liberação de recursos congelados ao Irã e o programa nuclear iraniano.
… O mercado já havia passado o dia sob pressão com a ameaça de bloqueio em Ormuz. O Brent chegou a superar US$ 80 no intraday e fechou em alta de 5,20%, a US$ 78,02, no maior nível desde 22 de junho. O WTI subiu 4,37%, a US$ 73,52.
… No eletrônico, após os novos ataques, o petróleo ampliou a alta, com o Brent voltando a se aproximar dos US$ 80 e o WTI a US$ 74,50.
… A Rystad Energy afirmou que o tráfego de petroleiros pelo Estreito “praticamente parou”, o que, para a consultoria, diz mais sobre a percepção de risco do que qualquer declaração de Washington ou Teerã.
… A Capital Economics avaliou que os preços do petróleo devem seguir voláteis nos próximos meses, sujeitos a novos períodos de pressão altista.
… A alta do petróleo reabriu preocupações inflacionárias e pressionou os juros globais e domésticos. Os Treasuries avançaram, puxaram os DIs, mas não abalaram a aposta dominante para o Copom de agosto, que ainda é de corte de 0,25 ponto porcentual da Selic.
… Mas a consolidação do Brent em patamar próximo a US$ 80 aumenta a cautela com o espaço para afrouxamento monetário.
SERÁ? – Durante o voo de volta aos Estados Unidos, ontem à noite, Trump disse que o Irã entrou em contato para negociar um acordo após os bombardeios. Afirmando que Teerã “quer muito fazer um acordo”, acrescentou que não confia que os iranianos cumpram um compromisso.
… A declaração não foi acompanhada de detalhes nem confirmada por autoridades iranianas e, por enquanto, não altera a principal dúvida do mercado: se a escalada militar dará lugar a uma nova negociação ou abrirá espaço para uma ampliação do conflito.
ATA DO FED – Nesta quarta-feira, a ata do Fomc acabou em segundo plano diante da nova escalada militar, mas confirmou a divisão dos dirigentes sobre os próximos passos dos juros nos Estados Unidos e reforçou a preocupação com a inflação.
… O documento apontou que os riscos para a inflação continuam inclinados para cima, com preocupação especial com commodities, energia e eventuais interrupções de oferta, justamente quando o petróleo volta a subir com a nova fase da guerra entre Estados Unidos e Irã.
… A ata mostrou que muitos participantes veem a inflação ainda elevada no curto prazo e destacam que preços altos de commodities e choques de oferta podem persistir por mais tempo do que o previsto.
… As projeções de inflação para 2026 e 2027 subiram em relação à reunião de abril, enquanto vários dirigentes alertaram que as pressões sobre preços se tornaram mais generalizadas e seguem acima da meta de 2% ao ano.
… O documento também mostrou preocupação com o mercado de trabalho. Os dirigentes ainda viam uma situação estável no curto prazo, com criação de vagas em ritmo sólido nos três meses encerrados em maio, mas apontaram riscos à frente.
… A incerteza geopolítica e econômica pode levar empresas a reduzirem contratações ou iniciar demissões.
… A ata do Fed foi divulgada após o payroll mais fraco da semana passada, que já havia reduzido parte das apostas de aperto monetário, mas antes de a escalada em Ormuz reacender o risco inflacionário.
… A inteligência artificial apareceu como fator ambíguo na avaliação do Fed.
… De um lado, alguns dirigentes observam que a demanda por IA pode manter pressão sobre preços de produtos tecnológicos e eletricidade, além de acelerar investimentos em infraestrutura, inclusive com apoio de IPOs.
… De outro lado, os ganhos de produtividade associados à tecnologia poderiam reduzir custos de produção, ampliar a oferta agregada e exercer pressão baixista sobre a inflação ao longo do tempo.
… Também houve menção ao risco de a IA afetar perspectivas de emprego em alguns segmentos.
NO BRASIL – A nova escalada da guerra entre Estados Unidos e Irã também muda os planos do governo brasileiro para os combustíveis.
… Com o petróleo voltando para perto de US$ 80 por barril, a expectativa é de que o fim da subvenção à gasolina seja adiado e que o subsídio ao diesel permaneça em vigor por mais tempo, segundo fontes ouvidas pela Broadcast.
… Na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia sinalizado que a ajuda à gasolina, de R$ 0,44 por litro, começaria a ser retirada nesta semana, em um cenário de queda do petróleo para níveis próximos aos observados antes da guerra.
… A retomada dos ataques no Oriente Médio alterou esse quadro.
… O governo já reduziu a subvenção ao diesel, mas ainda mantém R$ 1,12/litro, enquanto a Petrobras recebeu R$ 4,7 bilhões para participar do programa. As mesmas fontes acreditam que o governo poderá rever a redução no diesel se o petróleo voltar a patamares elevados.
… A alta da commodity também ampliou a defasagem dos combustíveis em relação ao mercado internacional. Segundo a Abicom, o diesel vendido pela Petrobras apresenta defasagem de 35%, enquanto a gasolina está 24% abaixo da paridade de importação.
… A expectativa de novos reajustes pela estatal, que ganhou força com a retirada gradual dos subsídios, também deve ficar condicionada aos desdobramentos da guerra e ao comportamento do petróleo.
… Em Brasília, a Câmara aprovou ontem medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 10 bilhões para subsidiar o preço do diesel até o fim de 2026. O texto, que agora segue para o Senado, garante os recursos para a manutenção da política de subvenção.
SOCORRO ÀS EMPRESAS – Já o Senado aprovou a MP que destina até R$ 15 bilhões em linhas de crédito do programa Brasil Soberano para apoiar micro, pequenas e médias empresas afetadas pela guerra no Oriente Médio e pelo aumento das tarifas comerciais.
… O texto amplia os instrumentos de financiamento às exportações e aperfeiçoa as regras do Seguro de Crédito à Exportação e do Fundo de Garantia à Exportação. Os recursos virão do superávit financeiro do FGE e serão operacionalizados pelo BNDES.
… A ação reforça a estratégia do governo de criar proteção para empresas exportadoras, diante das incertezas no comércio internacional.
CURTAS DA POLÍTICA – Governo caminha para editar uma MP para renegociar as dívidas rurais e destravar o acesso dos produtores ao Plano Safra. A alternativa evita a tramitação do projeto aprovado pelo Senado, considerado pela Fazenda uma pauta-bomba fiscal.
… A proposta do governo prevê custo estimado de R$ 1,5 bilhão por ano, enquanto a Frente Parlamentar da Agropecuária defende ampliar o alcance da renegociação, elevando o impacto para cerca de R$ 2,5 bilhões anuais.
ITAMARATY. Câmara convocou o chanceler Mauro Vieira para explicar nota que menciona a possibilidade de uso de força militar dos Estados Unidos em território brasileiro após Washington classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
… A convocação ocorre após o governo americano classificar como “absurda” a avaliação do Itamaraty sobre esse risco.
DATAFOLHA. Pesquisa divulgada nesta quarta mostrou Lula e Flávio Bolsonaro empatados com 35% das intenções de voto no primeiro turno em São Paulo. No segundo turno, Flávio aparece numericamente à frente, com 46%, contra 43% do presidente, dentro da margem de erro.
… Levantamento faz avaliação do governo: 43% dos paulistas classificam a gestão Lula como ruim ou péssima.
AGENDA – A quinta-feira é fraca em indicadores e liquidez, com o feriado de 9 de Julho em São Paulo, embora a B3 funcione em horário normal. A atenção estará 100% concentrada no noticiário do Oriente Médio e nas chances de distensão ou escalada entre Estados Unidos e Irã.
… No Brasil, a FGV divulga a primeira prévia do IGP-M de julho e o IPC-S Capitais – ambos às 8h.
… Às 11h, o Tesouro realiza leilão de LTN e NTN-F, enquanto o BC faz, às 11h30, oferta de até US$ 2,5 bilhões em swaps cambiais.
… No exterior, o destaque é para a ata da última reunião do BCE, às 8h30. Nos Estados Unidos, serão conhecidos os pedidos semanais de auxílio-desemprego (9h30) e as vendas de moradias usadas (11h).
… Dois dirigentes do Fed falam hoje: John Williams/Nova York (10h) e Lorie Logan/Dallas (14h30).
… Antes da abertura dos mercados em Nova York, a PepsiCo divulga balanço.
CHINA HOJE – A inflação ao consumidor (CPI) subiu 1,0% em junho contra igual mês do ano anterior. O resultado veio marginalmente abaixo da expectativa de 1,1% dos economistas. Já o PPI teve alta anualizada de 4,1%, em linha.
RETRATO DO MOMENTO – O petróleo se impõe como risco de última hora à política monetária global, mas é imprevisível e, talvez por isso, as apostas dos juros se mantêm mais ou menos como estavam antes do novo choque.
… Para o Fed, o mercado inclusive reduziu de leve ontem a precificação de aperto monetário na reunião deste mês (dias 28 e 29), de 34,7% para 30,5%, e elevou a chance de manutenção, de 65,3% para 69,5% na ferramenta do CME.
… Em relação ao encontro de setembro, a hipótese predominante ainda é de que o juro vai subir, mas esta previsão caiu discretamente nesta quarta-feira, para 67,8%, contra 71,1% na véspera e 50,6% após o payroll, semana passada.
… Já para dezembro, as apostas de aperto monetário em algum nível diminuíram de 87,3% mais cedo para 84,9%.
… A repentina virada no cenário geopolítico esvaziou o status de importância da ata do Fed, que chegou ontem com data de validade vencida, de certo modo, na medida em que foi escrita antes do estouro de todas as novas tensões.
… Ao que parece, o mercado quer esperar para ver se o petróleo vai se consolidar acima de US$ 80 e acelerar um rali até US$ 100, ou se, do mesmo jeito que as turbulências no Oriente voltaram inesperadamente, podem ir embora.
… Do lado da política monetária europeia, traders vêm ampliando a expectativa de alta dos juros pelo BCE e o BC inglês (BoE) este ano e já embutem o risco de que a dose de aperto em 2026 possa caminhar para 50 pontos-base.
… Ao comentar a situação do petróleo, o dirigente do BCE Joachim Nagel expressou pessimismo em relação ao noticiário, mas evitou cravar uma alta do juro em julho. “Será mais fácil ver como as coisas evoluirão em setembro.”
… Quanto ao Copom, a ampla maioria segue apostando em corte de 0,25 pp da Selic em agosto ao invés de pausa. Mas profissionais de mercado concordam que o petróleo pode afetar o ciclo de baixa e as expectativas de inflação.
… Com a inflação de volta ao centro das atenções com o salto da commodity, os juros futuros subiram no pregão desta quarta-feira, ainda que tenham reduzido parte da pressão depois de o barril ter desacelerado o ritmo do rali.
… No fechamento, o DI para Janeiro de 2027 marcava 14,055% (de 14,040% no ajuste anterior); Jan/28, 14,200% (contra 14,150% na véspera); Jan/29, 14,380% (14,285%); Jan/31, 14,485% (14,385%); e Jan/33, 14,500% (14,413%).
… A curva operou sintonizada às taxas dos Treasuries, em meio à incerteza sobre o fluxo de energia. O yield da Note-2 anos subiu a 4,205% (de 4,181%) e o de 10 anos bateu o maior nível em um mês e meio: 4,571% (de 4,546%).
PSICOLÓGICO EM DIA – Quem não se assustou ontem com a reação explosiva do petróleo foi o real, que usou a escalada do barril a seu favor, já que a commodity é atualmente o principal item da balança comercial brasileira.
… O petróleo mais caro significa volume maior de exportações, mais dólares, mais royalties e maior geração de caixa para a Petrobras, e foi assim que o câmbio minimizou nesta quarta-feira o ambiente defensivo no Oriente Médio.
… O dólar à vista fechou estável (-0,09%), novamente abaixo de R$ 5,20, cotado a R$ 5,1484. Lá fora, o DXY também oscilou pouco (-0,03%), a 100,991 pontos. O euro avançou 0,18%, a US$ 1,1426, e a libra subiu 0,37%, a US$ 1,3400.
… O iene caiu para 162,56 por dólar. Segundo o Société Générale, enquanto a moeda japonesa continuar caindo devagar, o BoJ pode continuar evitando uma intervenção, nem que seja para impactar mais quando resolver atuar.
… Surfando na onda do petróleo, as ações da Petrobras emplacaram mais uma rodada de força: PN, +3,15%, a R$ 39,65; e ON, +2,79%, a R$ 44,16. Mesmo assim, o Ibovespa perdeu os 171 mil pontos, tendo a Vale como vilã do dia.
… A mineradora afundou 4,59%, para o segundo pior preço do ano (R$ 72,70). Reagiu mal ao rebaixamento da recomendação pelo Morgan Stanley de overweight (equivalente à compra) para equal-weight (neutro).
… O banco citou a revisão para baixo das projeções de preço do minério, diante da perspectiva de excedente de oferta e de custos mais pressionados, e também reduziu o preço-alvo do ADR de US$ 19,50 para US$ 16,50.
… O Ibovespa engatou a terceira sessão de perdas, caiu 0,79%, aos 170.653,45 pontos, com giro de R$ 21,7 bilhões.
… Junto com as perdas da Vale, as blue chips financeiras prejudicaram a bolsa: Itaú PN, -1,27% (R$ 41,89); Bradesco PN, -0,73% (R$ 17,69); BB ON, -1,01% (R$ 19,53); Santander unit, -1,58% (R$ 25,60); e BTG unit, -1,10% (R$ 53,95).
… Cury liderou as perdas do dia e desabou 7,85% (R$ 31,33) com resultados operacionais do segundo trimestre.
… Na ponta positiva, PetroRecôncavo ficou no topo (+6,04%; R$ 10,18), beneficiada pelo petróleo. Natura apareceu em segundo lugar (+5,59%; R$ 8,50), animada pelas estimativas de desempenho financeiro do segundo trimestre.
… Além disso, conforme fontes do Valor, a performance positiva dos papéis da companhia foi explicada por uma operação de short squeeze, com um acionista relevante repactuando contrato de aluguel das ações da empresa.
… Blindado pelas ações de tecnologia, o Nasdaq escapou do clima de ameaças do dia. Fechou em leve alta de 0,20%, a 25.870,65 pontos. Broadcom saltou 4,8% após a Apple (+0,8%) fechar acordo bilionário na produção de chips.
… Nvidia deslanchou 3,65% com as notícias de que a China pode autorizar vendas limitadas dos chips H200.
… A guerra não poupou, porém, o Dow Jones (-1%; 52.348,09 pontos) e nem o S&P 500 (-0,28%; 7.482,54 pontos).
CIAS ABERTAS NO AFTER – VALE renovou por 15 anos o contrato de transporte ferroviário com a MRS Logística, até dezembro de 2041, em acordo com valor nominal estimado de R$ 51,3 bilhões…
… Folha informou que a CVM abriu processo para apurar possível irregularidade na renúncia do presidente do conselho, Daniel Stieler, após fritura pela Previ…
… A autarquia não deu detalhes sobre o processo, mas segundo fontes do jornal, o caso se refere a notícias sobre compensação financeira aprovada para que Stieler renunciasse…
… Lauro Jardim/O Globo informou que Manoel Lino de Souza Oliveira, o Ollie, é o favorito para assumir presidência do conselho de administração.
COSAN. S&P rebaixou o rating de BB- para B+, manteve a perspectiva negativa e citou a diluição da participação na Raízen e a elevada alavancagem da holding.
ONCOCLÍNICAS admitiu que avalia protocolar um plano de recuperação extrajudicial, mas afirmou que ainda não há data definida…
… Lauro Jardim/O Globo informou que a companhia pretende protocolar o pedido até amanhã e que cerca de um terço dos credores já aderiu ao plano.
LOCALIZA. Goldman Sachs reduziu o preço-alvo de R$ 52,10 para R$ 46,10 e manteve recomendação neutra.
COELBA fará o resgate antecipado total das debêntures da segunda série da 14ª emissão e das notas comerciais da segunda série da 2ª emissão.
SMARTFIT. Citi manteve recomendação de compra e preço-alvo de R$ 32, mas alertou para riscos operacionais e concorrenciais.
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