sexta-feira, 19 de junho de 2026

Bankinter Matinal Portugal

 Análise Bankinter Portugal 


Nova Iorque +1,1% US tech +2,5% US Semis +6,4% UE +0,4% Espanha -0,1% VIX 16,4% Bund 2,93%. T-Note 4,45%. Spread 2A-10A USA=+28pb O10A: ESP 3,36% PT 3,40% ITA 3,63% FRA 3,68% Euribor 12m 2,76% USD 1,1423 JPY 184,3/€. Ouro 4.136$. Brent 80,1$. WTI 76,2$. Bitcoin -0,6% (62.648$). Ether -0,8% (1.694$).

 

:: SESSÃO.

Esta noite ficamos a saber que os EUA e o Irão cancelaram a sua reunião na Suíça para começar a negociar o acordo de paz definitivo. Hoje estava previsto o início das negociações complexas para implementar o acordo de paz de 14 pontos assinado no Memorando de Entendimento (MOU), contudo, tanto a delegação iraniana como a norte-americana cancelaram as respetivas viagens, gerando, novamente, incerteza no mercado (embora o barril de Brent permaneça estável perto de 80 $). A geoestratégia volta, portanto, a estar no foco de atenção, numa sessão em que tanto Nova Iorque como China estão fechados durante o feriado e onde quase não teremos referências na frente macroeconómica.

 

Na frente macro, à primeira hora ficamos a conhecer as únicas referências do dia: (i) IPC no Japão (maio) +1,5%, em linha com o esperado e (ii) Preços Industriais na Alemanha (maio) +2,2% que aumentam menos do que o esperado e que não terão grande impacto, eclipsados pela geoestratégia.

 

Ontem tivemos uma sessão em alta com os EUA +1,1% e Europa +0,4%. Na frente macro, tivemos decisões de taxas de juros por parte de Reino Unido (BoE), Suíça (SNB) e Noruega (Norgesbank). Os três mantiveram taxas de juros, tal como se esperava. Termina assim uma semana intensa de bancos centrais (8, no total), onde não houve surpresas em nenhum dos casos. Em geral, embora a preocupação pela inflação continue muito presente, a desescalada do conflito e as quedas do petróleo enfraquecem a pressão para novas subidas.


:: CONCLUSÃO.

Hoje teremos uma sessão a meio gás devido ao encerramento de Nova Iorque e China e onde os futuros apontam para uma abertura ligeiramente em baixa na Europa. Como visto desde o início do conflito, as negociações dos EUA-Irão não estarão isentas de idas e voltas que geram volatilidade no mercado a curto prazo. Em todo o caso, enquanto o preço do petróleo continuar em níveis controlados, as bolsas deverão dar um voto de confiança e não irá alterar a tendência em alta estrutural.


FIM

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Call Matinal 1806

 Call Matinal

18/06/2026

Julio Hegedus Netto, economista

 

MERCADOS EM GERAL

 

FECHAMENTO (1706)

MERCADOS

Na quarta-feira (17), o Ibovespa fechou em baixa de 0,7%, a 168.453 pts. Já o dólar comercial operou em alta de 0,42%, a R$ 5,1077. Impacto foi mais suave, amortizado pelo fato a Selic continuar elevada, mesmo após o corte de ontem do Copom, o que ainda mantém o carry trade atraente.

 

PRINCIPAIS MERCADOS

Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta quinta-feira (18), após o presidente dos EUA, Donald Trump, assinar um acordo preliminar para encerrar a guerra com o Irã. A perspectiva de redução das tensões no Oriente Médio também pressiona os preços do petróleo.

 

 

MERCADOS 5h30

 

 

Índices

Comentários

EUA

Dow Jones Futuro: +0,55%

S&P 500 Futuro: +0,87%

Nasdaq Futuro: +1,50%

Bolsas operando em alta, mesmo com o tom mais duro do Fed na deliberação do Fed Funds.    

Ásia-Pacífico

 

 

 

Shanghai SE (China), -0,43%

Nikkei (Japão): +1,65%

Hang Seng Index (Hong Kong): +0,09%

Nifty 50 (Índia): -1,59%

ASX 200 (Austrália): -0,62%

Ações asiáticas fecharam mistas, mas repercute decisão do Fed.

Europa

 

 

 

STOXX 600: -0,49%

DAX (Alemanha): -0,12%

FTSE 100 (Reino Unido): -0,89%

CAC 40 (França): +0,09%

FTSE MIB (Itália): -0,25%

Bolsas europeias mistas diante do tom mais duro do Fed. Hoje temos reunião do Bank of England.    

Commodities

 

 

 

Petróleo WTI, -2,46%, a US$ 74,90 o barril

Petróleo Brent, -2,04%, a US$ 77,93 o barril

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,13%, a 747,00 iuanes (US$ 110,54)

Bitcoin, +0,13%, a US$ 64.447,99

Petróleo em alta leve, diante do acordo de Paz e a reabertura do Estreito de Ormuz.

 

NO DIA, 1806

Ao fim, o FOMC veio com a manutenção do Fed Funds, mas num discurso mais hawkish. Já o Copom veio reduzindo a Selic, cauteloso, abrindo espaço para a manutenção da taxa nas próximas reuniões. Reconheceu a piora do cenário inflacionário, mas encontrou espaço para manter aberta a discussão sobre a magnitude final do ciclo de flexibilização da Selic. Em comum, os dois recados mostraram que a inflação continua sendo a variável central para os mercados. Em detalhamento, o Copom reduziu em 0,25 pp, a 14,25%. O comunicado se mostrou mais preocupado, com destaque “para a aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre, a resiliência do mercado de trabalho, a piora das expectativas de inflação e os riscos associados à guerra no Oriente Médio”. Já nos EUA, a taxa básica foi mantida na faixa entre 3,50% e 3,75%, mas a atenção do mercado se concentrou nas novas projeções econômicas e no gráfico de pontos, que mostraram um comitê mais preocupado com a inflação e menos disposto a cortes.

 

Agenda macro 15 a 19 de junho

 

Quinta-feira, 18 de junho

08h00 – Reino Unido: BoE – Decisão de juros

Sexta-feira, 19 de junho

Suíça: Assinatura formal do acordo EUA-Irã

 

 

Boa semana para todos!

Vai rolar...

 Vai rolar: Fed fecha portas. Copom deixa a fresta


[18/06/26] A Superquarta terminou com menos incerteza geopolítica e mais dúvidas sobre os juros. O acordo entre Estados Unidos e Irã entrou em vigor e reduziu parte das preocupações com o petróleo, mas os bancos centrais seguiram em outra direção. Nos Estados Unidos, a estreia de Kevin Warsh no comando do Fed reforçou a percepção de que os juros permanecerão elevados por mais tempo. No Brasil, o Copom também reconheceu a piora do cenário inflacionário, mas encontrou espaço para manter aberta a discussão sobre a magnitude final do ciclo de flexibilização da Selic. Em comum, os dois recados mostraram que a inflação continua sendo a variável central para os mercados. (Rosa Riscala)

👉 Confira abaixo a agenda de hoje

Indicadores
▪️ 08h00 – Brasil: FGV – IGP-M (2ª prévia de junho)
▪️ 09h30 – EUA: Pedidos semanais de auxílio-desemprego
▪️ 09h30 – EUA: Pedidos continuados de auxílio-desemprego
▪️ 20h50 – Japão: Ata da penúltima reunião do BoJ

Eventos
▪️ 09h00 – Reino Unido: BoE – Decisão de política monetária
▪️ 09h15 – Philip Lane (BCE) participa de fórum do Deutsche Bank
▪️ Reunião do Conselho Europeu em Bruxelas

BDM

BDM Matinal Riscala

 *Fed fecha portas. Copom deixa a fresta*

Hoje é a vez do BoE da Inglaterra de decidir juros


18/06/2026


… A Superquarta terminou com menos incerteza geopolítica e mais dúvidas sobre os juros. O acordo entre Estados Unidos e Irã entrou em vigor e reduziu parte das preocupações com o petróleo, mas os bancos centrais seguiram em outra direção. Nos Estados Unidos, a estreia de Kevin Warsh no comando do Fed reforçou a percepção de que os juros permanecerão elevados por mais tempo. No Brasil, o Copom também reconheceu a piora do cenário inflacionário, mas encontrou espaço para manter aberta a discussão sobre a magnitude final do ciclo de flexibilização da Selic. Em comum, os dois recados mostraram que a inflação continua sendo a variável central para os mercados.


SEM PAUSA – O Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto porcentual, para 14,25% ao ano, como era amplamente esperado pelo mercado, mas surpreendeu ao evitar qualquer sinalização de interrupção do ciclo de flexibilização monetária.


… A decisão veio acompanhada de um comunicado mais preocupado, com destaque para a aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre, a resiliência do mercado de trabalho, a piora das expectativas de inflação e os riscos associados à guerra no Oriente Médio.


… O Banco Central elevou sua projeção para o IPCA no quarto trimestre de 2027, atual horizonte relevante da política monetária, de 3,5% para 3,7%, ampliou o balanço de riscos para a inflação e passou a listar quatro fatores de alta, contra três de baixa.


… Entre eles, incluiu explicitamente estímulos ao consumo capazes de manter a economia crescendo acima do potencial e enfraquecer parte dos canais tradicionais de transmissão da política monetária.


… Em condições normais, a combinação de atividade mais forte, inflação mais elevada e expectativas desancoradas seria suficiente para justificar uma pausa. O Copom, no entanto, foi por outro caminho.


… O Comitê argumentou que o período prolongado de manutenção dos juros em nível contracionista já produziu evidências da transmissão da política monetária para a atividade e que a magnitude total do ciclo ainda dependerá da evolução dos dados.


… A principal novidade foi a sinalização de uma espécie de “rolagem” do horizonte relevante para o primeiro trimestre de 2028.


… Segundo o Banco Central, a trajetória de juros necessária para garantir a convergência da inflação à meta no fim de 2027 levaria as projeções para um nível abaixo da meta a partir do horizonte considerado na próxima reunião.


… Por isso, passou a defender trajetórias alternativas capazes de assegurar a convergência da inflação no início de 2028 com menor volatilidade da atividade econômica. Na prática, piorou seu diagnóstico sobre a inflação, mas preservou espaço para novos cortes da Selic.


… Ao evitar um guidance explícito para uma pausa, manteve aberta a possibilidade de prosseguir com a calibração dos juros.


CHOQUE HAWKISH – A estreia de Kevin Warsh no comando do Fed provocou forte reprecificação das expectativas para os juros americanos.


… Sem surpresas, a taxa básica foi mantida na faixa entre 3,50% e 3,75%, mas a atenção do mercado se concentrou nas novas projeções econômicas e no gráfico de pontos, que mostraram um comitê mais preocupado com a inflação e menos disposto a cortes.


… O Comitê elevou suas estimativas para a inflação nos próximos anos, com destaque para a forte revisão do núcleo do PCE em 2026, de 2,7% para 3,3%. As projeções também passaram a indicar juros mais elevados por mais tempo.


… Os argumentos: a economia americana continua resiliente; o mercado de trabalho, equilibrado; e as pressões inflacionárias, persistentes.


… O chamado dot plot reforçou a mudança de tom. Nove dirigentes passaram a projetar pelo menos uma alta de juros ainda neste ano, enquanto oito defendem manutenção das taxas e apenas um vê espaço para quedas.


… Para os investidores, a manutenção dos juros ficou em segundo plano diante da percepção de que o debate dentro do Fed deixou de girar em torno de cortes e passou a incorporar a possibilidade de novas altas das taxas.


… Kevin Warsh optou por não divulgar uma projeção individual e aproveitou sua primeira coletiva para reforçar críticas ao excesso de “forward guidance”, sinalizando uma mudança na forma de comunicação do banco central americano.


… Para Jason Vieira, economista-chefe da Lev DTVM, a reunião reforçou que o Fed voltou a priorizar o combate à inflação.


… Segundo ele, o choque energético ligado ao Oriente Médio passou a aparecer formalmente nas projeções da autoridade monetária, enquanto a combinação de crescimento acima do potencial, desemprego baixo e inflação resistente reduz a necessidade de cortes no curto prazo.


… A reação dos mercados foi imediata – os rendimentos dos Treasuries avançaram, o dólar ganhou força frente às principais moedas e as bolsas americanas fecharam em queda – e reproduzida nos ativos domésticos, que esperavam pelo Copom.


SEM PESTANEJAR – Warsh, de quem se esperava uma postura mais diplomática na estreia em seu primeiro Fomc, foi firme no discurso. Ainda que corressem especulações de que o voto pelo corte era dele, afastou o receio de que ele pudesse ceder à pressão de Trump.


… Na entrevista coletiva após a decisão do Comitê, o novo presidente do Fed admitiu que a inflação “está bem acima da meta” e que é obrigação da autoridade monetária garantir que não haja efeitos de segunda ordem nos preços.


… “Temos a capacidade e o compromisso de manter a inflação em 2%.”


… Sempre crítico à gestão de Jerome Powell por não reduzir os juros, Donald Trump mudou radicalmente o discurso após a decisão do primeiro Fomc de Warsh, ao admitir que o BC americano pode ter que subir juros ainda neste ano.


… “Pode acontecer”, afirmou Trump, após a reunião do G7, na França. “Não tem problema o Fed ter mantido as taxas, tanto faz”. A declaração no fim da tarde acelerou a alta dos rendimentos dos Treasuries e a queda das bolsas.


ACORDO ASSINADO – O memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã entrou oficialmente em vigor após ser assinado por Donald Trump e pelo presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, antecipando o cronograma inicialmente previsto para esta quinta-feira.


… O acordo encerra formalmente a guerra iniciada em fevereiro e prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, a suspensão imediata das sanções ao petróleo iraniano e o início de uma nova fase de negociações entre os dois países.


… A assinatura consolida o principal avanço diplomático desde o início do conflito e reduz o maior foco de preocupação para os mercados globais.


… O memorando estabelece a retomada gradual da circulação de navios pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio mundial de energia, após meses de interrupções que provocaram forte alta do petróleo e ampliaram os temores de desaceleração econômica global.


… O alívio já começou a aparecer nos preços. O Brent recuou para abaixo de US$ 80 por barril nesta semana diante da expectativa de normalização dos fluxos de exportação da região e da volta do petróleo iraniano ao mercado internacional após a suspensão das sanções americanas.


… O acordo, porém, está longe de encerrar todas as disputas entre Washington e Teerã.


… O memorando deixa para os próximos 60 dias de negociações justamente os temas mais sensíveis do conflito, incluindo os estoques iranianos de urânio enriquecido, o programa nuclear e o desenvolvimento de mísseis balísticos.


… Questionado sobre o prazo, Trump afirmou que não o considera rígido, desde que o Irã cumpra os compromissos assumidos.


… A implementação também continua cercada de dúvidas. Autoridades iranianas afirmaram que o Estreito de Ormuz não retornará às condições anteriores à guerra e indicaram que a normalização do tráfego ocorrerá de forma gradual.


… O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse ainda que Teerã pretende cobrar pelos serviços prestados na rota marítima e voltou a demonstrar desconfiança em relação aos Estados Unidos.


… O entendimento também abriu uma frente política para Trump dentro do próprio Partido Republicano.


… Aliados importantes passaram a criticar o acordo por considerar que ele oferece concessões excessivas ao Irã sem resolver definitivamente as questões nucleares que serviram de justificativa para a guerra.


… A Casa Branca aposta que a redução das tensões econômicas compensa o adiamento das negociações mais complexas. Ainda assim, a sustentação do acordo dependerá da implementação dos compromissos assumidos e do sucesso das negociações que começam agora.


ACABOU A QUÍMICA – O encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Donald Trump na cúpula do G7 começou com elogios nos bastidores, mas terminou em troca pública de críticas sobre democracia, soberania e eleições.


… Após ouvir um “good job” do americano durante o evento, Lula foi pego com o microfone aberto quando afirmou que Trump age como um “imperador” ao comentar medidas adotadas contra o Brasil. Mas teve troco.


… Questionado por jornalistas sobre o cenário político brasileiro, Trump afirmou que o País vive um momento “perigoso politicamente” e fez comentários sobre a situação da família Bolsonaro, misturando referências a diferentes integrantes do grupo político.


… Já durante entrevista em Genebra, Lula rebateu dizendo que Trump conhece pouco o Brasil e defendeu o sistema eleitoral brasileiro, além de afirmar que o presidente americano tem o direito de ter suas preferências políticas, mas não deveria interferir em assuntos internos.


… O episódio encerrou a expectativa de uma aproximação entre os dois líderes durante a cúpula do G7 e reforçou a deterioração da relação política entre Brasília e Washington justamente no momento em que os dois governos negociam questões comerciais sensíveis.


MERCOSUL E JAPÃO – Brasil e Japão anunciaram o início das negociações para um acordo de parceria econômica entre o país asiático e o Mercosul, após reunião entre Lula e a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, durante a cúpula do G7, na França.


… Segundo nota conjunta, o Japão pretende ampliar exportações de automóveis, autopeças e produtos agropecuários para o bloco sul-americano, enquanto busca fortalecer o acesso a minerais críticos, petróleo e outras matérias-primas estratégicas da região.


CURTAS DA POLÍTICA – Relatórios da Polícia Federal obtidos a partir do celular do banqueiro Daniel Vorcaro apontam conversas com o presidente da Câmara, Hugo Motta, sobre a liberação de um empréstimo do Banco Master para uma empresa ligada à cunhada do parlamentar.


… Segundo o Estadão, investigadores também analisam a relação entre a operação e uma emenda apresentada por Motta que poderia beneficiar negócios da família de Vorcaro. O presidente da Câmara afirmou que a operação ocorreu dentro da legalidade.


NOVA TENTATIVA. Após ter uma segunda proposta de delação premiada rejeitada, o banqueiro Daniel Vorcaro busca reforçar sua equipe de defesa para retomar as negociações com as autoridades.


… Um dos nomes cotados para assumir a estratégia é o criminalista Cezar Bitencourt, advogado que atuou no acordo de colaboração do tenente-coronel Mauro Cid. Interlocutores afirmam que Vorcaro continua avaliando a delação como o caminho mais viável para tentar deixar a prisão.


BIG TECHS. O STF definiu que plataformas digitais não poderão ser responsabilizadas por conteúdos publicados por usuários quando houver “dúvida razoável” sobre a existência de crime, desde que seja realizada uma análise de diligência qualificada.


… A ressalva foi incluída na tese que amplia a responsabilidade das empresas por conteúdos ilícitos e permite punição caso deixem de remover publicações após notificação do usuário, mesmo sem ordem judicial.


MAIS AGENDA – Após as decisões do Fed e do Copom, o mercado entra em modo de assimilação das mensagens dos bancos centrais, enquanto acompanha mais uma decisão de política monetária, desta vez, do Banco da Inglaterra (BoE), às 9h.


… No Reino Unido, a expectativa é de manutenção da taxa básica em 3,75% ao ano, mas investidores esperam possíveis sinais sobre os próximos passos da autoridade monetária em um ambiente ainda marcado por inflação elevada e desaceleração econômica.


… Nos Estados Unidos, os pedidos semanais de auxílio-desemprego (9h30) podem ajudar a calibrar as expectativas para a atividade e o mercado de trabalho, em um momento em que o Fed reforçou sua preocupação com a inflação e reduziu a disposição para cortes de juros.


… Na Ásia, a ata reunião do BoJ à noite será acompanhada após a elevação dos juros para 1%, o maior nível em mais de três décadas.


… No Brasil, a agenda é esvaziada e traz apenas a segunda prévia do IGP-M de junho (8h); na primeira prévia subiu 0,21%.


DURIGAN – O ministro da Fazenda concede mais uma entrevista ao vivo para o grupo Metrópoles nesta quinta-feira, 18, das 8h às 9h.


AFTER HOURS – As ações da Apple avançaram 0,40% (US$ 297,14) no after hours em Nova York após o CEO Tim Cook afirmar que será “inevitável” elevar os preços de parte dos produtos da companhia diante da disparada dos custos de chips de memória e armazenamento.


… A declaração ajudou a reverter parte das perdas registradas no pregão regular e foi interpretada como sinal de que a empresa mantém poder de repasse de preços mesmo em um ambiente de desaceleração econômica e juros elevados.


… Cook evitou detalhar quando os reajustes ocorrerão ou quais produtos serão afetados, mas reforçou a percepção de que as pressões de custos continuam presentes em importantes segmentos da economia, tema que voltou ao radar após o tom mais duro do Fed nesta quarta-feira.


ABALOU O MERCADO – Foi uma surpresa o recado hawkish no primeiro Fomc do novo comandante Kevin Warsh.


… A mensagem de que não haverá mais corte do juro este ano, e até que poderão subir, levou os rendimentos dos Treasuries a uma forte alta, acompanhada pelo dólar, enquanto as bolsas em Nova York caíam de susto.


… No fechamento, o juro projetado pela T-Note de 2 anos subia para 4,224%, de 4,068% na sessão anterior. O Juro da T-Note de 10 anos avançava a 4,501%, de 4,445%. E o T-Bond de 30 anos recuava a 4,933%, de 4,946%.


… Na B3, os juros futuros subiram a reboque do cenário externo, ignorando a expectativa de corte de 0,25 ponto porcentual da Selic pelo Copom.


… No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,320% (de 14,250% no ajuste anterior); Jan/28 a 14,640% (14,355%); Jan/29 a 14,685% (14,329%); Jan/31 a 14,570% (14,251%); e Jan/33 a 14,495% (14,240%).


GANHOU FORÇA – O dólar se fortaleceu globalmente, com a chance de um corte do juro completamente enterrada. O índice DXY disparou 0,93% e superou os 100 pontos (100,461). O euro caiu 1,04%, a US$ 1,1489. E a libra perdeu 1,09%, a US$ 1,3280.


… Por aqui, o impacto no câmbio foi mais suave, amortizado pelo fato a Selic continuar elevada, mesmo após o corte de ontem do Copom, o que ainda mantém o carry trade atraente. O dólar fechou em alta de 0,41%, a R$ 5,1077.


DINHEIRO NO BOLSO – A cautela prevaleceu em Wall Street, fazendo os índices das bolsas trocarem de sinal após a mensagem dura do Fed, de que o combate à inflação é prioridade.


… Investidores aproveitaram para embolsar lucros de maneira generalizada. O Dow Jones caiu 0,98%, aos 51.492,55 pontos. O S&P 500 perdeu 1,21%, aos 7.420,10 pontos. E o Nasdaq recuou 1,34%, aos 26.021,66 pontos.


… Entre os destaques negativos: Microsoft (-3,79%), Amazon (-3,46%), IBM (-3,12%), Home Depot (-2,85%), Nvidia (-1,33%) e Apple (-1,10%).


… Já os bancos Goldman Sachs (+0,78%) e JP Morgan (+0,70%) resistiram em leve alta. A fabricante da vacinas Moderna (+11,55%) e algumas techs tiveram mais sorte: Broadcom (+4,30%), Dell (+3,77%) e Intel (+3,46%).


… As ações da SpaceX (-4,95%) caíram pela primeira vez desde a estreia na bolsa, na sexta-feira passada.


SEM TER PARA ONDE IR – A bolsa brasileira acompanhou a tendência externa de aversão ao risco após o Fed, mas a queda por aqui foi mais suave do que em Wall Street. O mercado já estava fechado quando o Copom reduziu a Selic.


… O Ibovespa chegou a subir 1,31% de tarde, quando Trump disse que o Brasil “ficou turbulento, politicamente perigoso”, mas virou com o Fed e fechou em baixa de 0,70%, aos 168.453,93 pontos, com giro de R$ 28,9 bilhões.


… Entre as blue chips, dessa vez Vale ON (-2,04%; R$ 79,78) acompanhou o minério de ferro (-2,61%), enquanto Petrobras teve comportamento misto (ON -0,58%, a R$ 43,07; e PN +0,08%, a R$ 38,57), em dia de alta do petróleo.


… Os grandes bancos também não definiram tendência: Itaú PN (+0,87%; R$ 40,80), BB (+0,05%; R$ 19,41), Bradesco PN (-0,62%; R$ 17,55), BTG unit (-0,61%; R$ 50,39) e Santander unit (-0,04%; R$ 27,08).


… Natura (-8,74%; R$ 7,83) liderou as perdas do Ibovespa, seguida de CSN (-6,48%; R$ 5,63) e Usiminas PNA (-5,63%; R$ 9,56).


… Do lado positivo, Cosan (+6,12%; R$ 3,47) ficou no topo, após anunciar venda de 12% das propriedades da Radar, gestora de terras do grupo. Na sequência vieram Embraer (+3,24%; R$ 78,74), e BB Seguridade (+2,91%; R$ 39,30).


O BARATO QUE SAI CARO – A bolsa brasileira ficou muito mais dependente do capital externo, para o bem e para o mal, apontou Antonio Barreto, chefe de análise de ações da Verde Asset, em evento da gestora coberto pelo Valor.


… “Foi o que definiu praticamente toda a volatilidade de preço ao longo do primeiro semestre”, comentou. “A gente pode dizer muita coisa da bolsa, mas não pode falar que está cara. Isso não quer dizer que a bolsa vai ser um bom investimento.”


… Barreto pontua que, apesar do múltiplo baixo, o estrangeiro continua saindo e não há “ninguém morrendo de vontade de alocar capital aqui.


… Mesmo com a entrada de quase R$ 1 bilhão na segunda-feira (15), o fluxo de capital externo na bolsa em junho segue negativo em R$ 3,3 bilhões. No ano, o saldo ainda é positivo em R$ 38,3 bilhões.


TRATO É TRATO – Mesmo com o cessar-fogo praticamente garantido, após a imprensa vazar os 14 termos do acordo entre Estados Unidos e Irã, o petróleo arranjou força para subir, corrigindo uma pequena parte dos tombos recentes.


… Ao longo do dia, Trump voltou a fazer ameaças de ataque ao Irã, caso o país não “se comporte” e desrespeite os termos do acordo.


… Na agenda do dia, o DoE informou que os estoques americanos de petróleo caíram 8,262 milhões de barris na semana passada, quase o dobro da redução esperada (-4,6 milhões).


… A AIE divulgou seu relatório mensal, prevendo que a oferta cairá 3,9 milhões bpd em 2026, uma vez que as perdas de produção no Oriente Médio superam o aumento nas Américas. Já a demanda global cairá 1,1 milhão bpd.


… No fechamento, o Brent para agosto marcava alta de 0,74%, a US$ 79,55 por barril na ICE. E o WTI para julho avançava 0,97%, a US$ 76,79 por barril na Nymex. Mas tão logo saiu a notícia de que o acordo estava assinado, o petróleo voltou a cair na abertura desta quinta-feira.


CIAS ABERTAS NO AFTER – PETROBRAS confirmou recebimento do pagamento da primeira parcela do programa de subvenção econômica do diesel, no valor de R$ 752 milhões, referente ao período de 12 a 31 de março.


GPA. Após retirada da “pílula de veneno”, empresário Silvio Tini passa a deter 25,8% das ações ON, via Bonsucex Holding.


… Considerando a soma das participações, a Bonsucex e Tini passam a ser os principais acionistas da companhia, seguidos pelo Grupo Coelho Diniz, informou o Broadcast.


ALLOS. Conselho aprovou distribuição de R$ 438 milhões em dividendos intermediários. Montante será dividido em três parcelas iguais de R$ 146 milhões, equivalentes a R$ 0,2919 por ação.


… Primeiro pagamento será em 02 de julho e os demais, em 04 de agosto e 02 de setembro.


TIM BRASIL. Conselho aprovou distribuição de R$ 400 milhões em juros sobre capital, equivalentes a R$ 0,167457 por ação. O pagamento ocorrerá até o dia 22 de julho. O papel fica ex-JCP no dia 23 de junho.


PORTO. Conselho aprovou distribuição de R$ 328,7 milhões em juros sobre capital, equivalentes a R$ 0,5128 por ação. As ações ficam ex-JCP no dia 23. O pagamento será realizado até 30 de abril de 2027.


RANDONCORP. Goldman Sachs reduziu participação de 5,03% para 4,91% das ações PN.


IOCHPE-MAXION. Charles River eleva participação de 9,32% para 10,02% das ações ON.


TRACK&FIELD. Brasil Capital reduz participação de 8,83% para 4,89% das ações PN.


ULTRAPAR. Conselho aprovou novo programa de recompra de ações, de até 18 milhões de ações ON, equivalentes a 1,61% do capital, pelo período de um ano, encerrando em junho de 2027.


UNIPAR. Conselho aprovou novo programa de recompra de ações, de até 929,8 mil ações ON, até 129,8 mil ações PNA e até 3,627 milhões de ações PNB, pelo período de 18 meses, encerrando em dezembro de 2027.


AZEVEDO E TRAVASSOS. Assembleia aprovou grupamento de ações de 10 para 1. Também foi aprovada a incorporação da Andorinha Energia.


Aos assinantes do BDM, Bom Dia e Bons Negócios!

Bankinter Portugal Matinal

 Análise Bankinter Portugal 


NY -1,2% US tech -1,3% US Semis +1,4% UEM +0,8% España +1,35% VIX 18,4% Bund 2,93%. T-Note 4,44%. Spread 2A-10A USA=+38pb B10A: ESP 3,36% PT 3,30% ITA 3,63% FRA 3,66% Euribor 12m 2,76% USD 1,1517 JPY 184,9/€. Ouro 4.341$. Brent 77,7$. WTI 74,7$. Bitcoin -3% (63.811$). Ether -3,7% (1.729$).


:: SESSÃO: A Fed cumpriu o esperado e manteve as taxas de juros em 3,50%/3,75%, mas o comunicado soou um pouco mais hawkish (duro) do que o esperado pelo mercado, com o diagrama de pontos a passar a refletir uma subida de taxas de juros para este ano face a uma descida anteriormente, o que provocou que Nova Iorque acabasse a fechar em -1,2%, quando vinha praticamente plana antes da reunião. 


Na nossa opinião, a força económica (PIB em alta, desemprego baixo, inflação elevada) reduz a probabilidade de cortes em setembro, mas continuamos a pensar que o próximo movimento será em baixa face ao que o mercado desconta. A queda do petróleo (Brent 77 $ e WTI 74 $) e a menor tensão geopolítica apoiam que a inflação tenha alcançado o máximo e se modere para 3,0%-3,5% no final do ano. A Fed aponta para 3,6% no fecho de 2026 e 2,3% em 2027.


Com o mercado americano já fechado, ficamos a saber que Trump e o presidente iraniano assinaram um acordo de paz de forma digital, antecipando-se à reunião prevista para amanhã, na Suíça. O acordo inclui: (i) término da guerra em todas as frentes, incluindo Líbano, e extensão do cessar-fogo por 60 dias; (ii) Reabertura imediata do Estreito de Ormuz sem portagens; (iii) Levantamento do bloqueio norte-americano e isenção de sanções contra o Irão; (iv) Compromisso iraniano de não desenvolver armas nucleares e a diluir as suas reservas de urânio altamente enriquecido. Elimina-se, assim, a incerteza sobre o final do conflito, o que faz cair o petróleo cerca de -3% até 77 $ Brent e 74 $ WTI.


Durante a sessão, teremos também outros 3 bancos centrais (BoE, Norgesbank e SNB), que provavelmente irão manter taxas de juros sem alterações. Teremos de estar especialmente atentos às mensagens, para ver se são um pouco mais dovish (suave) do que a da Fed, ontem, ou se também apoiam a possível subida de taxas de juros que a curva desconta tanto para o BoE como para o Norgesbank.


Na frente macro, as principais referências serão o Índice de Atividade da Fed de Filadélgia e o Indicador Adiantado nos EUA, que continuarão provavelmente a apontar para um sólido crescimento económico.


:: CONCLUSÃO. Será provavelmente uma semana de menos a mais, com a Europa a abrir provavelmente em baixa a tendendo a melhorar à medida que a sessão avança, principalmente após a abertura dos EUA, que deverão ver-se apoiados por menor risco geoestratégico. Para efeitos práticos, poderemos dizer que hoje será a última sessão da semana, já que na sexta-feira é feriado nos EUA e não teremos referências (bolsas e obrigações fechadas).

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Economia CIrcular e ESG

 Economia Circular e ESG: Transformando Sustentabilidade em Valor


Durante muito tempo, o modelo económico predominante seguiu a lógica “extrair, produzir, consumir e descartar”. Contudo, os desafios ambientais, sociais e económicos atuais exigem uma nova abordagem: a Economia Circular.

A Economia Circular é um modelo que visa eliminar desperdícios, manter produtos e materiais em uso pelo maior tempo possível e regenerar os sistemas naturais. Em vez de tratar resíduos como um problema, passa a encará-los como recursos com potencial de reutilização, reparação, remanufatura e reciclagem.

Neste contexto, os princípios ESG (Environmental, Social and Governance) desempenham um papel fundamental na estratégia das organizações.

🌱 E – Environmental (Ambiental)

A Economia Circular contribui para:
✅ Redução da extração de recursos naturais;
✅ Diminuição da geração de resíduos;
✅ Redução das emissões de gases de efeito estufa;
✅ Uso mais eficiente da energia e da água.

👥 S – Social (Social)

As práticas circulares promovem:
✅ Geração de empregos verdes;
✅ Desenvolvimento de competências para a sustentabilidade;
✅ Fortalecimento das comunidades locais;
✅ Consumo mais consciente e responsável.

⚖️ G – Governance (Governança)

Uma gestão alinhada à Economia Circular requer:
✅ Transparência nos processos;
✅ Gestão eficiente da cadeia de fornecimento;
✅ Conformidade legal e ambiental;
✅ Tomada de decisões baseada em riscos e oportunidades.

📈 Benefícios para as Organizações

Empresas que integram a Economia Circular às suas estratégias ESG tendem a:
✔️ Reduzir custos operacionais;
✔️ Aumentar a eficiência dos recursos;
✔️ Melhorar a reputação corporativa;
✔️ Atrair investidores e parceiros;
✔️ Fortalecer a competitividade no mercado.

A sustentabilidade deixou de ser apenas uma questão de responsabilidade social e tornou-se um fator estratégico para a continuidade dos negócios. Organizações que adotam os princípios da Economia Circular e do ESG não apenas reduzem impactos ambientais, mas também criam valor económico e social de longo prazo.

O futuro pertence às organizações que conseguem transformar resíduos em recursos, desafios em oportunidades e sustentabilidade em vantagem competitiva.

Silvia Gabas



A História sem fim

Os anos passam, vai noite, vem dia, e nada se altera no cenário político do país.
Por mais que se lute, denuncie, esclareça,
Lula continua no poder.
Assumiu a presidência em 2003, governou nos bastidores quando sua marionete Dilma chegou ao poder, manteve-se sob holofotes enquanto esteve condenado e preso, e retornou ao poder, depois de quatro anos de perseguição política e destruição moral daquele que é odiado pelos discípulos cegos desse homem que possui o dom da manipulação e mantém de joelhos milhões que o admiram, ainda que seja comprovadamente um corrupto mitômano, que levou o país ao retrocesso, ao analfabetismo funcional, ao endividamento publico do país e ao endividamento pessoal de seus habitantes, vaidoso, ego descomunal e que se prepara para gastar o dinheiro que o país não possui para manter-se e à sua "troupe" no poder uma vez mais.
Que talento ao engano é esse que mantém milhares de cidadãos supostamente esclarecidos a continuar a apoiar um malandro que se deu muito bem à base de muita lábia, de acordos espúrios, da alma entregue ao demônio em troca dos prazeres e poderes mundanos, entregando migalhas e promessas à massa, ao lúmpen, enquanto serve aos poderosos, rico sem jamais ter trabalhado, enganando uns e outros, enredando a todos que o veem como aquilo que nunca foi nem nunca será, farsa completa que é, pronto para todo tipo de acordo que engane a todos, enquanto se refestela no poder de onde pretende sair somente morto, para nosso total pesar?
E que povo é esse, pobre ou rico, inculto ou esclarecido que se deixam hipnotizar por essa figura que desde os tempos do Sindicato já enganava, em jogo duplo que demonstrava sua cingênita falta de caráter?
Outubro está próximo e a possibilidade de vê-lo no poder por mais quatro anos, destruindo o que resta do país com os votos de gente em que não me reconheço, me fazem crer que Lula é o reflexo de um povo sem o menor caráter.
É preciso reconhecer essa tragédia que é essa em que, por mais danos que esse meliante cause ao país, ainda há gente suficiente para mantê-lo à frente do maior posto de comando da nação, pobre nação.
É desgosto que não termina, que parece sem fim, maldição eterna que nos acompanhará até o fim dos tempos, como desgraça eterna.
E hoje lá estava ele novamente, em mais uma "performance" circense, graças ao "companheiro" Macron, pressionado a convidá-lo para o encontro do G7 na França, na tentativa, segundo ele, de convencer Trump de que ele está errado na aplicação das tarifas que serão impostas ao país e de que o reconhecimento do CV e do PCC como grupos terroristas são intromissões na "soberania nacional", o que causa imenso estramento naqueles que veem com bons olhos a ajuda externa para destruir grupos criminosos que já se infiltraram dentro do Sistema e caminha para dominá-lo.
Até agora, não conseguiu um simples olhar do americano sobre ele e espero que assim continue.
O retorno sem o encontro buscado será um balde de água fria na claque petista, que acredita que seu venerável guru é figura politica internacional de proa, e que a lábia que impõe aos seus aloprados discípulos possa enganar também aqueles lá fora que já sabem muito bem com quem lidam e não veem a hora - como nós mesmo - de se livrarem de vez dessa triste figura.
Triste figura que comprovou ser o personagem circense sempre à busca de olhares para seu ego incontrolável.
Vê-lo feito palhaço de circo na foto com os participantes dos paises do G7 - ele como uma especie de intruso deslocado e sem função - com seu chapéu ridículo de mafioso tupiniquim, batendo palminhas, erguendo os dedos das mãos em gestual de roqueiro desengonçado, acenando as mãos em frenesi ansioso, destoando totalmente de todos os demais que permaneciam eretos e quietos diante da câmera que os fotografou, minha súplica sincera era para que Trump o trate como o amigo de ditadores e defensor de narcotraficantes que é, sem os rapapés a que está acostumado por aqui, onde os idiotas sinceros e os espertos de toda a ordem ratificam sua sensação de que é uma espécie de Deus.
Não é.
A verdade virá de fora.

MERCADO DE CRÉDITO DE CARBONO

  O mercado de créditos de carbono em 2026 já mostra quem está liderando e o que isso significa para quem origina créditos no Brasil. Fiz um...