quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Matinal MZ

 *Bom dia ☕️*


*🌎Em um novo dia de agenda movimentada, os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quinta-feira (31)*. 


O último pregão de outubro terá como destaque a publicação do índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE), o indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), que deve ajudar a guiar a decisão do banco central na próxima semana, além da divulgação dos resultados das gigantes de tecnologia Apple e Amazon.


*📊Veja o desempenho dos mercados futuros :*


*🇺🇸EUA*


• Dow Jones Futuro: -0,51%

• S&P 500 Futuro: -0,84%

• Nasdaq Futuro: -1,18%


🌏 Ásia-Pacífico


• Shanghai SE (China), +0,42%

• Nikkei (Japão): -0,50%

• Hang Seng Index (Hong Kong): -0,31%

• Kospi (Coreia do Sul): -1,45%

• ASX 200 (Austrália): -0,25%


🌍 Europa


• FTSE 100 (Reino Unido): -0,50%

• DAX (Alemanha): -0,48%

• CAC 40 (França): -0,54%

• FTSE MIB (Itália): -0,47%

• STOXX 600: -0,51%


🌍 Commodities


• 🛢️Petróleo WTI, -0,19%, a US$ 68,48 o barril

• 🛢️Petróleo Brent, -0,19%, a US$ 72,41 o barril

• 🧲Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,38%, a 781,50 iuanes (US$ 109,80)


🪙Bitcoin


• Bitcoin, +0,37%, a US$ 72.183,16


*📚MZ Investimentos*

*🗞️Jornal do Investidor*

Bankinter Portugal 3110

 Análise Bankinter Portugal


SESSÃO: Ontem, sessão em baixa nas bolsas, com Nova Iorque melhor do que Europa. A sessão teve vários catalisadores. Começando no plano macro, o PIB dos EUA voltou a mostrar a força da economia americana (+2,8% t/t anualizado vs +2,9% esperado e +3,0% anterior), apoiada num consumo próspero que surpreendeu para melhor (+3,7% vs +3,3% esp.) e menor pressão pelo lado dos preços, como mostrava o Deflator do PIB (+1,8%). Dados que contrastaram com as modestas taxas de crescimento na Europa (+0,9% a/a vs +0,8% esp. e +0,6% anterior), que, apesar de saírem acima do esperado, não chegou para apoiar as bolsas. Também foi publicado o Inquérito de Emprego Privado ADP, com uma criação de Emprego muito acima do esperado (233k vs 111k esp. e 159k ant.), definindo um precedente para os dados formais de emprego, amanhã. 

 

Em paralelo aos dados macro, continua a imensidão de resultados empresariais. Ontem, no fecho, Meta publicou resultados que, apesar de serem melhores do que o esperado, advertiu que as despesas para o desenvolvimento de IA “irão acelerar significativamente”, e por isso cai -3,0% em aftermarket. Microsoft também publicou uma leitura semelhante: os resultados batem, mas o crescimento da IA não convence e cai -3,7% no mercado fora de hora. O impacto de ambos os resultados será na sessão de hoje. Ontem, o governo espanhol anunciou que irá retirar o imposto às empresas energéticas, portanto esperamos um impacto positivo para o setor na sessão, especialmente em Endesa (Comprar; 22,4€), que será a mais beneficiada pela medida. As Utilities fazem parte das nossas carteiras modelo de ações espanholas, além de ser um dos nossos setores recomendados. 

 

Para HOJE, à primeira hora, já publicaram BBVA, CaixaBank e Airbus, entre outros, com um tom bastante positivo, embora com alguma exceção, como Stellantis (Vender; 12,4€), que defraudou em vendas. Contudo, a atenção estará no fecho americano, com a publicação de Apple (EPS 1,593$; +9,10%) e Amazon (1,139$; +37,7%), embora os resultados impactem já na sessão de amanhã. De momento, o crescimento médio do EPS 3T 2024 é de +6,7% vs +5,1% esperado. Na frente macro, às 10h, conheceremos o IPC da UE (+1,9% esp. vs +1,7% anterior) e às 12:30 teremos o Deflator de Consumo Privado (PCE) nos EUA (+2,1% vs +2,2%). O primeiro aumentará, embora por um efeito base menos favorável. Nada preocupante, ainda para mais com o preço do petróleo em 72$/barr. O PCE ao ser de setembro irá desacelerar tanto em taxa geral como na subjacente, dando mais argumentos à Fed para continuar com o processo de descidas de taxas de juros. 

 

Em suma, hoje esperamos uma sessão em baixa, prejudicada pela queda de Meta e Microsoft no aftermarket americano e onde o aumento da inflação europeia não ajudará a melhorar o tom. Além disso, o mercado estará tenso antes da publicação de 2 das 7 Magníficas, no fecho, dos dados de emprego de amanhã e em relação às eleições americanas, que estão a aproximar-se. 

 

Contudo, continuamos a acreditar que o fundo do mercado é positivo, porque: a economia mantém as sólidas taxas de crescimento nos EUA e suficientes na Europa, a inflação está próxima dos objetivos da Fed e do BCE, o que favorecerá que continue o processo de descidas de taxas de juros de ambos os bancos centrais, e tudo isso em consonância com resultados corporativos que apesar de não estarem a ser brilhantes, batem as expetativas. 

 

S&P500 -0,3% Nq-100 -0,8% SOX -3,4% ES-50 -1,3% IBEX -0,7% VIX 20,4% Bund 2,37% T-Note 4,30% Spread 2A-10A USA=+11pb B10A: ESP 3,08% PT 2,77% FRA 3,15% ITA 3,63% Euribor 12m 2,55% (fut.12m 2,146%) USD 1,086 JPY 166,5 Ouro 2.787$ Brent 73,0$ WTI 69,1$ Bitcoin +0,7% (72.844$) Ether +2,2% (2.679$). 

 

FIM

Muito bom

 *Democracia e desesperança* 


" _Como o governo está paralisado pela senilidade ideológica, cabe à direita sensata enfrentar os sabotadores da democracia e lutar para tirar o Brasil do presente atoleiro_ 


Por Luiz Felipe D'Avila 30/10/2024 


https://www.estadao.com.br/opiniao/luiz-felipe-davila/democracia-e-desesperanca/


O World Data Lab, uma instituição de ciência de dados, publicou um estudo sobre a renda de jovens no mundo e revela um dado estarrecedor. Em 2000, o poder de compra de um jovem brasileiro era equivalente ao do jovem mexicano; hoje o poder de compra do brasileiro de 25 anos de idade representa metade do mexicano. Esse é o retrato cruel da degeneração política, econômica e social do Brasil nas últimas duas décadas de governos populistas. Três males abateram o País nesse período.


Primeiro, a miopia ideológica da esquerda e sua visão antimercado transformaram a vida do jovem empreendedor num inferno. A insegurança jurídica e a arbitrariedade do Estado criaram dificuldades burocráticas, judicializaram relações de trabalho e obrigações tributárias e criaram meios de taxar e de expropriar boa parte do ganho dos empreendedores que correram risco e criaram negócios bem-sucedidos. O Estado, capturado pelo corporativismo público e privado, impulsionou o gasto público irresponsável, catapultando o crescimento da dívida pública e obrigando o Banco Central a elevar a taxa de juro para um nível que desencoraja o empreendedorismo. No Brasil, o melhor negócio não é vencer os concorrentes no mercado, mas capturar o Estado e viver à custa de feudos de privilégios estatais. Não é por outra razão que os jovens talentosos buscam oportunidades de trabalhar em outros países que oferecem ambiente de negócio mais amigável e qualidade de vida melhor.


A segunda tragédia é o amor incondicional dos populistas pelo nacional-estatismo. O protecionismo estatal, recheado de subsídios e barreiras comerciais, destruiu a competitividade do País, manteve o Brasil alijado do comércio global e criou uma das economias mais fechadas do mundo. Essa política desastrosa produziu décadas de baixo crescimento econômico. Deixamos de ser o “primo rico” para nos tornarmos o “primo pobre” dos emergentes, como atesta a corrosão do poder aquisitivo dos jovens brasileiros quando comparado aos jovens mexicanos. Na década de 1980, a renda per capita do Brasil era equivalente à da Coreia do Sul; hoje, ela é três vezes menor. Mas o que fez a Coreia do Sul enriquecer? O país investiu na melhoria da educação pública e abriu a economia para o comércio internacional. O Brasil, ao contrário, empobreceu ao insistir em ignorar a educação de qualidade e manter a economia fechada.


A terceira desgraça que abateu o País é o descaso com a educação pública de qualidade para as crianças e jovens. Criamos ilhas de excelência, como a alfabetização plena no município de Sobral (CE), a educação em tempo integral no Espírito Santo e o ensino universitário de ponta no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa). Mas ilhas de excelência não são capazes de produzir em escala a mão de obra qualificada de que o País precisa na era da revolução tecnológica. No Brasil, 60% das crianças não estão devidamente alfabetizadas aos oito anos de idade e quase metade dos jovens abandona a escola antes da conclusão do ensino médio.


 A tragédia educacional brasileira está espelhada no resultado pífio do País nos exames internacionais de avaliação. O Brasil há anos está nas últimas posições entre os principais países emergentes na avaliação de matemática, ciências e leitura do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). A educação pública de péssima qualidade destrói a mobilidade social, impede o aumento da produtividade do trabalhador e marginaliza o País da produção de conhecimento no século 21.


As eleições municipais mostraram a linha que divide o voto da esperança e da desesperança no País. O primeiro retrata a expectativa do cidadão de melhorar a vida reelegendo bons prefeitos ou optando por mudança da liderança municipal. O segundo revela a absoluta descrença no sistema político e na sua capacidade de oferecer reais alternativas para o País. Esse eleitor busca votar no candidato antissistema, representando pela figura messiânica que vai “acabar com tudo o que está aí” e construir uma nova realidade iluminada pela sua áurea salvacionista.


Se quisermos salvar a democracia das garras dos populistas, é preciso compreender os sentimentos de raiva, indignação e medo que ditam os votos da desesperança. Jovens frustrados com a ausência de crescimento econômico e sem perspectiva de ascensão social por meio da educação de qualidade e do trabalho duro tornam-se presa fácil para aventureiros e populistas que ingressam na política. Como o governo petista está paralisado pela senilidade ideológica e políticas obsoletas, cabe à direita sensata enfrentar os sabotadores da democracia e lutar para tirar o Brasil do presente atoleiro, com educação de qualidade, abertura econômica e líderes políticos comprometidos com promover reformas necessárias para criar um Estado enxuto e eficiente. Como dizia Joaquim Nabuco, “a missão do governo é fazer por meio da política o que a revolução faria pela força”. Se não seguirmos o conselho de Nabuco, a democracia no Brasil não tem futuro"

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Corrupção x STF

 https://www.estadao.com.br/amp/politica/para-74-brasileiros-supremo-tribunal-federal-stf-incentiva-corrupcao-anular-punicoes-operacao-lava-jato-pesquisa-genial-quaest-nprp/?s=08

Carlos Alberto Sardenberg, Para que servem as previsões

O Fundo Monetário Internacional trouxe notícias sobre o Brasil nesta semana. A boa: pela nova projeção, que aparece no Panorama Econômico Mundial, a economia brasileira deverá crescer 3% neste ano. A ruim: a dívida pública continuará subindo neste e nos próximos dois anos, de acordo como relatórioMonitor Fiscal.

O governo, claro, gostou da primeira e rejeitou a segunda.

Mas uma ampla opinião entre economistas brasileiros concorda com as duas informações. Na verdade, é o contrário. O FMI é que chegou agora às projeções já feitas por aqui. É normal.

O fundo produz duas versões por ano do extenso documento que dá uma geral na economia mundial. A instituição tem seus próprios especialistas, mas está claro que se baseia em dados produzidos localmente. E esses dados são gerados toda semana.

O Boletim Focus, publicado toda segunda-feira pelo Banco Central (BC), traz o que se chama de “consenso de mercado”. Não é, pois, a opinião do BC, mas de mais de uma centena de instituições financeiras e consultorias que, toda sexta-feira, enviam seus cenários para o banco. Os técnicos tabulam tudo no fim de semana e chegam às medianas, publicadas no Focus.

Muita gente reclama dos erros nas previsões.O presidente Lula e o ministro Haddad não perdem oportunidade de lembrar que, no início deste ano, o Focus previa umcrescimento bem menor do que de fato vem ocorrendo. Mas é normal, em qualquer país, que previsões sejam refeitas. Elas refletem os dados disponíveis no momento, um quadro que pode mudar.

É possível antecipar com alguma antecedência o tamanho da safra agrícola, incluindo aí previsões do tempo.

Não se prevê, entretanto, um desastre climático, uma mudança brusca que derruba plantações. Do mesmo modo, observando dados sobre a economia mundial, pode-se fazer uma previsão bem aproximada do consumo de energia e, pois, dos preços do petróleo. Até que estoura uma guerra, e lá se vão os prognósticos.

E o dólar? Pelo Boletim Focus, a moeda americana será negociada a R$ 5,42 em 31 de dezembro deste ano. Qual a chance de acertar? Zero. E, se acertar, terá sido por acaso. Sãomuitas variáveis em jogo. Se Trump ganhar, espera-se um dólar mais forte no mundo todo e, pois, a desvalorização das moedas locais, incluindo o real. Se Kamala ganhar, o cenário será diferente. Uma declaração desastrada de Lula—da quelas que rejeitam cortes de gastos—faz subir o dólar e os juros.

Tudo considerado, poderá perguntar o leitor: se é assim, por que fazer previsões? Porque elas indicam as tendências, mostram o que seria o normal, descontadosos eventuais desvios. Por isso, são constantemente refeitas, agregando novos dados. No fim das contas, dá certo.

Neste momento, governo, economistas e FMI concor-

dam que o Brasil crescerá em torno de 3% neste ano.O go-

verno é sempre um pouco mais otimista, mas também ele

esperava menos quando 2024 se iniciou. Quanto às contas

públicas, FMI e boa parte dos economistas brasileiros con-

cordamquehaverádéficitsexpressivosemtodososanosdo

governo Lula. Gastará mais do que arrecada. O ministro

Haddad continua falando em déficit zero, ou perto disso,

mas há muita desconfiançana praça.

Não por causa dele, ministro, mas por causa de Lula, de parte do governo e do Congresso. Neste lado do cenário, ou o pessoal quer gastar ou quer oferecer reduções de impostos e subsidiar certos setores da economia. Combinação ex plosiva: mais gasto, menos receita.

O mercado aprecia quando Haddad declara que as metas do arcabouço fiscal—déficit zero, com ganhos de receita e cortes de gasto —serão cumpridas. Declarações nesse sentido derrubam dólar e juros, empurrama Bolsa para cima. O pessoal desconfia é da capacidade e da força política do ministr de impor essa agenda dentro do governo e no Congresso.

Enquanto permanece a desconfiança, a perspectiva é de crescimento menor em 2025, por causa dos juros altos, consequência dos déficits, da dívida pública em alta.

Viram como é difícil acertar as previsões?

Para que servem as previsões?

blogs.oglobo.globo.com/opiniao

sardenberg@cbn.com.br

CARLOS ALBERTO SARDENBERG

Sobre o pacote fiscal

 *Corte de gastos: Casa Civil e Fazenda chegaram a entendimento e medidas estão sob análise jurídica - Míriam Leitão/OGlobo*


30/10/2024 07h44  

 

 

*A informação que eu obtive nessa manhã é que a Casa Civil e o Ministério da Fazenda já chegaram a um entendimento sobre o conjunto de medidas do ajuste fiscal.* Nesse momento as propostas estão “com a turma do Direito”, como me disse uma fonte, o que significa que elas estão sendo analisadas no aspecto jurídico. Um erro nesse ponto pode derrubar uma boa proposta, como se sabe.

*Houve acordo dentro do governo sobre o princípio de reforçar o arcabouço fiscal . E de que forma será esse reforço? “A dinâmica dos gastos obrigatórios tem que ser compatível com a dinâmica da fórmula do arcabouço”, me disse uma fonte*. Há entendimento sobre a fórmula. E o que falta é exatamente essa análise jurídica.

*O mercado financeiro tem suas ansiedades naturais de quem não pode perder um minuto antes de fazer uma posição na administração de recursos de terceiros. O tempo do governo é outro, e é natural que seja assim porque os processos são estes de formulação, negociação, acordo, avaliação jurídica*. Mas essa importante etapa foi concluída. *Havendo acordo entre a economia e a Casa Civil o presidente pode arbitrar.*

Call Matinal ConfianceTec

 CALL MATINAL CONFIANCE TEC

30/10/2024 

Julio Hegedus Netto,  economista.


MERCADOS EM GERAL


FECHAMENTO DE TERÇA-FEIRA (29)

MERCADO BRASILEIRO


O Ibovespa encerrou o pregão na terça-feira (29) em queda de 0,37%, a 130.736 pontos. Volume negociado fechou baixo, a R$ 17,0 bi. Já o dólar encerrou em forte alta,  0,92%, a R$ 5,7610. Vértice da curva de juros segue pressionado.


Mercados hoje (30): Bolsas asiáticas fecharam, na sua maioria, em queda, exceção do Japão; bolsas europeias em queda e  Índices Futuros de NY em alta.


RESUMO DOS MERCADOS (06h40)


S&P 500 Futuro, +0,23%

Dow Jones Futuro, +0,05%

Nasdaq, +0,24%

Londres (FTSE 100),-0,46%

Paris (CAC 10), -0,83%

Frankfurt (DAX), -0,43%

Stoxx600, -0,59%

Shangai, -0,61%

Japão (Nikkei 225), +0,96% 

Coreia do Sul (Kospi), -0,82%

Hang Seng, -1,55%

Austrália (ASX), -0,81%

Petróleo Brent, +1,20%, a US$ 71,97

Petróleo WTI, +1,29%, US$ 68,08

Minério de ferro em Dalian, +0,38%, a US$ 110,26.


NO DIA (30)


Dia de mais indicadores de mercado de trabalho nos EUA, desta vez, o índicador do setor privado, o ADP. Ontem, a geração de empregos, pelo relatório Jolts, veio em desaceleração. 


Pelo dados de atividade, os PMIs vieram mistos. O PMI Composto veio em 54,6 contra 54,4, o Industrial, 47,9 para 47,0 e o de Serviços, 55,3 para 55,4.


Por aqui, há toda uma expectativa em torno do pacote de contenção de despesas, ainda sem data. Seguidas reuniões com Lula seguem acontecendo.


Diante disso, os mercados seguem "desconfiados", o dólar acima de R$ 5,70, juro no vértice longo pressionado e bolsa de valores "de lado", com baixo volume.


Indo para a Zona do Euro, o PIB do terceiro trimestre veio em crescimento de 0,4% contra o tri anterior e 0,9% no anualizado.


AGENDA DO DIA (30):


Indicadores: 🌐

05h00. Alemanha/Ifo: índice de sentimento das empresas de setembro

08h00. BCB divulga ata do Copom 

08h00. FGV: Sondagem do consumidor de setembro

08h00. FGV: IPC-S Capitais da 3ª quadrissemana de setembro

11h00. EUA/Conference Board: índice de confiança do consumidor de setembro

14h00. Áustria: Opep lança relatório sobre perspectivas globais para o petróleo


Eventos:

08h30. BCB: Campos Neto faz palestra em evento do banco J. Safra

10h00. EUA: Lula discursa na abertura da Assembleia Geral da ONU

10h00. EUA/Fed: Michelle Bowman participa de evento


Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec 

 

Boa quarta-feira e bons negócios!


PS. Em breve, um novo Call Matinal.

Anderson Nunes

 *CONTA DE LUZ E JORNADA DE TRABALHO PRESSIONAM ECONOMIA - MC 23/02/26* *Por Anderson Nunes - Analista Político* O aumento das tarifas de en...