terça-feira, 16 de junho de 2026

CUrsos USP

 Cursos gratuitos da USP/ESALQ garantem sua certificação oficial



A Universidade de São Paulo (USP), por meio da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), anunciou uma iniciativa que reforça seu papel como referência em inovação acadêmica e democratização do ensino.

A instituição está oferecendo cursos livres gratuitos e de curta duração, totalmente online, com aulas ministradas por professores renomados e certificação oficial emitida pela USP.

🎯Clique aqui para fazer sua inscrição: https://lnkd.in/eDgiz4KU

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Gestão:
Excel e Power BI PVEduca:https://lnkd.in/dKy6U7WD
Excel PVEduca:https://lnkd.in/dxVJ3zfm
ChatGPT PEVeduca:https://lnkd.in/dnbWVueH
Excel Expert:https://lnkd.in/e2cZ-qWy
Excel Revolution:https://lnkd.in/ePySeXFe
Excel e VBA Avançado:https://lnkd.in/enGZ_uHU
E-book Excel Veloz: https://lnkd.in/eSfaPM8G
Power Bi+Excel:https://lnkd.in/eeNKRmGz
Power Bi Na Prática:https://lnkd.in/emHqz_R5
Power Bi Expert:https://lnkd.in/eCk-sXQH
Power BI+Power Apps:https://lnkd.in/eSvMQ59Z
VBA Avançado P/Excel:https://lnkd.in/enDyz35N
Pacote Office:https://lnkd.in/e5wrJbCE
Formação Pacotte Office e Power Bi:https://lnkd.in/eMvtyUeb
Formação Soft Skills:https://lnkd.in/d5n3FRPe
Oratória Completo:https://lnkd.in/e5Zixhey
Comunicação e Oratória:https://lnkd.in/d6sQtwFD
Leitura Dinâmica:https://lnkd.in/eZDTcFdu
Aprenda a memorizar:https://lnkd.in/e6m-FyGD
Analista de Qualidade:https://lnkd.in/eTu2C6pP
Inteligência Artificial Expert:https://lnkd.in/eUwQJcF2

Idiomas:
English For Life:https://lnkd.in/esVZvmHR
A Jornada do Autodidata:https://lnkd.in/ewc3PrPa
Inglês Método Alternativo:https://lnkd.in/eWMAiKN5
Espanhol:https://lnkd.in/eZ4nUWrW

Psicologia:
PNL Practitioner:https://lnkd.in/ekN_9gkK
Neurociência Comportamental:https://lnkd.in/ekbJ9HKN
Formação Psicanalise:https://lnkd.in/eJPhfM7w
Formação Psicoterapia:https://lnkd.in/eWqDPvQ4
Terapeuta Comportamental:https://lnkd.in/ekbJ9HKN
Terapeuta Holístico Esotérico:https://lnkd.in/euFyUknU

Contábil:
Analista Contábil:https://lnkd.in/eQUEcZth
Analista Fiscal:https://lnkd.in/e_MexzvH
Controladoria Contábil:https://lnkd.in/e2XvdGdg
Gestão de Pessoas e Liderança:https://lnkd.in/epmHNvm2
Analista de Cargos e Salários:https://lnkd.in/e43D38JW
Auxiliar Recursos Humanos:https://lnkd.in/erwkKNNG

Engenharia:
Revit P/Engenheiros:https://lnkd.in/e59yfPcr
MS Project:https://lnkd.in/euF4VQ7p
Formação Projetista:https://lnkd.in/eM9UYyfk
Autocad:https://lnkd.in/eWiM32eD

Ti:
Python:https://lnkd.in/dvZ4DkZr
SQL:https://lnkd.in/dhfvE8iZ

POis

 Enquanto o Brasil debate EAD versus presencial...

A China acaba de revisar mais de 30% de todos os seus cursos universitários.

Entre 2021 e 2025, universidades chinesas encerraram ou suspenderam 12.200 programas de graduação e criaram outros 10.200 novos, alinhados às prioridades tecnológicas e econômicas do país.

Não estou dizendo que devemos copiar a China.

Estou observando algo mais importante. Eles estão discutindo quais capacidades precisarão desenvolver na próxima década.

Nós ainda estamos discutindo o formato pelo qual vamos ensinar.

Enquanto isso, a IA avança.

O mercado muda.

Profissões desaparecem.

Novas funções surgem.

E milhões de estudantes continuam sendo preparados para um mundo que já não existe.

O debate brasileiro sobre a formação de professores é um bom exemplo.

Cursos de Pedagogia EAD estão sendo restringidos.

Mas a pergunta central permanece sem resposta: Como vamos formar mais professores qualificados para regiões que já enfrentam escassez crônica de profissionais?

Não basta remover ou restringir uma modalidade.

É preciso desenhar uma alternativa.

Porque educação não se transforma por decreto.

Ela se transforma quando existe uma visão clara do futuro que queremos construir.

Talvez essa seja a diferença mais importante. Alguns países organizam sua educação em torno de uma estratégia nacional de longo prazo.

Nós ainda alternamos prioridades a cada ciclo eleitoral.

E isso nos leva a uma pergunta desconfortável: Estamos discutindo os meios... ou estamos discutindo os resultados que desejamos produzir?

Porque a verdadeira disputa não é entre presencial e EAD.

É entre formar pessoas para o passado ou para o futuro.

E essa escolha já está sendo feita todos os dias.

Mesmo quando fingimos que não.

Será que a faculdade que você escolheu ainda vai existir daqui a alguns anos?

 Será que a faculdade que você escolheu ainda vai existir daqui a alguns anos?


Uma transformação radical está acontecendo no ensino superior da China e serve como um alerta global para o futuro do mercado de trabalho.
Entre 2021 e 2025, as universidades chinesas eliminaram ou suspenderam 12.200 cursos de graduação considerados "obsoletos" - o que representa o ajuste de mais de 30% de todos os programas acadêmicos do país.
O que mudou?

❌ Os cortes: Focaram pesadamente em áreas como artes, ciências humanas, línguas estrangeiras e gestão tradicional. Áreas que o mercado considera saturadas ou altamente vulneráveis à automação.

🤖 As adições: No mesmo período, foram criados 10.200 novos cursos, totalmente voltados para a era da Inteligência Artificial, robótica, semicondutores e "inteligência corporificada" (embodied intelligence).
Por que isso importa?

A China enfrenta uma crise de desemprego jovem e percebeu que o modelo tradicional de educação já não responde à velocidade da tecnologia. Como bem destacou um especialista na reportagem: "Aquele velho caminho de estudar uma área específica, encontrar um emprego perfeitamente compatível e permanecer nele de forma estável pelo resto da vida simplesmente não existe mais."

O diploma universitário deixou de ser uma linha de chegada e passou a ser apenas a linha de partida. Diante disso, a busca por requalificação (reskilling) e a mentalidade de aprendizado contínuo (lifelong learning) deixaram de ser diferenciais e tornaram-se itens de sobrevivência.

Sua área de atuação está protegida ou já começou a ser impactada por essa onda tecnológica? Deixe sua opinião nos comentários! 👇


tps://www.scmp.com/economy/china-economy/article/3356913/chinas-universities-cut-12000-obsolete-degrees-amid-race-embrace-ai-era




Sergio Alves

 A China acaba de nos dar uma aula de "ajuste estrutural". 🇨🇳


​Enquanto muitos países ainda discutem se a Inteligência Artificial deve ser incluída no currículo, a China tomou uma decisão drástica: eliminou mais de 12 mil cursos universitários que considerou obsoletos ou com baixa empregabilidade na nova era digital, substituindo-os por currículos focados em IA, robótica e manufatura avançada.
​E o Brasil com isso? 🇧🇷
​A reflexão que precisamos fazer é honesta e urgente. Enquanto a China "limpa" sua base educacional para focar em produtividade máxima, o Brasil ainda enfrenta um abismo entre o que as universidades entregam e o que o mercado real demanda. Nosso desafio é duplo: não apenas precisamos acelerar a digitalização do ensino, mas também resolver o gargalo da desigualdade de acesso a essas novas tecnologias.
​Se não estivermos atentos, o risco não é apenas ficarmos para trás na corrida tecnológica, mas formarmos gerações inteiras para profissões que estarão em extinção quando o diploma for emitido.
​Isso levanta uma provocação desconfortável para todos nós: o seu conhecimento atual tem prazo de validade?
​Vivemos um momento onde o diploma não é mais um "porto seguro", mas sim uma linha de partida. A velocidade com que a tecnologia substitui funções exige uma mudança de paradigma:
​Do "Aprender para trabalhar" ao "Aprender para aprender": A capacidade de adaptação tornou-se a competência mais valiosa de qualquer profissional, especialmente em mercados emergentes como o nosso.
​A IA como "Copiloto" Obrigatório: Já não se trata de usar uma ferramenta, mas de entender como a automação molda o seu setor.
​Desaprender para Evoluir: Às vezes, o maior obstáculo para o crescimento é insistir em métodos e formações que já perderam a conexão com a realidade industrial e digital.
​A reforma chinesa é brutal, mas pragmática. Ela não perdoa a ineficiência educacional.
​Olhando para o Brasil e para o seu setor: o que você acha que está ficando obsoleto por aqui? Como podemos equilibrar a nossa base acadêmica tradicional com a necessidade de uma mão de obra tecnologicamente de elite?
​A educação não é mais sobre acumular certificados, mas sobre manter-se relevante em um mercado que não espera ninguém.
​Reflita sobre isso. 👇



Jorge Arbache

 A transição verde costuma ser apresentada como um desafio tecnológico ou financeiro. Mas e se o principal obstáculo estiver em outro lugar? À medida que governos e empresas mobilizam trilhões de dólares para descarbonizar a economia, uma questão estratégica permanece surpreendentemente pouco discutida: estamos usando os recursos da transição para adaptar os ativos do passado ou para construir as indústrias do futuro? A resposta ajuda a explicar por que a descarbonização avança mais lentamente e a custos mais elevados do que muitos esperavam -- e revela uma das mais importantes dimensões de economia política da transformação econômica em curso. Na minha coluna no Valor de hoje.



DESCARBONIZAÇÃO DA INDÚSTRIA UFRJ

 PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

Dia 18 de junho de 2026 | 14:00 às 18:00 14:00 - 15:00 | Mesa de Abertura PARTICIPANTES: ● Marina Szapiro – Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Redesist/IE-UFRJ) ● Marta Castilho – Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● Tatiana Roque – Vereadora e Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ● Cristina Reis – Secretária Extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda (MF) ● Gabriel Aidar – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) 15:00 - 16:00 | Empregos Verdes e Descarbonização: evidências e perspectivas para o Brasil PARTICIPANTES: ● Moderação: Kaio Vital da Costa – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● Valéria Pero – Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE-UFRJ) ● Carolina Baltar – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) 16:0016:30 | Coffee break 16:3018:00 | Modelos multissetoriais e descarbonização PARTICIPANTES: ● Moderação: Patieene Passoni – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● Fábio Freitas e Ítalo Pedrosa – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● André Lucena – Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPE/COPPE/UFRJ) ● Carlos Bastos Pinkusfeld – Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento (CICEF) ● Camila Krepsky – Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) 18:0018:15 | Encerramento PARTICIPANTES: ● Frederico Rocha – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) 18:1519:15 | Coquetel Dia 19 de junho de 2026| 9:00 às 17:30 09:0009:15 | Abertura PARTICIPANTE: ● Marta Castilho – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) 09:1510:45 | Os desafios da descarbonização na indústria: aço, biomassa, petróleo e setor automotivo PARTICIPANTES: ● Moderação: João Carlos Ferraz – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● Marcelo Colomer – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GEE/IE-UFRJ) ● José Vitor Bomtempo – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ● Germano de Paula – Universidade Federal de Uberlândia (UFU) ● Antonio Carlos Diegues – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ● Alvaro Ons – Redesur 10:4511:00 | Coffee break 11:0012:30 | Uso das medidas comerciais para a sustentabilidade PARTICIPANTES: ● Moderação: Kaio Vital – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● Camila Hermida – Universidade Federal de Alagoas (UFAL) ● Ramiro Bertoni – Universidad Nacional de San Martín (UNSAM) ● Gustavo Britto – Universidade Federal de Minas Gerais (CEDEPLAR/UFMG) ● Marta Castilho – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) 12:3014:00 | Almoço 14:0015:30 | Os desafios da política: regulações e incentivos em construção PARTICIPANTES: ● Moderação: Frederico Rocha – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● Julia Torracca - Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● Marília Bassetti Marcato – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ● Pedro Miranda – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) ● Carlos Eduardo Frickmann Young – Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE-UFRJ) ● Matias Kulfas - Universidad Nacional de San Martín (UNSAM) 15:3016:00: Coffee break 16h00 – 17:00 | Encerramento: A agenda de Pesquisa e de Políticas e seus Desafios PARTICIPANTES: ● Frederico Rocha – Universidade Federal do Rio de Janeiro (GIC/IE-UFRJ) ● Laura Carvalho - Open Society Foundations (OSF) DATA:18 e 19 de Junho HORA: 14:00 LOCAL: Casa da Ciência da UFRJ. Rua Lauro Müller, 3 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ. ____________________________________________________________ Programação Visual: Camila Fonseca (Site/IE-UFRJ) Edição: Rafael Prietto (Canal IE) Realização: Canal IE/Comissão de Apoio à Comunicação e Divulgação do Instituto de Economia da UFRJ

Modelos de projeção

 


A construção de modelos de projeção macroeconômica, modelos semiestruturais de pequeno porte (Small Models) e modelos DSGE exige ferramentas capazes de lidar com simulações e análise de cenários.


📊 Quais são os principais softwares utilizados em macroeconomia aplicada?

*EViews
Vantagens: Facilidade de uso e excelente desempenho em análises de séries temporais. É amplamente utilizado para projeções macroeconômicas e modelos semiestruturais.
Desvantagens: Menor flexibilidade para modelos complexos.

*Stata
Vantagens: Forte capacidade econométrica, excelente documentação e grande variedade de estimadores.
Desvantagens: Menor flexibilidade para programação avançada e aplicações de modelos DSGE em comparação ao Dynare e Julia.

*R
Vantagens: Gratuito e com ampla disponibilidade de pacotes para econometria, previsão e análise de dados.
Desvantagens: Curva de aprendizado mais elevado para usuários iniciantes.

*Python
Vantagens: Integra econometria, ciência de dados e inteligência artificial . Possui grande flexibilidade para construção de modelos.
Desvantagens: Exige maior conhecimento de programação e estruturação de códigos.

*Julia
Vantagens: Alto desempenho computacional e excelente capacidade para resolver modelos dinâmicos complexos como os DSGE.
Desvantagens: Menor disponibilidade de materiais e usuários.

*Dynare
Vantagens: Ferramenta de referência para solução, simulação e estimação de modelos DSGE, amplamente utilizada por bancos centrais e universidades.
Desvantagens: Aplicação mais restrita a modelos estruturais do tipo DSGE.

Qual software escolher?
🔹 Projeções macroeconômicas e modelos semiestruturais: EViews, Stata, R e Python.
🔹 Modelos de Pequeno Porte do Banco Central modelos semiestruturais: EViews, R e Python.
🔹 Modelos DSGE: Dynare e Julia.
🔹 Pesquisa acadêmica avançada e fronteira da macroeconomia: Julia + Dynare + Python.

No fim, a escolha da ferramenta depende dos objetivos da pesquisa, da complexidade do modelo e do nível de programação do pesquisador.Mais importante do que dominar um software é a capacidade de compreender a teoria econômica, os métodos econométricos e as limitações de cada modelo.
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Economia CIrcular e ESG

  Economia Circular e ESG: Transformando Sustentabilidade em Valor Durante muito tempo, o modelo económico predominante seguiu a lógica “ext...