*Rosa Riscala: Guerra estressa juros e coloca Copom à prova*
… A ata do Copom, que sai daqui a pouco (8h), ganha um peso adicional após o estresse observado na curva de juros, em meio à nova disparada do petróleo e à deterioração do cenário geopolítico. O documento será lido à luz de um mercado que já recalibrou expectativas, e quer entender se a guerra sem horizonte no Oriente Médio pode interromper o ciclo de quedas da Selic. Nos Estados Unidos, onde investidores já especulam com uma alta do juro, são importantes na agenda dois índices de atividade e o relatório Jolts, com abertura de vagas. No calendário de balanços da B3, divulgam resultados a Ambev, antes da abertura, e Itaú Unibanco, após o fechamento da Bovespa.
GUERRA SEM FIM –A troca de ataques entre Estados Unidos e Irã no Golfo Pérsico reacendeu o risco de escalada e colocou em xeque a trégua que vinha sendo mantida nas últimas semanas.
… Houve novos episódios envolvendo drones, mísseis e embarcações no Estreito de Ormuz, com impactos também sobre os Emirados Árabes Unidos. Um ataque de drone provocou incêndio numa zona petrolífera em Fujairah, reforçando o risco sobre a infraestrutura energética.
… O aumento das tensões levou a uma nova disparada do petróleo, com o Brent voltando a se aproximar de US$ 115, refletindo o risco de interrupção prolongada da oferta. O Estreito de Ormuz segue como ponto central do conflito.
… Restrições ao tráfego marítimo e a avaliação de que a passagem pode permanecer comprometida por mais tempo projetam um cenário difícil.
… Apesar de declarações pontuais sobre negociações, o cenário é de impasse e dificuldade de retomada de acordo entre Washington e Teerã.
… A escalada já contamina outros ativos, com alta dos juros dos Treasuries e fortalecimento do dólar, em meio à revisão das expectativas para a política monetária nos Estados Unidos (leia abaixo mais sobre os mercados).
… Avaliações no mercado apontam para um conflito mais longo, intercalando episódios de tensão e impacto sobre energia, inflação e juros.
O TOM DA ATA – A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, que levou a uma forte abertura das taxas dos Treasuries e dos juros na B3, nesta segunda-feira, pode deixar a sensação de que a ata do Copom está com a validade vencida.
… Considerando a súbita piora do ambiente, o mercado já começa a cogitar uma pausa nos cortes na próxima reunião, em junho.
… Mais do que apenas obter detalhes sobre a composição da inflação, em meio aos desdobramentos do choque de energia e uma certa resiliência da atividade, investidores vão observar a gravidade com o Banco Central tratará o tema da guerra.
… O mercado segue incorporando o efeito da guerra em suas projeções de inflação, que tiveram novo recrudescimento no Boletim Focus, com a mediana para o IPCA deste ano subindo pela oitava semana seguida, de 4,86% a 4,89%, contra 4,6% da previsão do BC.
… O Copom também deve explicações sobre os motivos que levaram os diretores a manter o corte de 0,25 ponto, apesar de ter elevado sua projeção de inflação no 4TRI/2027, atual horizonte relevante da política monetária, de 3,3% para 3,5% – ainda mais longe da meta.
… O documento sempre pode argumentar o que Galípolo vem repetindo, que o conservadorismo do BC levou o juro a um patamar tão elevado que há reserva suficiente para suportar o choque. Mas até quando e até onde o BC acredita que possa cortar?
… Como observou o economista Sérgio Goldenstein (Eytse Estratégia), o Comitê não apontou o balanço de riscos como assimétrico, ao contrário do que esperavam diversos analistas, nem sinalizou, de forma explícita, a iminência de uma interrupção do processo de calibração.
… Em um primeiro momento, o mercado descartou as chances de uma queda de 0,50pp. Agora já está colocando em xeque o corte de 0,25pp.
… No Copom de abril, a evolução do cenário externo não parecia sugerir uma deterioração adicional em relação à reunião de março, mas a ata chega em um dia de acirramento dos conflitos, que mudou a percepção sobre sua duração e extensão.
… O petróleo Brent, termômetro da crise, voltou a bater US$ 115, com novas ameaças de Trump de “varrer o Irã da face da Terra”.
… Se até poucos dias atrás não faria sentido uma sinalização mais hawkish, hoje um tom mais dovish pode trazer desconfiança, diante da deterioração adicional das expectativas, que pode levar a um encerramento precoce do ciclo de calibração.
DURIGAN – Em entrevista ao Roda Viva (TV Cultura), ontem à noite, o ministro afirmou que a maior pressão para a condução da política monetária vem hoje da guerra no Oriente Médio, discordando de que o fiscal e as medidas de crédito adotadas têm prejudicado o BC.
… Segundo ele, a expansão da política fiscal aconteceu no primeiro ano do governo, em 2023, quando a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição abriu espaço para a expansão de programas sociais e para contornar “problemas herdados da gestão anterior”.
LULA & TRUMP – Durigan deve acompanhar o presidente Lula aos Estados Unidos, para o encontro com Trump, na quinta-feira. A reunião é vista pela diplomacia brasileira como passo relevante para normalizar as relações comerciais após o período de tarifas e incertezas.
… Na pauta, além da agenda econômica, devem entrar temas como a guerra no Oriente Médio, a situação na Venezuela e parcerias em minerais críticos e terras raras, além de investimentos em datacenters e big techs, como confirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin.
… Segundo ele, tudo está na mesa em meio à tentativa de reverter os efeitos do tarifaço. “A orientação é fortalecer a relação bilateral e reduzir barreiras, em um ambiente que considera de oportunidade para investimentos recíprocos.”
… Também a classificação de facções criminosas brasileiras por parte dos Estados Unidos deve fazer parte das conversas entre Lula e Trump.
MINERAIS CRÍTICOS – Às vésperas da viagem de Lula aos Estados Unidos, com minerais críticos no centro da agenda com Trump, o governo negociou mais poder para o Conselho Nacional de Minerais Críticos Estratégicos no projeto que tramita na Câmara.
… O acordo com o relator, deputado Arnaldo Jardim, enterrou a proposta inicial de criação da estatal Terrabras, mas ampliou o papel do Conselho, que deixa de ser apenas consultivo e passará a ter poder de análise prévia de projetos e de operações societárias.
… Além disso, vai monitorar mudanças de controle e acordos internacionais envolvendo minerais estratégicos, e poderá vetar fusões e aquisições com base em critérios de soberania nacional e interesse público, seguindo modelos adotados nos Estados Unidos, Canadá e Chile.
… O governo ainda poderá impor condicionantes à exportação, exigindo agregação de valor, e mantém aberta a possibilidade de uso de imposto sobre exportações no futuro. O relator trabalha para aprovar o projeto até quarta-feira, com leitura do parecer prevista para hoje.
AUTONOMIA DO BC – O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar, pautou para amanhã, quarta-feira, a votação da PEC que estabelece autonomia orçamentária do Banco Central, proposta que enfrenta resistência da equipe econômica.
… O parecer do relator Plínio Valério mantém o BC como entidade pública de natureza especial, com autonomia técnica, operacional, administrativa, orçamentária e financeira. Apesar da oposição do governo, Galípolo tem defendido a proposta junto aos senadores.
MAIS AGENDA – Além da ata do Copom, a terça-feira traz indicadores de atividade e emprego nos Estados Unidos, com os PMIs de serviços e o relatório Jolts, além de balanços relevantes na B3, com Ambev antes da abertura e Itaú Unibanco após o fechamento.
… A Fipe divulga o IPC de abril às 5h, com mediana de 0,47% nas Projeções Broadcast, intervalo de 0,42% a 0,49% e leitura anterior de 0,59%.
… Ambev divulga balanço do primeiro trimestre antes da abertura do mercado, com expectativa de lucro líquido de R$ 3,5 bilhões, queda de 7,8% na comparação anual, em um cenário de volumes mais fracos e custos ainda elevados, e faz teleconferência com investidores às 12h30.
… O Itaú Unibanco divulga resultado após o fechamento da Bovespa, com expectativa de lucro líquido de R$ 12,32 bilhões, estável na margem trimestral, mas com alta de 10,5% na comparação anual e manutenção de rentabilidade elevada.
… Nos Estados Unidos, os índices de gerentes de compras de serviços dos Estados Unidos e o relatório Jolts de abertura de vagas no país são destaques. A S&P Global divulga o PMI final de abril às 10h45 e o ISM, o PMI de serviços às 11h.
… Também às 11h, saem o relatório Jolts de abertura de vagas e os dados de vendas de moradias novas nos Estados Unidos.
… Antes, às 9h30, sai a balança comercial americana – mesmo horário de uma conferência de Christine Lagarde (BCE), na Alemanha.
… Também às 11h, a vice-presidente de Supervisão do Fed, Michelle Bowman, participa de simpósio.
… No final da noite (22h45), a S&P Global/RatingDog divulga o PMI composto da China de abril, após leitura de 51,8 em março. Os mercados financeiros seguem fechados hoje em Xangai e no Japão.
MAIS BALANÇOS –Além de Ambev e Itaú, divulgam resultados após o fechamento TIM Brasil, Copel, Prio, Iguatemi, RD Saúde, C&A e Tenda.
… No exterior, a Anheuser-Busch InBev, controladora da Ambev, divulga balanço antes da abertura dos mercados na Europa. Também antes da abertura, o HSBC divulga resultado em Londres. E após o fechamento em Nova York, tem AMD e Super Micro Computer.
A VER NAVIOS – Mais um pregão se passou sem qualquer sinal de desfecho para guerra e, pior, com ataques no Oriente Médio, disputa pelo Estreito de Ormuz e as ameaças de Trump de dizimar o Irã se atingir barcos americanos.
… O clima de hostilidade acentuou a percepção no mercado de que o conflito ainda vai longe e desencadeou uma nova onda de estresse no petróleo, que projeta exatamente este risco de uma ofensiva militar mais duradoura.
… O Brent para julho disparou 5,79% e fechou cotado a US$ 114,44 por barril, no salto que antecipa mais inflação na veia e que puxos os juros dos Treasuries e levou a taxa do T-Bond de 30 anos a romper 5%, no pico em dois anos.
… O rendimento do título avançou para 5,019%, contra 4,965% no pregão anterior, enquanto o retorno da Note de dois anos subiu para 3,954% (de 3,888%) e o de dez anos foi a 4,440%, na comparação com 4,379% na última sexta.
… Diante do choque de energia mais prolongado do que se chegou a imaginar nas primeiras semanas da guerra, a ferramenta de apostas do CME indica que a chance de um aperto monetário em março voltou a superar 50%.
… O Fed boy Neel Kashkari não descartou a possibilidade de uma alta nos juros se a diplomacia for derrotada. “Não me sinto confortável em sinalizar corte. Talvez estejamos em cenários piores e tenhamos que ir na direção oposta.”
… O colega John Williams comentou que a inflação deve ficar em 3% este ano, só retornando à meta de 2% em 2027.
… O petróleo mais caro por mais tempo eleva os desafios para a inflação global. Aqui, antes mesmo de o conflito começar, o IPCA já apontava piora nas expectativas, diante da atividade e emprego aquecidos, apesar da Selic alta.
… Parte dos traders não quis nem esperar para ler a ata do Copom hoje e já migrou antecipadamente para a aposta de pausa da Selic em junho. Na curva, a chance de manutenção do juro é de 40% contra 54% de corte (Broadcast).
… Se a ata não passar pano para as turbulências atuais, a precificação de que o BC vai interromper o ciclo de “calibração” da política monetária tem tudo para ganhar ainda mais força, de olho onde o petróleo vai chegar.
… Sob a pressão do barril, que vive uma nova rodada de tensão, os juros futuros “abriram” bastante ontem.
… No fechamento, o DI para Jan/27 marcava 14,210% (de 14,141% no ajuste anterior); Jan/28, 13,950% (contra 13,790% antes do feriado); Jan/29, 13,850% (13,665%); Jan/31, 13,860% (13,670%); e Jan/33, 13,890% (13,716%).
REAL SE GARANTE – Imaginando que o Copom opte por não relaxar mais a Selic em junho, ganham o carry trade e o real, que vem caindo de forma limitada nos últimos dias, valendo-se do trunfo de o Brasil ser exportador de petróleo.
… Com valorização moderada de 0,32% ontem, o dólar à vista fechou abaixo de R$ 5, negociado a R$ 4,9677.
… Lá fora, as evidências de que a trégua está sendo violada acionaram posições defensivas no câmbio e o índice DXY subiu 0,22%, a 98,374 pontos. A libra recuou 0,29%, a US$ 1,3535, mas o iene (157,09 por dólar) caiu pouco.
… Circularam rumores de que o BoJ voltou a intervir, após a ministra das Finanças, Satsuki Katayama, repetir alertas contra movimentos especulativos. Para o Goldman Sachs, a faixa de 160 ienes por dólar é uma “linha de defesa”.
… Desestabilizado pela ameaça de Trump de reabrir a guerra comercial e elevar em 25% as tarifas sobre importações de carros e caminhões da União Europeia, o euro caiu 0,22%, a US$ 1,1701, e ignorou o risco de um BCE conservador.
… O presidente do BC alemão, Joachim Nagel, disse que a guerra deve afetar o bloco “por um bom tempo” e que pode exigir um aumento dos juros em junho se não houver uma melhora significativa nas perspectivas de inflação.
BATENDO EM RETIRADA – Abalada pelo cenário de guerra, a rotação de ativos para os emergentes vem diminuindo e já se traduz em uma fuga maior dos investidores estrangeiros, que na última quarta-feira retiraram R$ 1,9 bi da B3.
… O saldo final do capital externo no acumulado de abril será conhecido hoje e, por enquanto, está pouco abaixo de R$ 5 bilhões. No ano, soma R$ 58,2 bilhões. O menor apetite dos gringos também tem aparecido no giro do Ibovespa.
… Mais modesto, o volume nos negócios ontem ficou em R$ 26,4 bilhões. Na volta do feriado de 1º de maio, o índice à vista da bolsa doméstica acompanhou a tensão global e fechou em baixa de 0,92%, aos 185.600,12 pontos.
… Nem a Petrobras conseguiu faturar direito o salto de quase 6% do petróleo. Tudo que o papel PN conseguiu subir foi 0,53%, a R$ 49,34, enquanto a ação ON desafiou o rali da commodity e terminou em queda de 0,80%, a R$ 54,29.
… Sem a referência do minério, com a China em feriado, Vale chamou vendas firmes e caiu 3,10%, a R$ 78,66.
… Destaque também para o mau humor dos bancos com o Irã e Trump, que continuam irredutíveis. Bradesco PN caiu 2,12% (R$ 18,91), Itaú PN perdeu 1,78% (R$ 42,40), Santander recuou 1,65% (R$ 28,56) e BB, -1,35% (R$ 21,91).
… Os sinais de fracasso do cessar-fogo também pesaram o ambiente nas bolsas americanas. O Dow Jones caiu 1,13%, para 48.941,90 pontos; o S&P 500 perdeu 0,41%, aos 7.200,75 pontos; e o Nasdaq recuou 0,19%, a 25.067,80 pontos.
CIAS ABERTAS NO AFTER – ANP aprovou acordos de individualização da produção pela PETROBRAS das jazidas de Sururu e Berbigão, localizadas na Bacia de Santos, com efetividade a partir de 1º de maio…
… A Petrobras informou que se qualificou para integrar o Dow Jones Best-in-Class World Index (DJ BIC), da S&P Global Corporate Sustainability Assessment (CSA), pelo segundo ano consecutivo…
… A KLABIN também teve sua participação renovada na edição 2025/2026 na carteira Global do DJ BIC. Esse é o sexto ano consecutivo de sua participação nesta categoria.
PRIO. A produção total de petróleo em abril atingiu 173.416 barris de óleo equivalente por dia (boe/dia), ante 161.323 boe/dia em março. O número representa uma alta de 7,5% na comparação mensal.
HAPVIDA. Família controladora reduziu participação de 52,5% para 47,87% do capital social.
RD SAÚDE concluiu a venda da 4Bio para a Health Ventures, com recebimento de R$ 100 milhões e direito a parcelas remanescentes corrigidas pelo CDI e crédito futuro estimado em R$ 120 milhões.
ONCOCLÍNICAS aprovou contrato de R$ 150 milhões para fornecimento de medicamentos oncológicos, com garantias via cessão fiduciária de recebíveis. O Citi descontinuou a cobertura da companhia.
ODONTOPREV teve lucro líquido de R$ 152,1 milhões no 1TRI26, queda de 10,3% contra um ano antes, com receita de R$ 595,4 milhões, alta de 4%.
KORA SAÚDE teve homologado pela Justiça o plano de recuperação extrajudicial, com alongamento de passivos de R$ 1,3 bilhão.
PAGUE MENOS teve lucro líquido de R$ 52,2 milhões no 1TRI26, mais de dez vezes superior ao de um ano antes. Receita líquida somou R$ 3,81 bilhões, alta de 13%, e Ebitda ajustado atingiu R$ 331,9 milhões, avanço de 22,2%.
BB SEGURIDADE teve lucro de R$ 2,21 bilhões no 1TRI26, 4,86% acima do esperado pelos analistas no Broadcast.
NEOENERGIA informou que o valor atualizado de resgate compulsório de ações será de R$ 34,02 por ação; pagamento será feito no próximo dia 15.
ISA ENERGIA teve lucro líquido de R$ 357,7 milhões no 1TRI26, alta de 6% contra um ano antes. Ebitda somou R$ 1,021 bilhão, avanço de 10,6%, e receita líquida atingiu R$ 1,226 bilhão, crescimento de 8,3%.
MOVIDA teve lucro líquido de R$ 124,5 milhões no 1TRI26, alta de 58,7% contra um ano antes. Ebitda somou R$ 1,568 bilhão, avanço de 17,2%, e receita líquida atingiu R$ 3,780 bilhões, alta de 6,0%…
… A companhia projeta lucro líquido entre R$ 110 milhões e R$ 130 milhões no 2TRI26.
LOCALIZA. Norges Bank elevou participação para 5,04% das ações preferenciais.
SMARTFIT teve rating AA+(bra) reafirmado pela Fitch, com perspectiva estável.
LOG COMMERCIAL PROPERTIES teve lucro líquido de R$ 134 milhões no 1TRI26, alta de 55,2% contra um ano antes, com Ebitda de R$ 185 milhões, avanço de 53,2%, e receita líquida de R$ 66 milhões, crescimento de 19,4%.
MARCOPOLO teve lucro líquido de R$ 266,1 milhões no 1TRI26, alta de 10% contra um ano antes. Ebitda somou R$ 304,8 milhões, avanço de 16,3%, e receita líquida atingiu R$ 1,65 bilhão, queda de 1,3%.
HIDROVIAS DO BRASIL teve prejuízo de R$ 34 milhões no 1TRI26, ante perda de R$ 2 milhões um ano antes. Ebitda somou R$ 194 milhões, queda de 6%, e receita líquida atingiu R$ 445 milhões, recuo de 18%.
TUPY elegeu Harro Burmann como novo diretor-presidente, com início do mandato em 1º de junho…
… A gestora Charles River, acionista minoritária da fabricante de motores, pediu a reprovação das contas de 2025.
PICPAY firmou parceria com a TIM Brasil para integração de produtos e serviços.
BIOMM. BTG Pactual Gestão passou a deter 12,2% do capital da companhia.
IRANI aprovou pagamento de R$ 5,1 milhões em dividendos, equivalente a R$ 0,02243 por ação.
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