segunda-feira, 13 de abril de 2026

BDM Matinal Riscala

 Sem acordo, EUA bloqueiam portos do Irã

Risco de disrupção no fluxo global de energia estressa negócios


13/04/2026


… O mercado abre a semana sob um novo patamar de tensão no Oriente Médio, após os Estados Unidos confirmarem o início do bloqueio total aos portos do Irã a partir das 11h desta segunda-feira (horário de Brasília), em resposta ao fracasso das negociações em Islamabad. Os preços do petróleo dispararam na abertura dos pregões asiáticos, refletindo o risco de disrupção no fluxo global de energia. A medida mira diretamente a principal fonte de receita de Teerã e mantém sob pressão o Estreito de Ormuz — por onde passa cerca de um quinto do petróleo global — ao mesmo tempo em que eleva o risco de confronto direto, após a reação dura do Irã e o reforço militar na região.


SEM ACORDO – O Oriente Médio entra em um novo estágio de tensão com o início efetivo do bloqueio americano aos portos do Irã.


… As operações marcam a primeira ação concreta após o fracasso das negociações entre Washington e Teerã.


… O bloqueio será aplicado de forma ampla a embarcações de todas as nacionalidades que entrem ou saiam de portos iranianos, incluindo instalações no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, num bloqueio total ao comércio marítimo do Irã.


… Somente será poupada a navegação no Estreito de Ormuz para destinos não iranianos. A medida eleva o risco de disrupção no mercado de energia, mantendo sob pressão uma das rotas mais estratégicas do comércio global.


… A decisão ocorre após 21 horas de negociações sem acordo em Islamabad, com o Irã se recusando a ceder em pontos-chave, como o programa nuclear e o controle sobre o Estreito de Ormuz, enquanto acusa os Estados Unidos de exigências “excessivas”.


… Ao longo do fim de semana, Trump chegou a ameaçar bloqueio mais amplo do Estreito, com interceptação de navios e destruição de minas.


… As últimas informações, porém, indicam uma estratégia mais calibrada, focada nos portos iranianos, sem fechamento total da rota marítima.


… Ainda assim, frustrando o otimismo dos mercados com um acordo, o risco de uma escalada da guerra permanece elevado. Os Estados Unidos já enviaram reforços à região, incluindo fuzileiros navais e tropas aerotransportadas, ampliando a presença militar no Golfo.


… Do lado iraniano, a reação foi dura. O chefe do Parlamento afirmou que o país não se curvará a ameaças, enquanto a Guarda Revolucionária alertou que qualquer movimento hostil levará os Estados Unidos a “redemoinhos mortais”, sinalizando risco de confronto direto.


… Teerã também mobilizou forças especiais, reforçou defesas costeiras, instalou minas e prepara suas posições para uma possível incursão militar, ao mesmo tempo em que indicou que a aproximação de embarcações militares será tratada como violação do cessar-fogo.


… Analistas alertam que um bloqueio naval pode ser interpretado como um ato de guerra, elevando o grau de incerteza sobre a segurança das rotas marítimas e sobre a evolução do conflito. No plano diplomático, o cenário segue fragmentado.


… O Paquistão tenta manter o canal de diálogo aberto, enquanto a Rússia se coloca à disposição para mediar uma solução política e o Reino Unido indicou que não participará de um eventual bloqueio, defendendo uma coalizão alternativa para garantir a liberdade de navegação.


… Em paralelo, Israel manteve ataques contra o Hezbollah no Líbano no fim de semana, apesar de o Irã exigir um cessar-fogo mais amplo.


… O pano de fundo é um choque já em curso no mercado de energia. O fluxo pelo Estreito de Ormuz vinha limitado desde o cessar-fogo, com poucos navios transitando, enquanto os preços globais do petróleo acumulam alta de cerca de 50% desde o início do conflito.


… Na leitura de mercado, o cenário evolui de risco para evento, com impacto direto sobre petróleo, inflação e expectativas de juros.


… A abertura da semana tende a refletir esse novo patamar, com pressão sobre ativos de risco e busca por proteção, em um ambiente que volta a ter geopolítica e energia como principais vetores de preço. No pregão asiático, o petróleo WTI atingia US$ 104,30 e o Brent, US$ 101,80.


ISRAEL VS LÍBANO – Enquanto a escalada entre Estados Unidos e Irã eleva as tensões no Oriente Médio, Israel e Líbano se reúnem amanhã, em Washington, para discutir a possibilidade de uma trégua, em um movimento que mantém aberta a frente diplomática no conflito regional.


HUNGRIA – O premiê Viktor Orbán reconheceu a derrota nas eleições deste domingo, após 16 anos no poder, parabenizando o candidato da oposição, Peter Magyar, em sua conta do Facebook. O pleito registrou participação recorde, com mais de 77% dos eleitores votando.


CURTAS DA POLÍTICA –O presidente Lula embarca na quinta-feira para a Europa, com agenda na Espanha e na Alemanha, incluindo a Cúpula Brasil-Espanha e a feira Hannover Messe, em meio ao esforço de reforçar a agenda internacional.


… Pesquisa Datafolha divulgada no sábado mostra deterioração de Lula no cenário eleitoral, com Flávio Bolsonaro numericamente à sua frente pela primeira vez em simulação de segundo turno (46% a 45%), além de empate técnico com outros nomes.


… A avaliação do governo segue pressionada: 40% consideram a gestão ruim ou péssima, enquanto a aprovação recuou para 29%.


… O deputado José Guimarães toma posse amanhã como novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, substituindo Gleisi Hoffmann.


… CCJ da Câmara deve votar na quarta-feira a PEC que prevê o fim da escala 6×1, uma das pautas mais sensíveis na agenda trabalhista.


… Na agenda econômica, o governo envia nesta quarta-feira ao Congresso o PLDO de 2027, com meta de superávit primário de 0,5% do PIB, enquanto mantém foco em medidas para reduzir o endividamento das famílias.


… Em entrevista à Folha, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, descartou novas medidas para combustíveis no curto prazo e afirmou que o governo avalia liberar saque no limite de até 20% do FGTS para pagamento de dívidas.


… Hoje, Durigan participa com Alckmin da assinatura da operação de crédito que vai viabilizar a contrapartida do Estado de São Paulo na Parceria Público-Privada (PPP) do Túnel Imerso Santos-Guarujá. Às 14h, em São Paulo.


… O governo recuou, por ora, da proposta de crédito de até R$ 7 bilhões para distribuidoras de energia, em meio à priorização de medidas voltadas ao custo dos combustíveis – segundo apurou o Estadão com fontes.


AGENDA CHEIA – A semana começa com uma agenda carregada de indicadores de atividade, em um momento em que o mercado tenta entender a resiliência do ciclo global em meio às incertezas geopolíticas e ao impacto recente das commodities.


… O foco se divide entre Brasil, com dados de fevereiro que ajudam a calibrar o ritmo doméstico, China, cujo PIB do primeiro trimestre pode redefinir expectativas para crescimento e demanda global, e Estados Unidos, com uma bateria relevante de indicadores.


… No pano de fundo, as reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial reforçam o debate sobre riscos da economia global, no contexto dos conflitos no Oriente Médio. Galípolo, Picchetti e Nilton David participam nos Estados Unidos.


… Eventuais declarações do presidente do BC e dos diretores que o acompanham devem ser monitoradas com atenção, no momento em que as incertezas sobre a crise de energia tende a influenciar as expectativas para a condução da política monetária do Copom.


… Também o ministro da Fazenda, Dario Durigan, viajará hoje a Washington para uma série de eventos do FMI e do Banco Mundial.


AQUI – A semana abre com o Boletim Focus (hoje, às 8h25) e segue com o volume de serviços de fevereiro (amanhã) e as vendas no varejo (quarta-feira), dois dados-chave para aferir o fôlego do consumo e do setor terciário.


… O IBC-Br de fevereiro (quinta-feira) fecha o pacote, funcionando como proxy do PIB e consolidando a leitura do crescimento no início do ano.


… Ainda no cenário doméstico, o IGP-10 de abril (quarta-feira) entra como termômetro de inflação no atacado, especialmente relevante diante das oscilações recentes de commodities.


… O conjunto desses indicadores pode influenciar a precificação de juros, em um ambiente ainda sensível ao balanço entre atividade e inflação.


NO EXTERIOR – Os Estados Unidos trazem uma bateria relevante de dados ao longo da semana, incluindo vendas de casas usadas (hoje, às 11h), o índice de preços ao produtor (PPI, amanhã) e a produção industrial (quinta-feira), além dos pedidos semanais de seguro-desemprego.


… O Livro Bege do Federal Reserve (quarta-feira) também ganha peso ao oferecer uma leitura qualitativa da economia em diferentes distritos.


… A agenda americana ainda será marcada por falas de diversos dirigentes do Fed ao longo da semana, o que tende a calibrar as apostas de política monetária em um momento de maior sensibilidade aos dados.


… Discursos de membros como Austan Goolsbee, Michael Barr, Susan Collins e John Williams aparecem distribuídos entre terça e sexta-feira.


CHINA – O grande destaque é o pacote de dados divulgado na noite de quarta-feira, com o PIB do primeiro trimestre, produção industrial e vendas no varejo. O resultado será determinante para avaliar o ritmo da economia e seus desdobramentos para commodities e mercados emergentes.


… Já hoje à noite, ao primeiro minuto de terça-feira, sai a balança comercial chinesa, com as exportações e importações em março.


ZONA DO EURO – Na Europa, além de indicadores de atividade, como a produção industrial (quarta-feira), o mercado acompanha a leitura final do CPI de março (quinta-feira) e, principalmente, a ata do Banco Central Europeu.


… Discursos de Christine Lagarde ao longo da semana também entram no radar.


… Entre os indicadores globais, também ganham espaço os dados de comércio e atividade no Reino Unido e Japão, com destaque para o CPI japonês (sexta-feira), além da balança comercial e das transações correntes na zona do euro.


PETRÓLEO – No mercado de commodities, os relatórios mensais da OPEP (hoje) e da Agência Internacional de Energia (amanhã) ajudam a balizar as expectativas para oferta e demanda de petróleo, em meio às tensões geopolíticas e à volatilidade recente dos preços.


BALANÇOS – Por fim, a semana também marca o início da temporada de balanços nos Estados Unidos, com grandes bancos abrindo a agenda.


… Destaque para Goldman Sachs (hoje, antes da abertura), JPMorgan Chase, Wells Fargo e Citigroup (amanhã), seguidos por Bank of America e Morgan Stanley (quarta-feira), em leituras importantes sobre crédito, atividade e saúde do sistema financeiro.


… Além dos bancos, outros destaques entre os balanços são: BlackRock (amanhã, terça), maior gestora de ativos do mundo, e Netflix (quinta).


VALE – Aqui, a mineradora divulga nesta quinta-feira, 16, os dados de produção e vendas, e no dia 28 de abril, o balanço do primeiro trimestre. Os dois resultados saem após o fechamento do mercado. A teleconferência será realizada em 29 de abril, às 11h.


INFLAÇÃO NA VEIA – O fracasso das negociações em Islamabad contrata um choque mais duradouro no petróleo e complica a espiral inflacionária, que já levou o mercado a eliminar a esperança de corte de 0,50 pp da Selic este mês.


… A surpresa com o IPCA de março acima do esperado, como consequência direta da alta dos combustíveis, disparou na sexta-feira apostas de que o Copom irá mais devagar (0,25 pp) na reunião daqui a pouco mais de duas semanas.


… O pior cenário, de uma pausa na política monetária, não foi cogitado, porque a taxa básica de juros continua tão elevada, que o BC ainda tem “gordura” para cortar, mesmo com a guerra assustando as expectativas inflacionárias.


… O IPCA subiu 0,88% em março, superando o teto das estimativas dos analistas do mercado financeiro, de 0,82%. O aumento de 4,59% na gasolina no mês exerceu a maior pressão sobre a inflação oficial, com contribuição de 0,23 pp.


… O dado em 12 meses avançou para 4,14% e também estourou a mediana das projeções, de 4,03%.


… Além da pressão dos combustíveis sobre o grupo Transportes, que saiu de uma alta de 0,74% em fevereiro para 1,64% em março, o avanço dos preços de alimentação e bebidas (de 0,26% para 1,56%) também puxou a inflação.  


… Uma boa notícia é que a inflação de serviços, olhada de perto pelo BC, desacelerou de 1,51% para 0,53%. No acumulado em 12 meses, passou de 6,01% em fevereiro para 5,92% em março, mas segue rodando perto de 6%.


… Especialistas consultados pelo Estadão/Broadcast projetam que o salto do petróleo e dos combustíveis deve continuar encarecendo as passagens aéreas ao longo do ano, exercendo vetor relevante de pressão no IPCA.


… As medianas do Sistema Expectativas de Mercado, que embasa o relatório Focus, passaram a indicar que o IPCA acumulado em 12 meses vai romper o teto da meta por cinco meses seguidos: de outubro/26 até fevereiro/27.


… O resultado mais forte da inflação de março despertou na sexta-feira uma onda de revisões em alta para o IPCA.


… A Warren, que já esperava inflação no limite da banda de tolerância (4,5%) este ano, piorou a sua projeção para 4,8%. Também a Austin Rating passou a prever o estouro da meta, puxando sua estimativa de 4,43% para 4,74%.


… A Quantitas, que já tinha incorporado ao cenário um IPCA forte (5,2% no ano), elevou a aposta para 5,3%.


DESANCORAGEM – O Itaú ainda projeta 4,5%, mas já não duvida que a inflação rompa este nível máximo fixado pelo CMN. Segundo o banco, a leitura do IPCA, com pressão mais disseminada de forma geral, reforça o viés de alta.


… Ainda o Santander, que já prevê IPCA acima do teto (4,6%), reconhece que pode subir sua estimativa.


… Em relatório a clientes, o Bradesco disse que o susto com o dado de março, combinado ao momento de escalada da cotação do petróleo, indica tendência altista para a inflação acumulada em doze meses até o final do ano.


… Diante da percepção de espaço mais reduzido para cortes de juros pelo BC com o choque de energia, o BofA subiu a projeção da Selic para este ano de 11,75% para 13,25% e, de 2027, para 12,50%, contra 10,50% antes.


… A proposta em estudo pelo governo de permitir o saque de até 20% do FGTS para pagar dívidas deve ajudar a reduzir o endividamento das famílias, mas com impacto limitado na inflação, segundo economistas no Broadcast.


… Com o período turbulento para o petróleo esvaziando as chances de o Copom emplacar um ciclo mais firme de queda da Selic, o IPCA pior do que o esperado teve impacto direto sobre os juros futuros curtos na sexta-feira.


… No fechamento dos negócios, o contrato do DI para Janeiro de 2027 voltou à faixa dos 14%, a 14,060% (de 13,923% no ajuste anterior). Jan/28 subiu a 13,540% (de 13,388%); e Jan/29 avançou para 13,380% (de 13,301%).


… Já o trecho longo da curva compensou a pressão. Jan/31 caiu a 13,420% (13,473%); e Jan/33, 13,490% (13,599%).


O LADO BOM – A perspectiva de que o diferencial de juros seguirá elevado após o forte IPCA de março deve bombar ainda mais o fluxo estrangeiro e animou o dólar a criar coragem para testar piso nos R$ 5,00 na sexta-feira.


… Na mínima intraday, marcou R$ 5,0055, para fechar em queda firme de 1,03%, cotado a R$ 5,0115.


… Pelo último informe da B3, na quarta-feira passada (dia 8), entrou mais uma fortuna em k externo na bolsa: R$ 2,6 bilhões. O fluxo acumulado neste mês de abril chega a R$ 3,1 bilhões e, no ano, já está em R$ 56,5 bilhões.


… Com o Brasil nadando em dinheiro, o dólar flerta com R$ 5 e o Ibov quer cumprir a profecia dos 200 mil pontos.


… Faz nove pregões seguidos que o índice à vista da bolsa doméstica não cai e, pelo terceiro dia consecutivo, bateu recorde duplo na sexta-feira. Somente nestas três últimas sessões, escalou 9 mil pontos, andando rápido com o fluxo.


… Driblando a ansiedade e a cautela antes do encontro do fim de semana entre os Estados Unidos e o Irã, o Ibovespa avançou 1,12%, para a nova máxima histórica de 197.323,87 pontos, com pico intraday aos 197.553,64 pontos.


… O giro forte de R$ 33,5 bilhões comprovou a presença gringa, que lançou uma onda compradora nas blue chips.


… Petrobras ignorou a queda do petróleo e terminou nas máximas do dia (ON +2,49%, R$ 54,00; e PN +2,36%, R$ 49,03). Lá fora, o Brent para junho caiu 0,75%, a US$ 95,20, confiando que poderia sair um acordo de paz no sábado.


… Vale subiu (+1,06%; R$ 85,59) e contrariou o minério (-0,33%). Ainda os bancos fecharam no azul: Itaú PN, +0,70% (R$ 46,07); Bradesco PN, +0,74% (R$ 20,44); e Santander +0,44% (R$ 32,12). BB ficou estável (+0,04%; R$ 24,73).


… Hapvida (+13,05%, a R$ 13,25) liderou com folga as altas do Ibovespa, após o anúncio de mudanças na diretoria.


EFEITO EM CASCATA – O salto dos preços de energia contamina a inflação no mundo todo. O aumento na gasolina em março dentro do índice de preços ao consumidor (CPI) americano foi o maior já registrado desde 1967.


… O indicador disparou para o maior nível em dois anos em março (3,3%), bem acima de fevereiro (2,4%). Na variação mensal, subiu 0,9%, o maior avanço em três anos, mas em linha com o cenário de Wall Street.


… O núcleo da inflação registrou alta de 2,6%, pouco abaixo da estimativa dos analistas, de 2,7%.


… Os dados não mudaram as apostas de que o Fed só deve cortar o juro por volta de setembro do ano que vem.


… A percepção de que vai demorar muito ainda para o ciclo de relaxamento monetário começar puxou as taxas dos Treasuries: a da Note de 2 anos subiu para 3,803% (de 3,781% um dia antes) e a de 10 anos, a 4,320% (de 4,286%).


… Mas o índice DXY conseguiu cair, porque, apesar de tudo, o CPI não surpreendeu. Além disso, o câmbio focou em um desfecho positivo do encontro diplomático no Paquistão, mal sabendo que daria tudo muito errado.


… O DXY recuou 0,17%, a 98,650 pontos. O euro subiu 0,23%, a US$ 1,1732, a libra ganhou 0,25%, a US$ 1,3470.


… Já as bolsas americanas operaram em clima de suspense antes da reunião em Islamabad. Só o Nasdaq subiu (+0,35%), a 22.902,89 pontos. O Dow Jones caiu 0,56% (47.916,57 pontos) e o S&P 500, -0,11%, a 6.816,89 pontos.


CIAS ABERTAS NO AFTER – Moody’s reafirmou o rating corporativo da VALE em AAA.br, com perspectiva estável, citando forte geração de caixa, baixa alavancagem e posição competitiva global.


PETROBRAS. Previ vendeu R$ 1 bilhão em ações da estatal, aproveitando a alta dos papéis (Lauro Jardim/O Globo).


MBRF. Conselho de administração aprovou emissão de até R$ 1,2 bilhão em debêntures.


HAPVIDA esclareceu que é “falaciosa” a informação sobre suposta dívida de R$ 1 bilhão com a Affiance e afirmou não haver decisão formal para venda de ativos no Sul.


ONCOCLÍNICAS contratou TWK e BR Partners para assessoria em reestruturação de dívida de R$ 3,1 bilhões.


SANTANDER aprovou pagamento de R$ 2 bilhões em JCP em 7 de maio. Ex no próximo dia 22. O banco informou ainda a exoneração de Gustavo Alejo Viviani e condução de Carlos Gonzalez-Blanch como novo diretor de RI.


BRB negocia venda de ativos do Banco Master por R$ 15 bilhões e busca financiamento de R$ 6,6 bilhões via Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e bancos (Estadão).


ENGIE BRASIL. Fitch reafirmou rating nacional AAA(bra), com perspectiva estável, destacando forte geração de caixa e perfil financeiro sólido.


NEOENERGIA apresentou à CVM pedido de conversão de registro de emissora da categoria A para B.


CVC. Grupo de acionistas com mais de 35% do capital firmou novo acordo de governança.


MOTIVA. Tráfego em rodovias subiu 4,3% em março na comparação anual.


AZZAS. Ruy Kameyama deixará a companhia ao fim de abril, sem anúncio de substituto.


GRUPO CASAS BAHIA registrou volume recorde de R$ 10,2 bilhões em vendas via crediário no 4TRI25. (Folha)


EZTEC. VGV de lançamentos somou R$ 924,7 milhões no 1TRI26 (+50,1% a/a); vendas líquidas cresceram 84,8%, para R$ 696,8 milhões.


AEGEA. Lucro líquido proforma caiu 31% em 2025, para R$ 856 milhões, apesar de avanço operacional e crescimento de receita.


COMPASS, companhia de gás e energia do Grupo Cosan, deu andamento ao processo de oferta inicial de ações em bolsa (IPO) e pode lançá-la no próximo dia 17 de abril, apurou a Coluna do Broadcast.


AOS ASSINANTES DO BDM, BOM DIA E BONS NEGÓCIOS!

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