segunda-feira, 17 de abril de 2017

Códigos da Odebrecht

A lista tem 18 partidos, confira a relação:
PT = Flamengo
PSDB = Corinthians
PMDB = Internacional
DEM = Fluminense
PR = São Paulo
PSB = Sport
PP = Cruzeiro
PTB = Vasco

PPS = Palmeiras  
PSOL = Atlético Mineiro
PCdoB = Bahia
PSC = Náutico
PSD = Botafogo
PRB = Santos
PDT = Grêmio
PROS = Santa Cruz
PV = Coritiba
Rede = Remo
Além disso, os políticos sem partido eram identificados como ABC. Já sobre as posições, a relação era a seguinte:
Centroavante = Presidente
Meia = Governador
Volante = Deputado Federal
Ponta = Senador
Zagueiro = Deputado Estadual
Goleiro = Base

Quem elegeu Trump

No início de 2016, a candidatura de Donald Trump parecia apenas mais um dos muitos factóides políticos. Ele concorria com outros oito candidatos republicanos e, mesmo que ganhasse a convenção do partido – o que parecia improvável – teria de enfrentar um candidato democrata turbinado pela popularidade do presidente Barack Obama. Porém, a razão de sua vitória, que surpreendeu até mesmo experientes analistas políticos americanos, tem nome e sobrenome. É o pouco conhecido Robert Mercer, principal executivo do Renaissance Fund. Aos 70 anos, Mercer, formado em ciências da computação, começou a vida trabalhando na IBM. Ele desenvolvia programas de tradução quando teve a famosa ideia genial. Em vez de tentar ensinar gramática ao computador, ele criou um algoritmo que identificava padrões e os usava para traduzir. No início dos anos 1990, um amigo o convidou para replicar o processo com cotações do mercado financeiro, tentando antecipar mudanças de preço. Foi o ponto de partida para a gestão de carteiras por computador. Atualmente, a Renaissance emprega cerca de 300 PhDs. e administra US$ 26 bilhões. Seu fundo de hedge Medallion ganha mais de 50% ao ano em média e é o mais rentável dos Estados Unidos.

O esquema do submarino

As delações dos executivos da Odebrecht revelam mais um capítulo na extensa lista de negócios internacionais de Lula: ele intercedeu pela empresa na construção de cinco embarcações, dentre os quais um submarino nuclear em parceria com a França. 

Ela sabia

Marcelo Odebrecht afirma que a ex-presidente tinha consciência do uso de contabilidade paralela em campanha. Dilma afirma que “acusações são mentirosas”. 

As benesses para a família

Se tem algo que não dá para negar é que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva preocupa-se com valores familiares – valores, deixe-se claro, pecuniários; e familiares, no caso, são parentes chegados, assim como ele, em um bom trambique. Lula foi o maior paizão, o maior irmão, o maior tiozão. Bastante generoso ele, desde que tal generosidade viesse em forma de dinheiro dos cofres da empreiteira Odebrecht. Para ajudar o filho Luís Cláudio Lula da Silva, por exemplo, o ex-presidente colocou-se na função de relações públicas numa reunião com o patriarca da empresa, Emílio Alves Odebrecht: “foi uma conversa de pai para pai, Lula como pai do Luís Cláudio, o Emílio como pai do Marcelo”, assim definiu o encontro, em sua delação, o ex-diretor de relações institucionais Alexandrino Alencar. O pai Emílio incumbiu o pai Lula da missão de aplainar as relações entre a ex-presidente Dilma Rousseff e Marcelo Odebrecht, porque as “conversas entre ambos não fluíam”, donos que são de “personalidades muito fortes” – em palavras do andar de baixo e não dá cobertura, o que Alexandrino quis dizer é que os santos dos dois não batiam. Lula imediatamente se prontificou a pavimentar o caminho dessa relação e (cifrão nos olhos) bateu-lhe o instinto da paternidade: pediu então a Emílio que auxiliasse Luís Cláudio em um plano que lhe era muito caro – não caro de querido, entenda-se, caro de grana mesmo.

A conta secreta de Lula

A Odebrecht mantinha uma conta com saldo de R$ 40 milhões no “departamento de propinas” da empreiteira para atender as demandas do ex-presidente Lula. Quem administrava essa conta secreta de Lula era o ex-ministro Antonio Palocci. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

EUA lançam sua maior bomba não nuclear no Afeganistão, by Veja

Os Estados Unidos usaram sua maior bomba não nuclear em um ataque no Afeganistão nesta quinta-feira. Segundo a emissora americana CNN, o local bombardeado é uma área ocupada por terroristas do grupo Estado Islâmico. O Pentágono confirmou que o ataque foi realizado usando a arma GBU-43B, de 9.525 quilos. Para efeito de comparação, cada missil Tomahawk usado na base aérea síria na semana passada tem por volta de 450 quilos. A arma, que foi testada pela primeira vez em 2003, mas nunca havia sido usada em um ataque oficial antes, é conhecida pela Força Aérea americana como a “mãe de todas as bombas”.

Anderson Nunes

 *CONTA DE LUZ E JORNADA DE TRABALHO PRESSIONAM ECONOMIA - MC 23/02/26* *Por Anderson Nunes - Analista Político* O aumento das tarifas de en...