terça-feira, 12 de maio de 2026

BDM Matinal Riscala

 *Rosa Riscala: Petróleo testa inflação no Brasil e nos EUA*


O ambiente amplia a sensibilidade dos investidores aos dados do IPCA e do CPI


… Novos comentários do presidente Donald Trump, que chamou de “lixo” a proposta do Irã e afirmou que o cessar-fogo está em “estado crítico”, reacenderam o temor de escalada militar no Oriente Médio e mantiveram o petróleo acima dos US$ 100. O ambiente amplia a sensibilidade dos investidores aos dados de inflação desta manhã, com divulgação do IPCA no Brasil e do CPI nos Estados Unidos, ambos sob impacto do choque de energia e da pressão dos combustíveis. Na B3, o mercado acompanha a repercussão do balanço da Petrobras, que frustrou estimativas mais otimistas, mas teve reação moderadamente positiva no after hours de Nova York. Hoje tem JBS após o fechamento.


GUERRA – O petróleo voltou a subir no início do pregão asiático, após Donald Trump afirmar que o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã está em “estado crítico” e rejeitar a mais recente proposta de paz apresentada por Teerã.


… O Brent voltou a operar acima dos US$ 105, enquanto o mercado segue monitorando o risco de novos ataques militares.


… Em declarações na Casa Branca, Trump classificou a resposta iraniana como “lixo” e afirmou que sequer terminou de ler a proposta.


… Apesar do endurecimento do discurso, o presidente americano disse que uma solução diplomática ainda é “muito possível”, mantendo o padrão de mensagens contraditórias que tem marcado as negociações nas últimas semanas.


… Segundo fontes ouvidas pela Bloomberg, o Irã condicionou qualquer acordo ao fim imediato dos combates, inclusive no Líbano, além da suspensão do bloqueio naval americano, liberação de ativos congelados e alívio das sanções sobre exportações de petróleo.


… A agência estatal iraniana chegou a classificar a proposta americana como equivalente a uma rendição.


… O mercado também acompanha relatos de que Trump discute com sua equipe de segurança nacional uma possível retomada das ações militares contra o Irã. O Wall Street Journal informou ainda que os Emirados Árabes Unidos realizaram ataques contra território iraniano.


… No centro da crise segue o Estreito de Ormuz, que permanece parcialmente bloqueado e continua afetando o fluxo global de energia. O Irã também mobilizou submarinos da classe Ghadir no Golfo Pérsico, elevando os riscos para a navegação comercial.


… Apesar de algumas embarcações conseguirem atravessar a região, o ambiente segue extremamente instável.


… Um navio-tanque de GNL vindo do Catar chegou a retornar antes de concluir a travessia, enquanto os custos de escolta naval americana aumentam à medida que o conflito se prolonga.


… Diante da pressão dos combustíveis, Trump voltou a defender uma suspensão temporária do imposto sobre a gasolina nos Estados Unidos.


… Em paralelo, o Departamento de Energia anunciou nova rodada de liberação das reservas estratégicas americanas, autorizando acesso a mais de 53 milhões de barris de petróleo bruto, como parte da ação coordenada da AIE para tentar estabilizar o mercado global de energia.


… Ainda assim, analistas seguem avaliando que o petróleo deve continuar extremamente volátil enquanto não houver solução para o impasse.


INFLAÇÃO NA MIRA – A terça-feira concentra os dois principais dados da semana para os mercados, com o IPCA de abril no Brasil e o CPI nos Estados Unidos, em um ambiente pressionado pela disparada do petróleo e pelo impacto da guerra sobre energia, inflação e juros.


… O mercado chega aos números em modo defensivo, após a forte abertura das curvas de juros na véspera, com o Brent novamente acima dos US$ 104 e aumento das apostas de cautela tanto do Fed quanto do Copom, que já tem apostas de uma pausa (abaixo).


… Por aqui, o IBGE divulga às 9h o IPCA, com expectativa de desaceleração para 0,67%, após alta de 0,88% em março (mediana do Broadcast).


… Apesar do alívio na margem, puxado pela perda de força da gasolina e de alguns alimentos, a inflação acumulada em 12 meses deve acelerar para 4,39%, reforçando o desconforto do Banco Central em relação ao cenário inflacionário.


… A gasolina segue no centro das atenções, mas com desaceleração importante contra o pico observado no início da guerra entre o Irã e Estados Unidos.


… O mercado também espera alívio em alimentação e passagens aéreas, enquanto medicamentos devem pressionar o grupo Saúde após o reajuste autorizado pela Anvisa no fim de março.


… O dado mais sensível para o BC, porém, continua sendo o dos núcleos e serviços subjacentes.


… A média dos núcleos deve acelerar de 0,40% para 0,43%, em nível ainda considerado elevado, enquanto os serviços ligados ao mercado de trabalho seguem pressionados, refletindo a resiliência da atividade e do emprego.


… A leitura reforça a percepção de inflação disseminada e mantém o debate sobre o espaço real para cortes adicionais da Selic.


… Nos Estados Unidos, o CPI de abril, às 9h30, deve mostrar nova aceleração da inflação, em meio ao choque de energia provocado pela guerra no Oriente Médio. A mediana aponta alta de 0,6% no índice cheio, após 0,9% em março, com a taxa anual avançando de 3,3% para 3,7%.


… Já o núcleo deve subir 0,3% no mês e passar de 2,6% para 2,7% em 12 meses.


… O petróleo e a gasolina aparecem novamente como os principais vetores de pressão sobre o índice americano. Consultorias estimam avanço de cerca de 7% no preço da gasolina em abril, além de impactos indiretos sobre passagens aéreas, serviços e custos ligados à energia.


… O mercado também monitora possíveis distorções estatísticas em aluguéis, que podem elevar temporariamente componentes do núcleo.


… O dado ganha peso extra após uma sequência de falas cautelosas de dirigentes do Federal Reserve, que, nos últimos dias, reforçaram preocupação com o risco de inflação persistente, diante do choque energético e defenderam uma postura de “esperar para ver”.


… O temor de um ambiente de crescimento mais fraco com inflação elevada voltou ao radar dos investidores.


MAIS AGENDA – Além dos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, a terça-feira também traz falas de dirigentes do Fed, indicadores na Europa, reunião de Dario Durigan com executivos da Fitch e a repercussão do balanço da Petrobras, após o fechamento de ontem.


… Às 8h, a FGV divulga o IGP-M da primeira prévia de maio. Mais cedo, às 3h, sai o CPI da Alemanha, enquanto o índice ZEW de expectativas econômicas será divulgado às 6h, em meio ao aumento das preocupações com o impacto da guerra sobre a atividade europeia.


… Ainda no exterior, o presidente do Fed de Nova York, John Williams, participa na madrugada brasileira de conferência promovida pelo Banco Central da Suíça e pelo FMI, ao lado de Joachim Nagel, dirigente do BCE e presidente do Bundesbank.


… Já as 13h45, o presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, fala em evento da Câmara de Comércio de Greater Rockford, após reforçar nos últimos dias a preocupação com os riscos inflacionários ligados ao petróleo.


… Em Brasília, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reúne entre 15h e 16h com executivos da Fitch Ratings, incluindo o diretor sênior Richard Francis e a diretora-executiva Shelly Shetty.


… Na sequência, das 17h às 19h, Durigan participa na Câmara da comissão especial sobre o fim da escala 6×1, discutindo os impactos econômicos da proposta de redução da jornada de trabalho e, às 21h, será veiculada a sua entrevista ao programa “Na Mesa com Datena”, da TV Brasil.


PETROBRAS – A reação inicial do mercado ao balanço da Petrobras no after hours de Nova York foi moderadamente positiva, mesmo com números abaixo das projeções do mercado. Os seus ADRs fecharam em alta de 0,67% (ON) e 0,42% (PN).


… A companhia reportou lucro líquido sem efeitos exclusivos de US$ 4,535 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 12,6% em relação ao mesmo período do ano passado e queda de 4,5% frente ao quarto trimestre.


… O resultado, porém, ficou 21,5% abaixo das estimativas do mercado. O Ebitda ajustado sem eventos exclusivos também veio abaixo das expectativas, embora tenha mostrado crescimento anual. A alta do Brent deverá ter reflexo maior no segundo trimestre.


… A Petrobras ainda anunciou R$ 9,03 bilhões em dividendos, R$ 0,70/ação. Os papéis passam a ser negociados na condição “ex” a partir de 2/6.


… O mercado acompanha nesta terça-feira a teleconferência da estatal, às 11h30, em busca de sinais sobre preços de combustíveis, estratégia de investimentos, distribuição de dividendos e impactos da nova escalada do petróleo sobre os resultados dos próximos trimestres.


BALANÇOS DE HOJE – A temporada de resultados do primeiro trimestre segue movimentada na B3, com destaque nesta terça-feira para os números de JBS, PagBank, Aeris Energy e Cury – todos após o fechamento do mercado.


FRIGORÍFICOS – Trump assina duas ordens executivas suspendendo temporariamente tarifas de importação sobre carne bovina nos Estados Unidos, com validade de 200 dias, na tentativa de conter a disparada dos preços da proteína no país.


… A suspensão deve valer para todos os países exportadores, além de interromper temporariamente o sistema de cotas tarifárias. Frigoríficos brasileiros avaliam que o Brasil é o país com maior capacidade de ampliar rapidamente a oferta ao mercado americano.


… O tema ganha relevância adicional após o Ministério do Comércio da China informar que o Brasil já atingiu 50% da nova cota anual de exportação de carne bovina ao país asiático, reduzida em cerca de 35% abaixo do volume embarcado em 2025.


… O governo chinês alertou ainda que, uma vez atingido o limite da cota, passará a incidir sobretaxa de 55% sobre a tarifa atual de importação.


CURTAS DA POLÍTICA – Lula lança nesta terça-feira o programa Brasil Contra o Crime Organizado, com pacote de cerca de R$ 11 bilhões para ações de segurança pública nos Estados, em meio à agenda eleitoral.


… Cerca de R$ 10 bilhões devem vir do BNDES, via Fundo de Investimento em Infraestrutura Social, enquanto o restante será bancado pela União. O programa terá foco em combate financeiro às facções, sistema prisional, investigação de homicídios e tráfico de armas.


PESQUISAS. A semana será marcada por nova rodada de pesquisas para a eleição presidencial de 2026, com Quaest, Datafolha, Vox Brasil, Gerp e Veritas divulgando levantamentos entre amanhã (quarta-feira) e sábado.


DOSIMETRIA. Líder do PL, Sóstenes Cavalcante, protocola nova PEC que prevê anistia ampla aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro, após Alexandre de Moraes suspender a aplicação da Lei da Dosimetria até análise definitiva do STF.


BOLSONARO. Ministro Nunes Marques é sorteado relator do pedido de revisão criminal apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro no STF, que alega “erro judiciário” e pede anulação da condenação de 27 anos e 3 meses no caso da trama golpista.


… Nos bastidores da Corte, ministros consideram baixas as chances de sucesso da revisão criminal, diante da sensibilidade política do tema.


COPOM DE NOVO EM XEQUE – Não é a primeira vez em poucos dias que a curva a termo põe à prova o consenso de corte da Selic em junho, no ajuste que tem por trás sempre o mesmo motivo: potencial viés inflacionário do petróleo.


… Na véspera do IPCA, que pode confirmar o impacto do choque energético, bateu o nervosismo e os juros futuros registraram alta expressiva, especialmente no miolo e na ponta longa, acompanhando as taxas dos Treasuries.


… Diante do novo salto do petróleo, traders reduziram de 84% para 76% a chance de o juro cair 0,25pp na reunião de política monetária do mês que vem, segundo cálculos ao Broadcast de Flávio Serrano, economista-chefe do Bmg.


… A Selic precificada para o fim do ano subiu de 13,85% para 13,95% na curva futura. No boletim Focus, divulgado ontem, a mediana dos analistas permaneceu em 13%, mas avançou para o final de 2027, de 11% para 11,25%.


… A boa notícia foi que a mediana para a inflação suavizada nos próximos 12 meses, que ganhou importância após a regulamentação da meta de inflação contínua, caiu pela terceira semana consecutiva, de 4,05% para 3,97%.


… Mas a previsão para o IPCA deste ano aumentou pela nona semana consecutiva, de 4,89% para 4,91%, distanciando-se ainda mais do teto da meta, refletindo a escalada das incertezas com a guerra no Oriente Médio.


… As estimativas para a inflação em 2027 e 2028 permaneceram em 4,00% e 3,64%, respectivamente.


… No fechamento dos negócios, o DI para Janeiro de 2027 subia para 14,105% (de 14,049% no pregão anterior); Jan/28, a 13,765% (13,608%); Jan/29, 13,695% (13,525%); Jan/31, 13,765% (13,605%); e Jan/33, 13,845% (13,703%).


… Uma pausa no ciclo de flexibilização do Copom ainda continua improvável, mas o que se nota é que o terreno para especulações não está fechado e que os desdobramentos da guerra dão margem para mudanças nas apostas.  


… Também as previsões para o Fed podem ser reprecificadas. O mercado vem adiando a perspectiva de corte do juro para o ano que vem e tem hoje o desafio do CPI para avaliar o reflexo na inflação da ofensiva no Irã, que não acaba.


… Antecipando as pressões, as taxas dos Treasuries já subiram ontem: a da Note de 2 anos avançou para 3,951% (contra 3,892% na sexta-feira), a de 10 anos foi a 4,408% (de 4,364%) e a do T-bond 30 anos, a 4,979% (de 4,944%).


… Não foi confortável ver o novo repique do petróleo, com o Brent engatando alta de 2,88%, cotado a US$ 104,21, diante da proposta de paz que não deu em nada e das ameaças de rompimento do cessar-fogo já tão frágil.


BLINDADO – A escalada do petróleo favoreceu as moedas de países exportadores, como o real brasileiro, e ajudou a contrabalançar o efeito sobre o câmbio das saídas de capital estrangeiro que vêm sendo observadas na bolsa.


… O dólar fechou estável (-0,05%), mas se manteve abaixo de R$ 4,90, em R$ 4,8914, nas mínimas desde janeiro de 2024, contando no pano de fundo também com a chance de pausa da Selic, que seria uma boa notícia para o fluxo.


… Na B3, o investidor externo segue reduzindo a exposição ao Brasil. No pregão da última quinta-feira (dia 7), houve retirada de mais R$ 1,1 bilhão. Maio já registra saídas de R$ 3,3 bilhões. O ano acumula entrada de R$ 53,2 bilhões.


… Analistas têm identificado a rotação global em direção a ações de tecnologia na Ásia.


… Mas no Valor, o Goldman Sachs considera um exagero o temor sobre a fuga dos gringos da bolsa brasileira e a perda de atratividade do País com a guerra, e estima o Ibovespa em 215 mil pontos daqui a 12 meses.


… Ontem, o índice à vista queimou mais de dois mil pontos e perdeu os 182 mil. Fechou em baixa de 1,19%, a 181.908,87 pontos, com giro de R$ 29,2 bilhões. Apesar da alta da Vale e Petrobras, os bancos atuaram de vilões.


… O setor financeiro caiu em bloco: Bradesco PN, -2,69% (R$ 18,09); Itaú PN, -2,25% (R$ 40,33); e Santander unit, -2,52% (R$ 27,83). O BB, que solta balanço amanhã, registrou queda de 1,19% e fechou na mínima de R$ 21,54.


… Vale subiu 2,41% (R$ 83,45), superou com folga o minério (+0,73%) e ocupou a segunda maior alta do Ibovespa.


… Os papéis da Minerva ficaram no topo do índice à vista, com um salto de 4,88% (R$ 4,30), reagindo à notícia sobre os decretos de Trump para aumentar as importações de carne bovina e recompor rebanho dos Estados Unidos.


… À espera do balanço trimestral divulgado na noite de ontem, as ações da Petrobras também avançaram (PN +1,66%, a R$ 46,43; e ON +1,40%, a R$ 50,81), na cola do petróleo, com a trégua “por um fio”, segundo Trump.


… Apesar do fracasso nas negociações diplomáticas, as bolsas americanas ainda registraram ganhos modestos. O suporte veio do bom desempenho do setor de tecnologia: Micron (+6,50%), Nvidia (+1,97%) e Tesla (+3,91%).


… Com o pouco que subiram, o S&P 500 (+0,19%, aos 7.412,87 pontos) e o Nasdaq (+0,10%, aos 26.274,12 pontos) renovaram os seus recordes históricos de fechamento. O Dow Jones encerrou em alta de 0,19%, a 49.704,34 pontos.


GANHA-GANHA – Enquanto o petróleo seguir alto, o dólar permanecerá forte, disse o grupo financeiro Macquarie. Na contagem regressiva pelo CPI, o índice DXY subiu de leve (+0,1%), perto da linha dos 98 pontos, a 97,955 pontos.


… O euro caiu 0,10%, a US$ 1,1780, a libra perdeu 0,16%, a US$ 1,3622, e o iene recuou para 157,27 por dólar.


… Em coletiva na noite de ontem, a ministra das Finanças japonesa, Satsuki Katayama, disse que, durante a reunião com o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, a coordenação sobre intervenções no câmbio foi reafirmada.


… Investidores têm identificado atuações do governo japonês para sustentar o iene acima de 155 por dólar, neste momento em que a moeda asiática sofre com o aumento da busca global por dólar em razão do conflito no Irã.


CIAS ABERTAS NO AFTER – ITAÚSA teve lucro líquido recorrente de R$ 4,491 bilhões no 1TRI26, alta de 17% contra um ano antes. Dívida líquida saltou 188%, para R$ 1,01 bilhão…


… A companhia aprovou recompra de até 5 milhões de ações PN para plano de incentivos de longo prazo.


HAPVIDA. Lucro líquido somou R$ 244 milhões no 1TRI26, 3,4 vezes acima da estimativa dos analistas no Broadcast, de R$ 70 milhões. O Ebitda ajustado alcançou R$ 803 milhões, acima da projeção de R$ 651,8 milhões…


… A receita líquida de R$ 7,892 bilhões ficou levemente acima do esperado pelo mercado, de R$ 7,824 bilhões.


EMBRAER avança em conversas com Chile e Colômbia sobre o avião militar C-390, segundo a Reuters.


SUZANO anunciou metas de dívida líquida de US$ 11 bilhões e de alavancagem abaixo de 2,5x dívida líquida/Ebitda ajustado. A companhia espera atingir as metas entre 2027 e 2028.


NATURA teve prejuízo líquido de R$ 445 milhões no 1TRI26, aumento de 787,6% sobre a perda de um ano antes. Receita líquida caiu 7,7%, para R$ 4,745 bilhões, e Ebitda recuou 46,8%, para R$ 346 milhões.


WEG. Citi cortou preço-alvo de R$ 50 para R$ 49 e manteve recomendação neutra.


SBF teve lucro líquido de R$ 74,2 milhões no 1TRI26, alta de 10,2% contra um ano antes. Receita líquida avançou 14,9%, para R$ 1,785 bilhão, e Ebitda ajustado cresceu 0,6%, para R$ 223,5 milhões.


TRACK & FIELD teve lucro líquido ajustado de R$ 41,5 milhões no 1TRI26, alta de 6,3% contra um ano antes. Receita líquida cresceu 18%, para R$ 251,2 milhões, e Ebitda ajustado avançou 12,6%, para R$ 61,6 milhões.


MULTIPLAN firmou acordo para venda de participação de 9,33% no ParkShoppingBarigüi por R$ 250 milhões.


MRV&CO apresentou receita e prejuízo ajustado em linha com as expectativas do mercado no Broadcast…


… A companhia reportou prejuízo líquido consolidado e ajustado de R$ 14,4 milhões. A receita líquida consolidada totalizou R$ 2,776 bilhões.


DIRECIONAL teve lucro líquido de R$ 213 milhões no 1TRI26, alta de 29,6% contra um ano antes. Receita líquida cresceu 30%, para R$ 1,2 bilhão, e Ebitda avançou 47%, para R$ 315,2 milhões.


MOTIVA assinou aditivo para explorar a Rodovia Fernão Dias por mais 15 anos e realizar novos investimentos.


ENERGISA teve lucro consolidado recorrente de R$ 207 milhões no 1TRI26, queda de 46,9% contra um ano antes. Ebitda ajustado recorrente cresceu 6,6%, para R$ 1,981 bilhão, e receita líquida ajustada avançou 7,6%, a R$ 7,35 bi.


RAÍZEN e credores avançam em negociações sobre dívida, segundo a Reuters.


ONCOCLÍNICAS. Minoritários avaliam recorrer à Justiça para exigir OPA da companhia.


HYPERA. Votorantim elevou participação acionária a 15,7% do capital social, enquanto Fidelity reduziu fatia a 4,6%.


ESPAÇOLASER. Fundo Magnólia estuda potencial saída do bloco de controle da companhia.


FERBASA reverteu lucro e teve prejuízo de R$ 2,4 milhões no 1TRI26. Receita líquida caiu 7,9%, para R$ 506,4 milhões, e Ebitda ajustado recuou 27,8%, para R$ 44,1 milhões.


TERRA SANTA teve lucro líquido de R$ 8,25 milhões no 1TRI26, queda de 15% contra um ano antes. Ebitda ajustado cresceu 7,9%, para R$ 16,67 milhões, e receita líquida avançou 2,6%, para R$ 22,5 milhões.


COPASA. Sindicato apontou falhas no processo de credenciamento das empresas Aegea e Sabesp para o leilão e pediu suspensão da privatização da companhia. (Valor)


ELO contratou Bank of America, UBS BB e Bradesco para IPO nos EUA, segundo a Bloomberg. A companhia disse que não há decisão tomada.

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