quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Seis medidas de autocontenção

 https://www.estadao.com.br/opiniao/luiz-felipe-davila/seis-medidas-de-autocontencao/


*Seis medidas de autocontenção*


_Existem vários projetos tramitando no Congresso para frear o ativismo judicial, mas a melhor solução seria a autocontenção do próprio Supremo_


A degeneração da democracia no Brasil é fruto de dois fenômenos: a sequência desastrosa de governos populistas e o crescente ativismo judicial do Supremo Tribunal Federal (STF). O primeiro se resolve com o voto consciente e com os partidos políticos fazendo uma seleção mais criteriosa dos seus candidatos. O segundo, com a adoção de freios e contrapesos para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e conter o ativismo judicial – a ânsia de juízes do STF de legislar e implementar políticas públicas; duas atividades que competem exclusivamente aos Poderes Legislativo e Executivo.


Existem vários projetos tramitando no Congresso para frear o ativismo judicial, mas a melhor solução seria a autocontenção do próprio Supremo. Há pelo menos seis medidas imprescindíveis para restabelecer a credibilidade do STF.


1) Encerrar imediatamente inquéritos por tempo indeterminado e sigilosos e decisões arbitrárias que desrespeitam os fundamentos do direito à ampla defesa e o respeito ao devido processo legal. É inconcebível um STF que censura a liberdade de expressão; determina prisão de cidadãos sem o devido processo legal e ampla defesa; e desrespeita o direito pleno de parlamentares de usar a tribuna da Câmara para denunciar abuso de poder de membros do magistrado. Tais medidas não colaboram para “salvar a democracia”; ao contrário, contribuem para a degeneração da democracia e a corrosão da credibilidade das leis e da Constituição.


2) Combater a impunidade e a corrupção. O plenário do STF precisa urgentemente corrigir as decisões monocráticas descabidas e imorais de juízes que invalidaram o trabalho cuidadoso do Poder Judiciário que condenou empresas corruptas e corruptores confessos de participaram do maior escândalo de corrupção da história do País. Se as decisões monocráticas de Dias Toffoli e Gilmar Mendes não forem revertidas no plenário, podemos encomendar o sepultamento do Estado Democrático de Direito e proclamar a república da impunidade.


3) Fim de decisões monocráticas. O STF, como guardião da Constituição, deve se manifestar como colegiado. Não pode haver um mecanismo arbitrário que permite ao entendimento de um único juiz se sobrepor à decisão do Congresso Nacional e do Poder Executivo. A decisões monocráticas geram insegurança jurídica, como foi o caso do entendimento do ministro Ricardo Lewandowski sobre a Lei das Estatais. A decisão monocrática permitiu o aparelhamento político das estatais até o plenário do STF reverter a decisão. Mas o estrago já havia sido feito e pode-se debitar à decisão de Lewandowski o desarranjo da governança nas estatais que contribuiu para o gigantesco rombo financeiro das empresas públicas em 2024.


4) Saber dizer “não”. O STF não precisa se manifestar sobre todos os casos que chegam ao Supremo. Aliás, deveria criar critérios objetivos para selecionar apenas os casos que necessitam de melhor compreensão sobre o cumprimento dos preceitos constitucionais. O restante é respeitar as decisões soberanas do Congresso Nacional, do governo e das instâncias inferiores do Poder Judiciário. Ao arquivar a maioria das ações, o Supremo daria um bom exemplo para desestimular partidos nanicos que provocam a Corte com um número exagerado de ações diretas de inconstitucionalidade (Adin), cujo único intuito é buscar reverter suas derrotas no Congresso Nacional.


5) Voto de silêncio: ministro digno do STF deve se manifestar apenas nos autos. Não participa de convescote empresarial, entrevista na mídia e jantares animados com pessoas que têm interesse em causas que estão em discussão no STF. O silêncio dos ministros e a ausência de sua participação em eventos corporativos e midiáticos colaborariam para diminuir a tensão entre os Poderes, dirimir impressões de parcialidade nas decisões do tribunal e cicatrizar feridas reputacionais que abalaram a credibilidade do STF no seio da sociedade. Ao aderir ao voto de silêncio, o Supremo poderia prestar um favor à Nação e fechar a TV Justiça. Nenhuma Suprema Corte do mundo tem sessão transmitida ao vivo. A discrição é um atributo importante de uma corte constitucional.


6) Dar exemplo e acabar com privilégios. É inaceitável que os guardiães da lei são os primeiros a violar a própria Constituição ao receber salários e benefícios que ultrapassam o teto constitucional. A fonte de recursos para financiar esses privilégios é uma só: o Orçamento da Nação. O pior é que os magistrados acham “normal” gozar de tais privilégios quando são moralmente repugnantes e eticamente injustificáveis. Assim como é inadmissível que parentes de juízes do STF sejam sócios de escritórios de advocacia que defendem clientes no Supremo.


Não há democracia plena, liberdade individual, respeito à propriedade privada e Estado Democrático de Direito sem a existência de um Poder Judiciário forte e independente. É urgente frear o ativismo judicial e adotar medidas de autocontenção para resgatar a confiança e a reputação do Poder Judiciário e sepultar a impressão de um STF parcial, arbitrário e imoral."

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Fernando Haddad

 🇧🇷 Pronunciamento do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em 27/11/24

 

Queridos brasileiros, queridas brasileiras, boa noite! 

Nos últimos meses, trabalhamos intensamente para elaborar um conjunto de propostas que 

reafirmam nosso compromisso com um Brasil mais justo e eficiente. Este não é um esforço 

isolado do governo do presidente Lula, mas uma construção conjunta, que busca garantir 

avanços econômicos e sociais duradouros. 

Hoje, temos sinais claros de que estamos no caminho certo. O Brasil não apenas recuperou 

o tempo e o espaço perdidos, mas voltou a ocupar seu lugar de destaque no mundo, entre 

as dez maiores economias. Agora, crescemos de forma consistente, com um PIB superior a 

3% ao ano. O desemprego, que castigava nossa gente no período anterior, colocando 

milhões de famílias abaixo da linha de pobreza, hoje está entre os mais baixos da nossa 

história. 

Mais famílias estão voltando a ter renda e trabalho dignos. Garantimos reajustes reais para 

o salário mínimo e aumentamos a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha 

até dois salários. Programas como o Minha Casa, Minha Vida e Farmácia Popular ganharam 

um novo impulso. E novos programas como o Pé-de-Meia, o Desenrola e o Acredita 

chegaram para combater a evasão escolar, ajudar as pessoas a recuperarem o crédito e 

apoiar quem quer empreender. 

O combate a privilégios e sonegação nos permitiu melhorar as contas públicas. Se no 

passado recente, a falta de justiça tributária manteve privilégios para os mais ricos, sem 

avanços na redistribuição de renda, agora arrecadamos de forma mais justa e eficiente. 

Cumprimos a lei e corrigimos distorções. Foi assim com a tributação de fundos em paraísos 

fiscais e fundos exclusivos dos super-ricos. 

Mas sabemos que persistem grandes desafios. Diante do cenário externo, com conflitos 

armados e guerras comerciais, precisamos cuidar ainda mais da nossa casa. É por isso que 

estamos adotando as medidas necessárias para proteger a nossa economia. Com isso, 

garantiremos estabilidade e eficiência e asseguraremos que os avanços conquistados sejam 

protegidos e ampliados. 

Já devolvemos ao trabalhador e à trabalhadora o ganho real no salário mínimo. Esse direito, 

esquecido pelo governo anterior, retornou com o presidente Lula. E com as novas regras 

propostas, o salário mínimo continuará subindo acima da inflação, de forma sustentável e 

dentro da nova regra fiscal. 

Para garantir que as políticas públicas cheguem a quem realmente necessita, vamos 

aperfeiçoar os mecanismos de controle, que foram desmontados no período anterior. 

Fraudes e distorções atrasam o atendimento a quem mais precisa. Para as aposentadorias 

militares, nós vamos promover mais igualdade, com a instituição de uma idade mínima para 

a reserva e a limitação de transferência de pensões, além de outros ajustes. São mudanças 

justas e necessárias.


Para atender às famílias que mais precisam, o abono salarial será assegurado a quem 

ganha até R$ 2.640. Esse valor será corrigido pela inflação nos próximos anos e se tornará 

permanente quando corresponder a um salário mínimo e meio. As medidas também 

combatem privilégios incompatíveis com o princípio da igualdade. Vamos corrigir excessos e 

garantir que todos os agentes públicos estejam sujeitos ao teto constitucional. 

Juntos com o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional, aprimoramos as regras do orçamento. O montante global das emendas parlamentares crescerá abaixo do limite das regras fiscais. Além disso, 50% das emendas das comissões do Congresso passarão a ir obrigatoriamente para a saúde pública, reforçando o SUS. 

Essas medidas que mencionei vão gerar uma economia de R$ 70 bilhões nos próximos dois anos e consolidam o compromisso deste governo com a sustentabilidade fiscal do país.

 Para garantir os resultados que esperamos, em caso de déficit primário, ficará proibida a criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários. 

Combater a inflação, reduzir o custo da dívida pública e ter juros mais baixos é parte central de nosso olhar humanista sobre a economia. O Brasil de hoje não é mais o Brasil que fechava os olhos para as desigualdades e para as dificuldades da nossa gente. Quem 

ganha mais deve contribuir mais, permitindo que possamos investir em áreas que  transformam a vida das pessoas. 

Reafirmamos, portanto, nosso compromisso com as famílias brasileiras: proteger o 

emprego, aumentar o poder de compra e assegurar o crescimento sustentável da economia. 

Exatamente por isso, anunciamos, hoje, também a maior reforma da renda de nossa 

história. Honrando os compromissos assumidos pelo presidente Lula, com a aprovação da 

reforma da renda, uma parte importante da classe média, que ganha até R$ 5 mil por mês, 

não pagará mais Imposto de Renda. 

É o Brasil justo, com menos imposto e mais dinheiro no bolso para investir no seu pequeno 

negócio, impulsionar o comércio no seu bairro e ajudar a sua cidade a crescer. A nova 

medida não trará impacto fiscal, ou seja, não aumentará os gastos do governo. Porque 

quem tem renda superior a R$ 50 mil por mês pagará um pouco mais. Tudo sem excessos e 

respeitando padrões internacionais consagrados. 

Você sabe: essa medida, combinada à histórica Reforma Tributária, fará com que grande 

parte do povo brasileiro não pague nem Imposto de Renda e nem imposto sobre produtos 

da cesta básica, inclusive a carne. Corrigindo grande parte da inaceitável injustiça tributária, 

que aprofundava a desigualdade social em nosso país. 

Queridos brasileiros e brasileiras, as decisões que tomamos, a partir de hoje, exigem 

coragem, mas sabemos que são as escolhas certas porque garantirão um Brasil mais forte, 

mais justo e equilibrado amanhã. Tenham fé de que seguiremos construindo um país onde 

todos possam prosperar pela força de seu empenho e trabalho. Saibam que o governo do 

presidente Lula é parceiro de cada família brasileira nessa caminhada. 

Com um governo eficiente, estamos construindo um Brasil mais forte e mais justo. Muito 

obrigado e boa noite.

Fernando Schüler

 "O que o País precisa é um corte estrutural do gasto, e distribuído entre os poderes. Fim de privilégios, teto para o funcionalismo, reformas na previdência e administrativa, revisão de incentivos,  vinculações constitucionais, orgãos inúteis, cargos comissionados. Do contrário.."


https://x.com/fernandoschuler/status/1861778595166691475

JP Morgan

 https://valor.globo.com/financas/noticia/2024/11/27/jp-morgan-diz-que-brasil-vive-eterno-dia-da-marmota-e-rebaixa-recomendacao-para-acoes-do-pais.ghtml?s=08

Isenção de IR

 A central de boatos segue à toda. A última pode ser uma bomba. Toda contenção de despesas em estudo será para compensar a isenção de IR para quem ganha mais de R$ 5 mil.

Hoje Haddad deve fazer um pronunciamento de 7 minutos  sobre pacote fiscal; isenção de IR até R$ 5 mil pode ser anunciada

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fará um pronunciamento hoje à noite de 7 minutos e 18 segundos para explicar o pacote de corte de gastos que será enviado ao Congresso, para garantir a sustentabilidade do novo arcabouço fiscal. O pronunciamento será transmitido em rede nacional de rádio e televisão, às 20h30, apurou o *Valor*. Segundo a reportagem, o governo avalia a possibilidade de anunciar também isenção do Imposto de Renda para pessoas que ganham até R$ 5 mil. A informação circula no Congresso e foi confirmada pelo *Valor* com três fontes do governo. Uma delas, porém, disse não saber se a medida ficará na versão final do anúncio.

Rogério Xavier, do BTG

 *Resumo da Palestra de Rogério Xavier no BTG: Brasil e o Cenário Global 🌍💰*


Críticas ao cenário brasileiro:

"Com 14% de juros, bolsa no Brasil é uma dureza. Fiscal não vai trazer nada novo, e o desafio para as empresas é gigante." 

"Estamos enxugando gelo com o BC. Não vai dar certo, já vimos esse filme."


Câmbio e contas externas:

"O câmbio não está muito depreciado no Brasil."

"Contas externas piorando, vamos necessitar do diferencial de juros o maior possível."


Inflação como ajuste:

"Não vamos discutir calote de dívida interna, vamos discutir mais inflação. Quando a minha mesa não quer vender uma inflação implícita de 6%, tem muita informação nisso."


Timing no Brasil:

"Timing às vezes é igual a câncer: descobre e em 3 meses já é tarde demais."

"O Brasil não tem senso de prioridade... Já são 30 dias das eleições e nada está definido."


A moeda como variável de ajuste:

"Não adianta vender reservas. Pode reduzir a velocidade, mas o câmbio vai onde tiver que ir."


Emerging Markets X EUA:

"Pra que investir em Emerging Market se você tem alto retorno nos EUA?"

"US está em um momento único. Decoupling do mundo, USD forte, e eu não vejo vantagem em estar em reais."


Reflexões sobre investimentos:

"NTNB/IPCA isento e mandar dinheiro para fora são as opções mais claras hoje."

"Ações de mercados emergentes perderam força enquanto alternativos cresceram."


Política:

"Lula é um presidente frágil. Se vencer em 2026, será por pouco."

"Trump é pró-negócios. CEOs estão otimistas para 2025 nos EUA."

Arko Advice 2

 *ARKO ALERTA | Bolsonaro aparece com 37,6% e Lula tem 33,6%; Sem Bolsonaro, Lula lidera cenários, aponta o instituto Paraná*


A pesquisa divulgada hoje (27) pelo instituto Paraná sobre a sucessão de 2026 aponta um cenário polarizado entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT).


No primeiro cenário, Bolsonaro aparece com 37,6% das intenções de voto. Lula registra 33,6%. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, Bolsonaro e Lula estão tecnicamente empatados. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) registra 7,9%. A ministra Simone Tebet (MDB) contabiliza 7,7%. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), aparece com 3,7%. Brancos, nulos e indecisos atingem 9,6%.


No segundo cenário, Lula lidera com 34,2%. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) tem 27,5%. Ciro tem 10,2%. Simone aparece com 8,2%. Caiado registra 6,4%. Brancos, nulos e indecisos somam 13,5%.


No terceiro, Lula lidera com 34,7%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), soma 24,1%. Na sequência aparecem Ciro (11,5%), Simone (8,4%) e Caiado (5,3%). Brancos, nulos e indecisos atingem 16,1%.


No quarto, Lula lidera com 34,4%. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), registra 15,3%. Na sequência aparecem Ciro (12,8%), Caiado (8,9%) e Simone (8,7%). Brancos, nulos e indecisos contabilizam 19,9%.


No quinto, Lula lidera com 34,7%. Ciro Gomes aparece com 13,4%. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), aparece com 12,2%. Simone tem 9,5%. Caiado aparece com 8%. Brancos, nulos e indecisos atingem 22,2%.


No sexto cenário, sem Lula e com Jair Bolsonaro aparecendo como candidato, o ex-presidente lidera com 38,3%. O ministro Fernando Haddad (PT) aparece com 14,5%. Na sequência aparecem Ciro (14,2%), Simone (13%) e Caiado (4,4%). Brancos, nulos e indecisos somam 15,6%.


Na última simulação, sem Lula e Jair Bolsonaro, Michelle lidera com 27,6%. Na sequência aparecem Ciro (17%), Haddad (14,9%), Simone (13,5%) e Caiado (7,1%). Brancos, nulos e indecisos somam 19,9%.


Em um eventual segundo turno, Jair Bolsonaro e Lula aparecem tecnicamente empatados. Bolsonaro registra 43,7%. Lula contabiliza 41,9%. Lula também empataria com Michelle (42,7% a 40,8%) e Tarcísio (43% a 39,2%).


De acordo com o instituto Paraná, a avaliação negativa (ruim/péssimo) do governo Lula registra 42,3%. A avaliação positiva (ótimo/bom), por outro lado, atinge 32,6%. O índice regular é de 24,2%.


Apesar de ser alvo de uma série de denúncias e investigações, Jair Bolsonaro, mesmo estando inelegível, é um nome competitivo. Mantendo este capital político, Bolsonaro será um cabo eleitoral importante para 2026.


Sem o ex-presidente na disputa, Lula fica em vantagem. No entanto, os potenciais presidenciáveis da direita – Michelle, Tarcísio, Caiado, Zema e Ratinho – mostram índices positivos se considerarmos que eles não possuem o mesmo grau de conhecimento do presidente.


Outro aspecto a ser observado é a dependência do PT em relação a Lula. Caso o presidente não seja candidato, o plano B mais provável – Fernando Haddad – encontraria dificuldades. Mas essas dificuldades podem ser superadas com o envolvimento do presidente na campanha. Em 2018, Haddad foi para o 2º turno e teve quase 45% dos votos válidos.


Conforme podemos observar, apesar da vantagem de Lula, já que hoje Jair Bolsonaro não pode ser candidato, o cenário de 2026 está em aberto.

Nova tarifa global

 *Capital Economics: Nova tarifa global dos EUA deve elevar sobretaxa efetiva para 14,5%* Por Gustavo Boldrini São Paulo, 21/02/2026 - O aum...