https://revistaoeste.com/imprensa/interesse-do-governo-lula-em-cooptar-fundos-de-pensao-assusta-servidores-afirma-estadao/
Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
quarta-feira, 23 de outubro de 2024
Hotel brasileiro em Cascais
JHSF firma MOU com The Oitavos para desenvolver hotel e residencial em Cascais, em Portugal
Por Beth Moreira
São Paulo, 23/10/2024 - A JHSF Participações informou há pouco que, através de sua controlada HMI, firmou Memorando de Entendimentos (MOU) com The Oitavos, proprietário de imóvel localizado na Quinta da Marinha, Cascais, Portugal, para o desenvolvimento de hotel e residencial de alto padrão sob a marca Fasano.
O Projeto contemplará o Hotel Fasano Cascais, de propriedade da Oitavos, que espera compreender aproximadamente 96 unidades hoteleiras e 44 Branded Residences de alto padrão. Dentro do perímetro do projeto, o Fasano será ainda responsável pelos serviços de Concierge, Gastronomia e outras amenidades.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa destaca que a assinatura do MOU está alinhada aos objetivos estratégicos da JHSF de ampliar a participação de negócios de renda recorrente e de internacionalização das operações em destinos voltados a clientes de alta renda.
Segundo a empresa, o The Oitavos é uma sociedade controlada por veículo de investimento que alocou capital de clientes do BTG Pactual.
Contato: beth.moreira@estadao.com
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Risco de liquidez
FSB: Seguradora, investidor em imóvel e alguns bancos são mais vulneráveis a risco de liquidez
Por Ricardo Leopoldo
São Paulo, 23/10/2024 - Seguradoras, investidores não bancários no setor imobiliário e um pequeno segmento de bancos são as empresas internacionais mais vulneráveis em um ambiente de riscos de liquidez e de solvência como os ocorridos durante o estresse financeiro de 2023, o pior em uma década, apontou o Financial Stability Board (FSB) em relatório. Isto ocorre sobretudo porque tais companhias têm uma grande proporção de ativos e passivos sensíveis à variação das taxas de juros determinadas por bancos centrais.
Embora apenas um segmento menor de bancos é mais exposto a oscilação das taxas de juros em seus balanços, as interconexões nas operações diárias destas instituições de menor tamanho com outros bancos de maior porte podem gerar riscos à estabilidade financeira.
Normalmente a solvência de seguradoras de vida melhora com o aumento dos juros, devido à duration dos seus passivos em relação aos ativos. “No entanto, os títulos de longo prazo em seus portfólios os expõem a perdas não realizadas no lado dos ativos, dependendo do arcabouço contábil adotado”, aponta o relatório. Tais perdas podem precisar ser realizadas com a venda de ativos se ocorrerem pressões de liquidez sobre tais companhias. “Além disso, algumas seguradoras de vida utilizam derivativos de taxas de juros para proteger a lacuna da duration, o que as expõem a chamadas de margem.” E estas vendas de ativos podem pressionar para baixo os preços dos títulos, com impactos negativos para outros investidores. Também é relevante que portfólios de investimento de seguradoras provêm funding significativo para a economia real e instituições financeiras, que podem ser afetadas de maneira adversa.
Investidores não bancários no setor imobiliários podem enfrentar perdas com taxas de juros maiores dado que a valuation de seus ativos tende a ocorrer com menor frequência, o que pode gerar uma discrepância entre o valor de face e o preço justo de mercado. Uma parte destes investidores atua com elevada alavancagem para elevar a lucratividade, o que os torna expostos à alta dos juros quando precisam de funding para rolar suas posições. Um outro fator importante é que vários destes investidores recebem recursos de entidades de outros países, o que pode propagar choques em tais instituições em nível internacional.
A análise do FSB do estresse financeiro ocorrido no ano passado apontou que a velocidade das corridas de depósitos foi muito elevada na média. “As três maiores corridas de depósitos em março de 2023 tiveram saídas de 20%-30% por dia. Isto foi 2-3 vezes mais rápido do que o pico de saídas de um dia em um membro do FSB em corridas de depósitos no passado.” Contudo, não foram todas as fugas de recursos que ocorreram em tal velocidade. O estudo destaca que, considerado em dólar constante, “as saídas do Credit Suisse e do First Republic foram superiores em tamanho do que as maiores corridas de depósitos em termos históricos.”
De acordo com o estudo, instituições financeiras que registraram fuga de capitais por seus clientes tendem a ter uma elevada dependência de depósitos sem seguros, o que ocorreu especialmente nos EUA. “As corridas tenderam a envolver bancos que tiveram alta concentração de depósitos, seja por tipo de cliente (indivíduos com elevada renda líquida ou clientes de gestoras de riquezas) ou por indústria (start-ups, companhias de tecnologia ou clientes com interesses em ativos cripto).”
O FSB destaca que há algumas evidências de que mídias sociais influenciaram as recentes corridas bancárias. “Pesquisa acadêmica encontrou que o fracasso de um dos bancos nos EUA (SVB) foi precedido por um elevado pico de comunicação sobre o banco no Twitter/X. As corridas de depósitos no Credit Suisse foram também associadas com posts negativos em mídias sociais.”
FMI e Banco Mundial EUA
PREVISÕES DO FMI PARA O PIB GLOBAL
PREVISÕES DO FMI PARA O PIB GLOBAL
O Fundo Monetário Internacional reduziu sua previsão de crescimento global para o próximo ano e alertou sobre os riscos crescentes, desde o aumento da dívida até as guerras globais e o protecionismo comercial, ao mesmo tempo em que deu crédito aos bancos centrais por controlar a inflação sem levar os países à recessão.
Em termos de perspectiva para o próximo ano, a previsão do FMI para a zona do euro foi rebaixada para 1,2%, 0,3% abaixo do que em julho, devido à fraqueza persistente na manufatura na Alemanha e na Itália. Por outro lado, a previsão dos EUA para 2024 e 2025 foi atualizada para 2,8% e 2,2%, um aumento de 0,2% e 0,3% respectivamente, devido ao consumo mais forte, mas realmente por causa do estímulo infinito do governo Biden na forma de um déficit orçamentário de nível de guerra que agora está em 6% do PIB e que levou a um aumento exponencial na emissão de dívida dos EUA.
Fonte: MERCADO EM PAUTA.
Mercado de olho nas eleições dos EUA
📊 ANÁLISE - Mercados de Olho nas Eleições Americanas
Em uma semana com uma agenda econômica mais leve, os mercados continuam focando suas atenções na eleição americana, que tem movimentado os ativos globais. As pesquisas eleitorais mostram uma tendência de crescimento para o presidente Trump, com os Republicanos também ganhando força, aumentando as chances de vencerem no Senado. Essa combinação de fatores está impulsionando uma série de movimentos no mercado, que continua dando maior peso às eleições dos EUA do que aos dados econômicos tradicionais.
O que vemos atualmente é uma tendência de alta nas taxas de juros de longo prazo, refletindo a expectativa de políticas econômicas mais agressivas caso Trump seja reeleito. Ao mesmo tempo, o dólar segue forte, mantendo sua valorização em relação a outras moedas, e a bolsa americana está bem suportada, com um pano de fundo de crescimento econômico e inflação ligeiramente mais fortes nas últimas semanas.
Essas expectativas elevadas de crescimento e inflação, associadas a uma eventual continuidade das políticas de Trump, têm pressionado especialmente as taxas de juros mais longas nos EUA. Esse movimento reflete uma aposta dos investidores de que a economia americana, sob a liderança de Trump, poderia continuar em um ritmo de expansão, demandando ajustes nos juros futuros para conter possíveis pressões inflacionárias.
No Brasil, o cenário permanece sem grandes novidades ou notícias transformacionais. Os ativos locais seguem basicamente o humor internacional, respondendo a fluxos pontuais que vêm de fora. Com uma agenda econômica menos intensa por aqui, o foco dos investidores continua nos mercados globais, com especial atenção ao cenário americano e seu impacto sobre o Brasil.
Assim, os mercados seguem ajustando suas expectativas para um cenário onde a reeleição de Trump e a vitória dos Republicanos no Senado se tornam cada vez mais prováveis, o que traz impactos diretos tanto para as taxas de juros quanto para o mercado de câmbio e ações. Por enquanto, o panorama internacional é o grande guia para os ativos locais, que devem continuar acompanhando essas movimentações nos próximos dias.
Fonte: @filipevillegas
🏦@alexeconomia
terça-feira, 22 de outubro de 2024
Call Matinal ConfianceTec 2210
CALL MATINAL CONFIANCE TEC
22/10/2024
Julio Hegedus Netto, economista.
MERCADOS EM GERAL
FECHAMENTO DE
SEGUNDA-FEIRA (21)
MERCADO BRASILEIRO
O Ibovespa encerrou o pregão na segunda-feira (21) com perdas de 0,11%, a 130.361 pontos. Já o dólar encerrou em queda de 0,14%, a R$ 5,69. Curva de juros fechou mais uma vez pressionada na ponta longa, refletindo preocupação com a questão fiscal. Projeção de taxa Selic já chega ao intervalo de 12,00% 12,50%.
Mercados hoje (22): Bolsas asiáticas fecharam sem direção única, refletindo as incertezas com os EUA; bolsas europeias, assim como os Índices Futuros de NY, em queda.
RESUMO DOS MERCADOS (06h40)
S&P 500 Futuro, -0,26%
Dow Jones Futuro, -0,37%
Nasdaq, -0,55%
Londres (FTSE 100), -0,66%
Paris (CAC 10) -0,73%
Frankfurt (DAX), -0,31%
Stoxx600, -0,63%
Shangai, +0,10%
Japão (Nikkei 225), -1,39%
Coreia do Sul (Kospi), -1,31%
Hang Seng, +0,10%
Austrália (ASX), -1,66%
Taiwan (Taiex), -0,03%
Petróleo Brent, -0,43%, a US$ 73,97
Petróleo WTI, -0,51%, US$ 70,20
Minério de ferro em Dalian, -0,52%, a US$ 106,99.
NO DIA (22)
Em dia de agenda fraca, destaque por aqui para a arrecadação federal, às 10h30.
Com o evento do FMI e do Banco Mundial, em Washington, vários diretores do Fed, BoE, BCE, Roberto Campos Neto e Janet Yellen falam.
Ainda nos EUA, já há uma movimentação, caso uma eventual vitória de Donald Trump nas eleições de novembro.
Pesquisa recente indicava ele subindo, liderando com 63% contra 37% de Harris, segundo a Polymarket.
No Fed, o que mais se comenta é o gradualismo nos cortes. Próxima reunião do Fomc acontece dia 01/11.
Perspectiva de um novo mandato do candidato republicano puxa os juros dos Treasuries e o dólar, porque o investidor teme por mais déficit e mais inflação.
Na divulgação de balanços corporativos nos EUA, 14% das empresas já divulgaram resultados. 7 de 10 vieram acima do esperado.
AGENDA DO DIA (22)
Indicadores 🌐
10h00: EUA. FMI divulga relatório de Perspectivas Econômicas Globais (WEO)
10h30: Brasil. Receita divulga arrecadação de setembro
China: Investimento estrangeiro direto em setembro
Eventos 🇺🇲
10h25: EUA. Andrew Bailey (BoE) fala em fórum da Bloomberg
11h00: Brasil. Claudemir Malaquias comenta arrecadação
11h00: EUA. Patrick Harker (Fed/Filadélfia) discursa em evento
13h00: EUA. Roberto Campos Neto concede entrevista à CNBC.
16h15: EUA. Campos Neto faz palestra em evento do G20.
16h15: EUA. Christine Lagarde (BCE) fala em painel do G20
17h00: EUA. Campos Neto, Sarah Breeden (BoE) e Agustín Carstens (BIS) falam em painel do G20
17h00: EUA. Janet Yellen (Tesouro) participa de painel do IIF
Cúpula do Brics em Kazan, na Rússia
Balanços
NY/manhã: 3M, General Motors e Verizon
Julio Hegedus Netto, economista da ConfianceTec
Boa terça-feira e bons negócios!
PS. Em breve, um novo Call Matinal.
Matinal Bankinter Portugal
Análise Bankinter Portugal
SESSÃO: Nas últimas horas, os movimentos mais importantes são do mercado das obrigações. Caem com força, principalmente nos EUA, impulsionando a sua yield acima de 4,2%. Os motivos são claros: uma economia robusta, ligeira vantagem de Trump nas sondagens (mais défice público vs. Harris) e comentários cautelosos de vários membros da Fed (Logan, Kashkari, Schmid, Daly) arrefecem as expetativas de redução das taxas de juros. As bolsas também corrigiram ontem, embora de forma um pouco mais moderada (EUA -0,2% e Europa -0,9%).
Hoje, a atenção está nos resultados empresariais, e de momento o tom é positivo. Após o fecho americano, publicaram SAP e Maersk, ambas a bater estimativas e a elevar guias (sobem >3% em aftermarket). À primeira hora, tivemos Enagás na mesma linha e durante a sessão teremos L’Oreal, GM, Verizon, Lockheed Martin e GE, entre outras. Veremos se são capazes de dar a volta a uma temporada de resultados que, até ao momento, deixa o mercado um pouco frio (nos EUA: +3,2% vs +5,1% estimado). Na frente macro, apenas cabe destacar a revisão de estimativas macro do FMI, provavelmente com tendência em baixa, principalmente na Europa e China.
Em suma, as bolsas poderão tentar subir hoje, impulsionadas por boas notícias na frente empresarial, embora seja necessário que as obrigações travem as suas quedas para dar continuidade à subida.
S&P500 -0,2%. Nq-100 +0,2% SOX +0,1% ES-50 -0,9% IBEX -0,7% VIX 18,0% Bund 2,28% T-Note 4,19% Spread 2A-10A USA=+6pb B10A: ESP 3,00% PT 2,73% FRA 3,04% ITA 3,51% Euribor 12m 2,63% USD 1,082 JPY 163,1 Ouro 2.720$ Brent 74,1$ WTI 70,3$ Bitcoin -1,0% (67.726$) Ether +1,2% (2.675$).
FIM
Anderson Nunes
*CONTA DE LUZ E JORNADA DE TRABALHO PRESSIONAM ECONOMIA - MC 23/02/26* *Por Anderson Nunes - Analista Político* O aumento das tarifas de en...
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https://www.facebook.com/share/p/1Am5q44Ya4/ "Pode parecer incrível, mas os bandidos não desistem, e como diria Pero Vaz de Caminha, n...
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