terça-feira, 7 de agosto de 2018

Ata do Copom

Segundo a ata do Copom, a decisão do BACEN em manter a taxa de juros, por unanimidade, inalterada em 6,50%, foi influenciada pela estabilidade da inflação após a pressão momentânea por conta da greve dos caminhoneiros. Por outro lado, o BACEN não indicou uma direção para a próxima reunião, enfatizando que as incertezas internas continuam bem relevantes, com a necessidade do ajuste fiscal e a indefinição no campo político. 

No cenário básico da inflação, os diretores colocaram como pressão de baixa, o hiato de produto elevado e a inércia dos índices para baixo. Na direção contrária, foram narrados vários problemas, como as incertezas políticas, o atraso das reformas e a volatilidade de câmbio, considerado efeito secundário. 

Pelo lado internacional, falou-se da deterioração do cenário das economias emergentes, necessidade de uma maior flexibilidade na condução das políticas monetárias e grande preocupação com as disputas comerciais.

Eleição 2018

Parece que definiram os candidatos para esta disputa eleitoral de 2018. 

Alguns candidatos fizeram a opção correta em escolher para vice alguns personagens interessantes. 

Foi o caso do Geraldo Alckmin com Ana Amélia e alguns do bloco intermediário. Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Marina Silva escolheram uns vices q não devem agregar em nada. 

Foi "tiro n'água" generalizado. 

Fatos do Dia

Bom dia, vamos q vamos para mais um dia de NORMALIDADES, segue informativo  07/08/2018

1) Folha - PT é avisado do risco de a indicação de Haddad minar pedido de registro de Lula (Painel)
2) Folha - Radicalismo de Bolsonaro afasta parte dos evangélicos, afirmam líderes
3) Estadão - Candidatos vão fechar cerco a Jair Bolsonaro (Coluna)
4) Estadão - Estados perdem R$ 278 bi com recessão
5) Valor - País tem mais um ano frustrado no investimento
6) Valor - Industria se recupera, mas projeções não melhoram


1) Folha - PT é avisado do risco de a indicação de Haddad minar pedido de registro de Lula (Painel)
Na prática a teoria é outra A indicação de Fernando Haddad (PT) a vice de Lula, com o reconhecimento público de que a vaga, na verdade, será de Manuela d’Ávila (PC do B), preocupa assessores do PT. Há o temor de que o acerto político fragilize de tal maneira a argumentação jurídica a favor do registro da candidatura do petista, hoje preso, que a ofensiva no Tribunal Superior Eleitoral ganhe ares de “causa fake”. Se o PT decidir ir à Justiça para garantir a presença de Haddad nos debates, dizem os auxiliares, pior ainda.

2) Folha - Radicalismo de Bolsonaro afasta parte dos evangélicos, afirmam líderes
Porta-voz de bandeiras conservadoras, Jair Bolsonaro (PSL)teria alto potencial de atração do voto evangélico, não fossem as posições mais radicais apresentadas pelo candidato à Presidência, avaliam lideranças de igrejas.

3) Estadão - Candidatos vão fechar cerco a Jair Bolsonaro (Coluna)
A expectativa de que o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) iria se desidratar com o avanço da campanha ainda não se confirmou e tem forçado seus adversários a arregaçar as mangas. Aliados de Henrique Meirelles (MDB) compartilham vídeos nos quais destacam falas polêmicas de Bolsonaro, como “mulheres devem ganhar menos do que os homens porque engravidam”, e situações de descontrole, como quando o deputado ofende a petista Maria do Rosário, cena reproduzida no vídeo. O adversário Geraldo Alckmin também vai mirar Bolsonaro.

4) Estadão - Estados perdem R$ 278 bi com recessão
Se o aumento da folha de pagamentos dos Estados deflagrou uma crise fiscal em parte deles, a queda na arrecadação com tributos decorrente da recessão escancarou essa situação – o que será um dos maiores desafios para os governadores que assumirem em 2019. A recessão custou R$ 278 bilhões para os Estados entre 2015 e 2017, segundo cálculos do economista Raul Velloso, especialista em contas públicas.

5) Valor - País tem mais um ano frustrado no investimento
O aumento das incertezas internas e externas consolidou a avaliação de que o investimento terá uma alta moderada em 2018, na casa de 3,5% a 4%, contribuindo para que a economia tenha uma expansão bastante modesta, próxima a 1,5% ou menos.

6) Valor - Industria se recupera, mas projeções não melhoram
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção industrial cresceu 13,1% em junho, depois de ter desabado 11% em maio, no pior desempenho desde dezembro de 2008, quando a economia global foi abatida pela crise financeira internacional.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Nível dos reservatórios em São Paulo

Sistemas
http://www.apolo11.com/imagens/pix_pinkclaro.gifRio Grande 0.0 mm 
http://www.apolo11.com/imagens/pix_laranjaclaro.gifRio Claro 0.2 mm 
http://www.apolo11.com/imagens/pix_amareloclaro.gifAlto Tietê 0.0 mm 
http://www.apolo11.com/imagens/pix_verdeclaro.gifCotia 0.0 mm 
http://www.apolo11.com/imagens/pix_vermelhoclaro.gifGuarapiranga 0.0 mm 
http://www.apolo11.com/imagens/pix_azulclaro.gifCantareira 1.2 mm

http://www.apolo11.com/imagens/reservatorios_geral_interno_latest.jpg

Imagem do DIA pelo BROADCAST

BALANÇO SEMANAL

Foi uma semana intensa. Nos EUA o Fed optou por manter o Fed Funds no atual patamar, mesma decisão do Banco Central brasileiro. Na seara política houveram alguns avanços nas articulações dos candidatos nas escolhas dos seus vices e das alianças em construção.
Na política tivemos convenções do PDT e do PSL, ainda sem os vices, que acabaram escolhidos para as convenções do PSDB e da Rede, o primeiro com Ana Amélia do PP, o segundo com Eduardo Jorge do PV. Avanços também ocorreram nas várias sabatinas acontecidas, com os candidatos melhor conhecidos pelos eleitores. No dia 5 termina o prazo das convenções, até o dia 15 vai o prazo para a definição das alianças, com a campanha tendo início neste período. A partir do dia 30 tem início a propaganda de TV e rádio.
Nas decisões do Copom e do Fed, o primeiro se mostrou atento ao cenário básico da inflação, apontando como riscos possíveis tensões externas, pelos imbróglios comerciais dos EUA com os europeus e chineses e pelo atraso das reformas e as eleições indefinidas, o que pode estressar o dólar. Isso abriria uma janela para um ajuste da taxa de juros antes do final do ano.
Sobre a produção industrial, em junho devolveu com pequena sobra as perdas ocorridas em maio (-11%), decorrentes da greve dos caminhoneiros. Cresceu 13,1% no mês, num nível levemente superior ao observado antes deste evento, em abril (+0,7%). Tal movimento em junho acabou gerando um efeito estatístico de 4,3% para o terceiro trimestre. Ou seja, se nada acontecer neste período, assim mesmo a indústria crescerá. Importante observar que este é o período em que costumam ocorrer aumentos nas demandas por encomendas de fim de ano.
Sobre a agenda da semana, estejamos atentos ao grande número de índices de preço a serem divulgados, como o IPCA e o IGP-DI, ambos de julho, e as prévias do IGP-M e do IPC da FIPE, todos sinalizando uma acomodação em torno de 0,5% a 0,6%. Esperamos também os dados da PMC de junho, depois de recuar apenas 0,6% em maio, sustentada pelas vendas dos supermercados. Por fim, não percamos de vista a monitoria do CPI e do PPI, e seus núcleos, de julho, importantes para orientar o Fed no balizamento da taxa de juros. Na terça-feira, por aqui, será importante reunirmos mais informações sobre a atuação do BACEN, a partir da sua ata.

Mercado de Renda Fixa

Segundo o BRADESCO, as curvas longas dos títulos públicos fecharam a semana passada (de 30/07 até 03/08) perto da estabilidade, em uma semana de volatilidade, enquanto as curtas pouco se movimentaram.

A esperada decisão unânime do Copom de manter a Selic no patamar de 6,5% e a falta de indicadores importantes de inflação na semana foram preponderantes para a estabilidade da ponta curta da curva. A curva longa, especialmente as NTN-Fs longas, que são títulos públicos preferidos dos investidores estrangeiros - portanto mais suscetíveis a acontecimentos externos - estiveram voláteis especialmente no final da semana. Na quinta-feira a escalada das tensões comerciais internacionais puxou os rendimentos para cima com aversão ao risco aos países emergentes. O payroll americano abaixo do esperado, por outro lado, derrubou as taxas

Nova tarifa global

 *Capital Economics: Nova tarifa global dos EUA deve elevar sobretaxa efetiva para 14,5%* Por Gustavo Boldrini São Paulo, 21/02/2026 - O aum...