segunda-feira, 6 de agosto de 2018

BALANÇO SEMANAL

Foi uma semana intensa. Nos EUA o Fed optou por manter o Fed Funds no atual patamar, mesma decisão do Banco Central brasileiro. Na seara política houveram alguns avanços nas articulações dos candidatos nas escolhas dos seus vices e das alianças em construção.
Na política tivemos convenções do PDT e do PSL, ainda sem os vices, que acabaram escolhidos para as convenções do PSDB e da Rede, o primeiro com Ana Amélia do PP, o segundo com Eduardo Jorge do PV. Avanços também ocorreram nas várias sabatinas acontecidas, com os candidatos melhor conhecidos pelos eleitores. No dia 5 termina o prazo das convenções, até o dia 15 vai o prazo para a definição das alianças, com a campanha tendo início neste período. A partir do dia 30 tem início a propaganda de TV e rádio.
Nas decisões do Copom e do Fed, o primeiro se mostrou atento ao cenário básico da inflação, apontando como riscos possíveis tensões externas, pelos imbróglios comerciais dos EUA com os europeus e chineses e pelo atraso das reformas e as eleições indefinidas, o que pode estressar o dólar. Isso abriria uma janela para um ajuste da taxa de juros antes do final do ano.
Sobre a produção industrial, em junho devolveu com pequena sobra as perdas ocorridas em maio (-11%), decorrentes da greve dos caminhoneiros. Cresceu 13,1% no mês, num nível levemente superior ao observado antes deste evento, em abril (+0,7%). Tal movimento em junho acabou gerando um efeito estatístico de 4,3% para o terceiro trimestre. Ou seja, se nada acontecer neste período, assim mesmo a indústria crescerá. Importante observar que este é o período em que costumam ocorrer aumentos nas demandas por encomendas de fim de ano.
Sobre a agenda da semana, estejamos atentos ao grande número de índices de preço a serem divulgados, como o IPCA e o IGP-DI, ambos de julho, e as prévias do IGP-M e do IPC da FIPE, todos sinalizando uma acomodação em torno de 0,5% a 0,6%. Esperamos também os dados da PMC de junho, depois de recuar apenas 0,6% em maio, sustentada pelas vendas dos supermercados. Por fim, não percamos de vista a monitoria do CPI e do PPI, e seus núcleos, de julho, importantes para orientar o Fed no balizamento da taxa de juros. Na terça-feira, por aqui, será importante reunirmos mais informações sobre a atuação do BACEN, a partir da sua ata.

Mercado de Renda Fixa

Segundo o BRADESCO, as curvas longas dos títulos públicos fecharam a semana passada (de 30/07 até 03/08) perto da estabilidade, em uma semana de volatilidade, enquanto as curtas pouco se movimentaram.

A esperada decisão unânime do Copom de manter a Selic no patamar de 6,5% e a falta de indicadores importantes de inflação na semana foram preponderantes para a estabilidade da ponta curta da curva. A curva longa, especialmente as NTN-Fs longas, que são títulos públicos preferidos dos investidores estrangeiros - portanto mais suscetíveis a acontecimentos externos - estiveram voláteis especialmente no final da semana. Na quinta-feira a escalada das tensões comerciais internacionais puxou os rendimentos para cima com aversão ao risco aos países emergentes. O payroll americano abaixo do esperado, por outro lado, derrubou as taxas

BOM DIA MERCADO, ROSA RISCALA

Mais animado com a candidatura de Alckmin, o mercado tem hoje novas e boas notícias para a campanha ao tucano. O Ibope, na 6ªF à noite, indicou sua reação em SP, onde já está à frente de Bolsonaro, com 19% a 16%. Além disso, Bolsonaro não se saiu bem na sabatina da Globonews e a escolha do general Mourão para a vice, neste domingo, foi considerada um "erro estratégico" pelos apoiadores do capitão nas redes sociais.

... Após Janaina recusar o convite no sábado, por "problemas familiares", a aposta era de que Bolsonaro se uniria ao príncipe Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, tido como uma opção intelectualmente mais sofisticada.

... O general Mourão, uma escolha pessoal de Bolsonaro, segundo o Globo, surpreendeu e frustrou os seguidores do candidato, que levaram a hashtag #PrincipeVice ao segundo lugar nos trending topics do Brasil no Twitter.

... O receio de parte dos eleitores é de que a chapa 100% militarista afaste os votos dos moderados, que podem acabar indo para Alckmin, contra um candidato de esquerda, tirando Bolsonaro do segundo turno.

... O general Mourão é autor de declarações polêmicas. Em entrevista recente, chamou eleitores de Bolsonaro de "boçais" e, no ano passado, defendeu a intervenção militar e exaltou o "heroísmo" do coronel Ustra.

... A aliança com o PRTB aumentará o tempo de TV de Bolsonaro dos atuais oito segundos para 12 segundos.

Papo de Economista: Reinício

Papo de Economista: Reinício: Amigos,  estou reiniciando este projeto pessoal, colocando todos os meus conteúdos de análise/academia sobre Economia e Finanças .  ...

Artigo de Investing

https://br.investing.com/analysis/cenario-politicoeleitoral-200222164

Falemos da cena político eleitoral neste ano. 

Reinício

Amigos, 

estou reiniciando este projeto pessoal, colocando todos os meus conteúdos de análise/academia sobre Economia e Finanças

Acessem e se divirtam. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

"Brasília em chamas"

Incrível! 

A que ponto de degradação chegou a vida pública nacional. Já usando um título de antanho..realmente Brasília está em chamas. 

Não há uma semana em que escândalos não explodam, afetando vários personagens da política do País lá no Planalto Central. 

Nos últimos dias Rodrigo Janot voltou a carga autorizando a prisão dos irmão Batista e disferiu novas flechadas contra o presidente Temer, acusado de ser o líder do "quadrilhão". 

Delações e depoimentos de Lúcio Funaro e de Palocci também jogaram mais lenha nesta fogueira, o primeiro envolvendo toda a cúpula dos partidos da base de apoio do governo Temer, o segundo, conhecido como "italiano", expondo as relações escusas de Lula com as empreiteiras, destaque especial para a Odebrech.





Anderson Nunes

 *CONTA DE LUZ E JORNADA DE TRABALHO PRESSIONAM ECONOMIA - MC 23/02/26* *Por Anderson Nunes - Analista Político* O aumento das tarifas de en...