quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Economia Brasileira

Nesta sexta-feira, na aula de Economia Brasileira, estaremos debatendo sobre o primeiro governo Vargas, com a primeira etapa até 1934, o governo provisório até 1937 e o Estado Novo q se arrasta até 1945.

Associação Keynesiana Brasileira

CARTAZ_-_PROGRAMAÃ_ÃO_AKB_2014.pdf

Opiniões de um economista

Causou desconforto nos mercados o acirramento de posições dos russos em relação ao conflito da Ucrânia. O riscomaior é esta tensão gerar uma invasão dos russos e a pronta intervenção das tropas da OTAN. Estaria detonada uma guerra de dimensões desconhecidas. Putin em sua vaidade, pode se tornar uma ameaça para o mundo.

Dourando a pílula

O BACEN tratou de "dorar a pílula" sobre a situação concreta da economia real e o comportamento da taxa de juros e da inflação. Em debate na CAE do Senado, Tombini teceu algumas considerações que merecem registro. Disse que a inflação segue cedendo, com os IGPs registrando deflação há três meses, o que afasta um pouco a tal "inflação resistente". Disse também que a economia está rodando aquém do potencial, devendo crescer menos do que em 2013. Um fato a chamar atenção foi colocar panos quentes nas últimas declarações do diretor Luiz Awaru que defendeu a redução do juro, em declarações recentes. Uma observação interessante é a de que Tombini o considera seu principal sucessor para um mandato de presidente a partir do próximo governo Dilma, caso reeleita. Para onde iria então Tombini? Muitos acham que seu lugar seria na Fazenda, embora ele não seja filiado do PT, o que pode ir contra esta indicação.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Economia Brasileira

Varredura sobre a evolução da economia brasileira desde 1930 até 2001. Abordagem do período de GV (1930/45), passando por Eurico Dutra, depois GV de novo, Café Filho num interregno, para depois chegarmos a JK. Tem-se neste período o esforço da Política de Substituição de Importações (PSI), com políticas cambiais, visando estimular as exportações e inibir certas importações. Depois temos um período de instabilidade com a dupla Jan-Jan, até o golpe de 1964, quando tem início o PAEG. Por este período, até o "milagre eco" observa-se um boom de crescimento até a crise do petróleo, em 1973/74. Depois predomina o II PND, com a segunda crise do petróleo, até a outra crise, a da dívida nos 80, com a chamada "década perdida". É neste período que acompanhamos vários esforços de programas de estabilização, até 1990, com o Collor. Por fim, temos o Plano Real, um acúmulo de experiências, bem sucedidas ou não, mas que tornam os formuladores do Real suficientemente maduros para não repetir os erros do passado. Temos o governo FHC e o debate em torno do ciclo petista no poder.

HPE II

Abordagem em torno dos grandes economistas do século XX. Começando com os marginalistas, passando por Alfred Marshall e os neoclássicos, depois, John Maynard Keynes e todos os seus "sucessores", como a turma da síntese neoclássica, Hicks e Hansen, Samuelson, Modigliani, entre outros, indo para os monetaristas, com Friedman, para depois chegar ao pensamento novo clássico. Por fim, temos os novo-keynesianos e finalmente, os pós-keynesianos, corrente alternativa que mais se aproximou da TGEM de Keynes.

Ailton Braga

  Hoje, 02/02/2026, saiu no Blog do IBRE da FGV, artigo meu em que faço análise da interação entre política fiscal e política monetária, a p...