Obras? Nenhuma! Além de viagens caras e desnecessárias, das 1001 Noites, Lula passou os dias a pensar em uma única coisa: elevar ou criar novos tributos. Segundo as estatísticas, um tributo novo ou reajustado a cada mês. Aqui trago as medidas do Lula3, segundo apurou o jornal Gazeta do Povo, para ferrar o bolso dos brasileiros e aumentar a arrecadação. Com que objetivo, não se sabe, mas claro que foi para torrar, tornando o Brasil um país de terceiro mundo com impostos de países nórdicos, onde tudo que é básico - educação, segurança e direitos - é grátis. No Brasil do Lula, apesar dos altos impostos, temos de arcar com a nossa segurança e se quisermos uma boa educação para os filhos, só pagando.
Raio-x dos impostos: quais foram as medidas arrecadatórias de "Lula 3"
Veja, a seguir, a lista das propostas aprovadas ou implementadas pelo governo Lula ao longo de 39 meses de governo:
Consumo e comércio
Reversão de alíquotas de PIS/Cofins sobre receitas financeiras de grandes empresas;
-Retomada da incidência de PIS/Cofins sobre gás e etanol;
-Criação de imposto temporário sobre a exportação de petróleo cru;
-Instituição de Imposto de Importação para compras abaixo de US$ 50 que não integrassem o programa Remessa Conforme – a chamada “taxa das blusinhas”;
-Ampliação da “taxa das blusinhas” para compras de até US$ 50 no Remessa Conforme;
-Aumento do Imposto de Importação sobre painéis solares;
-Retomada da incidência de PIS e Cofins sobre diesel e biodiesel;
-Aumento do Imposto de Importação sobre aço e ferro;
-Criação do IVA dual, com alíquota estimada em 28,5%, com vigência a partir de 2027;
-Criação do Imposto Seletivo (apelidado de "imposto do pecado") a partir de 2027;
-Elevação no Imposto de Importação sobre quase mil itens.
Investimentos e renda
-Tributação de fundos exclusivos ("come-cotas");
-Tributação de rendimentos no exterior (offshores);
-Criação de imposto mínimo sobre altas rendas e taxação de dividendos;
-Imposto mínimo global de 15% sobre lucros de multinacionais;
-Aumento na retenção de IR retido na fonte sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP);
-Retenção de IR na fonte sobre dividendos remetidos ao exterior;
-Fim da isenção de IR para fundos imobiliários e Fiagro.
Operações financeiras
Aumento do IOF sobre:
-Compras internacionais no cartão;
-Moeda em espécie;
-Crédito para empresas;
-Seguro de vida VGBL;
-FIDCs;
-Cooperativas de crédito.
Setores específicos
-Taxação das apostas eletrônicas esportivas (bets) em 12%;
-Elevação progressiva do imposto sobre as bets, até 18%;
-Elevação de IPI para armas de fogo;
-Fim da isenção e Imposto de Importação progressivo para veículos elétricos;
-Aumento da CSLL de fintechs e instituições de pagamento;
-Instituição de Imposto de exportação de 12% sobre o petróleo bruto.
-Mudanças em benefícios fiscais e estrutura tributária
-Retirada do ICMS da base de cálculo de créditos tributários de PIS/Cofins;
-Retomada da incidência de IRPJ e CSLL sobre benefícios fiscais;
-Limitação ao uso de Juros sobre Capital Próprio (JCP);
-Reoneração da folha de pagamento de municípios e setores econômicos;
-Fim do Perse, incentivo fiscal criado na pandemia para o setor de eventos e turismo;
-Redução linear de 10% sobre benefícios fiscais.
Medidas previstas na "MP taxa tudo”
Ainda que tenha caducado e algumas de suas medidas tenham sido retomadas pelo governo – como o aumento da tributação de fintechs e bets –, a chamada "MP taxa tudo” extinguiu benefícios e elevou tributações enquanto esteve em vigor.
A medida provisória ficou válida entre 11 de junho e 8 de outubro de 2025 e estabelecia 11 medidas. Com a perda de validade, seis delas foram reapresentadas em outros projetos e restabelecidas, ainda que com algumas diferenças, como consta na listagem acima.
Foram retomadas a elevação na alíquota das bets, novas regras para concessão do seguro-defeso, elevação da CSLL para fintechs, elevação do IR retido na fonte sobre JCPs, fim da isenção para fundos imobiliários e Fiagro, e o IOF sobre FIDCs. Enquanto esteve vigente, a MP ainda estabelecia:
-Tributação de 5% sobre LCI e LCA, entre outros títulos incentivados;
-Alíquota fixa de 17,5% de IRPF retido na fonte sobre rendimentos e ganhos de capital no mercado financeiro;
-Fim da isenção para vendas de criptoativos de até R$ 35 mil mensais, com alíquota fixada em 17,5%;
-Fim da isenção dos FI-Infra, que passariam a ser taxados em 5% a partir de janeiro de 2026;
-Cobrança de 17,5% de IR sobre ações e fundos de ações, incluindo operações de day trade, a partir de janeiro de 2026, com isenção para vendas trimestrais de até R$ 60 mil.
Agora sabemos, povo e empresariado, a razão de o dinheiro estar faltando em nossos bolsos. Sobre isso os defensores do indefensável PT nada falam.
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