🌎 *Emergentes, podem estar, mais vulneráveis, ao retorno, da fuga de capitais*
Bloomberg Intelligence: As reservas internacionais, vêm crescendo, em ritmo, mais rápido, do que a oferta de moeda, em 2026, mas, o risco de fuga de capitais, em emergentes, segue elevado, dado, que os índices de cobertura, de near-money, na maior parte, do complexo, estão, agora, abaixo, do limiar, de 30%.
O índice de cobertura, de near-money, melhorou, em 12, dos 17 principais, emergentes, neste ano, com Hungria, Polônia, Peru, e Chile, exibindo, melhora, superior, à dos pares. Ainda assim, com base, em dados reportados, até março, a cobertura, está, abaixo, de 30%, em 10, dos 17 países, emergentes.
O risco de fuga de capitais, é, maior, em economias, com conta de capital aberta, e baixa relação, entre reservas, e oferta de moeda. Credores, buscam, reservas, que cubram, ao menos, 20%, da broad-money, o M3, embora, o near-money, o M2, seja, reportado, com maior frequência. A China, com índice, de apenas 6,6%, tem, a cobertura, mais fraca, entre, os pares, mais de 15 pontos, abaixo, de sua média, de cinco anos.
O gráfico, evidencia, ainda, um contraste regional importante, o risco de fuga de capitais, subiu, mais, na América Latina, com Brasil, Colômbia, e México, caindo, abaixo, do limiar, de 30%, no último ano, enquanto, a Europa Oriental, exibe, melhora material, com Hungria, Romênia, e Polônia, agora, solidamente, acima, de suas médias, de cinco anos. No detalhe, Peru, lidera, com cerca de 80%, seguido, por Czech, Romênia, Israel, e Hungria, todos, acima de 40%, enquanto, no fundo, da distribuição, aparecem, Brasil, com cerca de 26%, Chile, Indonésia, Malásia, Coreia do Sul, e China, esta, na lanterna, com 6,6%.
Leitura: o dado, traz, leitura diferenciada, e relevante, sobre, posicionamento, em emergentes, especialmente, quando combinado, com o tema, do carry trade, comentado, anteriormente, três pontos, merecem atenção, primeiro, há, divergência regional, materialmente importante, a América Latina, com destaque negativo, para Brasil, Colômbia, e México, mostra, deterioração, na cobertura, de near-money, o que eleva, a fragilidade, a reversões súbitas, de fluxo, em cenários, de risk-off, ou de fortalecimento, do dólar, segundo, a Europa Oriental, Hungria, Polônia, e Romênia, surge, como bloco, comparativamente, mais resiliente, com colchão, de reservas, mais robusto, frente, à própria história, recente, o que sugere, preferência relativa, dentro, do sleeve, de emergentes, terceiro, a leitura, é, particularmente, sensível, para o real, dado, que combina, atratividade, de carry, com cobertura, de near-money, abaixo, de 30%, ou seja, alto retorno, de carrego, mas, com vulnerabilidade estrutural, a saídas, de capital, em janelas, de stress, para portfólio, o trade, de carry, em emergentes, segue, funcional, no curto prazo, mas, esse indicador, reforça, a necessidade, de seletividade, com preferência, por países, com melhor cobertura, e disciplina, em sizing, especialmente, em América Latina, dado, o duplo risco, de prêmio de prazo, americano, em alta, comentado, anteriormente, e de fragilidade, em reservas, relativas, à oferta de moeda, hedge, parcial, em volatilidade cambial, e atenção, a gatilhos, de risk-off, global, seguem, recomendáveis, para quem, mantém, exposição, ao trade, de carry, latino-americano.
Fonte: Bloomberg Intelligence
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