quarta-feira, 20 de maio de 2026

BDM Matinal Riscala

 Guerra longa e Nvidia testam Wall Street

No Brasil, o exterior adverso soma-se ao efeito Vorcaro na candidatura de Flávio Bolsonaro para reforçar dúvidas sobre o cenário eleitoral de 2026


20/05/2026


… Mais focado no custo econômico de uma guerra prolongada no Oriente Médio do que nos blefes de Trump, o mercado mantém o petróleo acima dos US$ 110. Com o Estreito de Ormuz ainda parcialmente bloqueado, investidores passaram a incorporar um cenário de inflação global mais persistente, juros elevados por mais tempo e desaceleração da atividade. Nesse ambiente, a ata do Fed e o balanço da Nvidia hoje ganham peso como testes importantes para o humor de Wall Street e a sustentação do rali das big techs. No Brasil, o exterior adverso soma-se ao efeito Vorcaro na candidatura de Flávio Bolsonaro para reforçar dúvidas sobre o cenário eleitoral de 2026.


GUERRA SEM FIM – Os mercados globais começaram a precificar não mais o risco de um grande ataque imediato ao Irã, como Donald Trump vive ameaçando, mas sim o custo de uma guerra prolongada no Oriente Médio.


… A retórica do presidente americano perdeu parte da capacidade de provocar choques duradouros nos ativos, diante da percepção de que ele alterna escaladas verbais e recuos sem conseguir entregar uma solução rápida para o conflito.


… Nesta terça-feira, Trump voltou a falar em “outro grande ataque” contra Teerã caso não haja acordo nos próximos dias, o que ninguém acredita, prevendo uma possível ofensiva “até o início da próxima semana”.  


… O vice-presidente JD Vance tentou sustentar um tom mais construtivo ao afirmar que as negociações avançaram, mas também admitiu que Washington pode retomar a campanha militar – embora “não seja isso o que o presidente quer”.


… Os sinais seguem contraditórios, enquanto mediadores relatam pouco progresso real nas conversas entre Estados Unidos e Irã, e o desgaste político da guerra também começa a crescer dentro dos próprios Estados Unidos.


… O Senado americano mostrou aumento da resistência à continuidade do conflito, em uma votação vista como alerta para a Casa Branca.


… Republicanos passaram a manifestar desconforto com o custo econômico e político da guerra, enquanto pesquisas mostram deterioração do apoio popular à estratégia de Trump no Oriente Médio.


… Em Wall Street, o mau humor voltou a dominar os negócios, com pressão sobre as big techs, fortalecimento do dólar e disparada dos juros dos Treasuries. O rendimento do T-Bond de 30 anos atingiu o maior nível em quase duas décadas (leia abaixo).


… A reação reflete o temor de que o choque de energia prolongue a inflação global e force o Fed a manter juros elevados por mais tempo — ou até voltar a discutir altas adicionais – como os futuros já projetam.


… Mesmo com queda modesta do Brent na sessão regular, a commodity voltou a ganhar força no eletrônico, em meio à percepção de que a normalização da oferta de petróleo está cada vez mais distante.


… Para estrategistas internacionais, o mercado deixou de operar o blefe e passou a operar a duração da guerra.


… Em relatório, o Deutsche Bank afirmou que os ativos globais já começam a precificar um cenário crescente de estagflação, enquanto o BofA aponta que parte relevante dos gestores acredita que o rendimento do Treasury de 30 anos pode atingir 6% nos próximos meses.


O EFEITO VORCARO – Além do exterior cheio de incertezas, o mercado doméstico passou a incorporar um novo vetor de estresse, com a deterioração política da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro após os desdobramentos do caso Daniel Vorcaro.


… A leitura predominante entre investidores é de que o episódio enfraquece, ao menos no curto prazo, a principal alternativa de oposição considerada mais alinhada a uma agenda fiscal ortodoxa, reduzindo a percepção de chance de alternância de poder em 2026.


… A primeira pesquisa a captar os efeitos do chamado “Flávio Day 2.0” mostrou piora relevante do senador nas simulações eleitorais.


… Levantamento AtlasIntel/Bloomberg apontou Lula com 48,9% das intenções de voto no segundo turno, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro. Em abril, os dois apareciam praticamente empatados. A rejeição do senador também aumentou e passou a superar a do atual presidente.


… O ruído cresceu depois que Flávio confirmou ter visitado Daniel Vorcaro no fim de 2025, após o banqueiro deixar a prisão domiciliar.


… Segundo ele, o encontro teve como objetivo “colocar um ponto final” na questão envolvendo o financiamento do filme sobre Jair Bolsonaro. A declaração reforçou o desgaste com o vazamento do áudio em que Flávio pedia recursos a Vorcaro para a produção cinematográfica.


… A crise reabre discussões que haviam perdido força nos últimos meses, especialmente em torno do risco fiscal e da eleição de 2026.


… Com a perda de tração da candidatura de Flávio, investidores passaram a cogitar probabilidade maior de continuidade do atual governo, já que uma terceira via parece improvável nesta altura – cenário que voltou a pressionar os vértices longos da curva de juros.


… O movimento apareceu com clareza nos ativos domésticos.


… O dólar voltou a superar R$ 5,00, o Ibovespa perdeu o nível dos 175 mil pontos e os juros futuros longos abriram em meio à combinação de aversão a risco global e piora da percepção política local (leia mais abaixo).


… Entre as revelações do dia, surgiu a informação de que Daniel Vorcaro teria participado do financiamento do filme sobre Bolsonaro com mais de 90% dos recursos, vindos de um fundo sediado no Texas e ligado ao entorno da família, segundo a produtora responsável pelo longa.


ESCALA 6X1 – O governo e a Câmara ainda tentam fechar um acordo sobre a transição da PEC do fim da escala 6×1, depois que a leitura do parecer do relator Leo Prates, inicialmente prevista para hoje, foi adiada para a próxima segunda-feira.


… O principal impasse continua sendo o prazo de adaptação às novas regras, que pode variar de dois até cinco anos.


… A decisão de adiar a apresentação do relatório ocorreu após reunião na residência oficial de Hugo Motta, com participação de líderes da Câmara e integrantes do governo, ontem à noite. Segundo os deputados, ainda há pontos “a serem maturados” em torno do período de transição.


… Governistas defendem uma implementação mais rápida da nova jornada, enquanto empresários pressionam por um prazo maior de adaptação diante do aumento esperado de custos trabalhistas e possíveis efeitos sobre contratação, produtividade e rotatividade.


… O texto em discussão mantém os pilares centrais da proposta: jornada de 40 horas semanais, dois dias de descanso e preservação salarial.


… Hugo Motta mantém a previsão de votação no plenário já na próxima semana, embora ainda não exista acordo com o Senado sobre a tramitação da proposta. O tema ganhou forte apoio político e é tratado como pauta de grande apelo popular para o governo Lula.


CURTAS DA POLÍTICA – A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado votará hoje o projeto de renegociação das dívidas rurais, que prevê uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal e envolve até R$ 180 bilhões em operações renegociáveis.


… O texto enfrenta forte resistência da equipe econômica, pelo impacto fiscal.


… O parecer limita em R$ 30 bilhões o uso direto do Fundo Social e permite recursos adicionais de fundos supervisionados pela Fazenda e emissão de títulos do Tesouro. O governo tenta calibrar o projeto, enquanto o Congresso acelera a tramitação diante da pressão do agronegócio.


LULA. O presidente participa nesta quarta-feira (14h30) da posse de Odair Cunha, ex-deputado do PT, como novo ministro do TCU.


CVM. CAE do Senado também apreciar hoje as indicações de Otto Lobo à presidência da CVM e de Igor Muniz para uma diretoria da autarquia.


MUNICÍPIOS. O Congresso marcou para amanhã sessão conjunta para analisar vetos da LDO relacionados a municípios inadimplentes.


… A medida, tratada como prioritária pela Câmara e Senado, pode destravar o acesso de mais de três mil cidades a convênios e recursos federais.


MAIS AGENDA – A quarta-feira combina uma agenda mais esvaziada de indicadores com eventos capazes de mexer diretamente com a percepção sobre juros, tecnologia e fluxo global. No exterior, investidores monitoram a ata da última reunião do Fed e o balanço da Nvidia.


… Entre os indicadores domésticos, saem o IGP-M do segundo decêndio de maio, às 8h, e o fluxo cambial semanal do Banco Central, às 14h30.


… Nos Estados Unidos, a ata do Fed, às 15h, que será acompanhada em busca de sinais sobre como a autoridade monetária avalia o impacto da guerra no Oriente Médio, da inflação ligada à energia e da abertura recente dos juros longos americanos.


… Antes disso, o mercado acompanha o CPI final de abril da zona do euro, às 6h, além de falas de dirigentes de bancos centrais.


… Às 10h15, o diretor do Fed Michael Barr participa de conferência sobre estabilidade financeira, e no mesmo horário o presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, fala ao Comitê do Tesouro britânico.


… Também entram no radar os estoques semanais de petróleo nos Estados Unidos, divulgados pelo Departamento de Energia às 11h30, em um momento em que o mercado segue extremamente sensível a qualquer sinal sobre oferta global e impactos da guerra no Oriente Médio.


… À noite, os PMIs preliminares do Japão encerram a agenda, enquanto o mercado volta suas atenções para o resultado da Nvidia.


NVIDIA – O mercado entra no balanço da Nvidia não apenas esperando números fortes, mas sinais de que a inteligência artificial continua capaz de sustentar um ciclo prolongado de crescimento explosivo mesmo num ambiente de juros elevados e aversão a risco global.


… O resultado é visto como um teste importante para o fôlego das big techs e para a manutenção do apetite por tecnologia em Nova York.


… A gigante dos semicondutores chega ao trimestre carregando expectativas extremamente elevadas, em uma posição rara no mercado global: a de principal fornecedora da infraestrutura que sustenta a corrida mundial por inteligência artificial.


… Para investidores, entregar números fortes já virou obrigação mínima para sustentar o prêmio da ação. O consenso de mercado projeta receita de US$ 78,82 bilhões e lucro por ação de US$ 1,75 no primeiro trimestre fiscal de 2026.


… Mas parte de Wall Street trabalha com projeções ainda mais agressivas. O Morgan Stanley, por exemplo, estima receita próxima de US$ 79,3 bilhões, lucro por ação de até US$ 2,01 e guidance que pode apontar faturamento perto de US$ 88 bilhões no próximo trimestre.


… O foco principal deve ficar sobre os comentários de Jensen Huang a respeito da demanda por data centers, da capacidade de expansão da oferta e do comportamento das margens operacionais.


… O mercado quer entender se a Nvidia continua conseguindo transformar o boom de IA em crescimento sustentável até 2027, mesmo diante do aumento das restrições comerciais, dos custos elevados de energia e do ambiente macro mais pressionado.


… Depois de liderarem o rali recente em Wall Street, as big techs começaram a mostrar sinais de realização nos últimos pregões, pressionadas pela abertura dos juros dos Treasuries e pela percepção de que o choque do petróleo pode manter a inflação elevada por mais tempo.


… Nesse ambiente, o balanço da Nvidia ganha peso ainda maior como termômetro do humor do mercado global.


CHINA HOJE – O PBoC manteve inalteradas as principais taxas de juros. A de referência para empréstimos (LPR) de 1 ano foi mantida em 3% e a de 5 anos permaneceu em 3,5%. Ambas seguem no mesmo nível há exatamente um ano.


VAI SE CRIANDO UM CLIMA TERRÍVEL – O efeito em cascata da guerra sobre o petróleo e sobre os preços amplia a liquidação dos Treasuries, dispara a taxa do T-Bond ao topo em quase 20 anos e coincide com a crise política aqui.


… A piora apontada pela Atlas/Bloomberg nas intenções de voto e na rejeição do senador Flávio Bolsonaro, depois que vazou o áudio em que ele pede dinheiro a Vorcaro, recai sobre os mercados em um momento inoportuno.


… Já não bastasse o choque inflacionário do conflito no Irã, ainda tem mais esse ruído para administrar.


… Sob o estresse combinado, o Ibovespa volta às piores marcas desde janeiro, o dólar roda acima de 5% e os juros futuros abrem. Com os retornos dos Treasuries em patamares mais atrativos, aumenta o fluxo de saída do k externo.


… No pregão da última sexta-feira, houve uma fuga expressiva da B3, de R$ 2,4 bilhões. As retiradas em maio já encostam nos R$ 10 bilhões e, no acumulado do ano, o volume de capital estrangeiro se esvazia para R$ 46,9 bilhões.


… A sorte para o câmbio é que a Selic pode até cair, mas vai continuar tão elevada, que não parece oferecer risco ao carry trade. Ainda assim, o real não deixou de operar sensível ontem à inflação global e à pesquisa eleitoral.


… A moeda brasileira exibiu um dos piores desempenhos do dia contra o dólar, que subiu 0,84%, cotado a R$ 5,0405.


… Juntas, a pressão no câmbio e a escalada dos rendimentos dos Treasuries voltaram a embutir forte prêmio de risco nos juros futuros, especialmente entre os vencimentos mais longos, que saltaram em torno de dez pontos-base.


… O contrato de DI para Jan/31 avançou a 14,270% (contra 14,185% na véspera) e o Jan/33 foi a 14,350% (de 14,255%). No miolo da curva, o Jan/28 subiu para 14,050% (de 14,038%) e o Jan/29, a 14,115% (de 14,068%).


… Já o trecho de curto prazo operou engessado, com o vencimento para Jan/27 assumindo viés de queda, a 14,140% (de 14,157%), porque contempla a precificação de que o Copom ainda vai derrubar a Selic pelo menos mais uma vez.


… Nos Estados Unidos, a maré vira de forma cada vez mais convincente para uma alta antecipada dos juros pelo Fed e a ferramenta de apostas do CME Group já aponta chances ligeiramente majoritárias de um aperto em dezembro.


… Ontem à noite, a dirigente do Fed Anna Paulson disse que é “saudável” que os investidores tenham começado a considerar cenários em que as taxas possam precisar subir nos EUA. Mas ainda vê o nível atual como apropriado.


… A continuidade da defesa de uma pausa no juro, no entanto, vem sendo constantemente colocada à prova pela persistência da guerra, desmoralizando o poder de Trump, que não sabe como sair da arapuca que ele mesmo criou.


INFLAÇÃO NA VEIA – Sem qualquer ruptura no impasse com Irã e nenhum caminho claro para acabar com a guerra, o petróleo sobe muito e cai pouco, como ontem, quando o Brent recuou só 0,73% e continuou caro, a US$ 111,28.


… O humor bipolar de Trump não dá nenhuma garantia confiável de que um acordo de paz esteja nos planos e o mercado se vê refém de viver na montanha-russa das emoções de cada dia, esperando o desfecho que nunca vem.


… É um desafio manter o sangue-frio vendo o petróleo persistir por tanto tempo nos três dígitos. A explosão dos juros dos títulos globais do Tesouro está aí para provar que a corda das expectativas de inflação estourou.


… O custo da dívida americana medido pelo T-Bond de 30 anos, que estava em 4,60% antes do conflito em Ormuz, quase saltou à faixa de 5,20% ontem. Bateu 5,196% na máxima do dia e fechou a 5,178%, de 5,130% um dia antes.


… Está no nível mais elevado em 19 anos, desde 2007, superando o patamar observado durante a crise hipotecária. Gestores do BofA veem chance de os juros dos Treasuries de 30 anos subirem acima de 6% nos próximos 12 meses.


… Também os yields da Note de dez anos embutem a tensão e ontem tocaram 4,68% no pico do nervosismo, para terminarem perto desta marca, a 4,660%, contra 4,600% na véspera. A onda de escalada das taxas é global.


… No Japão, o rendimento do papel de dez anos investiu para perto de 3%, no pico em 30 anos. O PIB japonês mais forte do que o esperado no primeiro trimestre deste ano reforçou as expectativas de um maior aperto monetário.


… Mas o protagonista do salto das taxas dos títulos asiáticos é o petróleo. Em declarações à imprensa após a reunião do G7 em Paris, o presidente do BoJ, Kazuo Ueda, reconheceu o ritmo acelerado dos juros do JGBs de longo prazo.


… E assegurou que o BC japonês adotará a política monetária adequada para atingir a meta de inflação.


… Também às margens do G7, a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, indicou sua determinação em intervir no mercado de câmbio para sustentar o iene. “Tomaremos ações ousadas conforme necessário”, disse.


… Na zona do euro, o dirigente do BCE Martin Kocher reconheceu que uma alta dos juros em junho será inevitável se Ormuz continuar fechado e os formuladores de políticas concluírem que não dá mais para alcançar a inflação de 2%.


… Apesar do tom hawkish das autoridades europeias e japonesas, o iene, o euro e a libra esterlina caíram ontem, porque o dólar subiu com a perspectiva de que o Fed possa ter que adiantar para dezembro um aperto monetário.


… O índice DXY operou em alta de 0,14%, a 99,327 pontos, derrubando o iene para 159,02 por dólar. O euro registrou desvalorização de 0,48%, para US$ 1,1608, e a libra esterlina recuou 0,25% e fechou cotada a US$ 1,3403.


CAVALO DE PAU – O efeito Dark Horse, que ameaça a guinada no quadro eleitoral, somou-se à aversão a risco global para botar o Ibovespa abaixo dos 175 mil pontos, em queda de 1,52%, a 174.278,86 pontos, com giro de R$ 26,4 bi. 


… Como lembrou o Broadcast, a bolsa já queimou 25 mil pontos desde quando sonhava com os 200 mil pontos.


… Ontem, as quedas do petróleo e do minério (-0,87%) não deram chance de reação às blue chips das commodities: Vale registrou perda de 0,99%, a R$ 81,02, Petrobras PN recuou 0,75%, a R$ 46,09, e ON, -0,23%, a R$ 51,67.


… Também as ações dos bancos caíram em bloco com o clima pesado: Itaú PN devolveu 2,12% (R$ 38,78); BTG unit, -2,05% (R$ 53,07); Bradesco PN, -1,53% (R$ 17,39); BB ON, -0,93% (R$ 20,23); e Santander unit, -0,37% (R$ 26,75).


… B3 afundou 4,96%, para R$ 15,89, após confirmar que Christian Egan substituirá Gilson Finkelsztain como CEO.


… Só quatro ações subiram nesta terça-feira no Ibovespa: Usiminas PNA engatou valorização de 1,11%, para R$ 9,13; Prio teve alta de 0,73%, negociada a R$ 69,32; TIM avançou 0,63%, para R$ 22,21; e Smartfit, +0,11% (R$ 18,57).


… Evitando ativos de risco, em meio à disparada nos rendimentos dos Treasuries, os investidores venderam posições nas bolsas americanas. Também bateu uma dose de expectativa e cautela antes do teste do balanço da Nvidia.


… O Nasdaq caiu 0,84%, a 25.870,71 pontos; S&P 500, -0,67% (7.353,61 pontos); e Dow Jones, -0,65% (49.363,88).


CIAS ABERTAS NO AFTER – PETROBRAS firmou aditivo com a Naturgy para reduzir o preço do gás no Rio de Janeiro a partir de junho…


… O preço da gasolina vendida pela Petrobras está 41,3% abaixo do preço de paridade de importação, estima a XP. No caso do diesel, defasagem de preço é de 32,7% em relação à paridade internacional.


BTG PACTUAL teve rating Ba1 reafirmado pela Moody’s, com perspectiva estável.


AZZAS. Alexandre Birman pediu a instauração de arbitragem contra Roberto Jatahy por disputa envolvendo a gestão da Reserva no grupo, segundo o Valor Econômico…


… A Azzas confirmou a contratação do Itaú BBA para avaliar alternativas estratégicas, em meio à disputa societária.


MINERVA aprovou aumento de capital de R$ 15,4 mil, com emissão de 3,1 mil ações ordinárias.


COSAN. Rubens Ometto avalia comprar terras da Radar em vez de novo aporte na Raízen, segundo a Bloomberg.


RD SAÚDE distribuirá R$ 140,7 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,0821 por ação.


MOVIDA aprovou programa de recompra de até 27,8 milhões de ações ordinárias, equivalentes a cerca de 15% dos papéis em circulação.


OI SOLUÇÕES. Claro confirmou participação no processo de venda da companhia, mas disse ainda avaliar se o ativo é atrativo pelo valor pedido, de R$ 1,4 bilhão, conforme o edital.


KLABIN. A Guepardo Investimentos passou a deter 5,005% das ações preferenciais da companhia.


AMBIPAR. O TJ-RJ rejeitou recursos de credores contra a recuperação judicial, segundo fontes da Broadcast.


AOS ASSINANTES DO BDM, BOM DIA E BONS NEGÓCIOS!

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