sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

FLEXIBILIDADE MORAL

Interessante como é a esquerda neste país. Estão todos mobilizados para atacar este senhor, o Jair Bolsonaro. Claro. Ele é um "gurilão de caserna", fala o q não deve, mas a melhor estratégia é deixá-lo falando sozinho...São tantas bobagens q não merecem nem registro. Agora, eu não vejo estas figuras da esquerda se mobilizarem, se unirem, clamarem contra a corrupção q se espalha em todas as esferas de governo! Hoje qualquer negócio com o setor público vem junto com casos de corrupção, propinagem, "jeitinhos", licitações induzidas e fraudulentas...Isto não escandaliza estes pseudo-esquerdistas... É a velha flexibilidade moral...vá entender.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Joaquim Levy

Os assessores jurídicos do Palácio do Planalto não têm dúvidas em afirmar que, se a meta fiscal não for cumprida, na hipótese, claro, de o governo não conseguir passar as alterações pretendidas, a presidente Dilma não poderá sofrer nenhuma sanção legal. Mas os seus ministros, sim. Por isso, mais do que nunca, Joaquim Levy só assumirá o Ministério da Fazenda depois de o Congresso aprovar a modificação na lei.

Brasil sobe três posições em ranking mundial sobre corrupção (EXAME)

O Brasil ficou em 69º lugar entre os 175 países avaliados pelo Índice de Percepção da Corrupção, divulgado hoje (3) pela organização Transparência Internacional, referência mundial no assunto. No ano passado, o país tinha ficado em 72º lugar entre 177 países.

domingo, 30 de novembro de 2014

CRÉDITO IMOBILIÁRIO PERDENDO FORÇA

Ainda que venha batendo recordes de desembolsos nos últimos meses, o crédito imobiliário vai fechar 2014 com desempenho abaixo da expectativa dos bancos. As concessões com recursos da poupança somam R$ 93,2 bilhões até outubro, avanço de 5,1% em relação ao mesmo período de 2013. Os dados são da Abecip, que esperava avanço de 15% para este ano. Os bancos citam uma lista de fatores que explicam a desaceleração. Entre eles, o menor número de dias úteis no ano, graças à Copa do Mundo, combinada com a falta de confiança nos rumos da economia. Isso diminuiu a disposição para tomar dívidas de longo prazo e o apetite das construtoras por novos empreendimentos. Há questões mais estruturais também, como uma base de comparação cada vez maior e a redução da demanda reprimida que havia por imóveis no país. "Junho e julho foram meses bem fracos, mas houve uma recuperação no último trimestre". O executivo espera que o crescimento do mercado chegue perto de 10% até o fim do ano e repita esse ritmo em 2015. "Em 2014 e 2015, o mercado de crédito imobiliário atingiu o que deve ser sua velocidade de cruzeiro", diz, lembrando que parte da demanda reprimida por financiamento habitacional já foi atendida nos últimos anos.

Paulo Roberto de Almeida

 Oskar Schindler caiu desfalecido no meio da rua em 9 de outubro de 1974, na cidade alemã de Hildesheim. Morreu ali mesmo, vítima de insufic...