sábado, 7 de março de 2026

Lauro Jardim

 *Lauro Jardim: A nova pesquisa presidencial da Quaest*


“A pesquisa está sendo feita num momento político agitado para a direita e para a esquerda. Pela direita, o Caso Master pode atingir políticos do Centrão, como Ciro Nogueira e Antonio Rueda, entre outros — todos potenciais aliados de Flávio Bolsonaro; pela esquerda, a relação de Lulinha com o Antonio Carlos Antunes, o Careca do INSS, incendeia as redes sociais e preocupam o Palácio do Planalto.


No meio disso tudo, o onipresente caso Master neste momento está com o farol apontado para dois ministros do STF, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli — a pesquisa terá várias perguntas sobre o Supremo. Por exemplo: se o entrevistado confia no STF; se o STF foi importante para manter a democracia no Brasil; se é aliado de Lula; se na hora de escolher um senador em outubro é importante que ele se comprometa em aprovar impeachments de ministros do STF; entre outras.”


https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/03/a-nova-pesquisa-presidencial-da-quaest.ghtml

Editorial O Globo

 *Editorial O Globo*


*Moraes e Toffoli devem explicações com urgência*


*Não podem pairar dúvidas sobre as relações de Daniel Vorcaro com altas figuras da República*


As últimas revelações sobre o caso Master impõem aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), o dever de dar explicações urgentes e, acima de tudo, convincentes. As mensagens trocadas por Moraes com o banqueiro Daniel Vorcaro, reveladas pela colunista do GLOBO Malu Gaspar, são o desdobramento mais grave do caso desde que ela própria noticiou o contrato milionário do escritório de familiares de Moraes com o Master — jamais desmentido nem explicado. Ao mesmo tempo, as transações imobiliárias de Toffoli e seus familiares com o grupo de Vorcaro seguem envoltas em dúvidas.


De acordo com investigações da Polícia Federal, a troca de mensagens entre Vorcaro e Moraes se estendeu pelo dia 17 de novembro de 2025, quando o banqueiro foi preso. Conversas extraídas do celular de Vorcaro sugerem que ele informava Moraes sobre as negociações para venda do Master e mostram que falou também sobre o inquérito sigiloso da Justiça Federal de Brasília que o levaria à prisão. Nas mensagens, enviadas na forma de imagens de visualização única, Vorcaro por duas vezes pergunta a Moraes se havia novidade e questiona: “Conseguiu bloquear?”. Naquele mesmo dia, foi anunciada a operação fajuta de venda do Master para o grupo Fictor. Horas depois, Vorcaro foi preso, e o Master liquidado.


Moraes negou em nota ter recebido mensagens de Vorcaro e afirmou tratar-se de “ilação mentirosa no sentido, novamente, de atacar o STF”. Quando O GLOBO noticiou que ele encontrara o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar do caso Master, Moraes afirmou que a pauta se restringira “exclusivamente” às sanções da Lei Magnitsky, aplicadas pelos Estados Unidos. Diante das mensagens trocadas em novembro, ele não tem mais como negar a relação com Vorcaro.


A PF não dispõe dos prints das respostas de Moraes, mas sua existência ficou registrada, levantando várias dúvidas. Que diziam as mensagens? Por que foram enviadas com tantos cuidados? Eram frequentes? Que queria Vorcaro ao procurar Moraes? Por que ele, e não sua mulher, Viviane Barci de Moraes, advogada com quem mantinha contrato milionário por serviços vagamente definidos? Que nível de amizade havia entre os dois? Tais dúvidas não devem ser encaradas como ofensas, mas como questões de interesse da sociedade, a quem mesmo ministros do Supremo devem explicações, afinal não estão acima da lei.


Já haviam ficado no ar dúvidas sobre as relações entre Toffoli e Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro envolvido no escândalo. Toffoli demorou a admitir ser sócio da empresa que vendeu sua parte no resort Tayayá, no Paraná, a um fundo de Zettel. Afirmou nunca ter recebido dinheiro, mas isso não basta. Ele foi relator do caso Master, sobre o qual decretou sigilo quase absoluto, e tomou medidas questionáveis. Só saiu do caso quando veio à tona a sociedade no Tayayá. Ainda há fatos a esclarecer.


Ministros do STF não podem se dar o direito de omitir explicações. Elas em nada prejudicam o papel crucial da Corte na defesa da democracia quando o país sofreu tentativa de golpe de Estado. Esse feito está gravado na História, como O GLOBO já afirmou em editoriais. O fato de Vorcaro e seus cúmplices estarem presos mostra que as instituições funcionam, mesmo quando vivem crises. Mas, enquanto tudo não é esclarecido, seria de bom-tom que Moraes e Toffoli se declarassem suspeitos em todas as votações relacionadas ao caso Master. Não podem pairar dúvidas sobre as relações de Vorcaro com figuras tão relevantes da República.



https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/03/moraes-e-toffoli-devem-explicacoes-com-urgencia.ghtml

Coluna do Estadão

 *Coluna do Estadão: 'Me derrubar só matando, isso eles não têm coragem', disse Vorcaro à namorada*


Por Eduardo Barretto, do Estadão


O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, relatava em conversas por aplicativo com a namorada, Martha Graeff, o avanço das investigações da Polícia Federal (PF) e do Banco Central (BC) sobre o Master. Nos diálogos, sinalizava ter apoio de pessoas importantes em Brasília para continuar agindo. “Me derrubar, só matando. E isso eles não têm coragem”, disse o banqueiro, rindo, em um dos diálogos.


Os diálogos foram interceptados pela Polícia Federal (PF) a partir da quebra de sigilo telemático de Vorcaro. O material foi compartilhado com a CPI do INSS e obtido pela Coluna do Estadão.


Em 16 de julho de 2025, quatro meses antes de Vorcaro ser preso pela primeira vez e o Master ser liquidado, o empresário disse à namorada: “Pancadaria, mas vivo. Eu sou guerrilheiro. Me derrubar só matando. E isso eles não têm coragem rs.”. Graeff, então, repreendeu o companheiro: “Não fala algo assim. Muito pesado”.


Em diversas mensagens com a namorada, Vorcaro usava termos como “guerra” e “pancadaria” para se referir a seu trabalho. “Turma Brasília se mobilizando demais. Todo mundo do meu lado e com raiva do movimento de notícias”, disse em abril de 2025. No mesmo mês, também disse ser “o tema mais comentado do Brasil hoje”.


A mensagem reforça a proximidade de Vorcaro com autoridades, em vários ambientes de poder na capital federal. Em outros diálogos com a companheira, o banqueiro relatou uma reunião em que pessoas de nome “Hugo” e “Ciro” se encontraram em sua casa para conversar com um homem de nome “Alexandre”.


Em mensagens trocadas anteriormente com a companheira, Vorcaro relatou, por exemplo, outros encontros com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), com o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O banqueiro ainda contou à namorada que se reuniu com o presidente Lula (PT) no Palácio do Planalto em dezembro de 2024. “Foi ótimo”, disse Vorcaro.


Com Moraes, há indícios de relação há pelo menos dois anos. A mulher do ministro, Viviane Barci, foi contratada para advogar para o Master. Vorcaro e o ministro conversaram por WhatsApp inclusive em 17 de novembro de 2025, data na qual foi cumprida a primeira ordem de prisão contra o banqueiro.


Em depoimento à PF, o empresário mostrou ter proximidade com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Vorcaro disse ter conversado “algumas vezes” com Ibaneis sobre a venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB) e citou também que o governador já esteve pessoalmente em sua casa.


Mais cedo, a defesa do empresário solicitou que o STF investigue o vazamento de informações do conteúdo de seu celular, incluindo “conversas íntimas” e “supostos diálogos com autoridades e até com o ministro do STF Alexandre de Moraes”.


Vorcaro voltou a ser preso pela PF


A PF prendeu Vorcaro na última quarta-feira, 4, na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de irregularidades na gestão do banco.


Essa nova fase investiga a invasão de dispositivos informáticos praticada por uma organização criminosa ligada a Vorcaro e outros aliados dele, conforme a PF. Também estão sob apuração os crimes de ameaça, corrupção e lavagem de dinheiro.


A defesa de Vorcaro afirmou que o banqueiro colaborou “de forma transparente com as investigações desde o início, e jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça”.

Encerramento ontem BDM

 *Encerramento das transmissões do BDM Online*


_A guerra no Irã atingiu o mercado com força nesta semana. Mas não dá para dizer que o ataque foi uma surpresa, já que Donald Trump fez diversos avisos nas semanas anteriores e praticamente telegrafou o início do conflito nas declarações que deu na 6ªF passada. O que realmente ninguém esperava era um payroll tão negativo, com fechamento de 92 mil vagas em fevereiro. O cenário está se tornando desafiador para o Fed, que precisa escolher se vai priorizar a recuperação do emprego ou o controle da inflação, que já é resiliente e ameaça voltar a subir, na esteira da disparada do petróleo. Por aqui, as chances de o Copom começar a aliviar a Selic com um corte de 0,5 ponto no próximo dia 18 praticamente estão enterradas. Tudo indica que a guerra continuará até lá e o petróleo passará facilmente dos US$ 100 o barril na próxima semana. Resta saber se o Copom ainda vai manter a palavra e garantir pelo menos uma redução de 0,25 pp nesse cenário que não estava no preço em janeiro, quando o BC prometeu afrouxar a Selic. O BDM Online entra agora em esquema de plantão para notícias extraordinárias e voltará a ser atualizado normalmente na 2ªF, às 7h. Bom fim de semana!_

Recomendação dos gestores

https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/03/06/bolsa-ntn-b-longa-e-fundos-de-crdito-estruturados-entre-as-preferncias-dos-gestores.ghtml


*Bolsa, NTN-B longa e fundos de crédito estruturados entre as preferências dos gestores*


_Ativos são alternativa para cenário global marcado por tensões geopolíticas e incertezas econômicas derivadas da guerra no Irã_


Por Adriana Cotias, Valor — São Paulo


Em um cenário global marcado por tensões geopolíticas e incertezas econômicas derivadas da guerra no Irã, gestores de recursos apontaram as suas preferências de alocação, ao participarem de evento da Fami Capital nesta sexta-feira, 6.


Bruno Funchal, ex-secretário do Tesouro Nacional e hoje à frente da Bradesco Asset Management, disse ver muito valor das Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B) indexadas à inflação "bem longas", com vencimento em 2050 para frente. "Se não for agora [a redução do prêmio de juros e consequente valorização do papel] vai ser depois", afirmou.


Com as taxas travadas acima de 7% ao ano, qualquer diminuição da taxa real pode trazer um ganho de capital expressivo, argumentou. "Se voltar de 7% para 4% já é um caminhão de dinheiro." Na bolsa brasileira, ele apontou que vale a pena ter dinheiro em bons gestores que podem se apropriar de papéis que estão ainda baratos.


A bolsa brasileira passou muito tempo "esmagada" e está vivendo o começo de um longo "reprice" (reavaliação), segundo Guilherme Abbud, CEO da Persevera. "Obviamente que não é assim [em linha ascendente], é cheio de vai-e-volta, mas que a gente acha que vai durar alguns anos."


Walter Maciel, CEO da AZ Quest, sugeriu um bom colchão em títulos isentos para colocar uma fatia de 15% a 20% do patrimônio em bolsa, em empresas que tenham "beta" grande, com potencial de valorização acima da média do mercado, "se o Brasil virar". 


"Eu sou construtivo com bolsa brasileira e com as eleições e as ações estão muito barata", disse Maciel, sinalizando a crença de que um nome mais comprometido com o equilíbrio fiscal tenha chances de vencer a sucessão presidencial. "Petrobrás, Banco do Brasil, por motivos óbvios, são estatais; a XP, a B3, que vão pegar uma maior profundidade no mercado financeiro, Localiza, que vai ter um custo operacional muito menor", listou. O executivo observou que Vale, uma das preferidas do capital estrangeiro, teve um desempenho quatro vezes maior que o Ibovespa nos últimos oito meses. 


"O dinheiro que entrou na bolsa foi só de gringo e ele entra nas 'blue chips' [nas empresas de maior capitalização na ]", afirmou Maciel. Ele acrescentou que as menores seguem extremamente descontadas.


Alexandre Cruz, CEO da JiveMauá, disse que o ativo no qual não está hoje é no crédito "high grade" isento, de melhor qualidade, que esteja abaixo do CDI só porque não paga imposto. "Não vale o prêmio porque o juro é alto há muito tempo", afirmou. "Se você não vai receber um prêmio acima do CDI e está abrindo mão de liquidez, emprestando dinheiro até 2038 por uma empresa que não sei se vai ser afetada pela IA [inteligência artificial], e esse é o dinheiro mais seguro que você tem... eu não estou colocando meu dinheiro de renda fixa em incentivadas em que o spread esteja para baixo."


Mesmo na hipótese de a guerra durar mais tempo e os preços do petróleo permanecerem altos, bagunçando o quadro macroeconômico global, Cruz acha que a Selic vai na direção dos 12% ao ano, dos 15% atuais, porque nas contas do mercado o intervalo da meta de inflação será atingido. Ele prefere fundos estruturados e de retorno absoluto, emprestando para empresas que tenham boas razões para tomar dinheiro pagando um prêmio acima do CDI. "Fundo estruturado é um fundo que seleciona empresas que têm margem grande e que têm uma razão para alongar a dívida, está trocando uma dívida que não consegue pagar pelo prazo."


Cruz disse também estar com uma série de fundos imobiliários na carteira porque à medida que o BC baixar um pouco os juros, eles vão pegar um período muito bom de financiamento de produtos ligados à logística, ao comércio eletrônico até aqueles que ficaram mais de lado como residencial e de lajes corporativas.


Maciel, da AZ Quest, acrescentou que a infraestrutura ligada à Inteligência Artificial tende a trazer bons resultados. Abud, da Persevera, por sua vez, disse valer ter uma parcela, mínima que seja, em bitcoin. "Tenha um pouquinho. Vai que é verdade que esse ativo vai revolucionar o mercado monetário."

Alexandre de Moraes nega

 *STF/MORAES NEGA DIÁLOGO COM VORCARO E AFIRMA QUE MENSAGENS*


PERTENCEM A PASTAS ALHEIAS

19:13 06/03/2026


Por Carolina Brígido, do Estadão

Brasília, 06/03/2026 - A Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal divulgou nota a pedido do ministro Alexandre de Moraes nesta sexta-feira, 6, para negar que as mensagens detectadas no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, se refiram a conversas com o ministro.


Segundo a nota, uma análise técnica realizada nos dados telemáticos do banqueiro constatou que "as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 (dia em que Vorcaro foi preso pela primeira vez) não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos".


"No conteúdo extraído do celular do executivo pelos investigadores, os prints dessas mensagens enviadas por Vorcaro estão vinculadas a pastas de outras pessoas de sua lista de contatos e não constam como direcionadas ao ministro Alexandre de Moraes".


A nota também afirma que o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.


Ainda segundo a nota, a mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de Vorcaro, o autor dos prints. "Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes", diz o texto.


Ao fim da nota, o STF informa que não vai mencionar os nomes e contatos das pessoas vinculadas aos respectivos arquivos "em virtude do sigilo decretado pelo ministro André Mendonça". E garante que o conteúdo consta do arquivo que a CPI do INSS "dispo-nibilizou para toda a imprensa".


*Veja a íntegra da nota de Moraes:*


"A Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal, por solicitação do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, informa:


Análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS, constatou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos.


No conteúdo extraído do celular do executivo pelos investigadores, os prints dessas mensagens enviadas por Vorcaro estão vinculadas a pastas de outras pessoas de sua lista de contatos e não constam como direcionadas ao ministro Alexandre de Moraes.

Malu Gaspar

 🚔 *Malu Gaspar: Vorcaro falou a Moraes sobre salvar Master no dia em que foi preso em 2025*


Troca de mensagens entre eles durou todo o dia da prisão e mencionava a necessidade de ‘entrar no circuito do processo’


Mensagens obtidas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, revelam uma intensa comunicação com o ministro Alexandre de Moraes no dia 17 de novembro de 2025, data em que o banqueiro foi preso. As mensagens indicam que Vorcaro prestava contas sobre a venda do banco e buscava informações sobre um inquérito sigiloso.


*Negociações*: Vorcaro relatou pressa para antecipar a venda do Master para o grupo Fictor, mencionando que fez o possível para "salvar" o negócio diante da situação.


*Processo Sigiloso*: O executivo demonstrou preocupação com vazamentos que poderiam afetar o caso e perguntou diretamente ao ministro: "Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?".


*Modo de envio*: Para evitar registros, ambos escreviam em blocos de notas, tiravam prints e enviavam como imagens de visualização única. Por isso, as respostas de Moraes não foram recuperadas, apenas as mensagens enviadas por Vorcaro que ficaram salvas como notas no aparelho.


*Cronologia e Estratégia*


A PF aponta que Vorcaro teria obtido informações privilegiadas sobre sua ordem de prisão (expedida pela 10ª Vara Federal de Brasília) através de acessos ilegais ao sistema da corporação. Ele teria tentado usar a imprensa para tornar o inquérito público e, assim, protocolar uma petição para evitar a detenção, que ocorreu pouco depois de seu último contato com Moraes, no Aeroporto de Guarulhos.


*Relações Profissionais*


A reportagem relembra que, em janeiro de 2024, o Banco Master contratou o escritório Barci de Moraes, composto pela esposa e filhos do ministro, com honorários previstos de R$ 3,6 milhões mensais por três anos. O contrato visava a defesa de interesses do banco perante órgãos como o Banco Central e o Cade, embora a atuação efetiva da banca nesses órgãos seja desconhecida.


*Manifestações*


Alexandre de Moraes: Negou ter recebido as mensagens e classificou as informações como "ilação mentirosa" para atacar o STF.


Defesa de Vorcaro: Optou por não comentar o caso.


*Texto com IA*


*Materia completa*: https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2026/03/vorcaro-falou-a-alexandre-de-moraes-sobre-salvar-master-no-dia-em-que-foi-preso-em-2025.ghtml

Joaquim Barbosa

 Quando em julho de 2014 o então Ministro Joaquim Barbosa, na época Presidente do STF, desligou-se a corte e se aposentou, ninguém entendeu....