sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Alexandre Manoel


 Liquidez, produtividade e formalização caminham juntas


O Valor publicou hoje (2/1/2026) uma análise que escrevi sobre o saque-aniversário do FGTS. Ao restringir o acesso à liquidez do trabalhador formal, perde-se um instrumento que ajudava a reduzir informalidade, rotatividade e distorções no mercado de trabalho.

Vale a reflexão: políticas que retiram liberdade econômica tendem mesmo a proteger o trabalhador?




https://lnkd.in/dmF-jrFC

Guia para PHD

 


O doutorado nunca foi uma qualificação única e homogênea. Seu significado varia entre países, sistemas educacionais e instituições. Além disso, o seu conceito está em constante evolução à medida que práticas de pesquisa, financiamento e trajetórias profissionais se transformam.


Historicamente associado às carreiras acadêmicas, o doutorado hoje já não pode ser compreendido como um “passaporte” automático para a universidade. Cada vez mais, ele representa um período exigente de formação avançada, que combina pesquisa original com o desenvolvimento de competências transferíveis, tais como comunicação, ética, trabalho em equipe, gestão de projetos e pensamento crítico.

O desafio central, como aponta este editorial, é manter o equilíbrio, ou seja, ampliar a formação sem esvaziar o seu núcleo que é a construção da autonomia intelectual e da capacidade de produzir conhecimento novo.

Em um contexto de expansão do número de doutores e de restrição de empregos acadêmicos, talvez a pergunta mais honesta não seja apenas o que é um doutorado, mas para o que ele forma e como podemos ser mais transparentes sobre isso com quem escolhe esse caminho.

Gleen Greenwald

 O herói mais amado da esquerda -- Rei Xandão -- vive a vida de um oligarca e de um rei: graças aos milhões e milhões de reais que agora chegam à conta de sua esposa, o que, em grande parte, só começou depois que ele obteve poder no STF.

E, por uma enorme coincidência, o banco corrupto que era o maior cliente da esposa de Moraes -- que assinou um contrato absurdo para pagar à empresa de sua esposa e filhos R$ 129 milhões -- estava hospedando Moraes em uma festa privada só para homens na mansão de R$ 36 milhões de Daniel Vorcaro, e agora está recebendo um tratamento extremamente favorável e estranho por parte do STF. A esquerda "socialista" que odeia oligarcas e desigualdade fala: a família Moraes merece isso! Deixa eles em paz com sua nova e imensa riqueza, vcs lavajatistas e fascistas!💰💰💰💰 (Não se esqueça do querido advogado petista que representa o Banco Master, , que viajou em um jato particular "emprestado" com Dias Toffoli -- para assistir ao jogo do seu time de futebol favorito no Peru --, poucos dias antes de este conceder uma grande vitória ao banco, colocando todo o caso sob "sigilo absoluto").

Matemática x inutilidades

 


Ao observar o gráfico que relaciona desempenho médio em matemática na educação básica com PIB per capita, fica evidente uma verdade incômoda: países ricos não são ricos por acaso. Existe uma correlação direta entre domínio matemático da população e capacidade de gerar riqueza sustentável.

Os países posicionados no quadrante superior direito — onde coexistem altas notas em matemática e alto PIB per capita — não chegaram ali por assistencialismo, subsídios pontuais ou políticas populistas. Chegaram porque, ao longo de décadas, investiram pesado na educação básica, especialmente em matemática, lógica, abstração e resolução de problemas. Esses países formam cidadãos capazes de pensar, planejar, projetar, inovar e tomar decisões baseadas em dados.

Matemática não é apenas sobre números. É sobre raciocínio estruturado, capacidade analítica, previsibilidade, engenharia, ciência, tecnologia, produtividade e competitividade global. Economias modernas não crescem com discursos, crescem com capital humano bem formado.

O gráfico também deixa claro que transferência de renda sem formação intelectual não gera riqueza per capita. Países que permanecem no quadrante inferior esquerdo mostram que, sem uma base educacional sólida, o crescimento é limitado, frágil e dependente de fatores externos.

Existem exceções aparentes, como Emirados Árabes Unidos e Catar, que apresentam alto PIB per capita apesar de desempenho educacional modesto. Mas essas nações não são referência estrutural, pois sua riqueza deriva majoritariamente de recursos naturais escassos e não replicáveis, como o petróleo. Esse modelo não cria conhecimento, não escala inovação e não é sustentável no longo prazo.

O Brasil aparece abaixo da média da OCDE em matemática e, não por coincidência, distante dos países mais prósperos. Se quisermos competir globalmente, aumentar produtividade e gerar riqueza per capita real, não há atalhos: o caminho passa obrigatoriamente pela educação básica de qualidade, com matemática no centro da estratégia.

Nenhuma nação ficou rica distribuindo dinheiro. As nações que prosperam distribuem conhecimento.

Quem é quem na fila do pão

 Vivemos num país mto complexo.


A narrativa sempre predomina, diante da preguiça mental de muitos ou dos interesses em jogo.

O advento de mais um escandalo colossal na República, do banco Master (ou "lavanderia", o nome que quiseres dar), coloca em evidências vários nomes da vida pública brasileira (ou não, mas em maioria, com costas quentes de alguém).

O mesmo podemos dizer de mais um escândalo, o da "tungada" sobre os parcos recursos dos aposentados do INSS. Em ambos, operações escusas, ilegais, sem a mínima ética.

No caso assalto aos recursos dos aposentados do INSS, achar que as digitais do Lula não se fazem presentes é, no mínimo, se negar a enxergar a realidade. É o filho do Lula, o "Lulinha", indo para Portugal por seis acasiões, bancado pelo "careca do INSS", assim como recebendo uma indecente mesada de R$ 300 mil. E o cara não estão nem aí para se defender. Aperta um fod....-se e vamos em frente.

E o que dizer do irmão do Lula, o tal Frei Chico, também envolvido nestas sacanagens....??? Para ambos, na CPMI do Senado sobre o caso, a bancada do PT evitou que estes fossem convocados ! Há defesa neste caso, ou apenas o encobrimento de falcatruas?

O mesmo se pode dizer das escândalo do Banco Master, onde desponta, chantageando e ameaçando, o outro careca, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, indo em cima dos diretores do BCB para não liquidar o bancão do Vorcaro. Isso porque sua digníssima esposa possui um "caso" de módicos R$ 129 milhões com no banco. E me vem o presidente da PGR, o tal Gonet, argumentando que isso não configura "conflito de interesse"!! Onde foi que as pessoas se perderam na fila do pão???

É tanto cinismo, tanta cara de pau, tanta desfaçatez, tanto descadamento, que os brasileiros de bem, nada a ver com esta polarização inventada, começam a se perguntar: estão me fazendo de otário a sustentar estas narrativas?

Claro que sim. Muitos já desistiram e tocam suas vidas em paralelo, mas tudo se torna mais difícil para todos, num ambiente distópico e picaresco como este que vivemos. Cadê a ética, cadê a segurança jurídica, cadê a VERDADE?? Este governo está preocupado com isso? E ainda tem gente gritando histérica "FORA BOLSONARO".

Pelo amor de Deu...

Tá difícil amigos... 🤢

Eli Moreno (https://www.linkedin.com/in/eli-moreno)

 Caso Master

QUANDO INVESTIGADOR E JUIZ SE CONFUNDEM
Dias Toffoli não se contenta em ser o relator do caso Master, conduz e direciona os depoimentos de envolvidos e coloca a autoridade monetária no banco dos réus.

Conteúdos adaptados de Estadão e O Globo
A pedido do ministro do STF, a Polícia Federal ouviu Daniel Vorcaro, dono do Master, o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e o diretor do Banco Central, Ailton de Aquino, que foi dispensado da oitiva. Foram quase oito horas entre a coleta dos depoimentos e a acareação dos dois investigados.
Antes do início dos depoimentos, a delegada da Polícia Federal Janaína Palazzo e o juiz auxiliar Carlos Vieira Von Adamek se desentenderam sobre a condução do ato processual, quando a delegada da PF buscava autonomia para fazer os questionamentos que julgava adequados. No entanto, Adamek buscava direcionamento nas perguntas, seguindo um roteiro produzido por Dias Toffoli. Frente a resistência de Palazzo, Adamek ligou para o ministro que prontamente determinou que os depoimentos seguissem o roteiro por ele definido, cerceando a liberdade plena de investigação da PF.
Na visão de pessoas envolvidas no processo, o direcionamento de Toffoli configuram uma inversão da ordem jurídica, já que o próprio ministro passou a conduzir as investigações, passando por cima da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Restam, então, conhecer os efeitos do direcionamento, do quanto atendeu aos interesses do ministro investigador e do quanto a PF deixou de cumprir o seu papel na investigação.
Segundo o Globo, Toffoli orientou Adamek para que o banqueiro Vorcaro avaliasse a atuação do Banco Central, com objetivo de “AVALIAR a eficácia da supervisão do BC”, a “tempestividade de sua atuação” e verificar “se houve demora injustificada do regulador que permitiu a continuidade da fraude”. Uma clara inversão de propósito, visto que não é o Banco Central o agente investigado e sim Vorcaro, na condição de gestor do Banco Master.

Só depois de dar a Vorcaro a chance de avaliar a atuação do BC é que Toffoli passa às perguntas voltadas aos detalhes da fraude financeira para simular a concessão dos créditos vendidos ao BRB.
Em outro trecho, Vorcaro foi indagado se o BC alertou o BRB sobre as primeiras evidências de falta de lastro nas carteiras de crédito oferecidas pelo Master e se o regulador “falhou em seu dever de supervisão prudencial”. Um claro interesse de encontrar irregularidades na conduta do Banco Central, visto que valoriza mais a AVALIAÇÃO de Vorcaro do que as informações já prestadas ao TCU e ao próprio STF.

O BC investigado, Vorcaro como avaliador das condutas.

O alívio nas NTN-Bs ficou para trás- Valor

  O alívio nas NTN-Bs ficou para trás- Valor




Em dezembro, taxas reais ultralongas chegaram a operar abaixo de 7%, mas foram afetadas pela piora na percepção de risco político com entrada de Flávio Bolsonaro na corrida pelo Planalto


s taxas das voltaram a subir após um breve alívio no início de dezembro. elevando os prêmios de risco e empurrando as taxas de longo prazo novamente para cima do patamar de 7%.


Cenário das Taxas


Curto e Médio Prazo: As taxas de médio prazo ainda orbitam os 7,5%. A NTN-B 2030, por exemplo, encerrou o período em 7,738%.


Longo Prazo: O papel para 2055, que chegou a testar 6,9%, fechou dezembro em 7,134%.


Movimento de Curva: O mercado apresentou um aumento da inclinação (steepening), com investidores adotando posturas defensivas nos vencimentos longos devido à sensibilidade a questões políticas.


Visão das Instituições Financeiras


Apesar da volatilidade, grandes casas de investimento mantêm uma visão construtiva, enxergando as taxas atuais como "excessivamente elevadas" e atrativas para o longo prazo:


UBS Wealth Management: Considera os títulos atraentes para preservação de patrimônio. O estrategista Ronaldo Patah recomenda papéis com vencimento em 2035, visando uma duration acima do índice de referência (IMA-B).


BTG Pactual: Mantém aposta em títulos com vencimento superior a sete anos. João Scandiuzzi destaca que o patamar de IPCA + 7,5% está muito acima do juro real neutro, prevendo uma trajetória de queda ao longo de 2026.

Paulo Baia

 Encontrei, no fim da tarde, em Copacabana, um velho conhecido. Um homem de cerca de cinquenta anos, advogado, professor universitário, inte...