A Comissão de Valores Mobiliários vai julgar em 11 de julho os ex-presidentes da Petrobrás Graças Foster e José Sérgio Gabrielli por supostas irregularidades na condução da oferta pública de ações da estatal que levantou 69,9 bilhões de dólares em 2010, informa o Estadão.

Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
segunda-feira, 12 de junho de 2017
domingo, 11 de junho de 2017
Opiniões: melhor tê-las....
Acho engraçado agora as pessoas estarem tão preocupadas em pegar o Temer. Praticamente morto politicamente, pelos eventos recentes, será ruim se ele continuar até 2018. No entanto me intriga a sanha por acabar com o seu governo.
Sou economista e sim, sei q a sua gestão foi a melhor em 14 anos, depois da enganação da gestão do lulo-petismo e da "gerentona" Dilma. Nestes, seus objetivos no poder foram praticar muito populismo e montar os maiores dutos de corrupção da história republicana. Com Temer, reformas estruturais, essenciais, foram colocadas na agenda, assim como mudanças de regimes tentados. O BNDES, o BB, a Petrobras passaram por revoluções gerenciais. A inflação esta em 3,6% e o juro Selic rumo a 8,5%. Claro q nada disso tem a menor importância. Importante é saber q Temer foi pego em gravações pouco republicanas com um patife q prosperou, no seu Império de carne, no ciclo petista. Por que ele não tentou pegar o Lula???
Favores, muitos favores devidos. Simples assim. Claro q a escandalosa decisão do TSE chocou, mas sofismas por sofismas, todos continuam mentindo descaradamente sobre tudo. Por que o Lula, considerado capo, chefe de toda esta quadrilha q se espalhou por este Brasil, continua solto? Até acho saudável uma eleição direta antecipada, mas antes prendam o Lula e joguem todos os quadrilheiros do PT e correlatos na cadeia....Uma Refundação da República se faz urgente....
Sou economista e sim, sei q a sua gestão foi a melhor em 14 anos, depois da enganação da gestão do lulo-petismo e da "gerentona" Dilma. Nestes, seus objetivos no poder foram praticar muito populismo e montar os maiores dutos de corrupção da história republicana. Com Temer, reformas estruturais, essenciais, foram colocadas na agenda, assim como mudanças de regimes tentados. O BNDES, o BB, a Petrobras passaram por revoluções gerenciais. A inflação esta em 3,6% e o juro Selic rumo a 8,5%. Claro q nada disso tem a menor importância. Importante é saber q Temer foi pego em gravações pouco republicanas com um patife q prosperou, no seu Império de carne, no ciclo petista. Por que ele não tentou pegar o Lula???
Favores, muitos favores devidos. Simples assim. Claro q a escandalosa decisão do TSE chocou, mas sofismas por sofismas, todos continuam mentindo descaradamente sobre tudo. Por que o Lula, considerado capo, chefe de toda esta quadrilha q se espalhou por este Brasil, continua solto? Até acho saudável uma eleição direta antecipada, mas antes prendam o Lula e joguem todos os quadrilheiros do PT e correlatos na cadeia....Uma Refundação da República se faz urgente....
Despedidas (9)
Nos tivemos de mudar muitas coisas de nossos hábitos para a transição de Lisboa para cá. Em Portugal, o lazer principal era comer e viajar (na verdade, era cuidar e brincar com, as crianças, e isso continua sendo a principal atividade, cá como lá). Aqui, como ja falei antes, as prioridades são outras. Há muito o que fazer que não havia em Portugal (para ser justo, não ha’ em lugar algum, pelo menos não no volume que se tem aqui), mas comer e viajar não são comparáveis. Também já comentei em algum lugar que Manhattan e’ peculiar por que nao tem um centro em nenhum sentido. A vida urbana e’ construída em sub áreas do espaço, não propriamente bairros, mas que sao separados por alguma linha que, apesar de invisível, todo mundo conhece. Dentro de cada uma dessas areas ha’ praticamente tudo, com poucas exceções (por exemplo, os grandes museus, o distrito teatral, etc). Mas nao e’ apenas o pequeno comercio que se espalha por essas áreas, como em qualquer outra cidade, mas sao também muitas formas de lazer, restaurantes, etc. Ha’ restaurantes famosos e ha, mais que em qualquer outro lugar, as grandes cadeias, do MacDonald’s ao Red Lobster, muitas, fazendo todo tipo de comida. Mas voce tem a sua volta bons lugares, a precos normais (nao turísticos), que sao conhecidos pelos moradores da area, mas que praticamente nao sao frequentados por mais ninguém. Nos nos adaptamos sem grande dificuldade a essa geografia. Ha’ um numero enorme de pizzarias aqui em volta, como em toda a ilha. Como a comunidade de emigrantes italianos e descendentes e’ muito grande, as pizzas tendem a ser boas (em Portugal tinhamos muita saudade de pizzas melhorzinhas: ha’ poucos italianos, o pessoal que faz pizza parece ter aprendido pelo google). Mas alguns lugares sao muito bons. Aqui perto de casa, na Primeira com 74, ha’ uma chamada Numero 28, que faz uma pizza branca (sem molho de tomate) trufada que e’ um delirio, pelo gusto e pelo perfume do azeite trufado. As outras sao boas tambem, mas a de trufas e’ o nosso pedido de sempre. Mais perto ainda, na Segunda com 65, ha’ um restaurante italiano muito bom tambem, chamado Mediterraneo, que serve entre as entradas uma polenta com pesto que nos reconciliaria com a vida, tivessemos nos alguma queixa mais seria. O resto do cardapio e’ muito bom, mas depois da polenta com pesto, a gente aceitaria qualquer coisa. Nos ainda nao nos conformamos com a perda do lugar a que iamos muito, a duas quadras de casa, chamado Bistrot 61, na Primeira com (pois e’) 61, onde se comia mexilhoes com fritas deliciosos, alem de um hamburger Rossini (com um pedaco de escalope de foie gras por cima) magnifico. Em todos esses lugares se e’ (ou era, no caso do 61) atendido por jovens estudantes muito simpaticos. Nosso consume mais frequente acaba sendo comida vietnamita, no Spicy Saigon, na Primeira com 67, um bistrot operado por uma familia vietnamita, com comida deliciosa e precos muito baixos. A poucas quadras de casa ha’ ainda um classico local que frequent ha’, literalmente, decadas, o Burger Heaven, onde se come um cheeseburger ao modo tradicional, acompanhado de batatas fritas, cole slaw e pickles de pepino. Rarissimas vezes, nesses dois anos, comemos fora desse perimetro. Uma ou outra vez para visitar algum lugar muito tradicional, como Oyster Bar, na Grand Central, mais pelo folklore do que realmente pela comida. Ha’ muitos outros lugares em volta, servindo sushis, comida Indiana, e outras mais incomuns, como persa, afghan, cambodjana, e por ai vai. Mas eu confesso que meu gusto pelo exotico e’ limitado, ao contrario do resto da familia. Esses lugares “de bairro” tem sempre precos melhores (mas e’ sempre preciso tomar cuidado com o vinho, que muitas vezes dobra a conta, e se lembrar que ha’ tambem o imposto, cerca de 8% e a gorjeta, mais 17%, que nao estao incluidos no precos do cardapio). Mas ha’ outra alternativa, muitas vezes mais interessante, para quem passa temporadas mais longas, os lugares onde se pode comprar coisas para comer em casa (da’ para comer em hoteis tambem, com certeza), mas a esses eu volto depois.
Despedidas (8)
Nós nos limitamos principalmente a restaurantes da vizinhança, com uma ou outra incursão em algum lugar alem das fronteiras do upper east side. Mas uma alternativa que usamos muito nesses dois anos é a visita a “mercearias” (no final e’ o que são) onde se pode comprar coisas diferentes e levar para casa. Para nos, essa é uma tradição antiga, vinda do nosso primeiro periodo aqui, quando os meios eram limitados (a bolsa do CNPq e a remessa do salário da UFF que a inflação dos anos 80 levou uma vez a US$ 25!). Naquela época, as quintas feiras (quando assistíamos The Cosby Show e depois Cheers), nos comprávamos um espumante espanhol (champanhe francesa estava obviamente fora do mapa das possibilidades de consumo), uns vidrinhos de fake caviar (as ovas de lump fish que o pessoal tinge de negro para parecer os filhinhos do esturjão) e fazíamos festas. Aos sábados, alugávamos um video player (depois acabamos comprando um), e dois filmes, que vamos com os amigos (e vizinhos de campus housing) na noite de sábado para domingo. Agora, felizmente, apesar do champagne de verdade continuar esperando ocasiões especiais, o fake caviar pelo menos dá lugar a outras coisas, que, em NY, são fáceis de encontrar, em variedade inimimaginá
vel. Há muitos provedores dessas frescurinhas espalhados pela ilha. Aqui mesmo, ao lado de casa, temos um supermercado dedicado a frescurinhas, o Gourmet Garage, onde compramos queijos de todo lugar e outras coisas. A algumas quadras de casa há um mercado dedicado a comidas e ingredientes japoneses (a dificuldade e’ que 90% do que esta’ exposto esta’ identificado apenas em japonês). As coisas não são propriamente baratas, mas comprar para levar para casa (e’ mais confortável que picnics) e’ possível se fazer uma peregrinação por comidas incomuns sem grandes percalços. E’ claro que isso é possível fazer em muitos outros lugares, mas em Paris, acaba-se comprando coisas francesas, em Portugal as portuguesas, e assim por diante. Aqui se compra as francesas, as portuguesas, as italianas, tudo junto ou separado, como se queira.
Atraves dos anos, para nos, o melhor lugar para fazer isso se chama Zabar’s, na Broadway com 82 ou 83. Pode soar esnobe, mas e’ preguiça mesmo, como desta vez estamos do lado leste, ao invés do oeste onde fica o Zabar’s, nao fomos nem uma vez ali, mas quem passar por aqui e estiver por ali (e’ na altura do Museu de Historia Natural), tem de dar uma passada la’. Pode-se comprar qualquer coisa para combinar depois. Pra quem for mais preguiçoso, eles abriram ha’ alguns anos uma lanchonete também onde se pode comer algumas coisas simples mas sensacionais.
Mas o Zabar’s ficou fora da nossa área geográfica, por isso e’ memória mais do que experiência, não temos do que nos despedir desta vez. Mas estamos nos despedindo de dois outros lugares que talvez nao sejam tao bons quando o Zabar’s (ou, quem sabe, sao), e que frequentamos mais. Um se chama Le District, fica no Brookfield Place, ao lado do World Trade Center. E’ uma mistura de restaurante informal, onde se come em balcões, nao em mesas, de tudo, de ostras, uma especialidade novayorkina historica, a steaks em que se escolhe a carne no acougue que eles mantém e eles churrasqueiam ali ao seu lado. Mas alem disso, tem varios balcoes com paes, queijos, patisserie e, o nosso preferido, o de patês e terrinas. Ha’ dois dias comemos uma terrina de galinha de angola que compramos la’ que e’ uma delicia. Outro lugar ótimo para se comprar coisas assim, e’ o Dean and Deluca. Ha’ varios espalhados pela ilha. Nos vamos com mais frequencia a uma na esquina da Maddison com 85, porque e’ bem na saída do Metropolitan, muito conveniente, mas a melhor e’ na Prince Street, no Soho. Com o tempo vai-se conhecendo coisinhas que são melhores aqui do que ali, como o roastbeef que se compra no Food Emporium da Terceira com 69, que e’ preparado ali mesmo, delicioso para quem gosta dessas coisas (como eu, Fernanda nao e’ muito chegada). Do Le District ainda vamos nos despedir mais uma ou duas vezes no mes que nos resta, com certeza. Do Dean and Deluca também, afinal e’ logo ali.
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