Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
Call Matinal JHN Consulting 1802
CALL MATINAL
18/02/2025
Julio Hegedus Netto, economista
MERCADOS EM GERAL
FECHAMENTO (17/02)
MERCADOS
O Ibovespa, na segunda-feira (16) avançou 0,26%, a 128.552 pontos. Já o dólar subiu 0,29%, a R$ 5,712. No acumulado do ano, acumula baixa de 7,57%. Um dos motivos para essa forte desvalorização foi a reação “exagerada” dos investidores no mercado de câmbio na reta final de 2024. A expectativa de um novo governo Trump, nos EUA, e a incerteza sobre o cumprimento do arcabouço fiscal no cenário doméstico impulsionaram o dólar ao nível acima de R$ 6.
PRINCIPAIS MERCADOS, 7h00
EUA
Dow Jones Futuro, +0,12%
S&P 500 Futuro, +0,28%
Nasdaq Futuro, +0,42%
Ásia-Pacífico
Shanghai SE (China), -0,93%
Nikkei (Japão), +0,25%
Hang Seng Index (Hong Kong), +1,59%
Kospi (Coreia do Sul), +0,63%
ASX 200 (Austrália), -0,66%
Europa
FTSE 100 (Reino Unido), -0,01%
DAX (Alemanha), -0,05%
CAC 40 (França), -0,06%
FTSE MIB (Itália), +0,47%
STOXX 600, +0,05%
Commodities
Petróleo WTI, +0,98%, a US$ 71,43 o barril
Petróleo Brent, +0,23%, a US$ 75,39 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +2,51%, a 818 iuanes (US$ 112,77)
NO DIA, 1802
Uma agenda fraca, nos EUA e no Brasil. Hoje acontece a reunião entre Rússia e EUA na Arábia Saudita para discutir o fim da guerra na Ucrânia. Zelensky está fora, não foi convidado, e já disse que não aceitará o resultado dessas negociações, enquanto os países da UE ameaçam sanções a Moscou, com pressão sobre o petróleo.
Depois do feriado do Dia do Presidente, NY volta hoje devolvendo liquidez aos mercados domésticos, que ampliaram as quedas dos juros curtos com o recuo do IBC-Br maior que o esperado em dezembro (+3,8% no ano), o que reduziu as apostas em uma Selic mais elevada. Ainda a ponta longa dos juros caiu repercutindo o call eleitoral que enfraquece Lula para a disputa de 2026. Apesar da desaceleração da atividade, a nova deterioração das expectativas na Focus e o surpreendente salto do IGP-10 de fevereiro mantêm as preocupações inflacionárias.
Julio Hegedus Netto, economista JHN Consulting
Boa terça-feira a todos!
Fernando Schuller
Fernando Schuller
BDM MATINAL RISCALA 1802
*Rosa Riscala: Rússia e EUA discutem fim da guerra na Ucrânia*
… A reunião entre a Rússia e os EUA na Arábia Saudita para discutir o fim da guerra na Ucrânia é o destaque internacional do dia. Zelensky está fora, não foi convidado, e já disse que não aceitará o resultado dessas negociações, enquanto os países da UE ameaçam sanções a Moscou, com pressão sobre o petróleo. NY volta hoje do feriado devolvendo liquidez aos mercados domésticos, que ampliaram as quedas dos juros curtos com o recuo do IBC-Br maior que o esperado em dezembro, o que reduziu as apostas em uma Selic mais elevada. Ainda a ponta longa dos juros caiu repercutindo o call eleitoral que enfraquece Lula para a disputa de 2026. Apesar da desaceleração da atividade, a nova deterioração das expectativas na Focus e o surpreendente salto do IGP-10 de fevereiro mantêm as preocupações inflacionárias.
… A FGV registrou uma escalada dos preços entre 11/1 e 10/2, com um avanço de 0,53% em janeiro para 0,87%, muito acima do teto das estimativas (0,50%). Só nos primeiros dois meses do ano, o IGP-10 acumula alta de 1,40%. Nos últimos 12 meses, de 8,35%.
… Para o economista-chefe da Remessa Online, André Galhardo, esses dados devem repercutir ao longo do primeiro semestre de 2025.
… “O IGP-10 de fevereiro reforça que, a despeito da desaceleração, da valorização cambial, safra recorde e redução dos riscos climáticos, o aumento de preços ao consumidor será um assunto constante nas próximas semanas”, disse ele à Agência Estado.
… Mas, nesta 2ªF, a curva de juros desprezou não só o IGP-10, como também a alta das projeções do IPCA na Focus, com 2025 subindo de 5,58% para 5,60%, e 2026, de 4,30% para 4,35%, priorizando o enfraquecimento da economia como fator deflacionário.
… Pesquisa Broadcast após o IBC-Br mostra que a mediana das estimativas para o PIB/4Tri de 2024 teve redução de 0,5% para 0,4%. Esse nível de moderação, no entanto, é considerado insuficiente para conter a inflação, segundo Carlos Kawall (Oriz Partners).
… “Não estamos em uma situação em que uma desaceleração do crescimento por si só resolva. Seria preciso uma economia se contraindo, o que é diferente. Precisaríamos de uma sucessão de PIBs negativos. Aí sim teremos o fechamento do hiato.”
… Já Nicolas Borsoi (Nova Futura) acredita que a desaceleração vai ser maior do que pensam e que, em algum momento, o mercado deve precificar uma virada de chave do BC, que deve reagir mais à desaceleração da economia do que à desancoragem das expectativas.
… Nos últimos dias, vem crescendo a percepção de que o esfriamento da atividade pode dispensar o Copom de subir a Selic até os 16%, ou mais, como a curva chegou a precificar. A recuperação do câmbio também ajuda nessa equação (leia abaixo).
EFEITO DATAFOLHA – No pano de fundo, investidores ainda festejaram o desgaste de Lula e a chance de ele ficar fora da próxima eleição.
… Causou alívio no mercado financeiro a notícia de que Lula teria dito a pessoas próximas que, a depender de sua condição de saúde, pode não disputar a reeleição (Globo), enquanto Tarcísio já teria admitido que pode disputar 2026, se tiver o apoio de Bolsonaro (CNN).
… Para estrategistas do JP Morgan para a América Latina e Brasil, as pesquisas que mostraram queda de popularidade de Lula levaram os investidores que não têm posições em Brasil a experimentar o chamado “medo de ficar de fora” (Fomo, na sigla em inglês).
… Para o banco, o Brasil é um dos mercados de melhor desempenho, tanto no lado das ações quanto no câmbio.
… “Quando os preços estavam mais baixos do que agora, não havia compradores, mas, à medida que os preços subiam, mais pessoas se interessavam. E isso vem junto com notícias no cenário político, um dos pouquíssimos gatilhos locais.”
… Mas essa reação ainda poderá ter um segundo tempo, se o Planalto for para a ofensiva, com medidas populistas que possam agravar a situação fiscal. O fato de Lula não ter reagido no primeiro dia não quer dizer que tenha desistido.
AGENDA FRACA – A prévia do IPC-Fipe sai às 5h. O BC faz leilão de linha (10h30) de até US$ 3 bi para rolar recompra do mesmo montante que está prevista para 6/3. GPA, Carrefour, Iguatemi e XP soltam balanço após o fechamento.
LÁ FORA – Mais dois integrantes do Fed falam hoje (Mary Daly, às 12h20, e Michael Barr, às 15h), um dia depois de outros colegas deixarem mensagens de cautela, reverberando Powell, que não está com pressa de cortar o juro.
… Michelle Bowman alertou que há riscos de alta para a inflação e defendeu a atual pausa dos Fed funds, assim como Patrick Harker, que projetou que os preços só chegarão à meta de 2% num prazo de dois anos.
… À noite, Christopher Waller também destacou o caráter desigual, acidentado e mais lento do que o esperado do progresso da inflação em direção ao target e disse que, por enquanto, o juro estável é a decisão apropriada.
… Dois dados saem hoje nos EUA: atividade industrial Empire State de fevereiro (10h30) e índice NAHB de confiança das construtoras (12h). Na Alemanha, tem o índice ZEW de expectativas econômicas. Bailey (BoE) fala às 6h30.
PIBINHO – Como se viu, em mais uma prova de que o esfriamento da economia doméstica não dá sinais isolados, mas já é percebido em série, a queda de 0,73% do IBC-Br em dezembro veio pior do que a esperada (-0,4%).
… Foi também a contração mais acentuada no chamado “PIB do BC” desde maio/2023. Alguns economistas apostam na safra recorde de grãos este ano como limitador de qualquer perda mais expressiva do fôlego de crescimento.
… Mas o próprio governo já reconhece que a atividade anda perdendo pique. “Estamos percebendo uma desaceleração, Caged no fim do ano tem apontado para isso”, afirmou o número dois da Fazenda, Dario Durigan.
… Durante participação ontem em evento organizado pela Amcham Brasil, ele confirmou a estimativa da pasta, anunciada semana passada, de expansão de 2,3% do PIB este ano, bem longe do desejo declarado de Lula (3,7%).
… A aposta da Fazenda continua mais otimista do que a do mercado, embora próxima do boletim Focus (2,1%).
… Com a economia pisando no freio, o mercado especula que o Copom pode encurtar o ciclo de aperto monetário, embora Galípolo evite se precipitar e prefira esperar mais para ver se a desaceleração representa tendência.
… O Itaú ainda mantém a perspectiva de Selic terminal em 15,75%, mas admite que o ajuste pode ser interrompido antes por causa da desaceleração maior da atividade ou acomodação do câmbio em um nível mais apreciado.
… Também Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco, afirmou durante o evento promovido pela Amcham nesta 2ªF que “talvez o BC pare um pouco antes” do pico previsto pelo banco, de 15,25%.
… A esperança renovada de que o Copom não vá tão longe na dose de conservadorismo ampliou a queda dos juros futuros, que ainda continuaram queimando prêmios de risco com o call eleitoral da Datafolha da semana passada.
… A perda de capital político de Lula 3 para a reeleição em 2026 fortalece os rumores de que ele possa desistir da candidatura e o vácuo de um sucessor forte da esquerda também redobra a chance de um contra-ataque da direita.
QUEM DÁ MENOS? – Os juros dos DIs curtos fecharam em baixa firme com o IBC-Br enfraquecido e as taxas dos contratos longos refletiram o desgaste de Lula, deixando o Focus e o salto no IGP-10 em segundo plano.
… Na 6ªF, a pesquisa Datafolha saiu na hora do período de formação de preços de ajuste nos DIs (16h10 às 16h20) e ontem os contratos continuaram a reagir ao levantamento, com as taxas fechando perto das mínimas.
… Esse recuo dos rendimentos nas últimas sessões fez com que a curva passasse a precificar uma Selic terminal mais perto de 15% que de 16%.
… No fechamento, o DI Jan/26 baixou a 14,665% (de 14,765% no fechamento anterior); Jan/27, a 14,575% (14,720%); Jan/29, a 14,315% (14,450%); Jan/31, a 14,310% (14,440%); e Jan/33, a 14,250% (14,400%).
… Apesar dos temores com a inflação, a chance de Selic menor ajudou a sustentar o terceiro ganho diário do Ibov, que, na máxima do dia, superou os 129 mil pontos, para depois fechar com alta modesta de 0,26% (128.552,13).
… O volume financeiro somou R$ 18,66 bilhões, em pregão marcado pela ausência dos negócios em NY por causa do feriado do Dia do Presidente nos EUA.
… Cíclicas puxaram a alta, embaladas pelo alívio dos juros futuros com o IBC-Br perdendo velocidade em dezembro. Magazine Luiza subiu 7,86% (R$ 7,96), seguida por Vamos (+5,80%, a R$ 5,29) e CVC (+4,55%, a R$ 2,07).
… Beneficiada pela alta do petróleo (Brent: +0,64%; US$ 75,22) e declarações do presidente Lula no sentido de fortalecer a estatal, Petrobras ON valorizou 1,13% (R$ 41,31) e PN ganhou 0,61% (R$ 37,67).
… “Não tem empresa no mundo mais eficiente que a Petrobras”, disse Lula, no ufanismo que ajudou os comprados.
… Bancos foram bem. BB registrou +1,43% (R$ 29,16); Bradesco ON, +0,27% (R$ 11,14; Bradesco PN, +0,16% (R$ 12,21); Itaú, +0,20% (R$ 34,84); e Santander, +0,19% (R$ 26,69).
… Eletrobras subiu 3,06% (ON) e 2,51% (PNB) com a perspectiva de conciliação com o governo, com relação à representação da União no conselho, aguardada para até a 6ªF.
… Com a negociação, o governo espera aumentar o número de representantes no conselho da ex-estatal.
… Após o fechamento dos mercados, uma fonte do governo informou ao Broadcast que a Eletrobras deve continuar normalmente com a participação em ações da Eletronuclear.
… A Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), que representa a União, detém 64,095% das ações ordinárias da Eletronuclear, enquanto a Eletrobras tem 35,901%.
… Vale caiu 0,54% (R$ 55,37), acompanhando o minério de ferro (-0,92%) em Dalian. JBS (-2,77%; R$ 32,61), Weg (-2,51%; R$ 52,45) e BRF (-2,50%; R$ 19,52) foram os destaques negativos.
… Na contramão dos outros ativos domésticos, o real desvalorizou. Após cair 1,7% na semana passada e fechar abaixo dos R$ 5,70, o dólar à vista terminou em leve alta de 0,29%, a R$ 5,7125.
… Lá fora, o índice DXY ficou estável em 106,732 pontos, num dia de negócios reduzidos. O euro caiu 0,10%, a US$ 1,0485, e a libra avançou 0,31%, a US$ 1,2630. O iene subiu 0,50%, a 151,521/US$, apostando em novas alta do BoJ.
EM TEMPO… RAÍZEN acessará mercado externo com intenção de levantar até US$ 750 milhões, informou o Broadcast. A emissão deve ocorrer nos próximos dias e valor final ainda será definido…
… Recursos devem ser direcionados para gestão do passivo da companhia.
BB SEGURIDADE teve lucro líquido ajustado de R$ 2,173 bilhões no 4Tri24, alta 5,8% na comparação anual. O resultado financeiro caiu 13,3%, para R$ 393 milhões…
… Empresa vai pagar R$ 4,411 bilhões em dividendos, a R$ 2,27 por ação, ex em 21/02.
NEOENERGIA teve lucro líquido de R$ 852 milhões no 4Tri24, queda anual de 12%. Com ajustes, lucro somou R$ 1,387 bilhão, queda anual de 5%. Ebtida somou R$ 3,077 bilhões (+8%) e receita líquida foi de R$ 12,844 bi (+15%).
ENEVA. Segundo trem de GNL entrou em operação comercial na Unidade de Tratamento de Gás Natural do Complexo Parnaíba, em Santo Antônio dos Lopes (MA)…
… Esse segundo trem possui capacidade de liquefação de 300.000 m³/dia de gás natural e, com sua entrada em operação, eleva a capacidade agregada de liquefação da companhia para 600.000m³/dia.
CCR PR VIAS fará 1ª emissão de debêntures simples, de até R$ 1,2 bi. Prazo e remuneração não foram informados.
Bankinter Portugal Matinal 1802
Análise Bankinter Portugal
SESSÃO: Europa subiu ONTEM ca.+0,5% perante a perspetiva de negociações sobre Ucrânia (hoje, reunião EUA/Rússia na Arábia Saudita) e apesar da ausência de Nova Iorque, que HOJE reabre com tom semelhante ao europeu de ontem (futuros ca. +0,3%). Austrália baixou taxas de juros esta madrugada (-25 p.b., até 4,10%), como esperado, e amanhã será a vez da Nova Zelândia, mais agressiva (-50 p.b. até 3,75%)… mas isso deve-se ao facto de estarem acima de 4%, apesar de ter a inflação apenas um pouco acima de +2% (+2,4% e +2,2%, respetivamente). E no Reino Unido (7 h), o Desemprego repetiu em 4,4%, melhor do que o aumento esperado até 4,5%, com Ganhos Pessoais +6% face a uma Inflação de +2,8% (+3,6% Subjacente), melhorando assim o poder de compra real, e isso deverá apoiar um Consumo Privado recentemente fraco (0% no 4T’23 vs. +0,6% no 3T). Finalmente, Harker (Fed Filadélfia) expressou-se hawkish/dovish (duro/suave) para não se comprometer com nada: afirma que não vê nenhum movimento para mudar agora a política monetária, mas que se sente otimista em relação à inflação e que as taxas de juros poderão continuar a baixar a longo prazo. Atitude curiosa que não conta para nada porque ele se vai reformar este ano.
HOJE (10h), teremos o ZEW Sentimento Económico na Alemanha, para o qual se espera uma notável melhoria (20,0 vs. 10,3), que parece um pouco ambiciosa, apesar da macro alemã mais recente ter surpreendido positivamente (PMI Industrial 45,0 vs. 44,1; Exportações +2,9% vs. -0,5%...). Alemanha celebra eleições (domingo, 23) e há uma expetativa um pouco ingénua em relação a um desenvolvimento que mude a direção da economia, mas a governabilidade pode ser endiabrada (CDU 29%, AfD21%, SPD 16%, Verdes 13%...). Cuidado com este assunto.
O importante é a reunião EUA/Rússia, da qual poderá sair qualquer coisa. Contudo, o desenvolvimento racional é que a Rússia pressione bastante, porque os EUA cometeram o erro de começar, oferecendo concessões em troca de nada (consolidar a posse de território invadido pela Rússia, que a Ucrânia não entre na OTAN…) e que a ação bélica russa se intensifique e avance com tudo o que tem (armas e homens), sabendo que é ela quem decide quando, e quase também, como se alcança um cessar-fogo que permita que os egos de Trump e Putin se satisfaçam, embora seja indecentemente. Esperemos que os EUA tenham um plano inesperado que ninguém seja capaz de prever, para que o desenvolvimento não seja como parece. O prático: reduz-se a perceção do prémio de risco por geoestratégia, o que melhora as avaliações das bolsas (mas cuidado, porque não há nada tangível, e muito menos fiável) e dá apoio às empresas de Defesa, ideia que temos vindo a defender.
CONCLUSÃO TELEGRÁFICA: Mercado complacente perante a redução do prémio de risco por geoestratégia devido às conversações com o objetivo de conseguir um cessar-fogo (ou algo que se lhe pareça) na Ucrânia, portanto subidas suaves e desconfiadas (+0,3%?). A vigiar os prováveis aumentos da inflação no Reino Unido (amanhã) e no Japão (sexta-feira),
que poderão frustrar um pouco o otimismo sobre descidas de taxas de juros.
Nova Iorque fechada ontem. ES-50 +0,5% IBEX +0,5% VIX 15,4 Bund 2,48% T-Note 4,51% Spread 2A-10A USA=+24pb B10A: ESP 3,15% PT 2,95% FRA 3,17% ITA 3,55% Euribor 12m2,424% (fut.2,276%) USD 1,047 JPY 158,8 Ouro 2.912$ Brent 75,4$ WTI 71,5$ Bitcoin -0,9% (95.502$) Ether -0,7% (2.667$).
FIM
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
Anderson Nunes
*CONTA DE LUZ E JORNADA DE TRABALHO PRESSIONAM ECONOMIA - MC 23/02/26* *Por Anderson Nunes - Analista Político* O aumento das tarifas de en...
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