Já em campanha, Lula deu o tom da campanha para 2018. Além do processo do triplex, o ex-presidente
Lula,71, ainda responde a outras quatro ações na Justiça, sob acusação de
crimes como corrupção, obstrução de Justiça e lavagem de dinheiro. Um dos processos
está sob a batuta de Moro: Lula é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro de propina da Odebrecht, em caso também investigado na Operação Lava Jato. Segundo o Ministério
Público Federal, o ex-presidente se beneficiou de cerca de R$ 12 milhões em
vantagens indevidas pagas pela empreiteira na compra de um terreno que seria
destinado ao Instituto Lula. O petista nega qualquer acerto ilícito e diz que o
terreno jamais pertenceu ao instituto, mas foi apenas visitado durante a
escolha de um imóvel para a instituição. A ação ainda está em fase de instrução.
Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Mercado financeiro aumenta projeção de déficit nas contas públicas este ano
Instituições financeiras consultadas pelo
Ministério da Fazenda aumentaram a previsão do déficit primário do governo
central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), neste ano, de
R$ 142,051 bilhões para R$ 145,268 bilhões, valor acima da meta do governo de
déficit de R$ 139 bilhões.
A projeção consta da
pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do
Ministério da Fazenda, com base em informações de instituições financeiras do
mercado. O resultado foi divulgado hoje (13). Para 2018, a estimativa de
déficit ficou em R$ 129 bilhões, contra R$ 127,446 bilhões, previstos no mês
passado.
A projeção da
arrecadação das receitas federais, este ano, ficou em R$ 1,340 trilhão, contra
R$ 1,345 trilhão, previsto no mês passado.
A pesquisa apresenta
também a projeção para a dívida bruta do governo geral, que na avaliação das
instituições financeiras, deve ficar em 75,6% do Produto Interno Bruto (PIB),
ante a previsão anterior de 75,47% para este ano. Para 2018, a estimativa foi
ajustada de 78,60% para 78,67% do PIB.
Na Editora Abril, o fim do almoço grátis
Em busca de uma saída para prejuízos sucessivos e uma dívida monstruosa,
a Editora Abril parece ter ouvido o conselho de Jeff Bezos, que – além de criar
a Amazon - fazer o jornalismo se lucrativo mesmo com a internet.
Sem alarde, nos últimos dois meses, a maior editora de revistas do Brasil cortou o almoço grátis e passou a exigir que os leitores paguem pelo conteúdo disponível nos sites de quatro de suas principais publicações.
A iniciativa começou na Quatro Rodas e na Superinteressante entre o fim de maio e começo de junho, e passou a ser adotada nas últimas semanas por Exame e VEJA.com – as duas joias da casa, que somam 16,1 milhões e 17,7 milhões de visitantes únicos por mês, respectivamente.
Agora, 'na faixa', só mesmo o aperitivo: os leitores têm direito a 15 matérias gratuitas por mês – número que deve ser, em breve, reduzido para 10. Para acessar mais conteúdo, precisam pagar uma assinatura: que varia de R$ 10,90 (Superinteressante), VEJA (R$ 19,90) a R$ 29,90 na Exame, com preços promocionais para os três primeiros meses.
“Não só a Abril como todo o mercado trabalhava com uma premissa: 'vou ter muita audiência para, então, vender publicidade'. O modelo era esse. Só que esse modelo não vem se mostrando suficiente para nenhuma operação”, afirma Isabel Amorim, diretora de relacionamento de mercado da Abril.
Sem alarde, nos últimos dois meses, a maior editora de revistas do Brasil cortou o almoço grátis e passou a exigir que os leitores paguem pelo conteúdo disponível nos sites de quatro de suas principais publicações.
A iniciativa começou na Quatro Rodas e na Superinteressante entre o fim de maio e começo de junho, e passou a ser adotada nas últimas semanas por Exame e VEJA.com – as duas joias da casa, que somam 16,1 milhões e 17,7 milhões de visitantes únicos por mês, respectivamente.
Agora, 'na faixa', só mesmo o aperitivo: os leitores têm direito a 15 matérias gratuitas por mês – número que deve ser, em breve, reduzido para 10. Para acessar mais conteúdo, precisam pagar uma assinatura: que varia de R$ 10,90 (Superinteressante), VEJA (R$ 19,90) a R$ 29,90 na Exame, com preços promocionais para os três primeiros meses.
“Não só a Abril como todo o mercado trabalhava com uma premissa: 'vou ter muita audiência para, então, vender publicidade'. O modelo era esse. Só que esse modelo não vem se mostrando suficiente para nenhuma operação”, afirma Isabel Amorim, diretora de relacionamento de mercado da Abril.
Vicente Nunes: Contagem regressiva para a prisão de Lula
O
ex-presidente Lula recebeu a sentença do juiz Sérgio Moro, que o condenou a
nove anos e seis meses de prisão, com a “serenidade de um inocente”, como
relatou Márcio Macedo, um dos vice-presidentes do PT. A descrição está bem ao
gosto dos fregueses, sobretudo daqueles que saíram às ruas para pedir a não
condenação do líder petista. Marketing à parte, o certo é que a sentença de
Moro carimbou em Lula o selo da corrupção. Mesmo ainda não sendo preso por
“prudência” e para evitar “certos traumas”, conforme destacou Moro em sua
sentença, Lula ficou menor. Líder isolado nas pesquisas de intenção de voto
para a Presidência da República, ele carregará, agora, no currículo, o título
de primeiro comandante do país condenado pela Justiça comum. Não é pouca coisa. Lula, como sempre, posará de
vítima. E tentará usar o tempo a seu favor, uma vez que o Tribunal Regional
Federal da 4ª Região (TRF-4), ao qual caberá ratificar ou não a decisão de
Moro, deve demorar cerca de um ano para se posicionar caso mantidos os trâmites
normais. Com isso, a decisão sairia no auge das eleições de 2018.
Itaú cresce em Miami como opção dos brasileiros ao caos no país
O Itaú
Unibanco diz que sua unidade de private banking em Miami está crescendo apesar
da crise política
no país de origem - ou por causa dela. Em cenários ruins, o crescimento acontece pela
diversificação, diz Carlos Constantini, presidente do Itaú U.S., em entrevista
em Miami.
Investidores latino-americanos buscam alternativas para
salvar os fundos; enviar recursos para
o exterior e ter diferentes moedas sempre foi uma alternativa para
diversificar, diz ele. Os ativos do
Itau U.S. quadruplicaram na última década. Agora
administra por volta de US$ 12 bilhões, mais que os US$ 10,8 bilhões do fim do
ano passado, de acordo com uma apresentação do banco.
Para abrir conta no private banking do Itaú em Miami,
clientes brasileiros, geralmente, precisam de pelo menos R$ 5 milhões para
investir, sendo US$ 1 milhão ou mais alocado nos EUA. Bancos privados offshore
crescem em bons e maus cenários, diz Constantini.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Sergio Moro: renovam-se as esperanças
“O sucessivo noticiário negativo em relação a determinados políticos, não somente em relação ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, parece, em regra, ser mais o reflexo do cumprimento pela imprensa do seu dever de noticiar os fatos do que alguma espécie de perseguição política a quem quer que seja. Não há qualquer dúvida de que deve-se tirar a política das páginas policiais, mas isso se resolve tirando o crime da política e não a liberdade da imprensa.”
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