O
ex-presidente Lula recebeu a sentença do juiz Sérgio Moro, que o condenou a
nove anos e seis meses de prisão, com a “serenidade de um inocente”, como
relatou Márcio Macedo, um dos vice-presidentes do PT. A descrição está bem ao
gosto dos fregueses, sobretudo daqueles que saíram às ruas para pedir a não
condenação do líder petista. Marketing à parte, o certo é que a sentença de
Moro carimbou em Lula o selo da corrupção. Mesmo ainda não sendo preso por
“prudência” e para evitar “certos traumas”, conforme destacou Moro em sua
sentença, Lula ficou menor. Líder isolado nas pesquisas de intenção de voto
para a Presidência da República, ele carregará, agora, no currículo, o título
de primeiro comandante do país condenado pela Justiça comum. Não é pouca coisa. Lula, como sempre, posará de
vítima. E tentará usar o tempo a seu favor, uma vez que o Tribunal Regional
Federal da 4ª Região (TRF-4), ao qual caberá ratificar ou não a decisão de
Moro, deve demorar cerca de um ano para se posicionar caso mantidos os trâmites
normais. Com isso, a decisão sairia no auge das eleições de 2018.
Sou Economista com dois mestrados, cursos de especialização e em Doutoramento. Meu objetivo é analisar a economia, no Brasil e no Mundo, tentar opinar sobre os principais debates da atualidade e manter sempre, na minha opinião essencial, a independência. Não pretendo me esconder em nenhum grupo teórico específico. Meu objetivo é discorrer sobre varios temas, buscando sempre ser realista.
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