segunda-feira, 6 de agosto de 2018

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

"Brasília em chamas"

Incrível! 

A que ponto de degradação chegou a vida pública nacional. Já usando um título de antanho..realmente Brasília está em chamas. 

Não há uma semana em que escândalos não explodam, afetando vários personagens da política do País lá no Planalto Central. 

Nos últimos dias Rodrigo Janot voltou a carga autorizando a prisão dos irmão Batista e disferiu novas flechadas contra o presidente Temer, acusado de ser o líder do "quadrilhão". 

Delações e depoimentos de Lúcio Funaro e de Palocci também jogaram mais lenha nesta fogueira, o primeiro envolvendo toda a cúpula dos partidos da base de apoio do governo Temer, o segundo, conhecido como "italiano", expondo as relações escusas de Lula com as empreiteiras, destaque especial para a Odebrech.





MILTON FRIEDMAN

"A Economia, enquanto ciência positiva, é um corpo de generalizações, provisoriamente acolhidas, referentes a fenômenos econômicos, passíveis de se verem utilizadas para prever as consequências de alterações das circunstâncias". Milton Friedman

domingo, 27 de agosto de 2017

Warren compra estrutura da Pilla Corretora


O mercado segue se transmutando.

Ganha cada vez mais espaço o surgimento de gestoras ou corretoras virtuais, veiculadas apenas pela internet, perdendo espaço as físicas. Busca-se ao cliente mais funcionalidade e agilidade na tomada de decisões. 

A gestora Warren, uma ferramenta 100% on line, anunciou nesta semana a compra da corretora gaúcha Pilla. Deve investir R$ 10 milhões e chegar a 50 mil clientes.

Segundo o comunicado, a carteira de clientes não entrou no pacote, sendo incorporada apenas a estrutura da corretora para o aumento do portfólio de produtos, aumentando os de renda fixa e fundos exclusivos.


É objetivo da gestora se tornar uma plataforma simples e intuitiva, onde os clientes, pelo seu perfil, investem nos portfólios sugeridos pela Warren.

sábado, 26 de agosto de 2017

Balanço Semanal

Fechamos esta semana repercutindo boas novas, como a aprovação da TLP em votação simbólica na Câmara dos Deputados, o bom encaminhamento da Reforma Tributária em Comissão Especial e o anúncio de um pacote ambicioso de 57 projetos, o que deve gerar um ganho de receita para o governo em torno de R$ 44 bilhões. No front inflacionário, de novidade tivemos um IPCA ainda comportado (0,35%), mas "repicando" em relação ao mês anterior (-0,18%). Em 12 meses o índice do IBGE, no entanto, continuou em boa trajetória de queda, passando de 2,78% para 2,68%.
Falando da TLP, acabou aprovada na Câmara uma taxa já considerada um tiro com bala de prata sobre os chamados "subsídios implícitos" do BNDES. Será parametrizada pela NTN-B de cinco anos passando a valer a partir de janeiro de 2018. Cálculos do mercado indicam, por enquanto, uma taxa em torno de 8% ao ano em 2018, maior do que a projetada pela Selic, em 7%.
Sobre a Reforma Tributária, apresentada em comissão especial nesta semana, como objetivo principal temos a "simplificação da malha", a partir da unificação dos impostos atuais sobre o consumo e o esforço de criação de uma plataforma eletrônica de recolhimento.
Dez impostos devem ser extintos, nove deles substituídos pelo IVA e o outro pelo Imposto de Renda (IR). O IVA deve substituir o ICMS, ISS, IPI, Cofins, Cide, Salário Educação, PIS e Pasep, e o IR se "fundir" com a CSLL. Não está descartado do IOF ser extinto. Isso significa que a média de carga tributária ainda deve se manter elevada, em torno de 35% do PIB, mesmo que havendo uma "simplificação da malha".
Já em relação às privatizações, a intenção do governo é reforçar o caixa em R$ 44 bilhões, na sua maioria com concessões de 57 projetos para a iniciativa privada. Estariam incluídas as vendas da Eletrobrás, da Casa da Moeda e do Aeroporto de Congonhas. Portos, rodovias, outros aeroportos e a área de exploração de petróleo também estão incluídos neste pacote.
Pelo front econômico, o IPCA-15 de agosto registrou 0,35%, ante -0,18% no mês anterior, segunda maior variação em 2017, atrás de fevereiro (0,54%). No ano, o índice acumula 1,79%. Os maiores repiques ocorreram pelo lado dos grupos Transportes (combustíveis) e Habitação (energia elétrica). Para o índice cheio de agosto, espera-se algo em torno de 0,40% a 0,45%.
Por fim, pelas Sondagens de Confiança da FGV de agosto, a do Consumidor e a do Comércio, houve queda na percepção destes segmentos sobre o momento do País e as perspectivas. O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) recuou 1,0 ponto, de 83,4 para 82,4 pontos, menor nível desde janeiro passado, e o índice de Confiança do Comércio (ICC) recuou na mesma toada, 1,1 pontos a menos do que no mês anterior. Ambos os indicadores mostraram baixa percepção em relação aos rumos do País.


Ser Economista

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