sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Grupo Peixoto de Castro

Em assembleia geral extraordinária realizada na última quarta (15), cerca de 60% dos credores aceitaram converter dívidas em ações preferenciais da companhia.  O montante alcançou R$ 55 milhões, quase 7% do capital. A recuperação judicial do grupo, que já foi um dos maiores conglomerados empresariais do país, deve estar concluída em setembro.

Isso aí é um bandidinho

Edson Fachin aceitou o pedido da PGR e determinou o arquivamento do inquérito contra Lindbergh Farias, em ação sobre crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo Paulo Roberto Costa. O relator da Lava Jato no STF ponderou que a decisão "não impede o prosseguimento das investigações caso futuramente surjam novas evidências".

Carlos Velloso recusou

Carlos Velloso vai ligar para Michel Temer no fim da tarde de hoje e dirá que "infelizmente" não conseguirá aceitar o convite para ser Ministro da Justiça. A justificar, a total impossibilidade de se desfazer de uma série de contratos de empresas na sua banca de advocacia em sociedade com o filho. Achou ele melhor manter a banca de advocacia a assumir o pepino do MJ.

Rumo a 74 mil

A Bolsa encostou ontem em um patamar que, se quebrado, pode abrir espaço para que o índice rume para superar o recorde dos 73.516 pontos vistos em 20 de maio de 2008. “O Ibovespa segue em tendência de alta no curto prazo e ontem chegou perto do objetivo em 69.000 quando marcou máxima em 68.455 pontos”, explicam os analistas do ITAÚ. Segundo eles, o movimento de alta continuará e o próximo objetivo está na região da máxima histórica atingida em 2008 em 74.000 pontos.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Nova Futura, por Lauro Jardim



O banco Brasil Plural vai dar um poderoso gás nas operações da Geração Futuro, gestora que comprou em 2012, focada no varejo. Com o caso de sucesso da XP como exemplo, o Brasil Plural está procurando um sócio para a Geração, vai engordar o time e executivos de lá, além de levar nacos da área de gestão de patrimônio do banco.

Jorge Paulo Lemann

"Juro alto é a grande doença macroeconômica brasileira", diz Gustavo Franco

“A grande doença macroeconômica brasileira é o juro alto. Não é uma doença monetária, mas fiscal. Ela expressa uma situação fiscal que saiu do controle e que limita tremendamente as ações do BC”, avalia Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e sócio da Rio Bravo Investimentos. A análise vem ao encontro da defesa do economista André Lara Resende, que escreveu para o jornal Valor Econômico em que coloca em xeque um pilar da estabilização da moeda. “Temos de perseverar no caminho do equilíbrio fiscal, para que a chamada ‘taxa neutra’ também caia. A partir daí, poderíamos experimentar patamares de juros perto de 5%”, afirmou. 

Anderson Nunes

 *CONTA DE LUZ E JORNADA DE TRABALHO PRESSIONAM ECONOMIA - MC 23/02/26* *Por Anderson Nunes - Analista Político* O aumento das tarifas de en...